Sendo chupada e enrabada pelo enteado!



Paulla tinha 36 anos e era uma mulher que carregava um vulcão de desejo dentro do peito. Morando em Manaus, onde o calor úmido grudava na pele e deixava todo mundo com a cabeça quente, ela vivia em constante ebulição. Casada com um homem bom, de 40 anos, que a tratava como rainha, ela ainda assim se pegava fantasiando com outros caras que via nas ruas. Muitas vezes, enquanto o marido dormia, ela enfiava a mão entre as pernas, imaginando picas duras de estranhos metendo fundo na sua buceta melada. Às vezes, até transava com ele pensando em outro, gemendo mais alto só pra disfarçar o fogo que o maridinho não conseguia apagar de vez.
O enteado dela, Paulo, tinha 22 anos. Alto, corpo atlético de quem malhava pra valer, rosto bonito e um charme brincalhão que fazia as mulheres virarem a cabeça. Ele visitava a casa nas férias, se dava superbem com o irmão mais novo de 18 anos, e todos viviam em harmonia. No começo, Paulla via Paulo só como filho. As amigas brincavam na frente dele: - Nossa, Paulla, com um enteado desses tu não sai de casa não, hein? Ele ficava vermelho e saía de fininho. Mas o tempo passou e os olhares mudaram. Ele começou a encará-la de um jeito faminto, demorado, descendo os olhos pelos seios, pela bunda, pelas coxas.
As coisas esquentaram de verdade quando ele começou a usar o banheiro principal, alegando que o chuveiro era mais forte. Quando ficavam só os dois em casa, Paulo aparecia só de calção frouxo, quase samba-canção, o volume da pica marcando o tecido fino. Batia na porta do quarto dela: - Maezinha, faz um lanche pra mim? Paulla, educada como sempre, ia pra cozinha de camisolinha curtinha e transparente, os bicos dos peitos marcando o pano. Ele se sentava no sofá, colocava uma almofada no colo pra esconder o pau duro latejando e punha DVD pornô pra assistirem juntos. O ar ficava pesado de tesão.
Paulla sentia o corpo reagir. No início tinha medo, mas logo começou a gostar daquela tensão. Passava por ele devagar, roçando a bunda na perna dele "sem querer". Ele devolvia tocando a mão dela, ou encostando o corpo quente nas costas dela. Um dia, ela resolveu testar: - Paulo, isso aqui não tá certo não... Tu é como se fosse meu filho. Ele sorriu safado: - Eu sei que a senhora não é fiel pro meu pai, maezinha. Meus amigos me contam tudo. Dizem que tu é uma puta tarada, que dá pra mocada jovem da rua. Eu ouço vocês transando à noite... Tu geme gostoso pra caralho. Fico no quarto batendo punheta louco, imaginando essa buceta apertada.
Ela tentou resistir: - Para com isso, Paulo. Não posso ceder... Mas o corpo traía. A buceta já pingava, o grelinho inchado latejando. Ele não aguentou mais. Puxou ela com força contra o peito musculoso: - Tu vai ser minha de qualquer jeito, sua vadia. Nem que eu precise usar força. A boca quente dele tomou a dela num beijo molhado, língua invadindo fundo, chupando a dela com fome. Paulla ainda resistiu um segundo, mas o vulcão explodiu. Empurrou o resto de pudor pro espaço e se entregou.
- Ahhh... Paulo... - ela gemeu baixinho enquanto ele descia a boca pros seios. Mamou os peitos com força, sugando os mamilos duros como se fosse um bebê faminto. Mordia, chupava, deixava eles roxos e sensíveis. - Que delícia, maezinha... Esses peitos são meus agora. Ele desceu beijando a barriga suada, abriu as pernas dela no sofá da sala e enterrou a cara na buceta melada. Abriu os lábios grossos com as mãos, lambeu o grelinho inchado em círculos rápidos.
- Puta que pariu, que buceta gostosa... Toda molhada pra mim. Tu queria isso há tempos, né, piranha safada? - ele rosnava entre lambidas. Paulla se contorcia, segurando a cabeça dele: - Ai, meu Deus... Chupa meu grelinho, filho da puta... Assim... Mais forte! Ele enfiou dois dedos na buceta quente enquanto sugava o clitóris com vontade. Os gemidos dela viraram gritos desesperados: - Aaaahhh! Vou gozar... Porra, vou gozar na tua boca! O orgasmo veio forte, ela tremeu inteira, esguichando um pouco na cara dele.
Sem dar tempo pra recuperar, Paulo levantou, puxou o pau grosso pra fora do calção. Era grande, veioso, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. - Chupa, maezinha. Mama essa pica que tu tanto sonhou. Paulla se ajoelhou gulosa, segurou o cacete latejante e enfiou na boca quente. Chupou como se fosse sorvete derretendo, lambendo as bolas, passando a língua na glande sensível. - Mmmmmm... Que pau delicioso... Tão cheiroso... - ela murmurava entre mamadas profundas.
Ele gemia rouco, segurando o cabelo dela: - Caralho, que boca boa... Tu mama gostoso pra caralho. Vai ser minha puta particular, vou foder essa boquinha todo dia. Ela acelerou, engolindo fundo, babando no pau inteiro. Ele se contorcia: - Isso, engole tudo, vadia... Aaaahh! Gozou forte, enchendo a boca dela de porra quente e grossa. Paulla engoliu tudinho, lambendo os lábios: - Hummm... Que gosto bom, meu amor.
Mas o moleque não amoleceu. Virou ela de quatro no sofá, deu umas palmadinhas na bunda redonda e enfiou a pica devagar na buceta encharcada. - Agora vou comer essa bucetinha da maezinha... Toda minha. Começou devagar, sentindo o calor apertado, depois meteu com força de cavalo. O barulho molhado de pica entrando e saindo enchia a sala.
- Aaaaiii... Que delícia... Me fode forte, Paulo! - Paulla gritava, empinando a bunda. Ele socava fundo, bolas batendo na buceta: - Toma, puta! Essa buceta é minha agora. Teu marido não dá conta, né? Eu vou te rasgar todo dia. Dava tapas estalados na bunda, deixando marca vermelha. Quando sentia que ia amolecer, tirava da buceta e enfiava na boca dela: - Chupa teu próprio mel, vadia. Limpa essa pica. Ela chupava louca, sentindo o gosto da própria buceta. Depois ele batia o pau pesado na cara dela: - Olha pra essa cara de puta... Adoro te chamar assim.
A tarde virou uma maratona. Ele a colocou de ladinho, cuspiu no cuzinho apertado e foi enfiando a pica grossa. - Agora vou comer esse rabinho virgem... Relaxa, sua vagabunda. Paulla gemeu alto de prazer e dor misturados: - Uuuuhhh... Devagar... Tá grande demais... Mas rebolou devagar, acostumando. Ele meteu mais fundo, socadas rápidas: - Rebola nessa pica, piranha! Isso... Que cu gostoso, apertadinho. Ela rebolava frenética, sentindo cada veia do pau roçando dentro do rabinho: - Aaaahhh... Me fode o cu, Paulo! Rasga minha bundinha! Ele acelerou como louco, dando tapas, puxando o cabelo dela.
- Vou encher esse cu de porra... Toma, maezinha! Gozou jorrando dentro do rabinho, quente e abundante. Paulla gozou de novo só com a sensação, tremendo inteira: - Porraaa... Que delícia... Me encheu todinha.
Depois disso, eles não pararam mais. Todas as tardes, quando ficavam sozinhos, viravam sessões de sexo sem limite. Paulo comia a madrasta no sofá, na cozinha, no banheiro, até no quarto dela quando o pai saía. Ela dava a buceta, o cu, a boca com vontade, gemendo desesperada: - Me come, meu enteado gostoso... Sou tua puta agora. Ele respondia: - Isso, vadia... Enquanto o pai te fode à noite, eu te como de dia. Tu é minha amante tarada.
O marido e o irmão mais novo nunca desconfiaram. Paulla vivia feliz, mulher dedicada em casa, mas uma safada completa nas mãos do enteado. Às vezes, depois de uma tarde sendo comida até o limite, ela tomava banho, punha um vestido comportado e esperava o marido chegar. À noite, dava pro pai com o corpo ainda marcado pelas mãos do filho. O vulcão dentro dela queimava mais forte que nunca.
Eles descobriram o sexo sem preconceito, puro tesão cru. Paulla rebolava no pau do enteado, chupava com fome, pedia pra ele chamar ela de todos os nomes sujos possíveis. - Me chama de puta, de piranha, de cadela no cio... - implorava gemendo. Ele obedecia, metendo fundo: - Toma, cadela... Essa buceta melada é só pra minha pica.
As férias viraram um paraíso proibido. E Paulla, com o coração acelerado e a buceta sempre molhada, sabia que nunca mais conseguiria parar. O enteado tinha acordado a tarada completa que vivia dentro dela, e agora os dois viviam aquele segredo quente toda vez que podiam.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sendo chupada e enrabada pelo enteado!

Codigo do conto:
266932

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
12/07/2026

Quant.de Votos:
6

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