A Ana tinha só 21 anos e já estava casada há um ano com o Pedro. Era uma garota bonita, corpo bem feito, seios firmes que chamavam atenção e uma bunda redonda que balançava de um jeito que deixava qualquer um louco. Desde o primeiro dia que conheceu a família do marido, o cunhado dela, o Lucas, mexeu com algo dentro dela. Ele era sério pra porra, quase não falava com ninguém, vivia isolado no canto, mas com o tempo as coisas mudaram. Eles começaram a conversar mais, trocando confidências sobre a vida, os problemas no casamento, as frustrações. A intimidade foi crescendo devagar, mas Ana sentia um fogo subindo cada vez que ele se aproximava. Queria sentir o cheiro dele, beijar aquela boca, sentir aquelas mãos grandes no corpo dela. Quando ficava perto, o calor subia pela barriga, a buceta latejava de leve e ela ficava com medo de não conseguir disfarçar o desejo. Num feriado quente pra dedéu, a família toda foi pra uma casa de praia. Tinha Ana, o Pedro, a irmã dele que era casada com o Lucas, a sobrinha pequena dos dois, os sogros e mais um casal de amigos. Ana odiava praia, areia entrando em tudo, sol queimando a pele. O Pedro sabia disso, e o Lucas também não era muito fã. A casa tinha uma piscina enorme, cristalina, cercada de espreguiçadeiras e um gramado gostoso. De manhã cedo, todo mundo se arrumava pra descer pra praia. O Pedro veio no quarto e perguntou: - Amor, por que você ainda tá de pijama? Vamos logo, o pessoal tá esperando. Ana respondeu sem hesitar: - Não tô afim de praia hoje não, Pedro. Tô cansada da viagem, vou ficar aqui descansando. Dou um mergulho na piscina pra relaxar. O Lucas, que tava passando pelo corredor, ouviu tudo e falou na hora: - Eu fico fazendo companhia pra você, cunhadinha. Também não tô muito no clima de areia hoje. O coração de Ana deu um salto. Ela achou maravilhoso. Todo mundo saiu, o barulho dos carros sumindo na estrada. Ela foi pro banheiro, tomou um banho demorado, passando sabonete no corpo todo, sentindo os bicos dos seios endurecendo só de imaginar o que podia rolar. Vestiu um biquíni minúsculo, daqueles que mal cobrem a buceta e deixam a bunda quase toda de fora. Deitou na espreguiçadeira de bunda pra cima, o sol batendo gostoso na pele, rebolando de leve pra chamar atenção. Logo ouviu passos. Era o Lucas vindo em direção à piscina, só de sunga branca. Caralho, que visão. O corpo dele era definido, peito largo, braços fortes e aquela sunga marcando um volume impressionante entre as pernas. Ana não conseguia parar de olhar. Ele percebeu, sorriu de canto e veio devagar. Pra disfarçar o nervoso, ela pulou, puxou ele pelos braços e jogou na piscina. Mas o Lucas foi mais rápido, segurou ela pela cintura e os dois caíram juntos na água fria. Quando emergiram, estavam abraçados. A água gelada fez os bicos dos seios dela ficarem duros pra caralho, apontando contra o peito dele. Ana sentiu algo grosso e quente roçando na barriga. Era o pau dele já semi-duro. O Lucas colou a boca no ouvido dela e sussurrou rouco: - Tá vendo o que você faz comigo, cunhadinha? Essa bundinha arrebitada me deixou louco o dia todo. Ana não pensou duas vezes. A mão dela desceu rápido, entrou dentro da sunga e agarrou aquela pica grossa. Começou a acariciar, sentindo o peso, o calor, as veias pulsando. - Você não viu nada ainda, cunhadinho. Olha como tá duro pra mim... Ela tirou o pau dele pra fora da sunga, bem ali na piscina, e começou a bater uma punhetinha lenta, apertando a cabeça rosada, espalhando o pré-gozo que já escorria. O Lucas gemeu baixinho, segurando a nuca dela: - Porra, Ana... que mãozinha gostosa. Não para não... Eles se beijaram com fome, línguas se enrolando, saliva misturando. Saíram da piscina pingando, ele quase arrastando ela pro quarto de hóspedes. Mal fecharam a porta, o Lucas puxou o biquini dela com força. Os seios pularam livres, ele chupou um bico com vontade, mordendo de leve enquanto a mão descia e apertava a buceta molhada por cima da calcinha fina. - Olha essa bucetinha inchada... tá encharcada pra mim, né safada? Ana tirou a sunga dele de vez. Nossa, que pau delicioso. Era enorme, grosso, cabeça brilhando, veias saltadas. Uns 22 centímetros fácil, pesado na mão. Ela se ajoelhou no chão e começou a chupar com tudo. Engolia o máximo que conseguia, baba escorrendo pelo queixo, mão batendo na base enquanto a língua girava no grelinho sensível. - Hmmmm... que pica grande, cunhadinho. Delícia... quero sentir você todo na minha garganta. O Lucas gemia desesperado, segurando o cabelo dela: - Isso, chupa gostoso... não para Ana, tá tão quente... ahhh porra... Ele não aguentou muito. Empurrou mais fundo e gozou forte na boca dela. Jatos grossos de porra quente enchendo a língua. Ana engoliu tudo, gemendo satisfeita: - Hummmm... que delícia sua porra, cunhadinho. Tava guardada pra mim, né? Sem dar tempo, o Lucas jogou ela na cama, abriu as pernas dela bem abertas e mergulhou a cara na buceta. Chupava o grelinho com fome, língua lambendo os lábios carnudos, enfiando dois dedos grossos dentro enquanto sugava forte. Ana se contorcia, mãos apertando a cabeça dele: - Aiiii meu Deus... chupa minha buceta assim... isso, lambe o grelinho... tô louca... ahhh... não para! Os gemidos dela eram altos, desesperados. O prazer subia rápido, a buceta latejando, molhando o queixo dele inteiro. Quando ela já tava no limite, tremendo, o Lucas se levantou, pegou a pica ainda dura e esfregou a cabeça na entrada molhada. - Quer sentir essa pica toda dentro de você, cunhadinha? Fala pra mim. - Quero... mete logo essa pica grossa na minha bucetinha... me fode forte! Ele empurrou devagar no começo, abrindo ela toda. Ana arqueou as costas, gemendo alto: - Aaaahhh... que delícia... tá me enchendo toda... mais fundo... O Lucas começou a meter com ritmo, fundo e forte. O barulho de pele contra pele ecoava no quarto, a buceta dela fazendo barulhinhos molhados a cada estocada. Ele segurava os seios, apertando os bicos, enquanto metia sem parar. - Porra, que buceta apertada e quente... tá me engolindo inteiro... geme pra mim, safada. Ana gemia sem controle: - Aiiiiiii... aiiiiiiii... mete mais forte... me arromba com essa pica... tô toda molhada pra você... ahhh... vou gozar! Ele virou ela de quatro, empinou aquela bunda gostosa e meteu com tudo. As mãos seguravam os quadris, batendo forte, as bolas estalando na buceta. Ana enterrava o rosto no travesseiro, gritando abafado: - Isso... fode meu cu também com o dedo... me enche toda... aaahhh... tô gozandoooooooo... porraaa! O orgasmo dela foi violento, a buceta apertando a pica dele em espasmos, suco escorrendo pelas coxas. O Lucas continuou metendo, suado, gemendo rouco até gozar de novo, enchendo ela de porra quente por dentro. Eles caíram na cama, ofegantes, corpos colados. Mas não acabou ali. Depois daquele dia, a coisa só piorou. Sempre que dava, eles arrumavam um jeito. Uma tarde, enquanto o pessoal tava na praia de novo, Lucas chamou ela pro quarto dos fundos. Ana chegou já tirando a roupa, buceta latejando de tesão acumulado. - Vem cá, cunhadinho. Quero sentar nessa pica hoje. Ela sentou devagar, sentindo cada centímetro entrar, rebolando fundo enquanto ele chupava os seios. Os gemidos enchiam o quarto: - Hmmmm... que gostoso... sobe e desce assim... ahhhhhh... sua pica me rasga todinha... Eles foderam por quase uma hora, mudando de posição. De lado, ele enfiando devagar enquanto apertava a bunda, depois ela de bruços, ele metendo no cu dela dessa vez, lubrificado com cuspe e porra da buceta. Ana gemia desesperada: - Devagar no cu... isso... agora mete mais....arromba o meu cuzinho... aaahhh delícia! O tesão era insano, proibido, perigoso. Toda vez que se olhavam na frente da família, o olhar queimava. Teve mais uma noite, quando todo mundo dormia, eles se encontraram na piscina de novo. Ana de quatro na borda, Lucas metendo por trás com força, mão tapando a boca dela pra abafar os gritos: - Calma, safada... não faz barulho... mas rebola nessa pica... isso... que buceta gulosa... Eles gozaram juntos mais uma vez, porra escorrendo pela coxa dela enquanto a água fria batia nas pernas. A história deles continuou por meses, cheia de encontros rápidos, chupadas escondidas no carro, dedos na buceta durante jantares de família. Ana nunca se sentiu tão viva, tão molhada de desejo. O risco só deixava tudo mais intenso.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.