Camila tinha 18 anos, morena gostosa, seios médios com biquinhos pequenos e rosados que ficavam durinhos só de roçar na blusa, bundinha empinada bem arrebitada que balançava quando ela andava pela casa. Ainda era virgem de buceta, mas a curiosidade dela era enorme. Adorava entrar nas salas de bate-papo de sexo, ler aquelas sacanagens todas, imaginar pica grossa entrando fundo enquanto ela apertava as coxas. Em casa a liberdade era total. Mãe dona de loja de roupas no shopping, psicóloga formada mas que não seguia a área, pai advogado foda, e os irmãos: um de 10 anos e o Otávio, o mais velho, 22 anos, moreno, 1,80, corpo definido de quem malha, cabelos pretos e olhos azuis iguais aos do pai. Eles sempre foram muito grudados, mas desde que ela ganhou corpo as coisas mudaram. Otávio olhava diferente agora. Dava tapas fortes na bundinha dela quando passava, beliscava de leve, apertava e ria. - Porra, mana, essa bunda tá cada dia mais gostosa, hein? - ele dizia baixinho quando ninguém via. Camila ficava molhada na hora, a xaninha latejando, mas fingia que era brincadeira de irmão. Tudo começou de verdade numa tarde em que estavam sozinhos em casa conversando sobre tudo, como sempre. Otávio perguntou direto: - E aí, maninha, você ainda é virgem? Conta pra mim, eu sou seu irmão. - Ela, confiante como sempre, respondeu que sim. Ele se aproximou devagar, colocou a mão grande por cima do short dela e apertou a bucetinha por cima da calcinha. - Você tem que cuidar muito bem dela, viu? Essa xaninha é um tesouro. - O toque fez Camila tremer. Um calor subiu rápido, ela ficou molhadinha na hora, o grelinho inchando. Nunca imaginou sentir tesão pelo próprio irmão, mas o pau dele já estava marcando na bermuda. A noite ela foi dormir com o pijaminha curto. No meio da madrugada acordou com o short abaixado e a calcinha enfiada no meio da bundinha. Otávio estava parado na porta do quarto, pelado, pau duro na mão batendo punheta devagar enquanto olhava pra ela. Camila fingiu que dormia, mas o coração batia forte, a buceta pulsando. No outro dia acordou com dor de garganta, não foi pra escola. Otávio também ficou em casa. No café da manhã ele sentou do lado dela, encostando a perna. - Você tem um sono profundo, né maninha? - Ela fingiu não entender, mas sabia que ele tinha percebido. Depois do café ela foi tomar banho. Tirou o pijama, entrou no box, começou a se ensaboar. Passou o sabonete no pescoço, nos seios, apertando de leve os biquinhos que endureceram, desceu pela barriga, virou de lado e lavou a bundinha empinada, abrindo um pouco as nádegas. Imaginando que eram as mãos do irmão. Depois desceu pra xaninha. Começou a tocar devagar, passando os dedos nos lábios, abrindo, sentindo o melzinho saindo. Quanto mais brincava, mais molhada ficava. Os dedos escorregavam no grelinho inchado, ela gemia baixinho, olhos fechados, perdida no prazer. Não percebeu que não tinha trancado a porta. Otávio entrou devagar. Sentou na privada, tirou o pau pra fora e começou a masturbar devagar, olhando o corpo da irmã. - Que irmã safadinha que eu tenho... - murmurou. Camila abriu os olhos assustada, mas ele já estava pelado, pau duro latejando, quase na porta do box. Ele se aproximou, encostou o corpo no dela debaixo da água quente e sussurrou no ouvido: - Deixa que eu te ajudo, maninha. A mão dele desceu direto pra buceta dela. Dedos grossos abriram os lábios, um dedo médio roçando o grelinho enquanto ele enfiava a língua na boca dela com força. Beijava com violência, chupava a língua dela, mordia os lábios, sugava. - Hmmm... que bucetinha molhada... tá pingando pra mim, né? - Camila gemia contra a boca dele, o corpo tremendo. Ele enfiava o dedo mais fundo, mexendo rápido no grelinho. Ela rebolava contra a mão do irmão, desesperada. Otávio levantou uma perna dela, apoiou no degrau do box, esfregou a cabeça grossa da pica na entrada da xaninha. - Vou te foder agora, mana. Vou arrombar essa virgindade. - Empurrou com tudo. A dor foi lancinante. Camila gritou, mas ele sufocou com beijos fortes, metendo mais fundo. - Ai meu Deus... para... tá doendo muito... - ela choramingava. Ele não parava, metia com força, o pau grosso abrindo caminho, arregaçando as paredes virgens. - Calma, putinha... vai passar... relaxa essa buceta pra mim. Aos poucos a dor virou prazer. Ele foi mais devagar, estocadas profundas e gostosas. Beijava com carinho agora, chupando os biquinhos rosados enquanto fodia. - Tá gostoso, né? Essa pica tá te enchendo todinha. - Camila começou a gemer alto: - Hummm... sim... fode mais... me fode irmão... - Ele acelerou. Mais rápido, mais forte, o saco batendo na bundinha dela. A água escorrendo nos corpos. Ela sentiu o corpo tremer, uma onda forte vindo. Gozou pela primeira vez na vida, buceta apertando a pica do irmão, gemendo desesperada: - Aaaahhh... tô gozandoooooooo... não para... porra... Otávio tirou a pica, desligou o chuveiro, secou ela com a toalha, pegou no colo e levou pro quarto dos pais. Jogou na cama de casal. - Fica de quatro, igual cachorra. Quero te comer como se come uma verdadeira cadela. - Só ouvir isso deixou Camila encharcada de novo. Ela se posicionou, bundinha empinada, rosto no colchão. Otávio se ajoelhou atrás, abriu as nádegas e começou a chupar. Língua lambendo a buceta toda, subindo pro cu, enfiando no cuzinho virgem. - Delícia de buceta e cu... tá tudo meladinho pra mim. - Enfiou um dedo no cu enquanto chupava o grelinho forte. - Tem que ficar larguinho pra eu colocar todo meu pau nesse cuzinho gostosinho. Porque eu vou gozar muito nele ainda. Camila rebolava contra a boca do irmão, gemendo alto: - Aiiiiii... chupa mais... lambe meu cu... hummm... que delícia... - Gozou de novo na boca dele, jorrando melzinho. Ele lambeu tudo, elogiando: - Porra, mana, tá uma delícia sua porra. Passou a pica dura da buceta pro cu, esfregando, melando. Forçou a entrada. A cabeça entrou e Camila gritou de dor. - Morde o travesseiro, putinha, que eu vou enfiar tudo de uma vez. - Ela mordeu forte. Ele segurou a cintura e meteu com tudo, arrombando o cu virgem. - Aaaaiiii... tá rasgando... dói muito... - ele batia na bunda com força, metendo sem dó, estocadas profundas. - Cala a boca e toma no cu, vadia. Essa bundinha é minha agora. - Doía pra caralho, mas ela estava adorando. Ser a cadela do irmão, a putinha dele. - Me fode... arromba meu cu... sou sua puta... - gemia desesperada. Otávio metia forte, rápido, o pau entrando e saindo do cu apertado, batendo as bolas na buceta molhada. Dava tapas estalados na bundinha que ficava vermelha. - Toma, gostosa... toma essa pica no seu cu arrombado... que vadia safada... - Ela rebolava contra ele, o prazer misturado com dor virando puro tesão. Ele acelerou ainda mais: - Vou gozar... toma minha porra no cu... - Aumentou o ritmo, estocadas brutais, e gozou forte. Jatos quentes enchendo o intestino, tanta porra que escorria pelas coxas dela quando ele tirou. O cu babando sêmen. Ele jogou o corpo sobre ela, beijando a nuca, mordendo de leve. - Você vai ser pra sempre minha putinha. Minha vadia. Vou sempre meter na sua xana, no seu cu e socar na sua boca. Vou gozar muito com você, maninha. Desde aquele dia, sempre que os pais saíam e o irmão pequeno não estava, eles fodiam como loucos pela casa toda. Na sala, na cozinha, no quarto dela. À noite, Otávio ia pro quarto dela, deitava atrás, tirava a calcinha só um pouco, encaixava a pica entre as nádegas e roçava devagar na bundinha enquanto brincava com a buceta. Dedos no grelinho, dois dedos enfiados na xaninha molhada. - Rebola pra mim, cadela... - Ela gemia baixinho: - Hummm... coloca dentro... me fode de conchinha... - Ele metia devagar, fundo, gozando dentro ou na calcinha, deixando tudo melado. Uma tarde eles estavam sozinhos de novo. Camila vestia só uma camisola curta. Otávio chegou por trás na cozinha, levantou a camisola, abaixou a calcinha dela até os joelhos e enfiou a pica na buceta de uma vez. - Toma pica, putinha... tá sempre molhada pra mim. - Metia forte, segurando os seios, beliscando os biquinhos. Ela se apoiava na pia, gemendo alto: - Aaaah... fode gostoso... rasga minha buceta... sou sua puta... - Ele virava ela, colocava sentada na mesa, abria as pernas e comia com tudo, olhando a pica entrar e sair brilhando de mel. Chupava os seios, mordia o pescoço. Depois carregou pro sofá, colocou de quatro no chão e meteu no cu de novo. - Esse cu tá viciado na minha pica, né? - Estocadas brutais, uma mão no cabelo puxando, outra dando tapas. Camila gritava de prazer: - Sim... arromba meu cu... goza dentro... me enche de porra... - Ele gozou de novo, enchendo o cu até transbordar. Depois sentou no sofá e mandou: - Agora chupa, vadia. Limpa minha pica que tá suja do seu cu. - Ela se ajoelhou, lambeu tudo, chupou as bolas, engoliu fundo até engasgar, lágrimas nos olhos de tesão. - Isso... engole meu pau todo, maninha... que boca gostosa... Eles continuavam assim quase todo dia. Otávio acordava ela de manhã enfiando a pica na boca, fodia no banheiro antes do café, mandava nudes pra ela na faculdade dizendo - Tô com saudade dessa bucetinha - e ela respondia mandando foto da xaninha molhada. À noite era o ritual: ele deitado atrás, pica roçando na bundinha, dedos brincando no grelinho até os dois gozarem juntos, gemendo baixinho pra não acordar ninguém. Camila adorava ser a putinha do irmão. A vadia particular dele. A cadela que abria as pernas e o cu sempre que ele queria. E ele adorava comer aquela buceta e aquele cu apertados, enchendo de porra quente, marcando como dele. A casa era deles quando ficavam sozinhos, e o tesão só aumentava.
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