Deise tinha acabado de completar 18 anos numa cidadezinha pequena do interior de São Paulo, Piquerobi, perto de Presidente Prudente. Filha única, criada só pelo pai depois que a mãe saiu de casa quando ela era criança. O pai era um moreno alto, mais de 1,90, corpo forte de quem trabalhava duro a vida toda. Deise tinha puxado a genética dele: alta, esguia, seios médios firmes, bundinha arrebitada, coxas grossas e uma buceta bem peludinha que ela depilava quase todo dia pro clube. Era uma morena linda, corpo de mulher feita, mas ainda virgem. O pai sempre foi o herói dela. Companheiro, brincalhão, ajudava nas tarefas, levava pra todo canto. Mas desde pequena ela ouvia as brigas: ele reclamando que a mãe não era mulher suficiente, ela chamando ele de anormal. Deise não entendia, até aquele dia. Aos 18, tinha um garoto chamado Leo doido pra pegar ela. Um dia o pai pegou os dois se beijando na praça da matriz. Ficou uma fera. Empurrou os dois pro carro e levou pra casa. Mandou Deise pro quarto e ficou "conversando" com o Leo. Atrás da porta, ela ouviu tudo. - Porra, garoto, o que um cara de 19 quer com a minha filha de 18? – o pai rosnou. - Seu moço, a Deise já é uma mulher formada pra caralho. Eu tenho muito tesão nela, não é namoro sério não, é só tesão. E ela também tem por mim, eu sei. O pai deu um tapa na cara do Leo e espancou ele até jogar na rua. Depois chamou Deise pra sala. Ela tremia. - Senta aqui, filha. Vamos conversar sério. Ele perguntou o que ela sabia de sexo. Deise respondeu baixinho que sabia o básico das amigas, que já se masturbava pensando em coisas quentes. Quando ele perguntou sobre tesão, ela confessou: - É um calor que me consome inteira, pai. Minha bucetinha fica molhada, encharca a calcinha toda. O pai, de shorts fininho por causa do calor, já estava com a pica engrossando visivelmente. Ele transpirava. - Filha, eu não quero que você fique mal falada nessa cidadezinha de merda. Se fizer com alguém daqui, todo mundo vai saber. Mas suas necessidades... como ficam? Deise estava molhadinha só com a conversa. O pai, com carinho, perguntou: - Quer que eu te ensine algumas coisas? Quero te fazer gozar de verdade. Outra pessoa fazendo é muito mais gostoso que dedar sozinha. - Quero sim, pai... por favor. Ele levantou, pegou ela pela mão, deu um beijo no rosto que já era diferente, quente, molhado. Levou pro quarto dele. Deitou Deise na cama e começou devagar. Tirou a blusa dela, beijou o pescoço, mordeu de leve a orelha, lambeu os ombros, a barriga, enfiando a ponta da língua no umbigo. Deise gemia baixinho, arrepiada toda. - Aiiii, pai... que delícia... Ele abriu o sutiã, pegou aqueles seios médios nas mãos grandes e começou a chupar os mamilos duros, mordiscando, sugando forte. Enquanto isso, abriu a saia e puxou a calcinha. Deise ficou completamente nua, buceta peludinha brilhando de tesão, mel escorrendo pelas coxas grossas. O pai desceu beijando, abriu as pernas dela e enfiou o rosto naquela bucetinha quente. Lambeu o grelinho inchado com maestria, chupou os lábios grossos, enfiou a língua fundo, sugando todo o mel que escorria. - Ahhh... pai... que isso... aiiiii meu Deus... – Deise gemia desesperada, quadril rebolando na cara dele. Ele não parava, lambia o grelinho rápido, enfiava dois dedos na buceta apertada, curvando pra acertar o ponto G. Deise gozou pela primeira vez feito uma louca, corpo tremendo, buceta pulsando, jorrando mel na boca do pai. - Aaaahhh... tô gozandooo... pai... caralhooooooooo... que delíciaaa! Ele não aguentou. Tirou o short e a cueca. A pica dele saltou enorme, grossa pra caralho, veias saltadas, cabeça roxa brilhando. Deise arregalou os olhos. - Pai... que pica imensa... minha mãe tinha razão... você é anormal mesmo... Era o maior pau que ela veria na vida, mesmo anos depois. Ele pediu: - Chupa, filha. Coloca na boca. Deise tentou, mas mal cabia a cabeça. Lambeu o comprimento todo, babou na pica grossa, chupou as bolas pesadas. Ele colocou dois travesseiros embaixo da bundinha dela, levantando a buceta bem exposta. Abriu as pernas grossas e esfregou aquela vara monstruosa na entradinha molhada. A buceta babava, lábios inchados. - Vai devagar, pai... por favor... Ele forçou a cabeça grossa. Deise sentiu como se estivesse rasgando. - Aiiiiii... dói... mas não para... enfia mais... A dor deu lugar pro tesão puro. Ele empurrou aos poucos, centímetro por centímetro. Quando bateu no fundo, no útero, Deise já estava delirando. - Aaaahhh... me fode, pai... sua pica tá me arrombando toda... que gostoso... Ele começou a bombar devagar mas forte, pica entrando e saindo com barulho molhado, bolas batendo na bundinha. Deise gozou de novo, gritando: - Tô gozando de novo... caralho... sua pica é perfeita... me enche toda... Ele continuou metendo, suado, gemendo rouco. Deise gozou mais uma vez, buceta apertando a pica enorme. Depois ele mandou: - Fica de quatro, filha. Quero esse cuzinho também. Deise obedeceu, bundinha arrebitada pra cima. O pai abriu as nádegas com as mãos, cuspiu no cu piscando e esfregou os mel da buceta no furinho apertado. Encostou a cabeça da pica e forçou. - Aiiiiii... pai... tá arrombando meu cu... aaaahhh... A cabeça entrou, ela sentiu como se um poste estivesse abrindo seu rabo. Ele parou uns minutos, pica latejando dentro. Depois começou a meter devagar, cada vez mais fundo. - Que cu gostoso, filha... apertado pra caralho... tá me espremendo a pica toda... Deise gemia desesperada, mão no grelinho se esfregando enquanto o pai metia no cu. - Fode gostoso o meu cuzinho, pai... mais forte... aiiiiiiiiiiii... tô gozando de novo... aaaahhhh! Ele bombava cada vez mais rápido, pica grossa abrindo o cu dela todo. Finalmente avisou: - Vou encher seu cuzinho de porra, filha... Espasmos, e jatos quentes de porra grossa encheram o intestino dela. Deise sentiu o calor, o pau pulsando fundo. Quando ele tirou, o cu dela estava arrombado, vermelho, um pouco de sangue misturado com porra escorrendo. Mas o tesão era tanto que nos dias seguintes ele cuidava dela com pomada, e sempre acabavam trepando de novo. A pica dele ficava dura só de passar o remédio no cu arrombado. Deise virou amante do pai. Todo dia, em todo canto da casa. Na cozinha, ele levantava a saia dela e metia na buceta por trás enquanto ela lavava louça. No sofá, ela sentava na pica enorme e rebolava até gozar gritando. No banheiro, ele arrombava o cu dela no chuveiro, água escorrendo nos corpos suados. - Me fode mais, pai... me usa como sua putinha... enche minha buceta e meu cu de porra todo dia... - Você é minha mulher agora, filha. Essa pica é só pra você. Eles continuaram assim por anos. Mesmo depois que ela casou, aos 25, ainda dava pro pai sempre que podia. Ele era o herói, o amante, o homem que fez ela mulher de verdade.
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