Meu nome é Bruna, mas todo mundo me chama de Bruninha. Acabei de fazer 18 anos, tenho um corpinho miúdo e bem torneado, pele clarinha, cabelo lourinho que cai em ondas pelos ombros, bundinha redondinha e arrebitada que faz qualquer roupa marcar, peitinhos médios pra grandes, firmes pra caralho, com biquinhos rosados que ainda parecem estar terminando de crescer. Sou simpática, um pouco tímida, adoro ficar em casa lendo ou escrevendo, e sou super grudada na família. Meus pais são tudo pra mim, sempre deram o melhor, mas a crise tava apertando feio. Papai era gerente de vendas numa empresa grande de cartuchos pra impressora. Trabalhava pra burro, mas o novo diretor-presidente, um velho nojento chamado seu Américo, tava perseguindo os mais antigos. Todo dia papai chegava em casa com o rosto cansado, contando as humilhações que aquele saco de bosta fazia. Três dias antes daquela noite, notei que meus pais tavam estranhos. Conversavam até tarde, às vezes discutiam baixinho. Eu fingia não perceber. Naquela noite, cheguei da casa da amiga, dei um beijo neles e subi pro quarto. Tomei um banho demorado, me depilei todinha, passei aquele creme cheiroso que a mamãe me deu e vesti meu baby-doll de seda curtinho, daqueles que mal cobrem a bunda. Deitei na cama e comecei a ler. A campainha tocou por volta das 22h. Estranhei. Desci silenciosa até metade da escada pra olhar. Era ele. O velho Américo. Cara fechada, voz grossa, já discutindo com papai na sala. Mamãe tentava acalmar. Papai mandou ela buscar algo pra beber. Eu ia me aproximar quando fiz barulho. Os dois olharam pra cima. Papai fez cara de reprovação. O velho, não. Seus olhos percorreram meu corpo inteiro como se eu fosse uma mercadoria. - Mas que menina bonita é essa, hein César? É sua filha? Papai confirmou sem graça. O velho fez um gesto. - Vem cá, garota. Senta aqui com a gente. Eu desci envergonhada. O baby-doll era curto pra caralho, mal cobria minha calcinha de rendinha. Me sentei no sofá entre os dois. O velho não disfarçava. Olhava pros meus peitos marcando o tecido, pras minhas coxas lisinhas, pra bundinha que eu tentava esconder. Eles conversaram um pouco no canto. Quando voltaram, papai tava com uma cara estranha, quase dopado. O velho sorriu safado. - Tava dizendo pro seu pai que você é muito bonita, Bruninha… e muito gostosa também. Eu corei forte. Olhei pro papai, mas ele não reagiu. O velho continuou: - Quero conhecer melhor essa filhinha. César, mostra um pouco mais dela pra mim. Senti a mão grande do papai na minha coxa. Fiquei paralisada. Ele começou a acariciar devagar, subindo devagarinho. Eu tremia, mas uma quentura estranha subia pela bucetinha. - Isso, César… passa a mão nela bem devagar. Olha como ela tá deixando… Papai obedeceu. Levantou a barra do baby-doll, expondo minha calcinha. Eu, sem nem perceber, abri as pernas. O velho lambeu os lábios. - Abre mais, filhinha. Mostra essa calcinha pra gente. Recostei no sofá, pus os pés em cima, pernas bem abertas. Minha bucetinha já tava molhando o tecido. O velho tirou o pau dele pra fora. Uma pica grossa, veiosa, meio curvada. Começou a bater punheta devagar. - Tira o vestido dela, César. Papai puxou as alcinhas. Meus peitinhos pularam pra fora, biquinhos duros como pedra. Ele suspirou pesado. - Porra… que peitos lindos da nossa Bruninha… O velho ordenou: - Molha os dedos com saliva e massageia esses biquinhos, vadiazinha. Eu obedeci, gemendo baixinho enquanto circulava os mamilos. Os dois batiam punheta me olhando. De repente, vi mamãe na porta da cozinha, mão dentro da saia, se masturbando feito louca, olhos vidrados. O velho chamou: - Vem cá, dona. Vem ver como tua filhinha cresceu. Vem provar um pedacinho dela também. Mamãe veio quase correndo, olhos brilhando de tesão. - Tá gostando, filhinha? De ser a putinha do papai e do chefe dele? Mostra essa bucetinha molhada pra gente! Tirei a calcinha tremendo. Minha bucetinha lisinha, rosada, inchada, brilhando de tesão escorria. O cheiro doce do creme misturado com meu mel encheu a sala. Papai e mamãe se aproximaram, narizes quase encostando na minha xaninha. - Cheira, César… nossa filha tá cheirosa pra caralho – mamãe sussurrou. Eles cheiravam fundo, respirando quente na minha buceta. Eu gemia desesperada: - Aiiiiii… papai… mamãe… isso tá tão errado… mas não para… Gozei pela primeira vez só com os olhares e respirações. Minhas pernas tremiam. Mamãe riu safada: - A vadiazinha botou creme em tudo… já tava querendo dar essa bucetinha virgem, né? Me viraram de bruços, bundinha empinada no encosto do sofá. O velho babava: - Quero ver esse cu virgem arrebitado… abre bem pra mim! Papai e mamãe seguraram minhas nádegas, abrindo meu cuzinho rosado. Eu sentia o ar frio batendo. Olhei pra escada e vi minha irmã Jana, 18 anos, lá em cima, mão dentro da calcinha, se tocando devagar enquanto assistia. - Jana… – murmurei, mas não parei. Empinei mais a bunda. Eles lambiam meus pés, chupavam os dedinhos enquanto passavam os dedos na entrada da minha buceta e do cu, sem enfiar, só provocando. Eu rebolava desesperada: - Por favor… enfia… eu preciso de uma pica… minha bucetinha tá doendo de tesão… O velho tirava fotos. Flash atrás de flash. Minha bucetinha piscando, cu apertadinho, peitos esmagados no sofá. Todos me tocavam ao mesmo tempo. Mãos nos peitos, dedos roçando o grelinho, língua nos pés. Eu gemia alto agora: - Aiiiiii meu Deus… tô virando a puta da família… me usam… me lambam… Mamãe enfiou o rosto entre minhas pernas e cheirou fundo de novo, depois lambeu a parte interna das coxas. Papai metia o dedo na boca dela e depois passava na minha buceta. O velho batia punheta cada vez mais rápido. - Olha esse grelinho inchado… a putinha tá louca pra gozar de novo. Eu rebolava contra os dedos, desesperada. Gozei pela segunda vez, jorrando um pouco de líquido na mão do papai. Ele lambeu. - Delícia de buceta da nossa filha… Jana desceu devagar, olhos vidrados. Sentou no braço do sofá e abriu as pernas, se tocando enquanto olhava meu cu aberto. O velho mandou: - Todo mundo goza em cima dela. Marca a vadia. Papai foi o primeiro. Ajoelhou atrás de mim e gozou quente nas minhas nádegas, escorrendo pro cu. Mamãe esfregou a buceta dela na minha coxa e gozou tremendo. O velho apontou a pica grossa e disparou jatos grossos nas minhas costas e peitos. Jana gemeu alto e gozou olhando pra mim. Eu fiquei lá, toda melada de porra, buceta latejando, cu piscando, corpo tremendo. - Mais… eu quero mais… quero pica dentro… – implorei baixinho. Eles riram. O velho guardou o celular. - Amanhã tem mais, Bruninha. Suas fotos já vão pro site. Seu pai continua no emprego… e você vira a nossa putinha particular. Eu me vesti devagar, pernas fracas, buceta ainda escorrendo. Subi pro quarto sabendo que nada mais seria igual. E, no fundo, louca pra que chegasse o amanhã.
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