Meu nome é Bia, tenho 19 anos agora, mas tudo começou mesmo quando eu tinha 18. Sou moreninha, miudinha, só 1,50 de altura e 45kg, pele branquinha que parece de porcelana, corpo de menininha com peitinhos pequenos e firmes, bundinha empinadinha e uma xaninha lisinha, quase sem pelo. Meu pai, um coroa de 52 anos lindo pra caralho, corpo malhado ainda, pau grosso que eu aprendi a amar. Desde pequena era grudada nele, porque minha mãe sumiu pro exterior quando eu era bebê. Ele me criou sozinho, me dava banho até eu crescer um pouco. Aos 18 eu já tomava banho sozinha na maioria das vezes, mas de vez em quando ele insistia. - Vem cá, filhinha, deixa o papai te ajudar ainda – ele dizia com aquela voz grossa. Eu entrava no box peladinha, ele passava a mão devagar na minha xaninha lisinha, ensaboando tudo. Eu sentia o volume dele crescendo debaixo da calça, aquela pica inchando, e às vezes a cabecinha rosada escapava pra fora, toda melada de pré-gozo, brilhando. Pra mim na época não era nada demais, só o papai cuidando de mim. Mas ele parou com medo, acho. Ano passado, na festinha do meu aniversário de 18, chamei uns amigos. Bebemos, rimos, dançamos. Lá pelas uma da manhã todo mundo tinha ido embora. Eu estava exausta, suada, de shortinho curto e regatinha fina sem sutiã. Papai tinha bebido umas cervejas a mais e estava com os olhos diferentes, mais escuros, famintos. - Vai tomar seu banho, filha. O papai vai tomar o dele pra curar essa bebedeira – ele falou, a voz rouca. Fui pro meu quarto, tirei a roupa e entrei no chuveiro quente. A água escorrendo nos meus peitinhos, descendo pela barriguinha até a bucetinha. De repente ouvi a porta do banheiro abrir. Virei e lá estava ele, totalmente pelado. Meu Deus... o pau dele estava monstruoso, duro pra explodir, veias saltadas, a cabeça roxa enorme pingando meladinho. Parecia uma rola de cavalo, grossa, longa, latejando no ar. - Papai... o que... – comecei, assustada, mas ele não deu tempo. Veio em cima de mim com força, me agarrou pela cintura e me arrastou molhada pro quarto, me jogando na cama. Meu coração batia disparado. Eu tinha medo de apanhar se resistisse, mas ao mesmo tempo sentia uma quentura estranha na buceta. Ele subiu em cima de mim como um animal no cio. - Porra, Bia... você cresceu tanto, filhinha... essa bucetinha de menininha tá me deixando louco há anos – rosnou, e meteu a boca nos meus peitinhos. Chupava com força bruta, sugando os bicos duros, mordendo de leve enquanto apertava o outro com a mão grossa. Eu gemia baixinho, confusa. - Aiiiiii, papai... tá doendo um pouco... mas... ahhh... Ele desceu as mãos, apalpando minha bucetinha lisinha, abrindo os lábios com os dedos. - Olha só essa xaninha peladinha... tá molhada já, safada. Sempre foi do papai, né? – Enfiou um dedo grosso dentro, depois dois, mexendo rápido enquanto lambia minha barriga, descia pro umbigo. Eu tremia inteira. Ele abriu minhas pernas com força, quase me dobrando, e meteu a cara na minha buceta. A língua enorme dele lambeu tudo, do cuzinho até o grelinho. - Hummm, que bucetinha doce, filha... delícia... – Chupava meu grelinho inchado com fome, sugando forte, enfiando a língua lá dentro da minha entradinha virgem. Batia uma punheta braba na própria pica, o barulho molhado ecoando no quarto. Eu comecei a gemer mais alto. - Papai... ai meu Deus... tá bom demais... chupa mais, por favor... Ele levantou, segurou minha cabeça e enfiou aquela rola enorme na minha boquinha. - Abre bem, filhinha. Engole o pau do papai. – Eu quase engasguei, a cabeça grossa batendo no fundo da garganta. Ele fodia minha boca sem piedade, segurando meus cabelos, empurrando fundo. Saliva escorria pelo meu queixo, misturada com o pré-gozo dele. - Isso, engole tudinho... que boquinha gulosa... porra, Bia... Não aguentou mais. Me virou de quatro na cama, empinou minha bundinha branquinha e cuspiu na minha bucetinha. - Agora o papai vai comer essa xota virgem. – Segurou a rola pela base e meteu com tudo. Senti uma dor lancinante quando ele arrebentou meu cabacinho. - Aaaaiii papai! Tá doendo! – gritei, mas ele não parou. Entrou inteiro, as bolas batendo na minha buceta. Começou a meter como um louco, forte, rápido, selvagem. - Cala a boca e aguenta, filha. Essa buceta é minha agora. Porra, como tá apertada... quente... molhada pra caralho... A dor foi virando prazer aos poucos. Eu gemia desesperada. - Ai papai... mais devagar... não... não para... mete mais fundo! – Ele socava fundo, segurando meus quadris miúdos, batendo a barriga na minha bundinha. O quarto enchia de sons molhados, pele contra pele, meus gemidos virando gritos. - Haaaai... papai... sua pica tá me rasgando... mas eu tô gozando... aaaahhh! Ele me fodeu de quatro por um tempo que pareceu eterno, depois me virou de lado, levantou uma perna minha e meteu de novo, mais fundo ainda. Chupava meus peitinhos enquanto socava. - Olha pra mim, Bia. Olha o pau do papai entrando nessa bucetinha de filha. Você é minha putinha agora. – Eu gozei de novo, o corpo tremendo inteiro, buceta apertando a rola dele. Ele me colocou de costas, abriu minhas pernas bem abertas e meteu de novo, olhando nos meus olhos. - Diz que quer o leite do papai dentro, filhinha. – - Quero, papai... goza dentro da minha buceta... me enche toda... – Ele acelerou, rosnando, e gozou forte, jatos quentes enchendo meu interior. Senti cada pulsada, o esperma transbordando da minha xaninha. Depois disso, ficamos ofegantes na cama. Ele me abraçou forte. - Você é perfeita, Bia. O papai te ama. E agora vai te foder sempre que quiser. Desde então transamos o tempo todo. Toda vez que meu namoradinho vem aqui e me fode no quarto, deixo a porta entreaberta de propósito. Papai fica no corredor, pau na mão, assistindo. Depois, quando o namorado vai embora, ele entra, me joga na cama e me come ainda mais forte, lambuzado do gozo do outro. - Essa buceta tá cheia do leite dele, né? Agora o papai vai limpar e colocar o meu – diz, enfiando a língua primeiro, depois a rola grossa. Ontem mesmo aconteceu de novo. Meu namorado tinha acabado de gozar dentro de mim e saiu. Deixei a porta aberta. Papai entrou pelado, pau duro latejando. - Vem cá, putinha da casa. Deixa o papai ver essa buceta melada. – Me abriu as pernas, lambeu tudo misturado, chupando meu grelinho inchado até eu gemer desesperada. - Aaaah papai... chupa meu clitóris... engole o gozo dele... – Depois me fodeu de quatro, socando fundo, batendo na bunda. - Toma essa pica, filha... melhor que a do namoradinho, né? Diz! – - Sim, papai! Sua rola é maior... mais grossa... me arromba toda! Haaaaai... vou gozar de novo! Ele gozou dentro, me enchendo mais ainda. Depois me fez chupar a rola suja, limpando tudo com minha boquinha gulosa. - Isso, filhinha... engole o que sobrou. Você nasceu pra isso. Nossa vida virou isso. Eu adoro. Ele adora. Sempre que posso, provoco ele, andando de shortinho curto sem calcinha pela casa, me curvando pra mostrar a bucetinha. Ele me pega no sofá, na cozinha, no banheiro. Às vezes me fode o cuzinho também, devagar no começo, depois com força, enquanto eu grito de prazer. - Papai... meu cu tá ardendo... mas mete mais... rasga meu rabinho! É intenso, safado, sem limites. E eu não quero que acabe nunca.
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