Deixei meu pai tarado louco de tesão!

Desde pequena eu via meu pai como um cara normal, daqueles que trabalha duro, reclama da vida mas sempre tá ali pra ajudar. Brigávamos de vez em quando por bobagem, mas no fundo nos dávamos bem. Nunca passou pela minha cabeça olhar pra ele de outro jeito. Até que, de uns meses pra cá, comecei a notar como ele olhava pras minhas amigas quando elas vinham em casa. Era nojento no começo. Meu pai, virando um velho tarado daqueles que babam por carne nova. Ele disfarçava, inventava desculpa pra passar pela sala, mas os olhos grudavam na bunda, nas pernas, no decote. Eu ficava puta, mas depois... depois comecei a me divertir com aquilo.
Um dia a Amanda, a amiga que ele mais devorava com o olhar, tava no meu quarto. A porta ficou entreaberta. Meu pai sentou na cadeira da sala, fingindo que via TV, mas o ângulo era perfeito pra ele ver tudo. Eu espiei de canto e vi ele vidrado na bunda dela, a boca entreaberta, quase babando. A Amanda tava de short jeans justo, aquela bunda redonda empinada enquanto mexia no celular. Eu sorri maliciosa e peguei o biquíni novo que tinha comprado.
- Amanda, experimenta esse aqui, vai ficar uma delícia em você.
Ela nem pensou duas vezes. Baixou o short e a calcinha de uma vez, mostrando aquela bunda branquinha e firme, o risquinho do cu aparecendo de leve. Meu pai arregalou os olhos tanto que parecia que iam saltar. O pau dele deve ter endurecido na hora, eu imaginei. Quando ela pegou o biquíni pra vestir, eu fui até a porta, encostei devagar e falei baixinho:
- Vai vestindo aí que eu já volto, amiga.
Saí do quarto na ponta dos pés e fui atrás dele. Encontrei meu pai na área de serviço, escondido num canto escuro. A bermuda tava abaixada até as coxas, a mão grossa subindo e descendo rápido naquela pica velha mas grossa, a cabeça vermelha brilhando de tanto tesão. Ele respirava pesado, os olhos fechados, provavelmente imaginando comendo aquela bunda da Amanda. Eu fiquei molhada na hora, a bucetinha piscando dentro da calcinha. Saí correndo de volta pro quarto antes que ele me visse, o coração batendo forte.
Aquela cena não saía da minha cabeça. De noite, deitada na cama, fiquei relembrando a cara dele quando viu a bunda dela, o jeito que a mão dele apertava aquela pica. Sem querer, minha mão desceu pro meio das pernas. Eu tava encharcada. Comecei a esfregar o grelinho inchado, imaginando meu pai ali, se masturbando por causa de uma garota da minha idade. Gozei forte, mordendo o travesseiro pra não gemer alto. Depois sonhei com ele me comendo, acordando molhada de novo, a xota latejando de desejo. Eu tava ficando tarada pelo meu próprio pai. Não era bonito, não tinha corpo de academia, mas aquele pau grosso que eu vi na área de serviço... caralho, eu queria sentir.
No sábado o calor tava insuportável. Acordei e vesti um shortinho minúsculo, daqueles que mal cobrem a bunda, sem sutiã por baixo da camiseta fina. Fui pra cozinha e vi que minha mãe tinha saído pra casa da tia. Só eu e ele em casa. Meu pai tava tomando café, me olhou de cima a baixo.
- Onde tá a mãe, papi? - perguntei com a voz doce, me aproximando.
- Foi na tia, volta só de noite - ele respondeu, a voz rouca.
Aquilo me deu um tesão louco. Comecei a provocar. Deixei a colher cair de propósito no chão, me abaixei devagar de quatro, empinando a bunda. O short subiu, a calcinha fio-dental ficou toda aparecendo, o tecido fino marcando a rachinha da buceta. Quando levantei, dei uma olhadinha pra trás. Ele tava vidrado, a boca aberta, o pau marcando na calça de moletom. Minha calcinha encharcou na hora, o mel escorrendo pela coxa.
Ele levantou rápido e foi pro quarto. Eu corri atrás, colei o ouvido na porta. Escutei os gemidos baixos dele:
- Ahhh... porra... que bunda...
Ele tava se masturbando de novo, pensando em mim. Não aguentei. Meti a mão dentro do short, enfiei dois dedos na xaninha molhada e comecei a foder forte, o polegar no grelinho. Gozei escutando ele, as pernas tremendo, o gozo escorrendo pelos dedos. Mas nem isso acalmou. Eu tava louca, viciada.
Ele saiu do quarto e foi pra sala ver TV. Eu disfarcei e fui sentar no colo dele, como quando era pequena. Ele me abraçou pela cintura. Fiquei quietinha um tempo, depois comecei a me mexer devagar, esfregando a bundinha no colo. Senti a pica dele endurecendo embaixo de mim, grossa, quente, latejando.
- Papi... - sussurrei.
Ele apertou minha cintura com força. Eu me ajeitei melhor, abrindo um pouco as pernas, esfregando a bucetinha inchada direto no pau dele por cima da roupa. Ele respirava pesado no meu pescoço.
- Que isso, filha... - murmurou rouco.
- To loquinha, papi... olha como eu tô molhada por você.
Ele não aguentou. A mão dele desceu, passou por baixo do short e tocou minha buceta por cima da calcinha encharcada. O dedo grosso pressionou o grelinho e eu gemi alto.
- Aaaahhh... papi... me toca...
Ele me deitou no sofá com pressa, arrancou meu shortinho e a calcinha de uma vez. Olhou pra minha buceta lisinha, inchada, brilhando de tesão.
- Caralho, que xota linda... toda molhada pro pai...
Enfiou dois dedos grossos de uma vez. Eu tremi inteira, a buceta piscando em volta deles.
- Aaaaiii... papi... fode com o dedo... assim...
Ele tirou a bermuda. A pica apareceu grossa, veias saltadas, a cabeça roxa brilhando. Veio por cima de mim e meteu devagar no começo, depois forte. Sentir ele entrando, abrindo minha bucetinha, me fez gritar.
- Uuuuhhh... que pica grossa... me rasga, papi... aaaahhh!
Ele metia forte, o saco batendo na minha bundinha, o sofá rangendo. Eu gozei pela primeira vez, apertando ele por dentro, o mel escorrendo.
- To gozandoooooo... aaaaiii... papi... não para!
Ele não parou. Me comeu mais fundo, suado, respirando como animal. Gozei de novo, e outra vez, as pernas tremendo, a buceta toda melada. Ele saiu de cima, sentou no sofá e mandou:
- Vem, senta no pau do pai.
Eu fui, tremendo. Segurei aquela pica grossa e desci devagar, sentindo cada centímetro me abrindo.
- Aaaahhh... que delícia... tá me enchendo toda...
Comecei a cavalgar, subindo e descendo, a bundinha batendo nas coxas dele. Ele segurava meus peitos, beliscava os bicos.
- Rebola nessa pica, filha... isso... que buceta gulosa...
Eu rebolava, esfregava o grelinho no corpo dele, gozando sem parar, o suco escorrendo pelo pau dele todo. Levantei, fiquei de quatro no carpete da sala, empinando a bunda.
- Me come por trás, papi... me fode como cachorra...
Ele veio por trás, segurou minha cintura e meteu tudo de uma vez. O pau batia fundo, acertando o fundo da xana. Eu gemia desesperada.
- Aaaaiii... assim... me rasga... que pica gostosa... fode sua filhinha...
Ele respirava forte no meu pescoço, mordia minha orelha, metia cada vez mais rápido. O barulho molhado da buceta dele entrava e saía enchia a sala.
- Vou gozar, filha... toma toda a porra do pai...
- Goza dentro... me enche... aaaahhh!
Ele cravou fundo e gozou, jatos quentes enchendo minha buceta. Eu gozei junto, me amolecendo toda, o corpo tremendo, o cu piscando de tanto prazer.
Ficamos ali, ofegantes, o pau ainda dentro de mim pulsando. Quando a mãe chegou, agimos normal. Mas nós dois sabíamos. A fome só tinha começado.
Desde então virou rotina. Minha mãe almoça no serviço, longe pra caralho. Todo dia, depois do almoço, meu papi me come como louco. Às vezes no sofá, ele me deita e me fode de frente, olhando nos meus olhos enquanto mete fundo.
- Olha pra mim enquanto goza no pau do pai - ele diz.
Eu olho, gemendo:
- To gozando de novo... aaaahhh... papi... me enche...
Outras vezes no meu quarto. Ele me bota na beira da cama, pernas abertas, e lambe minha buceta toda, chupando o grelinho até eu gritar.
- Aaaaiii... chupa meu grelinho... assim... que língua gostosa...
Ele enfia a língua no cu também, me lambendo toda, me deixando louca. Depois mete a pica e me fode até eu não aguentar mais.
No banheiro é ainda mais safado. Tomando banho juntos, ele me encosta na parede, levanta uma perna e me come em pé. A água escorrendo nos nossos corpos, o pau entrando e saindo, meus gemidos ecoando.
- Me fode no chuveiro, papi... aaaahhh... que delícia...
Ele aperta meus peitos, morde meu pescoço, mete forte até gozar dentro de novo.
Agora ele tá obcecado com meu cuzinho. Fica falando enquanto me fode:
- Quero comer esse cu virgem... vou te rasgar devagar...
Eu tô louca pra dar. Ontem ele me botou de quatro na cama, passou lubrificante e ficou enfiando o dedo no meu cu, abrindo devagar.
- Relaxa, filhinha... vai caber... que cu apertadinho...
Eu gemia, empinando mais:
- Coloca, papi... quero sentir sua pica no meu cu... me fode aí...
Ele encostou a cabeça grossa e foi empurrando. Eu senti ardendo, mas o tesão era maior. Quando entrou tudo, eu gritei de prazer e dor misturados.
- Aaaaiii... tá me rasgando... mas continua... fode meu cu...
Ele metia devagar no começo, depois mais forte, a mão no meu grelinho esfregando. Eu gozei tão forte que quase desmaiei, o cu apertando o pau dele. Ele gozou lá dentro, enchendo meu cuzinho de porra quente.
Agora eu sou viciada. Toda vez que ele chega perto eu já fico molhada, pronta pra dar buceta e cu pro meu papi. Nunca nenhum homem me fez gozar tanto, me sentir tão puta, tão cheia de desejo. E o melhor é que isso só tá começando. Ele quer me foder em todo canto da casa, me fazer mamar aquela pica grossa até engasgar, me deixar marcada de gozo. E eu quero tudo. Quero ser a putinha do meu pai pra sempre.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Deixei meu pai tarado louco de tesão!

Codigo do conto:
267300

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/07/2026

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