A noite estava quente, daquelas que o ar parece grudar na pele. A gente saía sempre juntos — eu, meu sobrinho e ela, a morena mignon de cabelos curtos, 28 anos bem vividos, corpo pequeno mas cheio de curvas que chamavam atenção sem esforço. Dançávamos em casas noturnas, corpos suados se roçando no ritmo da música alta. Naquela ocasião, as bebidas já tinham feito efeito. Meu corpo colado no dela mais do que o normal. Senti meu cacete endurecendo devagar, latejando contra a barriga dela enquanto a gente se mexia. Ela percebeu. Em vez de se afastar, a safada chegou mais pra perto, pressionando a bucetinha contra minha coxa como se quisesse sentir cada centímetro. Meu pau pulsava forte, roçando nela. Quase sem pensar, murmurei no ouvido dela: - Eu poderia ficar assim uma eternidade, sentindo você coladinha desse jeito. Ela virou o rosto, os olhos brilhando de tesão, e respondeu baixinho: - Eu sinto o mesmo, tio... tá me deixando molhadinha. A palavra “tio” saiu da boca dela como uma provocação. A noite terminou ali, mas o fogo já tinha sido aceso. No dia seguinte, fomos almoçar na casa da mãe dela. Eu cheguei, todo mundo conversando, e ela, na frente de todos, soltou com uma cara inocente: - Tio, lembra do que me falou ontem? Gelei por dentro. Meu coração quase parou, achando que ia levar um escândalo. Mas confirmei, tentando manter a calma. Ela sorriu, chamando-me de “tio” o dia inteiro, roçando o braço no meu quando passava, sussurrando coisas que só eu entendia. O dia todo me pegando no pé, me olhando com aqueles olhinhos de quem queria mais. Meu pau ficava meio duro só de imaginar. No dia seguinte, depois do expediente, eu e meu sobrinho fomos pro bar de sempre, sinuca, cerveja gelada. Eu não sou muito de jogar, então sentei encostado na parede, de costas pra rua, só observando e matando a sede. De repente, senti um toque nas costas. Virei e era ela. Sentou do meu lado, perfumada, saia curta, blusa justa marcando os biquinhos dos peitos. Começamos a conversar besteira, mas logo ela foi direto: - Podemos nos encontrar amanhã, só nós dois? Quero falar sobre aquela dança... sobre o que sentimos. Perguntei o que exatamente ela queria conversar. Ela sorriu, sem vergonha nenhuma: - Quero falar do seu cacete duro encostando em mim... e de como fiquei molhada. Topei na hora. Marcamos hora e lugar. Passei o resto da noite com a cabeça fervendo. Ela era mulher do meu sobrinho, eu tinha uma esposa ótima em casa. Mas o tesão falava mais alto. No dia marcado, saí uma hora mais cedo pra achar um lugar discreto. Rodei a cidade toda — lanchonetes, bares, tudo cheio de conhecidos. Família grande, cidade pequena, todo mundo se conhece. Voltei pro ponto de encontro decidido: ou desistia ou ia até o fim. Quando ela entrou no carro, expliquei a situação. Sugeri um motel. Esperei um “não” sonoro. Em vez disso, ela colocou a mão na minha coxa e disse: - Vamos. Tô querendo isso desde aquela dança. Chegamos no motel. Assim que a porta fechou, ela me agarrou pelo pescoço e me deu um beijo molhado, língua invadindo minha boca, corpo colado, esfregando os peitinhos duros em mim. Meu cacete ficou duro instantaneamente, latejando contra a saia dela. Fechei a porta com o pé e ela me puxou de costas pra cama. Caímos juntos. Ela pegou minha mão e enfiou por baixo da saia, direto na bucetinha quente. Pela primeira vez toquei aquela pele macia. Comecei a bolinar a bunda dela, apertando as nádegas firmes, sentindo o calor. Fui tirando a blusa devagar, revelando os seios médios, bicos escuros e duros. Chupei um, depois o outro, mordiscando de leve. Ela gemia baixinho: - Aiii, tio... chupa mais forte... Desci beijando a barriga, lambendo as coxas por dentro, evitando a buceta de propósito pra deixar ela louca. A bucetinha era peludinha, o que não é minha preferência, mas o tesão tava tão grande que não importava. Afastei os pelinhos com os dedos e achei o grelinho inchado. Comecei a chupar devagar, língua circulando, sugando com força. Ela arqueou as costas, gritando: - Porra, que delícia! Chupa minha buceta, tio... assim... aiiiiiii, vou gozar! Gozo feito cadela no cio, pernas tremendo, buceta pulsando na minha boca, soltando um líquido quente e doce. Virei ela de bruços, beijei a nuca, desci pela coluna, mordi as nádegas. Coloquei ela de quatro, bunda empinada, buceta molhada brilhando. Sem enrolação, segurei meu pau de 18 cm e enfiei tudo de uma vez. - Aaaahhh! Que pica grossa! Enche minha buceta! — ela gritou, desesperada. Senti a cabeça do meu cacete batendo no útero dela. Comecei a meter frenético, vai e vem forte, bolas batendo na bucetinha. O quarto enchia de sons molhados, tapa de pele com pele, gemidos altos. Ela rebolava contra mim: - Mete mais fundo, tio! Fode essa buceta casada! Sou sua putinha agora! Metia sem parar, suado, pegando nos cabelos curtos dela. Gozei feito louco, jatos grossos enchendo a bucetinha dela até transbordar. Porra escorrendo pelas coxas. Mas aí ela começou a chorar. Deitei do lado, abracei: - O que foi? - Nunca pensei em trair meu marido... e agora tô com a buceta cheia da sua porra... — soluçava. Consolei ela, beijando o rosto, dizendo que a primeira vez sempre era assim, que depois acostumava. Demorou um pouco, mas ela parou de chorar. Ficamos conversando, pelados, corpo colado. De repente ela desceu, se enfiou entre minhas pernas, agarrou meu cacete ainda melado e enfiou na boca. - Gosta de ser chupado? — perguntou, olhando pra cima com olhos pidões. - Gosto pra caralho. - Pois eu gosto é de chupar. — E mergulhou, sugando fundo, língua girando na cabeça, mão massageando as bolas. Chupava com vontade, babando, fazendo barulho. Eu segurava a cabeça dela, empurrando devagar. Gozei na boca dela. E aí veio o que me fascinou: enquanto eu jorrava, ela deixava escorrer pelos cantos da boca, porra branca escorrendo no queixo, pingando nos peitos. Tesão absurdo. Ainda trepamos mais uma vez. Dessa vez mais devagar, ela por cima, rebolando gostoso, gemendo: - Sua pica é tão grande... tá roçando no meu grelinho... aiiiiii, vou gozar de novo! Gozei dentro dela outra vez. Depois convidei pro banho. - Vá primeiro, depois eu vou — ela disse. Quando voltei do banho, ela já estava vestida. Olhou pra mim e falou com um sorrisinho safado: - Quero sentir sua porra dentro de mim até chegar em casa. Quero levar ela pingando na calcinha. Saímos. Pegamos o filho dela, fomos pra casa. À noite nos encontramos normalmente, eu, ela e o corno do marido, como se nada tivesse acontecido. O tesão secreto entre a gente era delicioso. Por motivos que não vêm ao caso, depois de um mês nos afastamos como amigos. Nunca mais transamos. Espero que ela esteja vivendo bem, com as memórias daquela foda louca.
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