Como comecei no incesto!

A casa estava quieta naquela tarde quente. Eu, uma mulher de 42 anos que tinha sido casada por 22 anos numa relação bem liberal, cheia de casais e mulheres entrando na cama, agora me via sozinha há três anos. Divorciada, com três filhos pra criar: Cello, o mais velho com 19 anos, um rapaz alto, forte, com aquele corpo que já tinha virado homem; Pat, a menina de 17; e Lipe, o caçula de 15. Fazia quase um ano que eu não transava com ninguém. O tesão ficava guardado, queimando por dentro, enquanto eu cuidava da rotina.
Sempre fomos uma família bem despojada com banhos. Desde pequenos, tomávamos banho juntos sem frescura. Por isso, quando esqueci a toalha no quarto e gritei do banheiro, não pensei duas vezes em pedir pro Cello trazer.
- Cello, filho, traz uma toalha limpa pra mim aí?
A porta do box abriu devagar. Ele entrou com a toalha na mão, mas parou. Seus olhos desceram pelo meu corpo molhado, pelos meus seios pesados, pela curva da minha bunda, pela buceta depiladinha que brilhava com a água. Não era o olhar de filho. Era fome.
Ele não falou nada. Tirou a roupa ali mesmo, rápido, e entrou debaixo do chuveiro. Meu coração acelerou. O pau dele já estava meio duro, balançando pesado entre as pernas.
- Mãe... você é tão gostosa... – ele murmurou, pegando o sabonete da minha mão.
Começou pelas costas. As mãos grandes espalhavam o sabonete devagar, descendo pela espinha, abrindo caminho até a bunda. Cada esfregada me fazia arrepiar inteira. O pau dele, agora totalmente duro, roçava na minha nádega, quente, latejando. Era grosso, comprido, a cabecinha vermelha já brilhando.
- Aiiiii, filho... o que você tá fazendo... – sussurrei, mas não parei ele.
Ele me virou de frente. Os olhos fixos nos meus seios. Passou o sabonete neles, massageando, apertando de leve. Depois enxaguou com água quente e abaixou a boca. Chupou um bico com vontade, sugando forte, a língua rodando no biquinho durinho.
- Hummm... que delícia... – ele gemeu com a boca cheia.
Minhas pernas fraquejaram. Me encostei na parede do box, gemendo baixinho. As mãos dele desceram, dedos grossos roçando minha buceta, encontrando o grelinho inchado.
- Mãe, sua buceta tá molhada pra caralho... – ele disse, enfiando um dedo devagar.
Fechei a água. Peguei ele pela mão e levei pro sofá da sala, os dois pingando. Sentei ele e me ajoelhei na frente. Aquele pau estava ereto, veias marcadas, cabecinha brilhando de pré-gozo.
- Olha só esse pauzão do meu filho... – murmurei, segurando ele com as duas mãos.
Desci a boca. Lambi a cabecinha devagar, sentindo o gosto salgado. Contornei com a língua, depois abri os lábios e engoli tudo de uma vez. Chupei freneticamente, subindo e descendo, babando, fazendo barulho molhado.
- Aaaahhh, mãe! Que boca gostosa da porra! Chupa meu pau, vai... – Cello gemia alto, segurando minha cabeça, empurrando devagar.
Eu babava inteiro, engasgando um pouco, mas sem parar. As bolas dele batiam no meu queixo. Ele se contorcia, desesperado.
Não aguentei. Levantei, empurrei ele deitado no sofá e subi por cima, virando de costas pro 69 perfeito.
- Chupa a buceta da sua mãe, filho. Lambe tudo – ordenei, sentando minha xaninha melada na cara dele.
A língua dele atacou logo. Lambia o grelinho com fome, chupava os lábios, enfiava fundo na entrada. Eu gemia alto, rebolando na cara dele enquanto voltava a chupar aquela pica grossa.
- Hummm... isso, filho... lambe o grelinho da mamãe... aaaaiii... que língua boa...
Ficamos assim um tempo, sugando um ao outro, gemidos ecoando na sala. Meu gozo escorria na boca dele. Ele bebia tudo.
- Quero te foder, mãe... quero meter nessa buceta – ele pediu, rouco de tesão.
Eu me virei, abri as pernas bem abertas e segurei o pau dele, esfregando na entrada da minha buceta encharcada.
- Vem, filho. Enfia essa pica virgem na buceta da mamãe.
Ele empurrou devagar. Senti cada centímetro abrindo minha xaninha apertada. Quando entrou todo, soltei um gemido longo.
- Aaaahhh... que pauzão... me fode, Cello... mete fundo!
Começamos devagar, ele por cima, beijando minha boca com fome, mãos apertando meus seios. Depois o ritmo aumentou. Estocadas fortes, o saco batendo na minha bunda.
- Porra, mãe... como sua buceta é quente e apertada... to fodendo minha própria mãe... que delícia! – ele grunhia no meu ouvido.
- Isso, filho... fode a mamãe gostoso... mete essa pica toda... aaaaiii... mais forte!
Os gemidos viraram gritos. Eu arranhava as costas dele, ele chupava meus seios enquanto metia sem parar. O sofá rangia. Meu gozo veio primeiro, forte, apertando o pau dele.
- Tô gozando, filho! Aaaahhh... porraaa...
Ele não parou. Continuou estocando até explodir dentro de mim, jatos quentes enchendo minha buceta.
- Mãe... tô gozando na sua buceta... caralhooo!
Caímos exaustos no chão da sala, suados, molhados, ofegantes. Mas o tesão não baixou. Minutos depois ele começou a me lamber toda. Da boca aos pés, parando bastante nos seios, chupando os bicos até ficarem vermelhos. Desceu pra buceta, lambendo o gozo misturado que escorria.
- Abre mais as pernas, mãe. Quero comer esse cuzinho também – ele disse, olhos brilhando.
Eu obedeci, puxando as coxas pra cima. Ele lambeu minha xaninha toda, depois desceu pro rabinho piscante. A língua rodava, entrava um pouco, me deixava louca.
- Aaaaiii... lambe o cu da mamãe... que delícia, filho...
Ele ficou doido. Me colocou de quatro no chão. Eu esfreguei o pau dele na minha buceta melada pra lubrificar, depois encostei na entrada apertada do cu.
- Vai devagar no começo, tá? Enfia essa pica no meu rabinho.
Ele empurrou. A cabecinha abriu o anelzinho devagar. Doeu um pouco, mas o prazer veio logo. Quando entrou todo, eu gritei.
- Aaaahhh... tá todo dentro... agora fode o cu da mamãe!
Comecei a rebolar, indo pra trás. Ele segurou minha cintura e meteu forte. O barulho de pele batendo enchia a sala.
- Que cu apertado... porra, mãe... tô comendo o rabinho da minha mãe... que gostoso! – ele gemia.
Eu batia siririca no grelinho enquanto ele socava.
- Mais fundo, filho! Mete essa vara no meu cu... aaaaiii... assim... vou gozar de novo!
O ritmo ficou animal. Ele estocava sem piedade, eu rebolava como puta. Meu gozo escorria pelas coxas. Ele gritou e encheu meu cu de porra quente, jatos grossos.
- Tô enchendo seu rabinho, mãe... caralhooo!
Caímos de novo, exaustos. Mas ainda terminamos com um 69 lento, chupando os restos de gozo um do outro, lambendo devagar, gemendo baixinho até o cansaço bater.
A partir daquele dia, viramos loucos um pelo outro. Todo dia, quando os outros saíam, a gente fodia pela casa toda. Na cozinha, ele me pegava na bancada, metendo na buceta enquanto eu segurava na pia, gemendo:
- Fode a mamãe aqui, filho... mete forte...
No quarto dele, eu montava, rebolando gostoso, apertando os seios enquanto ele chupava.
- Olha como sua pica some na buceta da mamãe... hummm...
No banheiro de novo, ele me fodia no box, me levantando contra a parede, pernas enroladas na cintura dele.
- Aaaahhh... que delícia... me arromba, Cello...
Durou mais de dois meses assim, escondido, intenso, cheio de porra, gemidos desesperados e sacanagem sem limite. A gente chupava, lambia, fodia buceta, cu, boca... tudo. Eu ensinava ele truques novos, ele me comia como um animal.
Até aquele dia que voltei do trabalho mais cedo e tive a surpresa... mas isso é história pra outra vez, se você quiser.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Como comecei no incesto!

Codigo do conto:
267291

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/07/2026

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