Era uma casa grande e vazia durante o dia, daqueles lares onde os pais trabalhavam até tarde e os filhos tinham liberdade demais. Lucas tinha dezenove anos, um corpo jovem e cheio de tesão acumulado, e sua irmã Lívia, dezoito, era o tipo de garota que crescia rápido, com curvas que chamavam atenção mesmo sem querer. Os dois sempre foram próximos, dividiam segredos, risadas e, ultimamente, olhares que duravam um segundo a mais do que o normal. Aquela liberdade entre irmãos começou a virar algo perigoso, algo que cheirava a desejo proibido. Tudo explodiu num dia comum. Lucas chegou mais cedo da rua e foi direto pro quarto dela procurar umas revistas que estavam sumindo da coleção dele. Empurrou a porta devagar e congelou. Lívia estava recostada na cabeceira da cama, calças jeans abaixadas até os joelhos, pernas abertas o máximo que o tecido permitia. A camiseta levantada, sutiã puxado pra cima, deixando as tetas firmes e redondas completamente à mostra, bicos escuros e duros. Os dedos dela, dois deles, estavam enfiados até a metade na buceta peluda, movendo devagar, o grelo inchado aparecendo entre os pelos escuros e grossos, típicos da família. O cheiro de boceta molhada encheu o quarto. - Porra... – Lucas murmurou, o pau já endurecendo dentro da calça. Ela levou um susto enorme, tentou puxar as calças pra cima atrapalhada, o rosto vermelho de vergonha. Mas ele não saiu. Ficou ali, olhando, o coração batendo forte. Em vez de raiva, Lívia baixou os olhos, envergonhada pra caralho. - Lucas... me desculpa... eu... – ela gaguejou. Ele saiu sem dizer nada, mas o tesão que bateu foi daqueles que não passa fácil. Minutos depois ela apareceu na edícula onde ele guardava o material, trazendo as três revistas na mão. - Toma... eu peguei sem pedir. Não conta pros pais, por favor – pediu baixinho. Ele olhou pra ela, imaginando aquela xoxota peluda que tinha acabado de ver, os pelos pretos densos cobrindo tudo, os lábios grossos brilhando de tesão. Quis chupar cada pelinho, enfiar a língua no meio daquela selva. - Pode pegar quando quiser, mana. Sem problema – disse ele, tentando soar natural, mas a voz saiu rouca. A intimidade cresceu rápido depois disso. Semanas se passaram e um dia ele chegou do cursinho e encontrou ela devolvendo mais revistas. Dessa vez foi mais tranquilo. Conversaram sobre o que ela gostava. Lívia confessou que preferia homens nus. - Seria foda ter revistas com paus duros, sabe? – ela comentou, rindo nervosa. No dia seguinte ele trouxe três revistas gays, cheias de caras musculosos com picas grossas e duras. - Presente pra você, Lívia. Aproveita – disse entregando a mochila. Ela corou, mas aceitou. A partir daí começaram a ver as revistas juntos no quarto dela. Ele se deitava na cama, folheava as páginas, e o tesão foi crescendo. Um dia ele começou a alisar o pau por cima da calça. Ela não reclamou. Na sessão seguinte ele baixou a calça e tirou a pica pra fora, grossa, veias saltadas, cabeça rosada brilhando. - Lucas... que isso? – ela perguntou, mas os olhos ficaram grudados no pau dele. Ele começou a bater punheta devagar, olhando pras fotos e pra ela. - Relaxa, mana. Tá todo mundo fazendo isso. Ela assistiu em silêncio, respirando mais rápido. Na segunda vez ele foi mais ousado. Pegou a mão dela e colocou no pau. - Me ajuda aqui, vai. Só um pouco. Lívia segurou meio sem jeito no início, a mãozinha quente envolvendo a carne dura. - Assim? – perguntou, começando o vaivém lento. - Isso, mana... aperta mais firme. Porra, que delícia. Eles estavam deitados na cama dela. De repente ela parou. - Não quero sujar a colcha toda de porra. - Vamos pro banheiro então. Lá eu gozo onde quiser – sugeriu ele, já puxando ela. No banheiro o clima esquentou de verdade. Ficaram em pé. Ela do lado direito, braço esquerdo em volta das costas dele, mão direita socando a pica com mais confiança agora. Lucas passou a mão na bunda redonda dela por cima do short. - Posso tirar isso? – sussurrou. Ela assentiu. Ele abaixou o short e a calcinha ficou no lugar. Chupou as tetas dela com fome, mamando os bicos duros como melões pequenos e firmes. Lívia se contorcia, gemendo baixinho. - Ahhh... Lucas... que gostoso... Ele esfregou a pica na barriga dela, depois na buceta por cima da calcinha molhada. Abriu as nádegas, enfiou os dedos por baixo do tecido, tocando o cu piscando e o grelo inchado. - Hummm... meu cu... cuidado – ela gemeu. - Quero te beijar, mana. Ela pediu aquilo de repente. Ele achou estranho no começo, beijar a própria irmã, mas o tesão venceu. Enfiou a língua na boca dela enquanto os dedos molhavam na buceta peluda. Os pelos grossos roçavam na palma da mão, o grelo saltado latejava. A calcinha desceu até o meio das coxas. Ele sentia a abundância de pelos, a carne quente e molhada. Queria foder a buceta, mas ela recusava penetração. Então ele mirou no cu. - Me chupa primeiro, Lívia. Por favor. Ela negociou, mas acabou sentando na privada. Abocanhou a pica timidamente no começo, lambendo a cabeça, depois engolindo mais fundo. - Assim, mana... engole mais. Porra, sua boca tá quente pra caralho. Ela chupava com vontade crescente, saliva escorrendo pelo pau, fazendo barulho molhado. Ele segurava a cabeça dela devagar. - Quero teu cu agora. Mesmo ela fingindo não ouvir, ele a colocou de quatro em cima da privada, bundinha empinada. Cuspiu no cu, esfregou a cabeça da pica no anel apertado e começou a forçar. - Aiiiiiii... Lucas... devagar... tá rasgando meu cuuuu! – ela gritou abafado. Ele empurrou devagar, centímetro por centímetro. O cu virgem dela apertava como um torno, quente e seco no início, depois molhando com o suor do tesão. Quase todo o pau dentro, ele parou com medo de machucar. - Tá doendo muito? Quer parar? - Não... continua... me enraba... ahhh! – gemeu ela desesperada. Ele meteu mais fundo, começando o vaivém. O cu dela se acostumava aos poucos, os gritos viravam gemidos roucos. - Que cu gostoso, mana... tão apertado... tô comendo o cu da minha irmã... porra! - Me fode... aiiiiiiiii aiiiiiiii aiiiiiiiii... mais fundo... hummmm... rasga meu cuuu! Os tapas de pele contra pele ecoavam no banheiro. Ele segurava os quadris dela, metendo com força crescente. O tesão de estar enrabando a irmã era insano, uma sensação de domínio proibido que fazia o pau pulsar mais. Quando sentiu o gozo chegando avisou: - Vou gozar, Lívia! - Tira... goza no meu corpo... por favor! Ele puxou o pau do cu com um plop molhado e jorrou porra grossa nas costas, na bunda e nas coxas dela. Lívia ainda pegou o pau latejante, lambuzando a mão com esperma, passando na calcinha que ficou toda melada. Depois veio o remorso leve, aquele peso estranho no peito. Mas o tesão era mais forte. A história deles continuou por anos. Dias depois ele desvirginou a buceta dela também. Numa tarde quente, no quarto dela, depois de muita chupada mútua, ele deitou ela na cama, abriu as pernas peludas. - Hoje eu vou comer essa buceta, mana. Tá molhada pra mim? - Tá... mas vai devagar... é minha primeira vez – pediu ela, voz tremendo de tesão e medo. Ele lambeu tudo: os pelos encharcados, o grelo inchado, enfiou a língua fundo na xoxota apertada. Lívia se debatia na cama. - Ahhh... chupa meu grelo... assim... porra, Lucas... vou gozar na tua boca! Ela gozou forte, jorrando um pouco de squirt nos pelos. Depois ele posicionou a pica na entrada e empurrou. - Uhhhh... tá entrando... que pica grossa... me arromba, irmão! Ele meteu fundo, sentindo a buceta virgem se abrindo. Sangue misturado com tesão escorreu. Os gemidos dela ficaram desesperados. - Me fode... mete tudo... quero tua pica toda dentro da minha buceta peluda... ahhh! Ahhh! Mais rápido! Ele socava com força, as bolas batendo nos pelos molhados, o quarto cheirando a sexo proibido. Tetas balançando, mãos apertando a bunda. - Tua buceta é minha agora, Lívia. Toda minha. Vou te encher de porra todo dia. - Goza dentro... me engravida se quiser... só não para... hummmm... tô gozando de novo! Eles gozaram juntos, ele jorrando fundo na buceta, enchendo ela até transbordar. O vínculo submisso e imoral se firmou. Muitas vezes ele dominava, mandando ela ficar de quatro, chupar, oferecer o cu ou a buceta. Outras vezes ela tomava iniciativa, sentando na pica, rebolando enquanto gemia sacanagens. - Olha como tua irmã senta gostoso na pica... tá sentindo meu cu apertando? – dizia ela, cavalgando. Anos se passaram e o desejo nunca morreu. Encontros escondidos, foda rápida no banheiro, sessões longas na cama dela. Sempre com os mesmos palavrões, gemidos desesperados e a sensação única de estar transando com quem não devia. Meses depois, numa noite em que os pais viajaram, eles tiveram a casa toda pra si. Lucas preparou tudo: revistas espalhadas, lubrificante que ele comprou escondido. Lívia apareceu só de camiseta longa, sem calcinha. Os pelos da buceta aparecendo por baixo quando ela andava. - Hoje eu quero tudo, mana. Buceta, cu, boca... vou te usar inteira. - Me usa então, irmão. Sou tua putinha particular – respondeu ela, olhos brilhando de tesão. Ele a jogou na cama, abriu as pernas e mergulhou a cara na xoxota. Lambeu os grandes lábios peludos, chupou o grelo com força, enfiou três dedos na buceta encharcada enquanto o polegar massageava o cu. - Ahhhhh! Que delícia... chupa minha buceta... engole meus pelos... aiiiiiii aiiiiiiii... vou mijar de tanto tesão! Ela gozou gritando, corpo tremendo, apertando a cabeça dele entre as coxas. Depois ele virou ela de bruços, cuspiu no cu e enfiou a pica de uma vez. - Toma no cu, vadia! Tua bundinha de irmã é minha! - Rasga meu cuuuu! Mais forte... me enraba sem pena... hummmm... tô sentindo tua pica latejando no meu intestino! Ele metia como um animal, segurando os cabelos dela, dando tapas na bunda que ficava vermelha. O cu dela fazia barulhos molhados, porra e lubrificante escorrendo. Mudaram de posição várias vezes: ela por cima quicando no pau enfiado no cu, depois de lado, ele levantando uma perna dela pra meter fundo na buceta. - Olha como tua buceta engole minha pica... tá toda melada, mana. Que xota gulosa. - Goza... enche meus dois buracos... quero porra escorrendo da buceta e do cu ao mesmo tempo! O clímax foi épico. Ele gozou primeiro no cu, puxou e terminou na buceta, depois ainda pintou o rosto e as tetas dela com o resto. Lívia lambia tudo, gemendo satisfeita. - Adoro teu esperma... gosto de ser a putinha do meu irmão. Eles dormiram abraçados, suados, melados, sabendo que o remorso sempre vinha depois, mas o tesão sempre vencia. Anos se passaram, o relacionamento evoluiu pra algo mais profundo e ao mesmo tempo doentio. Encontros esporádicos mesmo depois que cada um seguiu a vida. Sempre que se viam, o fogo acendia. Uma vez, já adultos, num feriado na casa dos pais, eles trancaram no antigo quarto e repetiram tudo com ainda mais fome. - Ainda sinto teu cu apertando minha pica do mesmo jeito – ele sussurrou enquanto a fodia por trás. - E eu ainda amo ser enrabada por você... mete, Lucas... me faz tua de novo... Gemidos abafados, sacanagens sussurradas, porra escorrendo, buceta e cu usados sem dó. O conto da vida deles era esse: paraíso e inferno misturados no mesmo corpo proibido. Outra cena marcante: ela de joelhos no banheiro de novo, chupando com vontade profunda garganta, olhos lacrimejando, saliva pingando nas bolas. Ele segurava a cabeça e fodia a boca como se fosse uma buceta. - Engole tudo, mana... vai, garganta fundo... porra, que boca safada! Ela engasgava, tossia, mas pedia mais. - Me usa como uma vadia... engulo tua pica inteira... Depois ele a fodeu em pé contra a parede, pernas dela enlaçadas na cintura dele, pica entrando e saindo da buceta peluda com força, tetas pulando, beijos molhados e mordidas no pescoço. Os diálogos sempre cheios de sacanagem: - Quer gozar na minha cara hoje? - Quero... pinta minha cara de porra, irmão... E assim foi por anos. Uma relação intensa, cheia de culpa e prazer insano, que marcou os dois pra sempre.
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