Primeira noite com o padastro!



Era uma noite quente de verão, daquelas que grudam a pele e deixam o ar pesado. Adriana, com seus 22 anos, cabelos pretos caindo soltos pelos ombros branquinhos, corpo miúdo de 1,59m mas com coxas grossas e um bumbum empinado que fazia qualquer homem babar, se preparava para algo que vinha fermentando há anos. Ela era a filhinha do Gilberto, o padrasto que entrara na vida dela aos cinco anos de idade e se tornara o homem mais presente que ela conhecera. Alto, braços fortes, peito cabeludo, voz grave que acalmava e excitava ao mesmo tempo.
Desde pequena, Adriana sentia aquela proximidade diferente. Banho juntos, corpo molhado, espuma escorrendo. Aos onze anos, num dia em que a mãe saíra, ela viu o pau dele endurecer debaixo do chuveiro. A curiosidade infantil virou algo mais profundo na adolescência. Quando começou a se tocar, era sempre nele que pensava: o corpo ensaboado, as mãos grandes apertando ela.
Mas agora ela era mulher feita. Seios pequenos e sensíveis, bucetinha depilada e apertadinha, cu redondinho que ela sabia que ele olhava escondido. A mãe estava fora a semana inteira, ajudando a tia com o bebê novo. Casa só deles. Adriana decidiu que era a noite.
Vestiu um shortinho jeans bem curtinho, daqueles larguinhos na perna que deixavam a bunda quase à mostra, sem calcinha nenhuma. A buceta já estava molhada só de imaginar. Por cima, uma blusinha fina, decotada, sem sutiã. Os mamilos marcando o tecido.
Eles se jogaram no sofá pra ver um filme. Gilberto sem camisa, o peito largo e peludo brilhando de suor leve. Adriana se aninhou nele, cabeça no peito, perna por cima da dele. O seio direito escapou da alça de propósito, roçando o mamilo duro na pele quente dele.
- Paizinho... tá tão quentinho hoje – ela murmurou, voz manhosa.
A mão dele desceu devagar pelas costas dela, parando na curva da bunda. Sentiu a pele nua por baixo do short. O pau dele começou a inchar dentro da bermuda, formando uma barraca óbvia.
No meio do filme, Adriana virou o rosto e plantou um beijo no pescoço dele.
- Me leva pra cama, paizinho? Como você fazia quando eu era pequena...
Gilberto respirou fundo, os olhos escurecendo de desejo contido.
- Adri... você sabe o que tá pedindo, né?
Ela sorriu, safada.
- Sei sim. Me leva.
Ele a pegou no colo como se ela não pesasse nada. As pernas dela enlaçaram a cintura dele. Enquanto carregava pro quarto dela, a mão grande apertava a bunda macia, dedo médio escorregando entre as nádegas e roçando o cuzinho enrugado.
- Porra, filha... você tá sem calcinha... essa bucetinha tá molhada já, né? – ele grunhiu no ouvido dela.
- Tá encharcada, paizinho. Molhada pra você faz tempo.
Ele a jogou na cama com cuidado. Adriana puxou ele pelo pescoço, grudando os lábios nos dele. O beijo começou suave, mas logo virou fome. Línguas se enrolando, saliva trocada, gemidos baixos.
- Me dá um beijinho de boa noite de verdade... – ela pediu, olhos pidões.
- Não é esse que eu quero... – ele completou, repetindo o que ela tinha dito antes.
Ele tirou a blusinha dela num puxão. Os seios pequenos apareceram, mamilos rosados e duros. A boca dele desceu voraz, chupando um, depois o outro. Sugava forte, mordiscava, lambia em círculos.
- Aiiiii, paizinho... chupa mais... assim... ahhh! – Adriana gemia, arqueando as costas.
A mão dele desceu pro shortinho, puxou pra baixo. A bucetinha inchada, lisinha, brilhando de tesão. Ele abriu as coxas grossas dela e mergulhou o rosto. Língua larga lambendo toda a fenda, de baixo pra cima, parando no grelinho inchado pra chupar com vontade.
- Delícia de bucetinha da minha filhinha... tão apertadinha... tá pingando pra mim – ele murmurou entre lambidas.
Adriana segurava a cabeça dele, quadril rebolando no rosto.
- Isso, paizinho! Chupa meu grelinho... aiiiii, caralho... vou gozaaaaaar... não para!
O orgasmo veio forte. Ela tremeu inteira, gemendo alto, buceta contraindo na língua dele, melado escorrendo pro lençol.
Sem dar tempo, ela o empurrou deitado. Tirou a bermuda dele. O pau saltou, enorme, grosso, veias pulsando, cabeça inchada brilhando de pré-gozo.
- Que pica gostosa, paizinho... sempre sonhei com ela – Adriana sussurrou, olhos brilhando.
Pegou com as duas mãos, lambendo da base até a glande. Chupou as bolas pesadas, uma por uma, depois engoliu o máximo que conseguia. Cabeça subindo e descendo, saliva escorrendo pelo queixo, engasgando gostoso.
- Porra, Adri... que boca gulosa... chupa a pica do papai... isso...
Ela subiu, posicionou a buceta sobre o pau latejante e desceu devagar. Centímetro por centímetro, sentindo a grossura abrindo ela.
- Aiiiiii, meu Deus... tá tão grande... me arrombando todinha... – gemeu desesperada.
Quando sentou até o fundo, começou a cavalgar. Devagar no início, depois mais rápido. Bunda quicando, peitinhos pulando, gemidos ecoando no quarto.
- Me fode, paizinho! Enfia essa pica grossa na buceta da sua filha! Mais forte!
Gilberto segurava a cintura dela, metendo pra cima, estocadas fundas que batiam no fundo da bucetinha.
- Toma, filhinha... essa buceta é minha agora... tão apertada... caralho, que delícia...
Os gemidos viraram quase gritos. Ela gozou de novo, apertando o pau dele, esguichando um pouco. Ele virou ela de quatro, segurou os cabelos pretos como rédea e meteu com força por trás. O som de pele batendo enchia o quarto. Mão dando tapas na bunda gostosa, dedo molhado roçando o cuzinho.
- Quer no cu também, safada? – ele perguntou, voz rouca.
- Quero... mas hoje quero sentir essa pica enchendo minha buceta primeiro... me enche de porra, paizinho!
Ele meteu mais fundo, ritmo selvagem. Adriana enterrava o rosto no travesseiro, bunda empinada, gemendo sem parar.
- Aiiiiii, aiiiiii, ahhhhhhhh... tô gozando de novo... porra... me fode!
Gilberto urrou, gozando forte dentro dela. Jatos grossos, quentes, enchendo a bucetinha até transbordar. Eles desabaram lado a lado, suados, ofegantes, se beijando devagar.
Mas o pau dele não amoleceu completamente. Depois de minutos de carinhos, ele endureceu de novo contra a coxa dela.
- De novo, paizinho? – ela riu, safada.
- Essa pica não sossega com você, filha.
Ele ficou por cima dessa vez. Abriu as pernas dela bem abertas, joelhos quase no peito, e enfiou tudo de uma vez. Metendo fundo, pra-frente-pra-trás, girando o quadril pra esfregar o grelinho.
- Olha pra mim enquanto eu te fodo – ele mandou.
Adriana olhava nos olhos dele, boca aberta, gemendo a cada estocada.
- Te amo, paizinho... me usa... sou sua putinha agora...
Ele acelerou, suor pingando do peito cabeludo nos seios dela. O quarto cheirava a sexo, buceta molhada, porra. Ela gozou mais uma vez, unhas cravadas nas costas dele. Ele gozou junto, enchendo ela pela segunda vez.
Depois, banho juntos. Oito anos depois. Espuma escorrendo nos corpos, mãos explorando de novo. Ele a encostou na parede do box, levantou uma perna dela e meteu de pé, água quente caindo neles. Gemidos ecoando no banheiro.
- Que buceta gulosa... não quer parar de mamar minha pica...
- Me dá mais, paizinho... me arromba...
Dormiram nus na cama grande dele e da mãe, abraçados. De manhã, Adriana acordou com a língua dele lambendo sua bucetinha inchada de novo. Chupada lenta, carinhosa, depois ele subiu e a fodeu de conchinha, devagar, beijando o pescoço.
- Bom dia, minha mulher – ele sussurrou.
- Bom dia, meu homem... me fode gostoso assim todo dia agora.
Eles passaram a semana inteira assim. No sofá, na cozinha, no chuveiro, na cama. Cada vez mais safados, mais intensos. Adriana descobrindo o gosto de chupar ele até o fim, engolindo tudo. Gilberto comendo a bunda dela pela primeira vez, devagar, com muito lubrificante e gemidos de prazer misturado com dor gostosa.
- Aiiiiii, paizinho... tá abrindo meu cu... devagar... assim... agora mais fundo... porra, que delícia...
A primeira transa com Gilberto foi inesquecível, daquelas que marcam pra vida. O começo de algo proibido, intenso e viciante. Houve muitas outras noites ainda melhores, mas essa... essa foi a que mudou tudo.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


267111 - Chantageando a enteada! - Categoria: Incesto - Votos: 2
266987 - Mas que delícia de assalto! - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
266942 - Um amor que ninguém entende! - Categoria: Incesto - Votos: 2
266935 - Comi minhas filhas gêmeas! - Categoria: Incesto - Votos: 6
266933 - Meus filhos me comem até hoje! - Categoria: Incesto - Votos: 6
266932 - Sendo chupada e enrabada pelo enteado! - Categoria: Incesto - Votos: 4
266931 - A pica do papai me deixa feliz e realizada! - Categoria: Incesto - Votos: 2
266929 - Conhecendo o pau do genro! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
266911 - Meu filho tem o pau bem pequeno! - Categoria: Incesto - Votos: 5
266907 - Brincando com a mãe e a filha! - Categoria: Incesto - Votos: 7
266862 - Comi minha sogra no ônibus da excursão! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
266861 - Relação gostosa entre irmãos! - Categoria: Incesto - Votos: 5
266842 - Perdi a virgindade de uma maneira diferente! - Categoria: Zoofilia - Votos: 2
266812 - Pra agradar meu filho, acabei virando sua puta! - Categoria: Incesto - Votos: 6
266809 - Papai não aguentou comigo! - Categoria: Incesto - Votos: 4
266770 - O vira lata é o verdadeiro dono da casa! - Categoria: Zoofilia - Votos: 3
266734 - Amante humano não, canino sim! - Categoria: Zoofilia - Votos: 2
266732 - Amante secreto! - Categoria: Zoofilia - Votos: 2
266731 - A buceta de Diana e o pau de Nero! - Categoria: Zoofilia - Votos: 3
266719 - Até que valeu a pena, pra tirar uma boa noite! - Categoria: Zoofilia - Votos: 2
266693 - Sou uma cadela! - Categoria: Zoofilia - Votos: 4
266692 - Pepeu nunca brocha! - Categoria: Zoofilia - Votos: 2
266627 - De tanto insistir, fiz ela dar pro nosso cão! - Categoria: Zoofilia - Votos: 5
266621 - Uma dupla penetração absurda! - Categoria: Zoofilia - Votos: 2
266620 - Duas cadelas e um cão! - Categoria: Zoofilia - Votos: 4
266619 - Após a separação, ela foi currada pelo cão! - Categoria: Zoofilia - Votos: 2
266506 - A noite que virei uma cadela! - Categoria: Zoofilia - Votos: 3
266505 - Orgia com animais! - Categoria: Zoofilia - Votos: 4
266500 - Viúva a um tempo, não resisti a rola de meu cão! - Categoria: Zoofilia - Votos: 5
266496 - Perdendo o cabacinho com um dog! - Categoria: Zoofilia - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Primeira noite com o padastro!

Codigo do conto:
267132

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
14/07/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0