A viagem de carro até o Guarujá parecia nunca acabar, mas de um jeito bom. Eu, casado há dez anos com a filha dela, dirigia concentrado, enquanto Flora, minha sogra de 59 anos, sentava no banco do passageiro com aquele vestido leve que subia devagar toda vez que ela mexia as pernas. De vez em quando, a mão dela "sem querer" roçava na minha coxa, subindo bem perto do meu pau que já começava a inchar dentro da bermuda. - Nossa, o trânsito tá uma merda hoje, né? – ela dizia com aquela voz rouca, enquanto os dedos dela apertavam de leve minha perna, quase tocando a cabeça da pica que pulsava. Eu só sorria, disfarçando o tesão. Flora era viúva, corpo ainda firme, peitos grandes que balançavam de leve com o movimento do carro, e uma bunda que eu sempre notava quando ela andava. Chegamos no apartamento dela no Guarujá já de noite. O lugar era simples, mas confortável, com vista pro mar. Depois do trabalho do dia, combinamos que eu tomaria banho primeiro. Flora foi pro banheiro antes. Fiquei na sala, mas o tesão da viagem não me deixava quieto. Andei devagar até a porta do banheiro e espiei pela fechadura. Porra, que visão. Ela tava nua debaixo do chuveiro, água escorrendo pelos seios maduros, mamilos escuros e duros. Desceu pro ventre, e ali estava: a xota dela bem raspadinha, lábios carnudos, brilhando molhada. Aos 59 anos, Flora ainda era uma puta gostosa. Meu pau ficou duro na hora, latejando dentro da cueca. Quando saiu, ela me viu saindo do corredor e sorriu maliciosa. Era a minha vez. Entrei no banho deixando a porta entreaberta de propósito. Ensaboei o pau devagar, bem devagar, puxando a pele pra cima e pra baixo, deixando ele bem durão, roxo de tão inchado. Sabia que ela estava espiando. Ouvi um suspiro baixo do outro lado da porta. Saí enrolado só na toalha. Flora já estava na sala com um shortinho minúsculo, daqueles que mal cobrem a bunda, e dava pra ver a marca da calcinha fio dental enterrada entre as nádegas. Os peitos soltos por baixo da blusinha fina, mamilos marcando o tecido. - Vamos beber alguma coisa pra relaxar? – ela sugeriu, já abrindo uma garrafa de vinho. Bebemos, rimos, e o clima ficou pesado. Resolvemos jogar baralho. Ela me pediu pra pegar um pano verde na gaveta do quarto pra forrar a mesa. Fui lá, abri a gaveta e, ao desenrolar o pano, caiu um vibrador grosso, cor de pele, com veias marcadas e tudo. Sorri sozinho, deixei o brinquedo ali e voltei. No jogo, Flora sentava com as pernas bem abertas no sofá. O shortinho subia, e dava pra ver o formato da buça dela, os lábios inchados marcando o tecido fino. Uma mancha escura de tesão já aparecia. Meu pau endureceu tanto que precisei tirar a camiseta, fingindo calor. O volume na bermuda ficou óbvio, a cabeça da pica quase saindo pela barra. - Tá calor, né? Vem, faz uma massagem nas minhas costas – ela pediu, deitando de bruços no tapete da sala. Comecei devagar, passando as mãos pelos ombros, descendo pela coluna. Flora soltava gemidinhos baixos: - Ahhh... assim... mais forte... Minha mão escorregava pros lados, roçando a lateral dos peitos. O shortinho dela marcava uma mancha molhada enorme na virilha. Eu estava louco pra enfiar os dedos naquela xana melecada, mas me segurei. Quando terminei, ela virou o jogo: - Agora é minha vez. Deita aí. Deitei de costas. Ela mandou: - Vira de frente, quero massagear seu peito. Obedeci. Meu pau tava apontando pra cima como uma barra de ferro, marcando a bermuda. Flora não aguentou. A mão dela veio direto, apertando por cima do tecido. - Nossa... que pica grossa... – gemeu baixinho. - Pode pegar, Flora. Tô louco por isso. Ela abaixou minha bermuda devagar. Meu pau pulou pra fora, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. - Que delícia... posso chupar? – perguntou com os olhos vidrados. - Chupa, vai. Flora se inclinou e lambeu devagar da base até a cabeça, girando a língua no frenulum. Depois engoliu tudo, sugando com fome, babando pra caralho. - Mmmhh... que pau gostoso... tão duro pra mim... Enquanto isso, enfiei a mão no shortinho dela. A buceta tava encharcada, mel escorrendo pelas coxas. Tirei o short e a fio dental de uma vez. A xota dela brilhava, grelinho inchado, lábios gordos abertos. - Vem, vamos fazer um 69 – eu disse, puxando ela pra cima de mim. Flora sentou na minha cara, esfregando aquela buceta melada na minha boca enquanto voltava a chupar minha pica com vontade. Eu lambia tudo: o grelinho, enfiava a língua fundo na xana apertada, depois descia pro cu rosadinho, lambendo em círculos. Ela gemia desesperada: - Aiiii, caralho... lambe meu cuzinho... assim... porra, que delícia... vou gozar na sua cara! O corpo dela tremeu inteiro. Gozou forte, jorrando mel na minha boca, gemendo alto: - Aaaahhh... tô gozandoooooooo... não para... chupa minha buceta! Eu continuei lambendo enquanto ela mamava meu pau com mais força, engasgando, babando. Depois trocamos. Coloquei ela de quatro no chão da sala. - Quero meter nessa buceta agora. - Mete logo, enfia essa pica grossa em mim – ela implorou, empinando a bunda. Segurei a cintura e empurrei devagar. A xana dela era quente, molhada, apertava minha pica como se quisesse sugar tudo. Comecei a meter forte, batendo fundo, bolas batendo na buceta. - Aiiiii, que pauzão... me fode... mais forte... rasga minha xota! Gemidos ecoavam no apartamento. Meti sem parar, alternando buceta e cu. Quando senti que ia gozar, tirei e gozei nos peitos dela, jatos grossos. Flora esfregava, lambia o que sobrava. Mas não acabou. Bebemos mais, e voltamos pro sofá. Ela sentou no meu pau de frente, cavalgando devagar no começo, depois rápido, peitos pulando. - Olha como sua sogra gosta de sentar nessa pica... ahhh... tá me enchendo toda... Eu apertava os mamilos, batia na bunda, enfiava o dedo no cu enquanto ela quicava. Gozamos juntos de novo, ela gritando meu nome, corpo convulsionando. Passamos a noite toda transando. No quarto, no banheiro, na varanda com vista pro mar. Meti no cu dela devagar no começo, depois fundo, enquanto ela gemia: - Destrói meu cuzinho... mete tudo... sou sua puta... Lambia a buceta dela enquanto ela gozava, chupava o grelinho até ela implorar pra parar. Gozamos mais vezes do que consigo contar. De manhã, ainda demos uma rapidinha antes de voltar pro trabalho. Até hoje, sempre que posso, a gente arruma um jeito de dar umas trepadinhas escondidas. É fogo puro, sem culpa, só tesão cru.
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