Era um domingo preguiçoso de manhã, o sol filtrando fraco pelas cortinas do quarto. João acordou com o corpo quente da esposa, Carla, colado ao dele. Aos 42 anos, Carla tinha cara de puta safada – olhos grandes e maliciosos, boca carnuda sempre pronta pra chupar – e um corpo de vagabunda que fazia qualquer homem babar: peitos grandes e pesados, bundona empinada, bucetona carnuda que vivia molhada de tesão. Casados há cinco anos, eles compartilhavam uma cama com a filha dela de outro casamento, Luana, que agora aos 18 anos tinha virado uma tentação ambulante: corpo jovem, pele macia, bundinha durinha e um olhar curioso que ultimamente não saía mais da cabeça de João. - Porra, amor, tô com aquela tesão matinal de novo... – murmurou João baixinho, deslizando a mão por baixo da camisola fina de Carla. Ela riu safada, ainda de olhos fechados, abrindo as pernas devagar. - Seu tarado... sempre acorda com essa pica dura querendo foder. Toca uma siririca pra mim então, vai... enfia esses dedos na minha bucetona. Os dedos dele encontraram a carne quente e úmida. A buceta de Carla já estava encharcada, os lábios inchados e o grelinho protuberante pedindo atenção. Ele circulou o clitóris devagar, depois enfiou dois dedos fundo, sentindo as paredes apertarem. Carla mordeu o lábio, gemendo baixinho. - Ahhh... isso, caralhudo... mete mais fundo no meu cuzinho também... sou tua piranha... Do outro lado da cama, Luana se mexeu. Aos 18 anos, ela fingia dormir, mas os olhos entreabertos captavam tudo. O coração dela batia forte. Fazia semanas que observava as brincadeiras dos dois, a mãe gemendo como uma cadela no cio enquanto o padrasto enfiava dedos e falava sacanagens. Aquilo despertava algo nela – uma quentura entre as pernas, a calcinha molhada. João percebeu o olhar da garota. Em vez de parar, puxou o cobertor devagar, expondo o corpo de Carla. As pernas dela se abriram mais, a camisola subiu até a cintura. Ele arregaçou as coxas grossas da mulher e enfiou três dedos na bucetona, fodendo com força enquanto chupava um peito grande, mamilo duro na boca. - Olha só pra tua mãe, Luana... – sussurrou ele, olhando direto pra garota. – Ela adora quando eu como essa buceta com os dedos. Carla abriu os olhos assustada, mas o tesão já tinha tomado conta. - João, para... ela tá acordada! – protestou, mas a voz saiu rouca, o corpo traindo com um gemido alto quando ele apertou o grelinho. - Não para porra nenhuma. Ela já é grandinha, 18 anos. Tá vendo como a mamãe gosta, né filha? – disse ele, acelerando os movimentos. Luana não respondeu, só ficou olhando, paralisada, com as bochechas vermelhas. Carla gozou de repente, o corpo convulsionando, apertando os lençóis. - Aaaaiiii... porra... tô gozando... seu puto... – gritou ela, o suco escorrendo pelos dedos dele. Depois do orgasmo, Carla tentou resistir, mas João insistiu. Tirou a rola grossa e latejante pra fora do short. - Agora bate uma punheta pra mim, amor. Deixa ela ver como se faz. - João... isso é loucura... – murmurou Carla, mas a mão dela já envolvia a pica dura, subindo e descendo devagar. Luana arregalou os olhos. A rola do padrasto era grande, grossa, veias saltadas, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. João jogou o cobertor completamente pra fora. Carla se inclinou, peitos balançando, e começou a masturbar com mais vontade, esfregando a glande nos próprios mamilos. - Olha como tua mãe alisa meu pau, Luana. Isso é normal entre adultos... – explicou ele, gemendo. – Gozei, caralho! O jato quente explodiu na boca aberta de Carla. Ela chupou tudo, limpando a rola com a língua, engolindo a porra grossa. Na semana seguinte, João decidiu escalar. Logo cedo, chamou Luana: - Vem pra cá, filha. Deita do lado da mamãe. Carla ficou chocada. - Você tá louco? Isso não... Mas João já tinha enfiado a mão na buceta dela de novo, dois dedos fundo, alisando os peitos pesados. - Cala a boca, piranha. Olha pra tua filha. Ela quer aprender. Você é uma vagabunda de zona, dando a bucetona pro meu dedo do lado dela. Luana deitou, o corpo tremendo de excitação. João falava no ouvido de Carla: - Ela tá olhando, amor. Tá rindo. Sua filhinha safada vendo a mamãe ser comida. Carla gozou forte, apertando o corpo de Luana contra o seu, mão na bundinha firme da garota. - Aaaahhh... meu Deus... tô gozando de novo... sou uma cadela no cio... – gritou ela, desesperada. Depois, João virou pra Luana. - Agora você, princesinha. Tua mãe vai te ensinar a chupar uma pica. Os namoradinhos vão pedir isso. Carla, ainda ofegante, se aproximou. Segurou a rola do marido e lambeu devagar, olhando pra filha. - Assim, filha... coloca na boca... chupa a cabeça... – disse ela, demonstrando. Luana se aproximou, curiosa. Carla guiou a mãozinha dela pro pau. - Segura firme. Sobe e desce assim... bate uma punhetinha gostosa pro papai. A mão quente e pequena de Luana envolveu a rola. Carla colocou a dela por cima, ensinando o ritmo. João alisava a bundinha da garota por baixo da calcinha, dedo roçando o cuzinho virgem. - Porra... que mãozinha apertada... – gemeu ele. Não demorou. Ele gozou jatos grossos na mão de Luana, que ficou olhando hipnotizada, a porra escorrendo entre os dedos. A partir daquele dia, tudo mudou. As manhãs viraram orgias completas. Num sábado seguinte, João acordou com a boca quente de Carla na rola. - Bom dia, putinha... chupa fundo – ordenou ele. Luana, já acordada, se juntou. As duas línguas lambiam a pica grossa, uma no saco, outra na cabeça. - Assim, filha... lambe as bolas do papai enquanto eu engulo a rola – ensinava Carla, gemendo. João segurou a cabeça das duas, fodendo a boca de Luana. - Engole mais, sua putinha novinha... aaaahh... que boquinha apertada! Depois ele colocou Carla de quatro, enfiando a pica inteira na bucetona molhada. - Toma essa rola, vagabunda! – metia forte, as bolas batendo na bunda. Luana assistia de perto, dedando a própria bucetinha. - Mamãe... ele tá te comendo gostoso... – sussurrou ela. João puxou Luana. - Vem, senta na cara da mamãe enquanto eu como ela. Carla deitou de costas, Luana sentou na cara dela, bucetinha jovem molhada esfregando na boca da mãe. João metia na buceta de Carla, vendo a cena. - Chupa a buceta da tua filha, piranha! Lambe esse grelinho! Carla obedecia, língua faminta no clitóris da filha. - Aaaaiiii... mamãe... tá bom demais... – gemia Luana, rebolando desesperada. João trocou. Tirou da buceta de Carla e apontou pro cuzinho de Luana. - Hoje vou comer esse cu virgem, filhinha. - Vai devagar, papai... – pediu ela, mas o tesão falava mais alto. Ele cuspiu na rola, pressionou a cabeça contra o anel apertado. Luana gemeu alto quando ele entrou. - Aaaiii... dói... mas continua... fode meu cu! Carla assistia, dedando a própria buceta. - Isso, filha... toma a pica grossa do papai no rabinho... você é nossa putinha agora. Os gemidos enchiam o quarto. João metia cada vez mais fundo no cu de Luana, Carla chupando os peitos da filha. - Tô gozando no cu dela! – rugiu João, enchendo o intestino jovem de porra quente. Luana convulsionou, orgasmo forte. - Aaaahhh... papai... enche meu cu de leitinho! Depois, as duas se ajoelharam, línguas competindo pra limpar a rola suja de porra e sucos. As sessões viraram rotina. Manhãs de bucetas lambidas, picas chupadas, cus fodidos. Carla e Luana se tornaram amantes uma da outra também. João chegava do trabalho e encontrava as duas se comendo na cama – Carla enfiando dedos na buceta da filha, Luana chupando os peitoes da mãe. - Olha só as duas putas da casa... – dizia ele, tirando a roupa. Numa noite quente, ele fodeu as duas alternadamente. Primeiro Carla de quatro, rola entrando fundo na bucetona. - Toma, cadela! Grita pra tua filha ouvir! - Aaaaiiii... fode minha buceta... sou tua piranha... – Carla gemia desesperada. Depois ele virou pra Luana, que estava de pernas abertas. - Abre esse rabinho, filhinha. Papai vai comer os dois buracos hoje. Ele alternava: buceta, cu, buceta, cu. As duas gemiam juntas, beijando-se, peitos roçando. - Papai... mais forte... rasga meu cu! – implorava Luana. O quarto cheirava a sexo, suor, porra. João gozava em uma, depois na outra, enchendo bocas, bucetas e cus de leitinho quente. Elas lambiam tudo, trocando porra na boca. - Engole a porra do papai, sua putinha – ordenava Carla pra filha. As fantasias antigas de Carla se realizavam, mas agora com a filha participando. João batia punheta olhando as duas se comendo, depois entrava no meio, formando um sanduíche de corpos suados. Era intenso, sem limites. Gemidos ecoavam: - Aaaahhh... tô gozando de novo! - Enfia tudo, caralhudo! - Lambe minha buceta, mamãe... chupa meu grelinho! - Toma no cu, sua vagabunda! E assim, a família virou uma putaria completa. Todas as manhãs e noites eram de rolas duras, bucetas molhadas, cus apertados e bocas famintas. Nenhum arrependimento, só prazer cru, animal, sem pudor.
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