A noite estava quente, daquelas que fazem a pele grudar e o desejo latejar entre as pernas. Eu, loira, gordinha, baixinha, casada há vinte anos com o homem que sempre soube realizar cada fantasia safada que passava pela minha cabeça. Ele nunca deixava outro cara entrar na brincadeira, mas adorava me ver gozando como uma puta louca. A gente tinha saído pra boate, bebido pra caralho, dançado coladinho, rebolando minha bunda grande contra o pau dele até ele ficar duro feito pedra. No carro, voltando pra casa, eu já estava mais pra lá que pra cá. Tirei o cinto, me ajoelhei no banco do passageiro e abri o zíper dele com pressa. - Vem, amor, deixa eu chupar essa pica gostosa – murmurei, lambendo os lábios. Ele gemeu baixo quando enfiei a cabeça inteira na boca, sentindo o gosto salgado do pré-gozo. Chupei com vontade, babando tudo, subindo e descendo enquanto ele dirigia, uma mão na minha nuca empurrando mais fundo. - Porra, você é uma vadia insaciável – ele disse, a voz rouca. Em vez de ir pra casa, ele sugeriu o sítio. Lá não tinha vizinho por perto, e eu sou escandalosa pra dedéu quando gozo. Chegamos rapidinho, o tesão queimando no corpo todo. Assim que entramos na sala, comecei a tirar a roupa devagar, dançando pra ele. A saia desceu rebolando, minha bunda grande engolindo a calcinha vermelha minúscula. Virei de costas, agachei até o chão, abrindo as pernas e fazendo aquela bundona rebolar no ritmo da música que ainda tocava na minha cabeça. Ele sentou no sofá, latinha de cerveja numa mão, a outra batendo punheta devagar, olhando pra mim com olhos famintos. - Você tem coragem de me ver sendo comida por um cachorro, né? Já que não quer outro homem... – perguntei, ofegante, de quatro no chão. Ele sorriu safado. - Tenho sim, sua puta. Quero ver você gemendo feito cadela no cio. Foi até o quintal e trouxe o nosso cão, aquele grandão preto, forte, que eu já tinha brincado antes. Lembrei da vez que dei banho nele e mexi naquele pau vermelho que saía da bainha. Meu coração batia forte de tesão. Deitei no chão frio, abri as pernas bem devagar, passei os dedos dos pés na cara dele, descendo até roçar no pau do cachorro. Meu marido guiou o bicho, aproximando o focinho da minha buceta gordinha e depilada. Arriei a calcinha pro lado, deixando tudo à mostra, os lábios inchados brilhando de tesão. A língua áspera do cão acertou em cheio no meu grelinho. - Aaaahhh! Porra, que delícia! – gritei, o corpo se contorcendo. Ele lambia com força, aquela língua grossa e quente passando pela fenda toda, enfiando na entrada da buceta, subindo pro cuzinho. Gozei pela primeira vez em minutos, o orgasmo me rasgando por dentro, sucos escorrendo pela bunda. Tirei a calcinha de vez, abrindo mais as pernas. - Chupa, cachorro, chupa essa buceta da mamãe! – gemia, rebolando contra o focinho dele. Meu marido assistia tudo, punheta acelerando. Eu olhava pra ele, imaginando que era outro homem me devorando enquanto ele via. O cão não parava, lambendo mais rápido quanto mais eu gozava, como se soubesse exatamente onde apertar. Tive outro orgasmo, depois mais um, as pernas tremendo, voz rouca de tanto gemer. - Hummm... aaaiii, tá me matando de prazer! - Vem aqui, amor – chamei. Ele se aproximou. Fiquei de quatro, engoli a pica dele até o fundo da garganta enquanto o cachorro continuava chupando minha buceta por trás. O contraste era insano: pau quente na boca, língua áspera na buceta. De repente senti o peso do cão nas minhas costas. Ele estava montando em mim, as patas arranhando levemente minha pele gordinha. - Cuidado! – me assustei um segundo. - Relaxa, minha vadia. Deixa ele te comer – disse meu marido, segurando o cão no lugar. O pau vermelho, quente e pontudo encontrou meu cu. Empurrou devagar no começo, depois enfiou com força. - Aaaahhh! Meu Deus, tá entrando no meu cu! – gritei, a dor misturada com um prazer animal. Ele socava igual gente, rápido, fundo, a respiração quente no meu ouvido, o corpo peludo roçando nas minhas costas. Deitei a cabeça no chão, bundona empinada, deixando ele me foder sem piedade. - Mais forte, cachorro! Me fode esse cu! – uivava. Antes dele gozar, puxei o pau dele do cu e guiei pra buceta. Entrou quente, esticando minhas paredes molhadas. - Que delíciaaa! Tá me enchendo toda! – gemia desesperada, rebolando contra ele. Queria mais. Deitei debaixo dele, abri a boca e comecei a chupar aquele pau canino, lambendo, sugando. Em pouco tempo senti ele inchar, e jatos grossos de porra quente encheram minha boca, escorrendo pelos cantos, pingando nos meus peitos grandes e na barriga gordinha. O gosto forte, animal, me deixou ainda mais louca. Meu marido veio por trás, não deixou eu limpar nada. Enfiou a pica dele no meu cu melado. - Geme, sua puta safada. Com pau de cachorro na boca e porra escorrendo enquanto eu te fodo o cu – rosnou, metendo forte. - Aaaaiii! Sim! Me fode! Tô cheia de porra de cachorro! – gritei, rebolando como louca, o corpo todo suado e tremendo. Ele mandou eu abrir a boca de novo e gozou lá dentro, misturando as porras. Fiquei com o rosto, peitos e buceta lambuzados. Fui pro banheiro, tomei um banho rápido, lavando o grosso mas deixando aquele cheiro de sacanagem no ar. Quando voltei, o cachorro já estava fora. Meu marido estava com uma cenoura enorme na mão, grossa, comprida, laranja brilhante. - Agora vem o brinquedinho, amor – disse com aquele sorriso safado. Mandou eu deitar de bruços. Enfiou a cenoura devagar no meu cu, girando, tirando e colocando. - Hummm... tá abrindo meu cuzinho – gemi, empinando a bunda. Sentei no pau dele, rebolando fundo, subindo e descendo enquanto ele mantinha a cenoura no cu. Depois ficamos de lado: cenoura na buceta, pau dele no cu, os dois buracos preenchidos, me fazendo gritar de prazer. - Mais fundo! Me rasga! – pedia, gemendo sem parar. Ele metia e tirava a cenoura no ritmo, meus sucos escorrendo pelas coxas grossas. Gozei várias vezes assim, o corpo convulsionando. Quando eu não aguentava mais, ele tirou a cenoura e me fodeu só com a pica na buceta, eu sentada por cima, apertando ele com as paredes internas. - Goza dentro, amor! Enche minha buceta! – supliquei, rebolando freneticamente, fechando e abrindo a buceta em volta da pica dele. Ele delirou, jorrando porra quente bem fundo. Senti cada jato, subindo e descendo devagar, ordenhando ele até a última gota. Caímos exaustos no sofá, corpos colados, suor, porra e tesão misturados. Essa foi mais uma noite inesquecível, onde eu pude ser a cadela safada que sempre quis, com meu marido assistindo e participando de tudo.
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