Aquele fim de ano de 2004 ainda queima na minha memória como brasa no mato seco. Eu tinha acabado de completar 19 anos, o corpo pegando fogo de tesão o dia inteiro. Morava na cidade, mas passei as férias no sítio dos meus tios, no interiorzão do Maranhão. O lugar era quente, úmido, cheio de cheiro de terra molhada e bicho. Dois dias depois de chegar, apareceram umas primas e amigas delas. Conversa vai, conversa vem, risada, olhada safada... rolou uma química forte com uma morena chamada Ana. Corpo bonito, peitos firmes, bunda arrebitada. Na hora H, fomos pra um canto escuro do paiol. Eu tirei o pau pra fora e ela arregalou os olhos. - Caralho... isso aí é enorme demais... não vai caber não, eu tenho medo... Meu pau latejava, 25 centímetros de comprimento por 7 de grossura, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de tesão. Ela tentou chupar um pouco, mas mal aguentou na boca. Acabei gozando na mão dela mesmo, uma porra grossa que jorrou longe. Fiquei puto da vida. Queria perder a virgindade de verdade, meter numa buceta quente e apertada. Na manhã seguinte, acordei cedo pra caralho, o sol mal nascendo. Saí caminhando pelo sítio, pau semi-duro dentro da bermuda fina. Entrei no mato atrás da pocilga. Foi quando vi: um porco grande, pesado, montado numa porca enorme, preta, com tetas balançando. O porco metia com força, o pau dele rosado entrando e saindo da bucetinha dela com um barulho molhado. Aquela cena me deixou louco. Meu pau endureceu na hora, latejando dolorido. Encostei numa árvore, baixei a bermuda e comecei a bater punheta devagar, olhando tudo. Quando o porco desmontou e saiu trotando, a porca ficou ali, rabo levantado, buceta inchada e pingando. Eu não pensei duas vezes. Fui chegando devagarinho, pau na mão, coração disparado. - Vem cá, sua porca safada... deixa eu te comer também... Ela não fugiu. Pelo contrário, virou o focinho pra mim e deu uns passos. Cheguei por trás, passei a mão na coxa grossa dela, subi até a bucetinha quente. Era pequena, apertada, mas molhada do porco. Mexi no grelinho dela com o dedo, senti ela tremer. O rabo levantou mais, expondo tudo. Eu tava desesperado de tesão. Tentei enfiar a cabeça do pau. Pressionei, empurrei... nada. A bucetinha dela era muito pequena pro meu monstro. - Porra, como é apertada... aguenta aí, sua vadia... Forcei mais, mas doeu nela e em mim. Acabei tirando e batendo punheta furiosa até gozar no chão, jatos grossos de porra caindo na terra. Fiquei ofegante, pau ainda meio duro. Mas o tesão não passou. Mais tarde, desci pro riacho que ficava nas mediações do sítio. O dia tava quente pra caralho, tirei a roupa toda e entrei na água fresca. Estava me banhando quando apareceu uma égua baia, linda, seguida de um cavalo forte. Eles vieram beber água. De repente o cavalo montou nela. O pau dele era absurdo, enorme, preto e rosado, grosso como meu braço. Ele cravou na buceta da égua com tudo, metendo fundo, rápido, os cascos batendo. A égua relinchava baixo, aceitando tudo. Meu pau ficou duro que doía, latejando na água. Fiquei ali, punhetando devagar, assistindo o espetáculo. - Caralho... se ela aguenta aquele pauzão todo, vai aguentar o meu também... Quando o cavalo gozou, parecia que estava mijando. Jatos grossos de porra branca escorrendo da buceta da égua, caindo na água do riacho. Ele desmontou e foi embora. A égua ficou ali, rabo levantado, buceta aberta, melada de porra. Eu saí da água rápido, pau apontando pro céu. Tinha uma corda na sela do meu cavalo que pastava perto. Amarrei a égua numa árvore forte, firme, pra ela não fugir. Passei a mão na barriga dela, desci até a buceta. Estava quente, inchada, escorrendo porra do cavalo. Mexi com os dedos, senti o grelinho dela pulsar. Ela levantou o rabo mais alto, contraindo a bucetinha como se pedisse. - Isso, sua égua puta... tá toda melada pra mim... vou te comer agora... Botei ela debaixo de uma rebanceira natural, posição perfeita. Segurei meu pau grosso pela base e cravei a cabeça na entrada dela. Estava escorregadia pra caralho por causa da porra do cavalo. Empurrei devagar no começo. - Ahhh... que buceta quente... aperta meu pau assim... A égua relinchou baixo, apertando minha pica com a musculatura interna. Comecei a meter mais fundo, vai e vem gostoso, cada vez mais forte. O barulho era obsceno: ploc ploc ploc, minha virilha batendo na bunda dela, porra do cavalo misturada com os meus líquidos escorrendo pelas coxas. - Porra... tá me apertando tanto... geme pra mim, sua vadia... Ela relinchava mais alto, desesperada, o corpo tremendo. Eu metia com força, segurando os flancos dela, cravando fundo. Meu pau entrava quase todo, batendo no fundo da bucetinha quente e molhada. - Isso... toma minha pica grossa... vou te encher de porra... Não aguentei nem três minutos. Gozei como um louco, jatos quentes explodindo dentro dela, enchendo a buceta. Fiquei gemendo alto, corpo convulsionando. - Aaaahhh... caralho... tô gozando tudo dentro de você... Mas meu pau não amoleceu. Saiu ainda duro, brilhando. Virei ela um pouco melhor e voltei a meter, agora mais devagar, saboreando. A égua tava louca, relinchando, apertando meu pau ritmadamente. Eu sentia o orgasmo dela se aproximando: a buceta pulsava forte, contraindo, melando tudo. - Goza pra mim, égua safada... aperta essa pica... Ela gozou forte. Relinchava alto, o corpo inteiro tremendo, buceta espremendo meu pau como se quisesse ordenhar. Eu continuei metendo, mais rápido, suado, desesperado. Os gemidos dela misturados com os meus enchiam o riacho. - Isso... isso... tô quase... aaaahhh porra... Gozei de novo, mais porra grossa enchendo ela até transbordar. Fiquei ali, pau dentro, sentindo as contrações. Deixei ela amarrada, prometendo voltar no dia seguinte. Voltei pro sítio com as pernas fracas, pau dolorido de tanto tesão satisfeito, mas já pensando na próxima. Naquela noite, deitado na rede, revivi cada segundo. A bucetinha apertada da porca, a buceta melada e quente da égua aceitando meu pau enorme. O cheiro de animal, o calor, os relinchos desesperados. Meu pau endureceu de novo só de lembrar. Bati mais uma punheta pensando nela, gozando forte no lençol. No dia seguinte, voltei pro riacho. A égua ainda estava lá, amarrada, rabo levantado como se esperasse. A buceta dela tava inchada, restos de porra seca nas coxas. Eu não falei nada. Só cheguei por trás, já com o pau duro pra caralho. - Sentiu falta dessa pica, né sua puta? Hoje vou te comer mais devagar... Passei a mão, abri os lábios grossos dela, vi a entrada rosada piscando. Enfiei dois dedos, depois três, mexendo no grelinho até ela relinchar e levantar mais o rabo. Botei a cabeça do pau e entrei de uma vez, fundo, até as bolas. - Uhhh... que delícia... tá mais apertada hoje... Comecei um vai e vem lento, profundo, sentindo cada dobra da buceta dela. Ela gemia com relinchos roucos, o corpo balançando no ritmo. Eu segurava a crina dela, puxando levemente, metendo mais forte. - Toma... toma tudo... sente como minha pica te abre... Os gemidos dela ficaram mais desesperados. Eu acelerava, batendo forte, o suor escorrendo. A buceta dela contraía loucamente, ordenhando meu pau. - Goza de novo pra mim... isso... aaaahhh... Ela gozou primeiro, tremendo inteira, relinchando alto, buceta esguichando um pouco misturado com porra. Eu não parei. Meti mais fundo, selvagem, até gozar pela terceira vez, enchendo ela até vazar. Fiquei ali um bom tempo, pau dentro, acariciando o corpo dela. A sensação era viciante. Voltei pro sítio pensando que aquelas férias iam ser inesquecíveis. A Ana até tentou de novo, mas eu já tinha provado algo mais selvagem, mais proibido, mais intenso. A buceta da égua, quente, apertada, melada, aceitando meu pau enorme sem reclamar. Os relinchos de prazer misturados com meus gemidos roucos. - Porra... nunca vou esquecer isso... E realmente nunca esqueci.
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