Pra agradar meu filho, acabei virando sua puta!



Paula sempre foi uma mulher que carregava o mundo nas costas, mas com um corpo que fazia os homens virarem a cabeça sem querer. Morena, pele macia e bronzeada do sol quente do Acre, curvas generosas que ela adorava mostrar com roupas justas. Aos 34 anos, morando em Rio Branco com o filho Pepsi – apelido que pegou desde pequeno por causa da mania de beber refrigerante o dia todo –, a vida dela girava em torno dele. Tinha engravidado aos 13, o pai a botou pra fora de casa, e desde então eram só os dois. Pepsi era tudo pra ela.
Quando ele completou 18 anos, Paula entrou no quarto dele sem bater e flagrou o garoto se masturbando furiosamente na frente do computador, assistindo um pornô bem explícito. O pau dele estava duro, latejando, e ela ficou parada na porta, olhos arregalados. Em vez de brigar, sentou na cama ao lado dele.
- Filho, isso é normal, todo garoto faz. Até as mulheres também, sabia? – falou ela baixinho, a voz tremendo um pouco.
Pepsi ficou vermelho, mas não parou de mexer na pica grossa. Paula tentou explicar como as mulheres se satisfaziam, mas as palavras travaram. Em vez disso, ela ficou ali, observando. Dias depois, entrou no banheiro sem querer e viu o pau dele de novo, ereto como uma rocha, veias saltadas, uns 19 centímetros fáceis de comprimento, cabeça rosada brilhando. Era lindo, enorme pra um garoto daquela idade.
- Pode continuar, meu amor – murmurou ela, saindo devagar. Mas no quarto, trancou a porta, tirou a calcinha molhada e bateu uma siririca louca, imaginando aquela pica toda dentro dela. Gozou gemendo o nome dele baixinho.
A partir daí, as coisas mudaram. Paula começou a andar pela casa com shortinhos minúsculos, blusinhas finas sem sutiã, os mamilos marcando o tecido. Pepsi a olhava com fome, mas sempre carinhoso. Beijava o rosto dela demorado, abraçava apertado, o corpo colado.
Uma noite ele chegou chorando no sofá. Paula sentou do lado, passou a mão no cabelo dele.
- O que foi, meu filho?
- É que eu não arrumo nenhuma gata pra sair, mãe. Ninguém quer ficar comigo.
Ela sentiu o coração apertar. Pepsi era lindo, alto, corpo definido de quem já ajudava no trabalho pesado, cara de homem feito apesar dos 18 anos.
- Você é perfeito, meu amor. Qualquer mulher ia babar por você.
Foi quando ela ganhou um bom bônus no trabalho. Decidiu fazer uma surpresa grande. Pagou uma viagem pra uma cidade vizinha que estava em festa de aniversário. Enquanto ele viajava, Paula fez o que sempre sonhou: colocou silicone nos seios, deixando eles empinados e cheios, harmonização nas coxas e uma bunda maravilhosa, redonda, empinada, que balançava quando ela andava.
Quando Pepsi voltou e abriu a porta de casa, ficou boquiaberto. Paula estava ali, com um vestido colado que mal cobria as coxas grossas, os peitos enormes quase saltando.
- Caralho, mãe... você é a maior gata que eu já vi na vida. Pra quem você fez isso?
- Fiz pra você, meu filho – respondeu ela com um sorriso safado.
Ele não entendeu de primeira, mas à noite ela chamou ele pra sair. Vestiu uma mini saia jeans absurdamente curta, que deixava a metade da bunda de fora, um top decotado que mal segurava os seios siliconados e saltos altos que faziam as pernas ficarem intermináveis. Pepsi, todo formal de camisa, não tirava os olhos.
Saíram na moto CB 1200 amarela dela. Paula mandou ele pilotar.
- Me carrega, filho. Quero parecer sua gata hoje.
Ele acelerou forte, a moto ronronando entre as pernas dela. Paula colou o corpo nas costas dele, os peitos enormes apertados contra ele, e desceu a mão devagar até o pau do filho por cima da calça. Sentiu a pica endurecer rapidinho, grossa, pulsando.
- Mãe... que isso... – murmurou ele, voz rouca.
Na boate, todo mundo olhou. Paula sentada na garupa ainda massageava o volume dele, apertando a rola dura enquanto as pessoas passavam. Dentro da boate, as luzes piscando, música alta. Pepsi pediu bebidas. Eles dançaram colados, o corpo dela roçando na pica dele sem parar.
- Vou no banheiro, filho. Se alguma garota perguntar se eu sou sua gata, fala que eu sou sua cachorra – disse ela, piscando.
De longe, Paula viu uma loira alta, corpo escultural, se aproximar de Pepsi. Sara, como ela se apresentou depois. A loira dançou colada, passou a mão na bunda dele. Paula voltou, se aproximou.
- Essa é a Sara, mãe – disse Pepsi.
- Vem pro balcão com a gente, Sara – chamou Paula.
Pediu três bebidas e, discretamente, colocou uma pílula na da loira. Logo Sara estava doida, olhos vidrados de tesão. Dançou com Pepsi, esfregando a buceta na coxa dele, depois baixou e chupou a pica dele ali no meio da pista, sem vergonha. A boca dela engolindo a rola grossa até o fundo, saliva escorrendo.
Pepsi voltou até Paula.
- Mãe, vou levar ela pra casa. Você fica aqui ou pega um Uber, depois eu volto.
- Pode ir, filho. Qualquer coisa me liga.
Mas Paula não aguentou. Voltou pra casa antes, entrou quietinha e ouviu os gritos da loira ecoando pelo quarto.
- Haaaaaaaaaaaaaaaaaa! Que rola gostosa, caralho! Me fode mais fundo, porra!
Paula espiou pela fresta da porta. Sara estava de quatro na cama, bundão empinado, e Pepsi metendo com força no cu dela. O pau enorme entrando e saindo, brilhando de lubrificante e porra, as bolas batendo na buceta molhada da loira. Sara gozava sem parar, o corpo tremendo.
- Aiiiii meu Deus, que pica grande! Me arromba esse cu, vai! Haaaaaaa!
Paula ficou ali, mão dentro da calcinha, esfregando o grelinho inchado, gemendo baixinho. Quando Pepsi foi pro banheiro, Sara ainda no efeito da pílula, se masturbava loucamente na cama.
Paula foi até o banheiro com uma garrafa de bebida gelada. Pepsi estava lá, pau ainda semi-duro.
- E aí, filho, como vai?
- Já fodi ela pra caralho, mãe. Não aguento mais...
Ela estendeu o Tadala.
- Toma isso. Vai precisar.
Ele tomou sem pensar. Em minutos a pica dele levantou de novo, dura como ferro, veias pulsando, cabeça inchada brilhando.
- Quero ver essa rola, meu amor – pediu Paula.
Pepsi puxou pra fora. Paula se ajoelhou ali mesmo no banheiro, abriu a boca e engoliu a pica do filho até a garganta. Chupou com fome, língua girando na cabeça, sugando as bolas pesadas.
- Porra, mãe... que boca quente... chupa mais, vai!
Ele puxou ela pelo cabelo, levou pro quarto. Sara ainda estava lá, nua, buceta pingando.
- Vem, Sara – chamou Paula.
Logo as duas estavam se beijando, línguas enroladas. Sara desceu chupando os seios siliconados de Paula, mamilos duros. Pepsi meteu na buceta da loira enquanto Paula chupava o grelinho dela, lambendo tudo, gosto de porra e buceta misturado. Depois Pepsi tirou e enfiou direto no cu apertado de Paula.
- Aaaaaaiiiii, filho! Que pica enorme! Me fode o cu, vai, me arromba!
O pau dele entrava fundo, abrindo o cuzinho dela que nunca tinha levado algo tão grosso. Paula gemia desesperada, baba escorrendo da boca enquanto lambia a buceta da Sara.
- Haaaaaaa! Mais fundo, Pepsi! Rasga minha bunda, caralho! Que delícia essa rola do meu filho!
Sara gozava na boca dela, squirt escorrendo pelo queixo de Paula. Pepsi metia sem parar, as bolas batendo, suor escorrendo.
- Mãe, sua buceta e seu cu são tão quentes... vou gozar!
Ele puxou a pica e enfiou na boca de Paula. Gozou jatos grossos, quentes, enchendo a garganta dela. Paula engoliu tudo, tossindo um pouco, olhos lacrimejando de prazer.
- Goza na boca da mamãe, filho... me dá toda essa porra gostosa...
Depois daquela noite, não parou mais. Sara foi embora no dia seguinte, ainda zonza, mas Paula e Pepsi viraram amantes. Toda noite ele chegava do trabalho, ela já esperava de quatro na cama, mini saia levantada, sem calcinha, buceta molhada brilhando.
- Vem, filho. Come a mamãe hoje.
Ele metia devagar primeiro, sentindo a buceta apertada engolir a pica centímetro por centímetro.
- Porra, mãe, você tá sempre tão molhada pra mim...
- É porque eu sou sua cachorra, meu amor. Fode sua mãe gostoso.
Eles transavam horas. Ele chupava o grelinho dela até ela gozar squirtando no rosto dele, depois virava e comia o cu dela com força, tapas estalando na bunda grande.
- Haaaaaaa! Isso, bate na bunda da mamãe enquanto me fode! Aiiii que delícia, que rola grossa!
Paula montava nele, peitos siliconados balançando, descendo forte na pica, rebolando, sentindo as bolas dele baterem no cu.
- Olha como sua mãe cavalga essa pica, filho. Você gosta da buceta da mamãe apertando assim?
- Gosto pra caralho... mama, continua... vou encher você de porra!
E gozava dentro, jatos quentes enchendo a buceta dela, escorrendo pelas coxas. Depois limpava com a língua, lambendo tudo, chupando o cu e a buceta misturados.
Eles faziam em todo canto da casa. Na cozinha, ela debruçada na pia, saia levantada, ele metendo por trás enquanto o almoço cozinhava. No banheiro, debaixo do chuveiro, água escorrendo nos corpos, ele segurando os peitos enormes e socando fundo.
- Aaaaaai, Pepsi! Me fode mais rápido! Quero sentir suas bolas batendo na minha buceta!
- Toma, mãe! Toma toda essa rola! Sua buceta é minha!
Os gemidos ecoavam pela casa. Paula gozava várias vezes, corpo tremendo, unhas cravando nas costas dele, gritando palavras sujas.
- Sou sua puta, filho! Fode sua mãe como uma vadia! Haaaaaaaaaa!
Uma noite especial, ela preparou tudo. Vestiu lingerie vermelha transparente, meias 7/8, salto. Deitou na cama com as pernas abertas.
- Vem, meu amor. Hoje a mamãe quer tudo.
Pepsi chupou ela devagar, língua no grelinho, dois dedos na buceta, outro no cu. Paula se contorcia.
- Aiiii que gostoso... chupa o grelinho da mamãe... enfia mais dedo no meu cu...
Quando ele meteu a pica na buceta, ela já estava encharcada. Ele socava forte, a cama rangendo, os peitos dela pulando.
- Porra, mãe, você aperta tanto... que buceta perfeita!
Depois virou ela de lado, levantou uma perna e enfiou no cu novamente, devagar, sentindo o anel apertar a rola grossa.
- Devagar no começo, filho... abre o cuzinho da mamãe... aaaaiiiii!
Ele acelerou, metendo fundo, mão no clitóris dela esfregando. Paula gozou gritando, corpo convulsionando.
- Haaaaaaa! Tô gozando pelo cu, caralho! Não para!
Ele gozou junto, enchendo o cu dela de porra quente. Depois puxou e enfiou na boca dela pra ela limpar.
- Chupa tudo, mãe. Limpa a pica do seu filho.
Eles dormiam abraçados, suados, cheios de porra e gozo. No dia seguinte, acordavam e começavam de novo. Às vezes ele gravava vídeos no celular, ela rebolando na pica, gemendo pra câmera.
- Olha como sua mãe adora essa rola, filho. Sou viciada em você.
Anos se passaram e a paixão só aumentava. Paula nunca se arrependeu. Pepsi era o homem da vida dela, o dono da buceta, do cu e da boca dela. Toda vez que ele chegava em casa, ela já ficava molhada só de ouvir o barulho da moto.
- Vem cá, meu garanhão. A mamãe tá louca pra sentir essa pica grossa de novo.
E a noite virava mais uma sessão intensa de gemidos, tapas, lambidas, porra escorrendo e amor safado que ninguém mais entendia, mas pra eles era perfeito.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario petrus64

petrus64 Comentou em 11/07/2026

Que loucura esse conto! Muito bom, sempre tive essa fantasia... Obrigado por compartilhar!




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


266809 - Papai não aguentou comigo! - Categoria: Incesto - Votos: 1
266770 - O vira lata é o verdadeiro dono da casa! - Categoria: Zoofilia - Votos: 1
266734 - Amante humano não, canino sim! - Categoria: Zoofilia - Votos: 1
266732 - Amante secreto! - Categoria: Zoofilia - Votos: 1
266731 - A buceta de Diana e o pau de Nero! - Categoria: Zoofilia - Votos: 1
266719 - Até que valeu a pena, pra tirar uma boa noite! - Categoria: Zoofilia - Votos: 1
266693 - Sou uma cadela! - Categoria: Zoofilia - Votos: 3
266692 - Pepeu nunca brocha! - Categoria: Zoofilia - Votos: 2
266627 - De tanto insistir, fiz ela dar pro nosso cão! - Categoria: Zoofilia - Votos: 5
266621 - Uma dupla penetração absurda! - Categoria: Zoofilia - Votos: 2
266620 - Duas cadelas e um cão! - Categoria: Zoofilia - Votos: 3
266619 - Após a separação, ela foi currada pelo cão! - Categoria: Zoofilia - Votos: 2
266506 - A noite que virei uma cadela! - Categoria: Zoofilia - Votos: 3
266505 - Orgia com animais! - Categoria: Zoofilia - Votos: 4
266500 - Viúva a um tempo, não resisti a rola de meu cão! - Categoria: Zoofilia - Votos: 5
266496 - Perdendo o cabacinho com um dog! - Categoria: Zoofilia - Votos: 3
266472 - Fui cuidar do cão de uma amiga, deu tudo errado! - Categoria: Incesto - Votos: 3
266407 - Ajudando a prima a trepar com o dog! - Categoria: Zoofilia - Votos: 3
266404 - Fazia sexo com minha esposa na cachoeira, quando fomos surpreendidos por um de nossos cães! - Categoria: Zoofilia - Votos: 5
266403 - Comida com força bruta pelo cão! - Categoria: Zoofilia - Votos: 3
266401 - Mãe, filha e seu cão comedor! - Categoria: Zoofilia - Votos: 5
266400 - Eu sempre fui uma menina insaciável! - Categoria: Zoofilia - Votos: 3
266392 - Ela foi papada pelo dog! - Categoria: Zoofilia - Votos: 2
266391 - Sozinha com o dog! - Categoria: Zoofilia - Votos: 4
266390 - Prazer animal sem limites! - Categoria: Zoofilia - Votos: 3
266309 - Touro gozou fundo nela! - Categoria: Zoofilia - Votos: 5
266285 - Gravida e insaciável! - Categoria: Zoofilia - Votos: 5
266284 - Irmãos sozinhos em casa e o cachorro! - Categoria: Zoofilia - Votos: 3
266283 - Amigas na chácara! - Categoria: Zoofilia - Votos: 3
266271 - O que levou a curiosidade dela! - Categoria: Zoofilia - Votos: 1

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Pra agradar meu filho, acabei virando sua puta!

Codigo do conto:
266812

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
11/07/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0