Até que valeu a pena, pra tirar uma boa noite!

Era uma noite quente de verão e eu, Ana, cursava o primeiro ano de faculdade completamente ferrada em História. As notas tinham saído e eu sabia que ia ficar devendo aquela matéria pro ano que vem se não fizesse algo. Desesperada, decidi ir atrás do professor Roberto. Ele era um homem maduro, uns quarenta e poucos anos, alto, com barba mal feita e um olhar que sempre me deixava inquieta nas aulas.
Fui até a sala dele depois do horário e implorei. Ele não quis conversa nenhuma sobre notas lançadas. – Olha, Ana, eu não discuto isso aqui na faculdade. Se quiser tentar alguma coisa, me liga pra casa mais tarde que eu vejo o que posso fazer.
Na mesma noite, o coração batendo forte, liguei. Ele atendeu com a voz calma e mandou eu ir até lá. Vesti uma mini saia jeans bem curta que mal cobria as coxas e uma blusa fina decotada, sem nada por baixo que marcasse. O calor estava insuportável e eu queria parecer o mais atraente possível. Quando cheguei na casa dele, um sobrado simples num bairro tranquilo, ele abriu a porta e me olhou dos pés à cabeça, demorando nos peitos e nas pernas.
– Caralho, Ana... você tá muito sexy hoje. Entra.
Ele me levou pra sala, sentou numa cadeira grande e me olhou sério. – Você tá disposta a fazer qualquer coisa pra mudar aquela nota?
– Sim, professor... qualquer coisa – respondi, a voz tremendo de vergonha e excitação misturada.
– Então tira a blusa e o sutiã. Quero ver esses peitos agora.
Morri de vergonha, mas obedeci. Tirei a blusa devagar, depois o sutiã. Meus seios ficaram livres, mamilos já duros do ar condicionado e do tesão nervoso. Ele me puxou pelo braço pra mais perto, até eu ficar entre as pernas dele. Começou a chupar um mamilo com fome, a boca quente e molhada sugando forte enquanto a mão apertava o outro peito.
– Mmmh... que delícia esses peitos – ele gemia baixinho, alternando entre lamber e morder de leve.
Eu sentia um calor subindo pela barriga. Logo a mão dele desceu, passou por baixo da mini saia e subiu pelas coxas macias. Quando roçou o dedo por cima da calcinha, bem no grelinho, eu recuei um pouco.
– Fica quietinha, safada. Ou quer que eu deixe sua nota como tá?
Afastei as pernas devagar, permitindo. Ele alisava o grelinho inchado por cima do tecido já úmido, circulando devagar. Ao mesmo tempo mamava nos meus seios com vontade, puxando os bicos com os lábios. Enfiou um dedo por baixo da calcinha e sentiu a buceta molhada.
– Ahhh... professor... – gemi, o dedo dele entrando na minha bucetinha quente e apertada.
Ele mordia os seios, chupava forte e mexia o dedo lá dentro, curvando pra acertar o ponto que me fazia tremer. – Tá gostando, né? Sua xoxota já tá toda meladinha pra mim.
Eu rebolava devagar contra a mão dele, o tesão tomando conta. Ele tirou o dedo, lambeu e sorriu. – Tira a saia e a calcinha agora. Deita na mesa da sala, pernas bem abertas. Quero comer essa buceta com a boca.
Vergonha total, mas tirei tudo. Fiquei completamente nua, deitada na mesa de madeira, coxas abertas mostrando minha xana rosada e molhada. Ele se ajoelhou, beijou a parte interna das coxas, subiu pra virilha, lambeu devagar até chegar no grelinho. Quando a língua quente encostou ali, eu arqueei as costas.
– Aaaahhh! Que gostoso...
Ele chupou o grelinho com vigor, sugando e lambendo em círculos. Depois abriu minha xoxota com as duas mãos e enfiou a língua toda lá dentro, fodendo minha buceta com ela. O rosto inteiro dele esfregava na minha carne molhada, a barba por fazer arranhando de leve e aumentando o prazer. Eu segurava a cabeça dele, empurrando contra mim.
– Isso... chupa minha buceta, professor... mmmhh... mais forte!
Ele lambia como um louco, alternando entre o grelinho e encher a língua na minha vaginha. – Você tá curtindo né, safadinha? Essa xana tá deliciosa, toda molhada pra mim.
Gozei pela primeira vez com um grito abafado, o corpo tremendo inteiro enquanto ele continuava chupando, sugando todo o mel que escorria. Quando parei de tremer, ele se levantou, desabotoou a calça e puxou pra fora uma pica imensa, grossa, uns 18cm por 5 de largura, latejando, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo.
– Olha o que você fez, Ana. Agora vai levar essa vara toda na buceta.
Posicionou a cabeça grossa na entrada da minha xana e empurrou devagar. Senti uma dor gostosa enquanto ele abria minhas pregas, esticando a boceta ao máximo.
– Aaaaiii... tá muito grande... devagar...
Ele meteu devagar no começo, centímetro por centímetro, até enfiar tudo. Depois começou a bombear com rapidez e violência, os sacos batendo na minha bunda. A mesa rangia a cada estocada forte.
– Caralho, que buceta apertada e receptiva... tá gostando de ser comida pelo professor, sua puta?
– Sim... me fode... aaaahhh... mais forte! – eu gemia desesperada, as pernas tremendo no ar.
Ele meteu uns vinte minutos seguidos, mudando de ritmo, ora devagar e fundo, ora rápido e selvagem. Segurava meus peitos, apertava os mamilos enquanto a pica entrava e saía brilhando com meus sucos. Gozou com um grunhido forte, enchendo minha buceta de porra quente e grossa.
Ficou ofegante, ainda dentro de mim. – Você tem uma buceta muito boa mesmo. Por isso agora vai dar pro meu cachorro também.
Entrei em pânico. – Professor... não... isso não...
Ele me acalmou, acariciando minha coxa. – Fica tranquila. O Trovao tá acostumado a lamber e meter em xoxotas de mulher. Ele é viciado nisso. Vai te dar prazer, você vai ver. E lembre: nota dez na prova.
Foi buscar o pastor alemão preto, enorme, forte. Eu continuava deitada na mesa, pernas abertas. O cão veio direto, farejou minha buceta melada e começou a lamber com aquela língua áspera e comprida.
– Uuuuhhh... que sensação diferente... – gemi.
A língua dele era dura, raspava no grelinho e entrava fundo na vagina, limpando o sêmen do professor e meus sucos. O professor abriu minha xoxota com os dedos pra ajudar o focinho molhado do cão a entrar mais.
– Isso, Trovao, chupa a bucetinha dela.
Depois mandou eu descer da mesa e ficar de quatro no sofá, bunda empinada. O cachorro lambeu mais um pouco, louco pela minha xana, a língua áspera passando no cu também. Senti ele subir nas minhas costas, as patas da frente no sofá, o pau quente e grosso procurando a entrada.
– Calma, Ana. Vai gostar – o professor disse, segurando meus quadris pra eu não fugir.
O cão encontrou e enfiou de uma vez. O pau dele era quente, pontudo no começo mas engrossava rápido. Começou a bombear com rapidez animal, metendo fundo e veloz.
– Aaaaiii... tá muito grosso... ahhh... – eu gemia, uma mistura de medo e prazer louco.
O professor me segurava firme. – Rebola pra ele, safada. Deixa ele te comer direito.
O Trovao metia como uma máquina, o pau entrando e saindo rápido, batendo fundo. Senti um nó enorme se formando dentro da minha vagina, inchando, travando. Doía um pouco mas o prazer era insano. Ele gozou quente, jatos fortes enchendo minha buceta, e eu gozei junto, gritando.
– Aaaahhh... tô gozandoooooooo... caralho... que delícia!
Ficamos travados um tempo até o nó baixar. O professor assistia tudo, pau duro de novo. – Adorei ver você sendo xupada e comida pelos dois. Sempre resolvo problemas de notas assim com alunas gostosas.
Eu saí de lá com a xoxota dolorida, inchada, escorrendo porra de homem e de cachorro, mas satisfeita pra caralho. Todo mês volto na casa do professor atrás de "notas boas". E sempre termino de quatro, gemendo feito uma vadia enquanto o Trovao me fode depois do meu professor ter me arrombado.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Até que valeu a pena, pra tirar uma boa noite!

Codigo do conto:
266719

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
09/07/2026

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