Aquele dia mudou tudo. Eu tinha 28 anos, casado com a mãe dela há dois anos, e a Julia, minha enteada branquinha de 21, sempre foi aquela tentação ambulante que eu fingia não notar. Ela era pequena, 1,57m de pura delícia, quadril largo de 104cm que balançava como se pedisse para ser agarrado, busto 93cm firme e empinado, cintura fininha de 62cm. Cabelos escuros lisinhos descendo até a cintura, pele clara que ficava vermelha fácil quando ela se excitava. O pior — ou o melhor — era o jeito dela: não usava calcinha nunca, e aquelas micro saias jeans mal cobriam a bunda redonda, dava pra ver a bucetinha inchada se ela se abaixasse um pouco. Só namorava negão, e na época morava há dez meses com o Marcio, um cara que, pelo que ela contava baixinho, dava porrada pra cacete quando ficava nervoso. Eu vi ela na rua, agarrada com outro negão que não era o Marcio. Beijando na boca, mão na bunda por baixo da saia. Fiquei puto e excitado ao mesmo tempo. Fui lá, encarei ela. Quando me viu, a Julia ficou verde, os olhinhos castanhos arregalados de medo. — Por favor, não conta pro Marcio... ele me mata — ela implorou assim que chegou em casa, sozinha comigo. A mãe dela estava na casa da tia, ia demorar horas. Eu estava sentado na cadeira do computador, bermuda folgada, pau já meio duro só de imaginar. A saia jeans dela era tão curta que, quando ela parou na minha frente, dava pra ver o começo da xotinha lisinha, sem um fio de pelo. — Senta aqui — eu disse, puxando ela pro meu colo, bem na perna direita. O corpo quente dela encostou, aquela bunda macia pressionando minha coxa. Ela tremia, mas sentou. As pernas branquinhas abertas um pouco, a saia subindo. — Eu faço qualquer coisa, juro. Só não fala nada. O Marcio... ele me bate feio quando desconfia. Minha mão já subia devagar pela coxa dela, alisando como a gente sempre fazia nas brincadeiras de amizade. Ela não reclamou no começo, só respirava mais rápido. — Meu preço pra ficar quieto é alto, Julia. Muito alto. — Eu pago... o que você quiser. Foi o suficiente. Minha mão subiu rápido e mergulhou direto na xotinha dela. Estava quente, molhada pra caralho, os lábios grossinhos inchados. Ela deu um suspiro longo, o corpo inteiro se contraindo. — Não faz isso comigo... não quero um branquinho não... — Esse é o preço, garota. Ou eu conto tudo pro Marcio e você leva porrada de novo. Ela mordeu o lábio, os olhos cheios d'água, mas a bucetinha apertou meus dedos. — Fazer o que então... — murmurou, voz fraquinha. Eu puxei ela pro beijo. Minha boca devorou a dela, língua enfiando fundo, chupando aqueles lábios carnudos. Ela gemeu baixinho no começo, depois correspondeu, desesperada. Minhas mãos tiraram a blusinha fina, os peitos grandes e firmes pularam livres, bicos rosados duros como pedra. Eu ataquei, chupando um, mordendo de leve, sugando forte enquanto apertava o outro. — Ahhh... devagar... — ela gemia, mas empinava o peito pra mim. Fiquei louco. Levantei ela um pouco, abri a bermuda e puxei minha pica pra fora. Grossa, longa, veias pulsando. Quando ela viu, os olhos mudaram. — Caralho... nunca vi um branco com uma pica tão grande assim... — disse, lambendo os lábios. Ela desceu de joelhos no chão, entre minhas pernas, e meteu a boca. Quente, molhada, gulosa. Engoliu até o talo, garganta apertando a cabeça da rola, babando tudo. Mamava com fome, subindo e descendo, mão massageando as bolas. — Isso, chupa gostoso... engole essa pica toda, sua putinha safada — eu grunhia, segurando o cabelo dela. Ela mamava ruidoso, gemendo com a boca cheia: — Mmmhh... gluck... gluck... tá tão grossa... Bati com a pica na cara dela, na língua, esfreguei naqueles peitos maravilhosos. Levantei ela, virei de costas pra mim, ainda na cadeira. Beijei a nuca, passei a língua no pescoço branquinho, mordi de leve. Ela se contorcia toda, rebolando no meu colo. Tirei a micro saia. A bunda redonda, empinada, brilhando. Caí de boca naquela xotinha molhada e quente. Língua lambendo o grelinho inchado, chupando os lábios, enfiando fundo na entradinha apertada. Ela empinou o rabo na cadeira, gemendo mais alto. — Aiiiii meu Deus... que delícia... chupa minha buceta... ahhh! Eu lambia tudo, suco escorrendo no meu queixo. Levantei, posicionei a pica e meti de uma vez. A bucetinha engoliu tudo, apertada, quente, molhada pra caralho. — Aaaahhh! Tá enchendo tudo... soca fundo! — ela gritou, voz rouca de tesão. Eu bombei gostoso, fundo, rápido. As bolas batendo na buceta, o barulho molhado ecoando. Minhas pernas tremiam de tanto prazer, o cu dela piscando enquanto eu metia. — Toma essa pica grande, sua vadia... mais fundo que o Marcio nunca deu, né? — Sim... aiiii porra... me fode... me fode forte! Tirei da xota pingando e comecei a pincelar o cuzinho virgem. Ela se esquivou. — Não... ali não... o Marcio tenta e eu tenho pavor... nunca dei... — Hoje você vai dar pra mim. Relaxa. Passei a língua naquele cu rosadinho, lambendo devagar, enfiando a ponta. Ela se contorcia, mas não fugiu. Lambuzei tudo de saliva e cuspe, posicionei a cabeça da pica e forcei devagar. — Aaaaiiii! Dói! Tá rasgando meu cu! — ela gritou, lágrimas escorrendo, corpo tremendo. Eu não parei. Empurrei mais, centímetro por centímetro, até enterrar tudo naquele rabinho apertado. O cu dela apertava minha rola como um punho quente. — Porra... que cu gostoso... aguenta, Julia... aguenta pra mim. Comecei a socar, devagar no início, depois mais forte. Ela chorava feito criança, mas empinava o rabo, o tamanco de salto altão deixando a bundinha ainda mais empinada. — Aiii aiiii aiiii... tá doendo... mas... continua... ahhh! O choro virou gemido desesperado. Eu metia fundo, mão no grelinho dela, esfregando rápido enquanto socava o cu. — Goza no meu cu... me enche... eu sou sua putinha agora! Eu metia como um animal, suor escorrendo, bolas batendo. O cuzinho dela relaxou, virando puro prazer. Ela gozou primeiro, xotinha jorrando, corpo convulsionando. — Aaaahhhhh! Tô gozandoooooo... meu cu tá gozando na sua pica! Eu não aguentei. Dei umas socadas finais profundas e gozei tudo dentro daquele rabinho, enchendo de porra quente. Ela tremia, gemendo baixinho, exausta. Depois disso, ela ficou viciada. Voltava sempre que a mãe saía. Um dia sim, um dia não, eu comia a filhinha no cu de ouro, e às vezes até a mãezona gostosa entrava na brincadeira, as duas de quatro, bundas empinadas pra mim, gemendo juntas. — Me fode mais, pai... — Julia pedia, rebolando o rabinho. — Enche a buceta da mamãe também... — a mãe gemia, safada. A casa virou um puteiro particular. E eu, o sortudo que chantageou e transformou a enteada branquinha numa puta viciada em dar a bucetinha e o cuzinho também.
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