Karol sempre foi uma mulher que não negava fogo. Aos 30 anos, branquinha, casada há quase 15 com o mesmo homem desde novinha, ela carregava no corpo e na mente uma fome que nenhum casamento tradicional conseguia apagar. Tinha experiência pra caralho com outros caras antes e durante o casamento – uns rapidinhos, uns casos mais longos, tudo escondido com aquela cara de boa moça que enganava todo mundo. Mas no começo do ano, quando abriu aquele bate-papo na internet, algo diferente surgiu. O nome dele era Ricardo. Separado, safado, morando a 130 km de distância. As conversas começaram inocentes, viraram telefonemas cheios de putaria, e logo eles marcaram. Num sábado à noite, com o marido trabalhando até tarde, Ricardo apareceu na casa dela por volta das 11h. - Porra, Karol, você é ainda mais gostosa pessoalmente – ele disse, já puxando ela pra perto assim que entrou. Eles não perderam tempo. Foram direto pro quarto, tirando roupa no caminho. Ricardo era daqueles que comia com vontade. Enfiou a mão na buceta dela logo de cara, sentindo como já estava encharcada. - Olha só essa xaninha molhada... tá louca pra levar pica, né vadia? Karol gemeu alto, abrindo as pernas. - Ahhh... mete logo, Ricardo... quero sentir você me arrombando. Ele meteu forte, estocadas fundas que faziam o corpo branquinho dela tremer. Foderam por quatro horas seguidas – buceta, boca, cu, tudo. Ela gozou várias vezes, gritando desesperada, o suor escorrendo, a cama toda bagunçada. Quando ele foi embora de madrugada, Karol ficou lá, satisfeita mas ainda com aquele fogo no corpo. Dias depois, no telefone, Ricardo soltou a bomba. - Karol, tenho uma tara antiga pra caralho... ver uma mulher sendo comida por um cachorro. Você teria coragem de dar pro seu? Ela ficou chocada. - Tá louco? Nem morta, Ricardo. Isso é nojento. Ele implorou mais algumas vezes nas ligações seguintes. Karol dizia não, mas algo dentro dela começou a mexer. Curiosa, entrou em sites de zoo, trocou email com gente que curtia. Quanto mais lia, mais a bucetinha dela latejava. Ficava molhada só de imaginar. Um dia, sozinha em casa, decidiu experimentar devagar. O cachorro dela, um vira-lata de porte médio, um ano e meio, bem cuidado, ainda virgem. Chamou ele pra dentro de casa, trancou porta e portão. Tirou toda a roupa, sentou no sofá da sala e começou a se masturbar devagar, abrindo os lábios da buceta rosada. O cheiro dela deixou o cachorro agitado. Ele cheirava o ar, o rabo balançando, mas não lambia ainda. Karol esticou a mão e começou a bater uma punheta nele. O pau do cachorro foi saindo do prepúcio, rosado, crescendo rápido. - Caralho... olha o tamanho dessa pica de cachorro... não imaginava que era tão grande – ela murmurou, surpresa. Segurou firme, punhetando com vontade. O cachorro ficou imóvel, quadril empurrando instintivamente. De repente, o nó inchou e ele gozou forte, jatos quentes de porra espirrando na mão dela e no chão. Karol, tomada por tesão misturado com nojo, levou a mão à boca e provou. - Hmm... quente, salgado... porra de cachorro... O gosto fez ela gemer. Decidiu ir mais longe. Regou a buceta com os dedos, enfiando dois, três, abrindo bem. Virou de quatro no tapete, bundinha empinada, e puxou o cachorro pra cima dela. - Vem, garoto... come tua dona... mete essa pica grossa na minha buceta. Ele deu estocadas fortes, desajeitadas, diferente de homem. O pau batia em volta, roçando o grelinho inchado dela, fazendo ela gozar loucamente. As pernas de Karol ficaram moles. - Aiiii meu Deus... ahhh... tá roçando no meu grelinho... continua, porra! De repente, numa estocada bruta, ele acertou e enfiou tudo de uma vez. A buceta dela abriu ao máximo, engolindo aquela pica canina grossa e quente. - Aaaahhhhh! Que delícia... dói mas é bom pra caralho! Mete, mete fundo! Ele metia sem parar, estocadas rápidas e fortes, o saco batendo na bundinha branquinha. Karol gemia desesperada, o rosto colado no chão, baba escorrendo da boca. - Isso... fode tua cadela... me arromba toda... aaaahhh... tô gozando de novo! O prazer era intenso. Ela gozou mais duas vezes, o corpo tremendo inteiro. Então sentiu algo inchando dentro dela. O nó. Entrou todo de uma vez, esticando as paredes da xaninha ao limite. - Aaaaiiiii! Dói! Tá entrando tudo... o nó... caralho, tá me rasgando! Gritou alto, lágrimas nos olhos, mas o tesão era maior. Eles ficaram engatados. O cachorro rosnava baixinho, cravando as unhas nas costas dela, segurando firme. Karol tentava se mexer mas não conseguia. - Não sai... tá preso... ai que medo... mas que gostoso ao mesmo tempo... Ficaram assim uns 20 minutos. Ela sentia o pau pulsando dentro, enchendo de porra quente. O cachorro deu um impulso forte e saiu de repente, fazendo um barulho molhado, tipo desentupindo cano. - Pooooorraaa... saiu... olha essa porra toda escorrendo... Jatos grossos de esperma misturado com um pouco de sangue escorriam pelas coxas branquinhas dela. O cachorro não deixou ela levantar. Começou a lamber tudo, língua áspera passando na buceta inchada, no cu, nas pernas. Limpou tudinho, fazendo ela gemer de novo. - Isso... lambe tua cadela... limpa essa bucetinha arrombada... Depois daquele dia, Karol virou outra. Sempre que o marido saía, chamava o cachorro pro quarto ou pra sala. Virou amante dele, sua cadela particular. Uma tarde, por exemplo, ela estava de shortinho em casa. Tirou tudo, ficou pelada na cama de casal, abriu as pernas bem abertas e chamou. - Vem, meu macho... hoje vou te dar o cu também. O cachorro subiu, cheirando a buceta molhada primeiro. Lambeu com vontade, língua entrando fundo, roçando o grelinho sensível. - Aaahhh... que língua gostosa... lambe meu grelo... isso, assim... tô molhando tudo! Ela gozou na boca dele, tremendo. Depois virou de quatro, empinou a bundinha e guiou o pau pro cuzinho apertado. - Devagar no começo... mete no meu cu virgem pra cachorro... Ele enfiou com força. O cu dela abriu, ardendo, mas o tesão era insano. - Aaaaiii... tá rasgando meu cu... mas continua... fode esse rabinho! Estocadas brutas, o nó inchando dentro do cu. Karol gritava, socando o travesseiro. - Porra... tá fundo demais... o nó no meu cu... tô gozando de dor e prazer misturado! Engatados de novo, ela sentiu a porra quente enchendo o intestino. Quando saiu, o cu piscava, vazando porra grossa. O cachorro lambeu tudo mais uma vez, deixando ela limpinha e satisfeita. Outra vez, ela resolveu filmar pra mandar pro Ricardo. Deitou no chão da cozinha, buceta aberta, e deixou o cachorro comer ela de frente. As pernas dela enroladas na cintura dele, como se fosse um homem. - Olha pra câmera, Ricardo... tá vendo como tua puta virou cadela de verdade? Olha essa pica canina me arrombando... O cachorro metia selvagem, o nó batendo na entrada, entrando e saindo com barulhos molhados. Karol gemia sem parar. - Aaaahhh... vai... goza dentro... enche minha buceta de porra quente! Quando o nó travou de novo, ela berrou de prazer, o corpo convulsionando. A porra escorreu tanto que formou uma poça no chão. Ela ficou lá, engatada, ofegante, sorrindo pro vídeo. - Agora sou dele... sua cadela particular. Sempre que posso, abro as pernas ou empino o cu pra ele. Ricardo ficou louco quando viu. Marcou outra visita, mas dessa vez com uma ideia nova. Ele tinha um cachorro grande que cuidava numa obra. Contou pra Karol que queria realizar a fantasia dele de verdade – ver ela sendo comida, e talvez até ele próprio experimentar. No próximo encontro, as coisas ficaram ainda mais pesadas. Mas isso é história pro próximo conto, como ela mesma disse. Karol, depois de tudo, deitou na cama sozinha, a buceta e o cu ainda latejando, porra seca nas coxas. Sorriu, passando a mão entre as pernas. - Quem diria... casei novinha, mas virei a cadela mais safada do Paraná. E assim, toda vez que o marido saía, o vira-lata virava o verdadeiro dono da casa. Ela gemia, gritava, pedia mais, virava de todos os jeitos, deixava ele lamber, chupar, meter na buceta e no cu até cansar. O no entrava fundo, a porra escorria, o medo misturava com tesão insano. Karol tinha virado viciada. E não tinha volta.
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