Desde pequena eu era a princesinha da casa. Filha única, mimada pra cacete, com 21 anos agora morando ainda em Campina Grande, Paraíba. Meus pais sempre foram carinhosos demais, daqueles que dormiam grudados, e eu ouvia os gemidos da minha mãe quase toda noite. Parecia que meu pai tava machucando ela, uns gritos altos, roucos, misturados com suspiros. Eu ficava na porta do quarto espiando sem entender nada, o coraçãozinho batendo forte. Depois vinha a voz dela, manhosa: - Ai delícia... quero mais... põe tudo, amor... Pra mim aquilo soava como a coisa mais gostosa do mundo. Quando o vuco-vuco começava, eu aparecia no quarto fingindo medo do escuro e me enfiava no meio dos dois. Eles paravam, me abraçavam e eu dormia ali, sentindo o calor dos corpos. Fui crescendo, o corpo se formando cedo. Peitos firmes, cintura fina e uma bunda grande, redonda, bem preta e empinada que chamava atenção. Aos 18 anos eu já era uma mulher feita, safada por dentro sem ainda ter provado nada. Uma noite, depois de ouvir aqueles gemidos que me molhavam a calcinha, entrei no quarto deles de novo. Estava escuro, mas dava pra sentir o cheiro de sexo no ar. Me enfiei debaixo do cobertor e me virei de lado, de frente pra minha mãe, de bunda pra meu pai. Os dois estavam pelados. Senti a pele quente da minha mãe encostando nos meus seios e, sem malícia nenhuma no começo, cheguei mais perto e encostei a boca no bico escuro e duro do peito dela. Comecei a mamar devagarinho, como quando era criança. Minha mãe soltou um gemidinho baixo e me deixou continuar, passando a mão no meu cabelo. - Desse tamanho ainda querendo mamar, hein filha? - meu pai sussurrou atrás de mim, a voz rouca de tesão. - Fiquei com saudades... - respondi baixinho, ainda com o bico na boca. Meu pai era um negão forte, com um pau enorme que eu já tinha visto de relance algumas vezes. Ele me abraçou por trás, o corpo colado no meu. Senti aquela pica grossa, latejando, encostando bem no meio da minha bunda grande. A cabeça babava, molhando minha calcinha fina. Ele começou a se esfregar devagar, pra cima e pra baixo, separando as bandas com a vara quente. Eu sentia uma quentura nova subindo pela buceta, o grelinho inchando, latejando. Minha mãe gemia baixinho olhando pra gente, a mão dela descendo e apertando o próprio peito enquanto eu mamava mais forte. - Olha só como ela tá molhada... - meu pai disse, a voz grossa. Ele puxou minha calcinha pro lado com um dedo e encaixou aquela cabeça grossa bem na entradinha da minha xoxota virgem. - Vai devagar, filha... relaxa essa bucetinha pra mim. - Aiiii pai... que delícia... mas tá grande demais... - eu sussurrei, o corpo tremendo. Ele forçou um pouco. A cabeça abriu meus lábios melados e começou a entrar. Doía pra porra, parecia que ia rasgar, mas o tesão era maior. Ele empurrou mais forte e estourou meu cabaço de uma vez, como um elastiquinho arrebentando. Eu mordi o peito da minha mãe pra não gritar. - Aaaahhh! Pai... tá doendo... mas não para... - gemi desesperada. Minha mãe tava louca de tesão vendo aquilo tudo. Ela era uma puta safada mesmo. - Isso, filha... aguenta a pica do pai... mama mais no meu peito enquanto ele te fode... - ela disse, segurando minha cabeça. Meu pai começou o vaivém, serrando aquela buceta apertada como se fosse madeira. O pau entrava fundo, batendo no fundo da minha xoxota, as bolas batendo na minha bunda. Cada estocada fazia um barulho molhado, schlick schlick, e eu sentia minha buceta apertando em volta dele, melando tudo. - Que buceta gostosa da minha filha... tão apertadinha... tá me apertando o cacete todo... - ele rosnava, segurando meus quadris e metendo mais rápido. Eu gemia sem parar, o corpo todo arrepiado. - Aiiiii pai... mais fundo... me fode... tô sentindo uma coisa subindo... aaaahhh! Minha mãe se mexeu, virou de lado e enfiou a mão entre minhas pernas, esfregando meu grelinho inchado enquanto o pau do pai entrava e saía. - Goza na pica do pai, vai... mostra pra mamãe como você é putinha... Eu gozei pela primeira vez na vida com um pau dentro de mim. O corpo inteiro convulsionou, a buceta apertando forte, esguichando um líquido quente que molhou as coxas dele. Gemi alto, desesperada: - Aaaaiiii... tô gozando... pai... que delícia... não para! Ele não parou. Me virou de quatro, empinou aquela bunda grande e meteu tudo de uma vez. Minha mãe se posicionou na minha frente, abriu as pernas e puxou minha cabeça pra baixo. - Chupa a buceta da mamãe enquanto ele te fode, filha... Eu obedeci, lambendo aquela xoxota molhada, chupando o grelinho dela enquanto meu pai me comia por trás como um animal. O quarto tava cheio de gemidos, cheiro de porra e suor. Ele dava tapas na minha bunda, fazendo ela balançar. - Toma, toma essa pica grossa... vai levar no cu também hoje... - ele prometeu. Depois de me foder de lado, de frente, de quatro, ele me colocou sentada no colo dele, de frente pra minha mãe. O pau entrava inteiro, batendo bem no fundo. Eu subia e descia, as tetas pulando, mamando na minha mãe ao mesmo tempo. Gozei de novo, mais forte, o corpo tremendo inteiro. - Aaaahhh pai... me enche... goza dentro... quero sentir sua porra quente... Ele apertou minha cintura e deu umas estocadas brutas. Senti o pau inchar e uma mangueira grossa de porra esguichando fundo dentro da minha buceta. Jato atrás de jato, me enchendo até transbordar. Quando ele tirou, escorria porra branca grossa pela minha coxa preta. Aquela noite virou uma orgia completa. Ninguém era mais família, só três putos loucos de tesão. Meu pai me fodeu de todo jeito: mamando ele enquanto minha mãe sentava na cara dele, eu chupando o cu dela, ele metendo no meu cu virgem depois de passar bastante cuspe e porra. Doeu no começo, mas virou um prazer doentio quando ele começou a socar fundo. - Aii que cu gostoso... tá engolindo meu cacete todo... - ele gemia. - Fode o meu cu, pai... me arromba... aaaahhh! - eu gritava, o rosto enterrado na buceta da minha mãe. Gozei mais vezes do que consegui contar. No final, os três estávamos melados, exaustos, cheios de porra. Depois disso viciei. Dormia com eles quase toda noite. Meu pai me comia antes de dormir, me enchia de porra e eu ia pra escola no dia seguinte sentindo escorrer pela calcinha, o cheiro dele ainda em mim. Minha mãe participava sempre, lambendo minha buceta depois que ele gozava, me ensinando a ser tão puta quanto ela. Hoje aos 21 sou noiva, transo com meu noivo, mas não é a mesma coisa. A pica dele não chega aos pés do meu pai, e o tesão não tem nem metade. Pelo menos duas vezes por semana eu durmo lá em casa e a gente repete a putaria. Meu pai me fode gostoso, minha mãe senta na minha cara, e eu gozo como uma desesperada. Tenho medo de perder isso quando casar de vez. Por isso tô aqui conversando com vocês, meninas que também transam com os pais mesmo casadas. Essa delícia de família safada não tem igual. A sensação daquela pica grossa esticando minha buceta e meu cu, a porra quente enchendo tudo, os gemidos da minha mãe... é viciante pra caralho.
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