Mas que delícia de assalto!

A viagem de volta de Campina Grande estava tranquila até ali. Eu dirigia, com minha sogra no banco da frente e minha cunhada atrás. O tesão que eu sentia por elas já era uma coisa antiga, daqueles que a gente guarda no fundo da mente e finge que não existe. Dona Maria, minha sogra, tinha 51 anos, morena cor de canela, 1,58 de pura tentação, uns 55 quilos bem distribuídos. Os seios eram cheios, pesados, daqueles que balançam quando ela anda, e o bumbum redondo, empinado, fazia qualquer homem babar. O rosto não era de modelo, mas o corpo... porra, o corpo era feito pra foder. Já Juliana, minha cunhada de 29 anos, morena escura, 1,60, uns 58 quilos, tinha seios menores mas firmes, e coxas grossas, carnudas, que eu imaginava apertando minha cintura. As duas com aqueles cabelos pretos longos, caindo abaixo dos ombros, cheirando a mulher de verdade.
Chegamos na fazenda de abacaxi já escurecendo, umas 19h. A cabana ficava no meio do nada, um quilômetro quadrado de terra só, sem luz nenhuma, só pra trabalhadores de dia. Eu parei o carro pra pegar a rede de dormir que tinha deixado lá. Foi quando dois caras armados surgiram do escuro, revólveres apontados.
- Para o carro, filho da puta! Mãos na cabeça!
Eles nos renderam rápido. Nos levaram pra dentro da cabana, acenderam dois candeeiros que davam uma luz fraca, amarelada. Amararam nós três nos ganchos de pendurar rede, braços pra cima, corpos expostos. Minha sogra tremia, quase chorando.
- Isso é assalto, seus merdas! Queremos o carro e as coisas, nos deem tudo!
Eles riram. Um deles, alto e magro, com cara de safado, perguntou:
- Vocês são parentes, né? Fala logo, porra.
- Ela é minha sogra, e ela minha cunhada.
O cara se aproximou, deu um tabefe na minha cara que ardeu pra caralho.
- Tu já pensou em ver a sogra ou a cunhada nua, ô mané?
Eu neguei no começo, mas depois de outro tapa, admiti:
- Sim... já pensei.
Eles caíram na gargalhada. O outro, mais baixo e forte, foi pra cima da minha sogra.
- Vai tirar a roupa toda, vovó, ou eu mato teu genro aqui na frente.
Dona Maria, com a voz embargada, quase chorando:
- Eu tiro... mas por favor, não machuquem ninguém. Só levem as coisas.
Ela começou a se despir devagar. Primeiro a blusa, revelando aqueles seios grandes, morenos, com bicos escuros já duros de medo e frio. Depois a saia, a calcinha... porra, a buceta dela era peludinha, escura, com lábios carnudos. O bumbum redondo brilhava na luz fraca. Amarraram ela de novo, nua, corpo todo exposto. Meu pau começou a latejar só de olhar.
Juliana não teve escolha. Chorando, tirou tudo. Os seios pequenos, mas empinados, mamilos pretos. As coxas grossas, a bucetinha mais clara, com um grelinho que parecia implorar por atenção. Cabelo preto caindo nos ombros. Eu tentei não olhar, mas meu pau já estava meio duro, tentando esconder.
- Tira a tua também, canalha - mandaram.
Fiquei nu. Pau semi-duro balançando. Elas evitavam olhar, mas eu não conseguia parar de admirar. Dona Maria separada há dois anos, Juliana sem ver o marido há três semanas. O tesão estava no ar, misturado com medo.
Os caras pegaram as chaves, carteiras, tudo, e saíram. Por um momento, silêncio. Meu pau latejava, quase ereto de tanto olhar aquelas duas bundas e bucetas expostas.
De repente, eles voltaram.
- Se as meninas cooperarem, a gente não leva nada. Senão...
Um colocou o revólver na minha cabeça.
- Vamos ver se tu tem uma boa cunhada! E aí, piranha? Vai transar direitinho com a gente? Faz o que mandarmos e ninguém morre. Se não, mato ele, mato ela e te como do mesmo jeito.
Juliana, chorando, balançou a cabeça.
- Sim... eu faço.
Soltaram ela. O cara alto mandou:
- De joelhos, vadia. Chupa essa pica.
No começo ela estava sem jeito, meio com nojo, mas depois pegou gosto. Segurou o pau dele, grosso e veioso, e enfiou na boca. - Hum... assim, sua puta. Engole tudo.
Ela chupava, lambia as bolas, babava. O cara gemia alto. - Porra, que boca gostosa! Engole, engole!
Ela fez ele gozar na boca, engolindo parte. Depois ele deitou ela na mesa velha da cabana, abriu aquelas coxas grossas e começou a chupar a buceta dela. Língua no grelinho, sugando os lábios. Juliana começou a gemer, primeiro baixo, depois desesperada.
- Aiiiiii... ahhh... não... por favor... hummm!
O corpo dela se contorcia, coxas apertando a cabeça dele. Gozou uma vez, jorrando um pouco. - Gozei... ai meu Deus, gozei!
O outro cara fez o mesmo. Chupou ela até ela gozar de novo, gritando. Meu pau estava duro pra caralho, babando pré-gozo, latejando no ar.
Depois o primeiro colocou camisinha e mandou ela de quatro. Atolou aquela pica toda na buceta dela sem pena.
- Aaaahhh! Que pica grande! - Juliana gemeu alto, desesperada.
Ele meteu forte, vai e vem quente, batendo as bolas na bucetinha molhada. - Tá fudida, hein piranha? Essa buceta tá apertando meu pau!
Ela gemia sem parar: - Aiii... fode... fode mais... hummm... assim!
Ele virou ela de frango assado, pernas pra cima, e atolou de novo. O som de buceta molhada ecoava na cabana. Eu estava quase gozando só de ver. Ela gozou de novo, corpo tremendo, unhas cravando na mesa. Durou uns 15 minutos até ele gozar dentro da camisinha.
O segundo quis o cuzinho.
- Não... sou virgem aí... vai devagar, por favor - ela pediu, voz rouca.
Ele cuspiu, abriu o cu redondinho dela e enfiou devagar. Juliana gritou:
- Aaaaiii... dói... mas continua... hummm!
Ele fodeu o cu dela com força, ela delirando: - Me fode no cu... ai que delícia... mais fundo!
Meu pau pingava tesão. Os caras notaram.
- Olha o cunhadinho de pau duro, piranha! Tá gostando de ver a cunhada levando rola?
Quando terminaram com Juliana, amarraram ela de novo. O cara apontou pra mim:
- Agora tu, canalha. Vai foder tua sogra. Tava de olho na cunhada, agora come a velha. Senão mato as duas.
Não pensei duas vezes. Tesão misturado com medo. Soltei Dona Maria.
- Chupa ele, vovó - mandaram.
Ela se ajoelhou, olhou meu pau latejando e engoliu tudo. Boca quente, experiente. - Humm... que pica grossa, meu genro... - murmurou entre chupadas.
Engolia até o fundo, lambia a cabeça, sugava as bolas. Eu gozei na boca dela, jatos fortes. Ela engoliu tudo.
Agora era minha vez. Deitei ela na mesa, abri aquelas pernas morenas e chupei aquela buceta peludinha. Língua no grelinho inchado, dedos dentro. Dona Maria gozou duas vezes seguidas, gritando:
- Aiii filho da puta... que língua boa... gozei... gozei de novo! Hummm!
Enquanto eu comia ela, Juliana, ainda amarrada, batia punheta nos dois caras, assistindo.
Eu coloquei Dona Maria de quatro e atolei devagar na buceta quente, molhada. Cada centímetro entrando.
- Aaaah... vai devagar... sinto cada veia da tua pica... - ela gemeu baixinho.
Comecei o vai e vem cadenciado, depois mais forte. Bunda batendo contra mim, seios balançando. Ela gozou apertando meu pau.
- Fode tua sogra... mais forte... ai que gostoso!
Quando eu ia gozar, os caras mandaram:
- Fode a puta velha de frango assado!
Virei ela, pernas no meu ombro, e meti fundo. Ela sussurrou no meu ouvido, enquanto eu socava:
- Tá aproveitando, né meu genro? Se a gente sair vivo daqui, vamos ter muito o que conversar...
Olhei pro lado: Juliana chupando o outro cara de novo, revólver na mão dele. Eu fodi Dona Maria com tudo, ela rebolando como vadia:
- Me fode... goza dentro... aaaahhh!
Gozamos juntos, eu enchendo a buceta dela de porra quente. Ela tremeu inteira.
- De novo... me come de novo - ela pediu.
Fodemos mais, ela por cima, cavalgando minha pica como louca. - Que delícia... tua pica é melhor que a do meu ex... hummm... goza mais!
Gozamos de novo. Caí no chão, exausto.
Amarraram ela. Agora era a vez da cunhada.
- Vai comer a tua cunhada, cunhadinho. Mostra como ela é boazuda.
Soltaram Juliana. Ela chupou meu pau, que endureceu rápido de novo.
- Chupa direito, sua puta - eu disse, tesão tomando conta.
Depois chupei ela, deixando a bucetinha molhada, grelinho inchado. Atolou de quatro, metendo fundo.
- Aaaai... cunhado... que pica... me fode... - ela gemia alto, como uma vaca no cio.
Coxas grossas tremendo, buceta apertando. Eu metia sem pena.
- Tá gostando, hein? Sua vadia!
Ela gozou gritando, esguichando um pouco. Virei de frango assado.
- Agora eu vou te foder bem gostoso, sua canalha. Nunca vai me perdoar, mas vai pedir mais.
Meti com força, batendo fundo. Os caras riam:
- Olha o cunhadinho metendo broca!
Juliana rebolava, chupando meu pau com a buceta:
- Fode... me arromba... goza dentro... aaaahhh!
Gozamos juntos, eu enchendo ela de leite.
Os caras amarraram todo mundo de novo, inclusive meus pés na Juliana, e foram embora, levando o carro mas deixando as coisas perto.
Depois de uns 30 minutos nos soltamos. Nos vestimos em silêncio, corpos suados, cheirando a sexo. Ficamos até amanhecer. Pegamos o carro que eles largaram a uns 300 metros e voltamos discutindo.
Dona Maria não queria dar parte na polícia.
- Estamos vivos. Ninguém precisa saber.
Eu concordei. Convencemos Juliana com dificuldade. O melhor de tudo? Depois disso, eu e Dona Maria começamos a transar de vez em quando, escondido. Aquela noite mudou tudo.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Mas que delícia de assalto!

Codigo do conto:
266987

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
13/07/2026

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