Comi minhas filhas gêmeas!

Era uma tarde quente de sábado no Leblon, daqueles dias em que o sol ainda queimava a pele mesmo depois das três da tarde. Eu, com meus 38 anos, casado desde os 20 com a mesma mulher que me deu as gêmeas quando ainda era quase uma menina, cheguei em casa depois da praia com as minhas princesas. Camila e Carolina, 18 anos recém-completados, loirinhas idênticas, corpo de balé mas com quadris largos de mulher feita, coxas grossas, bundas redondinhas em formato de coração que balançavam gostoso quando andavam, seios pequenos mas bicudos, daqueles que pedem pra serem chupados o dia inteiro, e olhos verdes que derretiam qualquer um.
Minha esposa tinha viajado pra ver a mãe doente, e eu sabia que era a hora. Fazia tempo que as coisas entre nós três vinham esquentando. Elas não escondiam mais nada: ficavam só de calcinha fio dental pela casa, pentelhinhos loiros escapando dos lados, peitinhos balançando livres, roçando as coxas em mim no sofá, sentando no meu colo e rindo quando sentiam minha pica endurecer. Eu tentava resistir, mas era impossível. Eram a cara da mãe, safadinhas e cheias de tesão.
Chegamos, tomei um banho rápido, vesti só um calção largo e me deitei na cama grande do quarto, o ar-condicionado geladinho batendo forte.
- Vem cá, gatinhas... deita aqui com o papai um pouco – chamei, com a voz já rouca de tesão.
Elas não pensaram duas vezes. Entraram no quarto rindo baixinho, só de calcinha fio dental branca, aquelas microscópicas que a mãe usava. Os peitinhos durinhos arrepiados pelo frio, bundinhas empinadas, a fita da calcinha sumindo entre as nádegas carnudas. Camila deitou de costas, encostando a bundinha quente bem contra minha virilha. Carolina se enroscou do outro lado, cabeça no meu peito, tetinhas pressionando meu braço, perna jogada por cima da minha.
Meu pau reagiu na hora. Ficou duro como pedra, estufando o calção.
Comecei devagar, acariciando os cabelos loiros da Carolina, descendo a mão pelas costas lisas até chegar naquela bundinha perfeita. Ela suspirou, arrepiada.
- Hmmm... papai... – murmurou, safada.
Enfiei a mão por dentro da calcinha dela, sentindo a pele macia da bunda, e desci mais. Meus dedos encontraram a bucetinha virgem, já meladinha, quente, os pelinhos loiros molhados de tesão. Rocei o dedo médio na rachinha, sentindo o grelinho inchado.
Carolina gemeu alto e, sem aviso, enfiou a mão dentro do meu calção, puxou minha pica grossa de 20cm pra fora e começou a me punhetar devagar, apertando a cabecinha que já babava pré-gozo.
- Aiii, que delícia... a pica do papai tá tão dura... – ela sussurrou, voz manhosa.
Camila, que fingia dormir, abriu os olhos e viu a sacanagem. Sorriu maliciosa.
- Eu também quero brincar com o papai... – disse, virando-se.
Dei um beijo quente na boca da Camila, língua enrolando na dela, enquanto mandava:
- Tira essa calcinha, minha putinha, fica de quatro aqui e bota esses peitinhos na boca do papai. Vou comer sua xoxotinha com a língua.
Ela obedeceu rapidinho. Tirou a calcinha, ficou de quatro ao meu lado, peitinhos bicudos balançando na minha cara. Chupei um mamilo com força, mordiscando, enquanto enfiava a mão entre as pernas dela e começava a dedar aquela bucetinha apertada e virgem. Carolina continuava me punhetando, agora mais rápido, esfregando o polegar na glande melada.
Ficamos assim uns bons trinta minutos. Eu chupando os peitinhos da Camila, enfiando dois dedos na buceta dela, depois na da Carolina, sentindo as duas molhadas pra caralho, gemendo sem parar.
- Aiiii papai... mais fundo... – gemia Camila, rebolando contra meus dedos.
- Hmmm... que gostoso... meu grelinho tá pulsando... – respondia Carolina, apertando minha pica.
Não aguentei mais. Puxei a Carolina pra cima.
- Senta na cara do papai, Carol. Vou lamber essa xaninha e esse cuzinho virgem.
Ela sentou, bucetinha melada esfregando na minha boca. Comecei a chupar com vontade, língua entrando na entradinha apertada, subindo pro grelinho, descendo pro cu rosadinho. Ela gritou de prazer.
- Aiii paizinho! Que delícia! Lambe meu cuzinho... aiii que tesão!
Camila, enquanto isso, desceu a boca e engoliu metade da minha pica, chupando gulosa, babando tudo.
- Olha como a mamãe faz... a gente via escondido, papai... a gente queria essa pica dentro da gente faz tempo – confessou Camila, entre uma chupada e outra.
Essa foi a deixa. Meu pau latejava.
- Camila, vem cá. Senta devagar na pica do papai. Hoje você vai perder esse cabacinho.
Ela subiu, posicionou a cabecinha grossa na entradinha da bucetinha virgem e começou a descer, gemendo desesperada.
- Aiiiii... tá entrando... aai paizinho, sua pica é enorme... tá rasgando minha xaninha... hmmmm!
Ela rebolava devagar, descendo centímetro por centímetro. Quando sentou toda, meu saco batendo na bundinha dela, 20cm enterrados na buceta apertada, ela começou a cavalgar.
- Aiiiii que gostoso! Tá batendo no fundinho! Fode sua filhinha, papai! Me fode!
Carolina sentou de novo na minha cara, esfregando a buceta na minha língua enquanto eu apertava os peitinhos dela. O quarto enchia de gemidos:
- Ahhh... papai... mais forte! Chupa meu grelinho!
Camila cavalgava cada vez mais rápido, bundinha quicando, peitinhos pulando.
- Tô gozando! Aiiiiii papai, tô gozando na sua pica! Aaaahhh!
Ela gozou forte, buceta apertando meu pau, esguichando um pouquinho. Troquei as duas. Agora Carolina sentou na pica.
- Vem, minha safada. Senta gostoso.
Ela desceu rebolando, perdeu o cabacinho com um gritinho agudo de prazer e dor misturados.
- Que delícia... teu pau tá todo dentro da minha xaninha... ai que gostoso, paizinho! Me fode bem fundo!
Fiquei alternando, fodendo uma enquanto a outra sentava na minha boca ou chupava meus ovos. Depois mandei as duas ficarem de quatro lado a lado, bundas empinadas, bucetas pingando.
Entrei na Camila primeiro, metendo forte, estocadas profundas que faziam a bundinha dela tremer.
- Toma, sua putinha! Leva a pica do papai!
- Sim! Me fode! Mais forte! Rasga minha bucetinha! Aaaahhh!
Tirava e enfiava três dedos na Carolina, que gemia igual.
- Não para, papai... tô quase gozando de novo...
Fodi as duas assim por mais meia hora, trocando de buceta, batendo na bunda, puxando os cabelos loiros. O barulho de pele contra pele, os gemidos desesperados, o cheiro de sexo no ar... era surreal.
Quando senti que ia gozar, puxei as duas pra frente do pau.
- Abre a boquinha, princesas. Papai vai encher vocês de porra.
Elas se ajoelharam, línguas pra fora, olhos pidões. Gozei forte, jatos grossos acertando as línguas, os rostos, os peitinhos. Elas engoliram tudo que conseguiram, lambendo uma na outra.
- Mais, papai... a gente quer mais porra... – pediu Carolina, sorrindo safada.
Depois tomamos banho juntos. Ensaboei aquelas bundinhas, dedei as bucetas ainda inchadas, elas me punhetaram de novo debaixo do chuveiro. Avisei:
- Isso fica só entre nós três, hein?
- Claro, papai... mas você tem que comer a gente todo dia agora... – respondeu Camila, já de joelhos chupando a cabeça da minha pica molhada.
Aceitei. E desde então, chego em casa uma hora mais cedo todo dia. Como as duas princesas no quarto, na sala, no banheiro... e ainda sobra energia pra foder a mãe delas à noite.
Elas herdaram mesmo a safadeza da mãe. E eu tô vivendo o sonho.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comi minhas filhas gêmeas!

Codigo do conto:
266935

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
12/07/2026

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