Um amor que ninguém entende!

Desde pequena, eu via minha mãe viúva lutando sozinha. Quando completei cinco anos, ela se casou de novo com o Carlos, um homem alto, bonito pra cacete, educado e com um sorriso que aquecia qualquer casa. Eu fiquei no céu. Queria um pai de verdade, invejava minhas amigas que tinham colo de verdade pra voltar da escola. Ele me tratava como princesa, me chamava de "gata linda", me dava beijos estalados nas bochechas e me fazia sentir protegida. Nos primeiros anos era tudo carinho puro. Ele chegava do trabalho antes da mamãe, preparava meu lanche, e quando a empregada ia embora, me dava banho com paciência. Molhava meus cabelos com o chuveirinho, passava shampoo cheiroso, sentava eu na banheira e lavava minhas costas devagar. Eu adorava aqueles momentos, ria alto quando ele fazia caretas.
Com o tempo, fui crescendo. A escola, as amigas, a vida normal. Mamãe estava radiante, e eu ouvia à noite uns gemidinhos baixos vindo do quarto deles. Ficava curiosa, mas não entendia direito. No meu aniversário de 18 anos, tudo mudou de patamar. Eles me deram um estojo de maquiagem lindo. Eu passei batom vermelho na frente do espelho, me sentindo mulher pela primeira vez. Carlos entrou no quarto, me viu e sorriu daquele jeito.
- Nossa, gata linda... você tá virando uma mocinha de verdade. Olha só como esse batom ficou perfeito em você.
Ele se aproximou por trás, colocou as mãos nos meus ombros e me olhou pelo espelho. Senti um arrepio diferente. Meu corpo já tinha mudado: peitos firmes, cintura marcada, quadril arredondado. Ele passou o dedo de leve na minha bochecha.
- Paizinho, você ainda me dá banho? Eu gosto tanto...
- Agora você é grande, filha. Mas se quiser, a gente pode continuar com alguns carinhos... só nós dois.
Eu chorei um pouco de emoção, pedi pra ele não parar de me tratar como antes. Ele me abraçou forte, e eu senti algo diferente no corpo dele, uma rigidez que nunca tinha notado.
Alguns dias depois, eu pedi ajuda com lição de casa. Estava de camisola fina, quase transparente, e meus mamilos marcavam o tecido. Sentei no colo dele pra estudar. Carlos ficou quieto, respirando mais pesado. Quando me mexi, senti a pica dele endurecendo debaixo de mim. Não me afastei. Ele passou a mão na minha barriga, descendo devagar até repousar bem em cima da minha xana por cima da calcinha.
- Tá confortável aí, filhinha? - perguntou com a voz rouca.
- Sim, paizinho... continua ensinando.
Os dedos dele roçavam minha bucetinha por cima do pano. Eu me mexia devagar, gostando daquele calor novo. De repente ele me pegou no colo e me levou pro sofá. Começamos a brincar de cócegas. Ele levantou minha camisola, deu um beijo molhado na minha barriga e soprou meu umbigo. Depois desceu a boca e esfregou os lábios por cima da calcinha bem na minha perereca.
- Aiiii, paizinho... que isso? - gemi baixinho, sentindo um calorzinho bom se espalhando.
- Shhh, deixa o paizinho te dar carinho, gata. Sua bucetinha tá cheirosa pra caralho.
Ele soprou quente por cima do tecido, e eu fiquei molhadinha na hora. Minha calcinha grudou na rachinha. Ele beijou várias vezes, pressionando a boca aberta. Eu abria as pernas sem querer, o grelinho inchando de tesão.
Naquela noite ele me deu banho de novo. Tirou minha roupa devagar no banheiro.
- Olha só como você tá mocinha... cabelinhos loiros nessa bucetinha linda. Deixa o paizinho ver.
Eu fechei as pernas com vergonha, mas ele abriu com gentileza.
- Abre as perninhas, filha. Deixa eu ver essa xaninha que tá me deixando louco.
Abri um pouco. Ele passou os dedos na rachinha devagar, cheirou fundo e gemeu.
- Hummm, cheirosa igual da sua mãe, mas mais novinha. Senta aqui no banquinho.
Ele abriu minhas coxas bem largas, olhou fixo, e enfiou a língua quente direto na minha buceta. Eu quase desmaiei de prazer.
- Aaaahhh! Paizinho... que delícia... lambe mais!
Ele lambeu tudo: o grelinho, a entrada, chupou os lábios inchados. Eu tremia, segurando a cabeça dele, gemendo desesperada.
- Aiiiii, caralho... tá tão bom... não para!
Depois do banho, voltamos pra sala como se nada tivesse acontecido. Mas a partir daí, virou rotina. Todo dia ele me lambia no banho. Usava o chuveirinho pra jogar água forte no meu grelo.
- Reganha as coxas, filhinha. Posiciona a ducha bem na bucetinha.
Eu obedecia, gemendo enquanto a água batia no ponto certo.
- Tá gostoso, paizinho? Quero mais... aaaahhh!
Às vezes eu tinha vergonha e tentava fechar, mas ele segurava firme.
- Abre, putinha do paizinho. Vai, deixa eu te dar prazer. Você gosta, né?
Eu gostava pra caralho. Uma noite pedi pra ver como ele comia a mamãe. Ele deixou eu ficar escondida atrás da cortina. Vi ele metendo aquela pica grossa nela, os gemidos dela ecoando. Fiquei com a buceta pingando. Mais tarde pedi pra dormir com eles. Mamãe no meio, mas quando ela dormiu, Carlos enfiou o dedo devagar na minha xana molhada.
- Quietinha, filha... deixa o paizinho brincar.
Ele metia o dedo pra dentro e pra fora, roçando o grelinho. Eu mordia o travesseiro pra não gemer alto.
Os dias viraram um delírio. Ele me agarrava quando podia.
- Abre as pernas, filhinha. Vou te dar um beijinho nessa buceta loira.
Ele chupava tudo, elogiando:
- Nossa, como ela é bem feita... tão gosdinha, fechadinha... tá inchada pro paizinho.
Eu vivia molhada, o grelinho sempre sensível. Passei a dormir mais com eles. À noite ele metia dois dedos, às vezes ficava de joelho no chão da cama e me devorava enquanto mamãe dormia.
Um dia ele trouxe um vibrador pequeno de silicone, do tamanho de uma salsicha.
- Vai te acostumar, filha. Minha pica é bem maior, precisa dilatar essa bucetinha virgem.
Ele enfiou devagar no banho, girando.
- Aaaaiii... tá entrando... que gostoso, paizinho!
Mamãe viajou pra casa da avó. Eu fiquei, já com 18 anos completos e provas na escola. À noite, só nós dois na cama grande.
- Tô feliz pra caralho que você tá dormindo comigo sozinho, gata - disse ele, tirando minha roupa.
- Abre bem essas coxas, minha linda. Vou te comer hoje.
Eu tremi de tesão e medo.
- Paizinho, sua pica é enorme... vai doer?
Ele abriu minhas pernas com força, deu um chupão forte na buceta.
- Deixa, filhinha. É gostoso pra caralho. Só dói um pouquinho no começo.
Ele posicionou a cabeça grossa da pica na entrada da minha xana virgem e forçou devagar. Eu gemi de dor.
- Aaaahhh! Tá rasgando... para um pouco!
- Não adianta, putinha. O paizinho vai te comer de qualquer jeito. Relaxa.
Ele passou a glande no meu grelo inchado, me fazendo contorcer de desejo. Depois empurrou mais fundo. Senti como se estivesse me partindo ao meio.
- Uiuiui... ai, caralho... tá muito grande... me rasgou toda!
Ele segurou meus quadris e meteu até o fundo. Eu quase desmaiei, mas depois de alguns movimentos veio uma vibração gostosa. Minhas pernas relaxaram.
- Isso, abre mais... tá me engolindo inteiro agora - rosnou ele.
Começou a meter mais rápido, batendo fundo. Minha buceta fazia barulho molhado.
- Aaaahhh! Paizinho... tá bom demais... mete mais forte!
Ele levantava minha cintura e socava sem dó. Eu gozei pela primeira vez, tremendo inteira, apertando a pica dele.
- Gozei... aaaaiii... não para!
Ele me chupou de novo, limpando tudo, e meteu outra vez. Dessa vez eu cavalguei, sentada na pica enorme, pernas abertas, subindo e descendo enquanto ele segurava meus peitos.
- Rebola nessa pica, filha. Mostra pro paizinho como gosta.
Depois me virou de quatro.
- Agora o trabalho completo.
Ele cuspiu no meu cuzinho e enfiou devagar. Ardeu pra caralho no começo.
- Aaaahhh! No cu não... tá mordendo!
- Relaxa o cu, putinha. Vai gostar.
Empurrou tudo. Eu gritei de susto e prazer misturado. Ele me fodeu na buceta e no cu a noite toda. Acordava com ele metendo de novo, gemendo no meu ouvido:
- Você é minha putinha agora. Vou te comer todo dia.
No dia seguinte ele me tratou como rainha: café na cama, banho carinhoso, almoço. Mas depois do almoço quis mais. Eu estava dolorida, mas ele me abriu, chupou meus peitinhos duros e lambeu a xana sensível.
- Tá inchada, mas ainda quer pica, né?
Meteu de novo, fundo, na frente e atrás. Eu gemia desesperada:
- Mete, paizinho! Me racha toda! Aaaahhh... goza dentro!
Nos dias seguintes era só sexo. Ele me buscava na escola, eu mal disfarçava as pernas bambas. Em casa, quarto o dia todo. Ele me comia no sofá, no chão, no chuveiro. Eu dormia e acordava com a pica dentro, metendo feito louco.
- Nossa, como você é tarado por mim... - eu dizia entre gemidos.
- Você é viciada agora, filhinha. Sua buceta e seu cu foram feitos pra minha pica.
Uma noite ele me abraçou forte.
- Nossa vida vai ser assim pra sempre. Eu te comendo sempre que quiser. Quando tiver vontade, faz um sinal que eu dou um jeito com sua mãe.
Anos depois, mamãe faleceu de infarto. Eu me senti culpada no começo, mas percebemos que era excesso de amor. Continuamos juntos, 10 anos de paixão e sexo insano. Ele cuida de mim como pai e amante perfeito. Toda noite ele ainda me abre, lambe minha buceta molhada, mete aquela pica grossa até eu gozar gritando, e arromba meu cu até eu implorar por mais.
- Paizinho... me fode mais... sou sua putinha pra sempre!
- Isso, gata linda... goza no meu pau.
E assim seguimos, felizes pra caralho, com amor que ninguém entende, mas que nos consome inteiros.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Um amor que ninguém entende!

Codigo do conto:
266942

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
11/07/2026

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