Um sogro perfeito!

Chegamos da lua-de-mel ainda com o corpo marcado pelo sol da América do Sul, pele bronzeada e aquela preguiça gostosa de quem fodeu bastante. Norberto, meu maridinho, mal colocou a mala no chão e já ligou pros pais avisando que havíamos voltado. No dia seguinte, logo cedo, seus pais apareceram com o carro lotado de presentes que tinham guardado pra gente. Passamos a manhã toda rindo, contando as aventuras, abrindo caixas e sentindo aquele calor de família. Seu Odilon, meu sogro, homem de uns cinquenta e poucos anos, barriga saliente mas porte firme, não parava de me olhar com um brilho diferente.
Ele comentou que ainda tinha um monte de coisinhas pra trazer no outro dia. Eu estava louca pra ver tudo, mas segurei a curiosidade. Saímos pra almoçar fora e depois eles seguiram o rumo deles. Às nove e meia da manhã seguinte, seu Odilon chegou sozinho. Avisei que Norberto tinha tido um problema na loja em Anápolis e que só voltaria pro almoço. Pedi que entrasse e começamos a subir os pacotes. O apartamento estava um caos de caixas por todo lado.
- Me ajuda aqui, seu Odilon? Ainda tá tudo bagunçado da viagem.
Ele sorriu, aquele sorriso de quem sabe das coisas.
- Claro, norinha. Pode deixar que eu te dou uma força.
Enquanto arrumávamos, eu sentia o cansaço da viagem, mas também uma energia estranha. Lá pro meio-dia meu celular tocou. Era Norberto dizendo que não sabia quando chegaria. Falei que o pai dele estava me ajudando e ele brincou do outro lado:
- Explora bem os talentos dele, hein.
Repeti pro sogro e rimos juntos. A fome bateu forte. Pedi um lanche rápido e fizemos um engana-estômago. A conversa fluía solta, natural, e de repente rumou pro sexo. Falei da lua-de-mel, de como estava satisfeita com Norberto, que ele era o homem dos meus sonhos. Seu Odilon se gabou:
- Até no sexo, norinha? O cara dá conta direitinho ou deixou a desejar?
Aquela pergunta me desconcertou. Lembrei na hora do momento no hotel, quando Norberto me perguntou se eu teria coragem de trepar com outro homem na frente dele. Na época eu fingi que não gostei, mas por dentro fiquei molhada, louca de tesão. Agora, com o pai dele ali, o tesão voltou com tudo. Minha calcinha ficou encharcada na hora. Olhei pro sogro, aquela barriga saliente, o jeito experiente, e senti uma fome braba de rola.
- Claro, seu Odilon. Seu filho é maravilhoso em tudo.
Ele percebeu a falta de convicção na minha voz, sorriu cinicamente e ajeitou discretamente o volume na bermuda. Eu vi o gesto e meu grelo latejou.
- Madah, eu vou em casa almoçar. O lanchinho passou. Mas à tarde eu volto. Vai precisar de ajuda?
- Claro. Ainda não terminamos o que começamos.
Falei com um sorrisinho safado. Ele sacou.
- Tudo bem, eu fico. Prepara alguma coisa rapidinho que não perdemos tempo.
Tomei um banho rápido, deixei a porta só encostada, mas ele não entrou. Vesti um shortinho jeans curtíssimo e uma regata rosa fininha, sem sutiã, daqueles que meu marido adorava ver em casa. Cheguei na cozinha, ele já tinha começado o almoço. Ajudei a terminar e pus a mesa, comentando:
- Com um sogrinho talentoso desses, quem precisa de marido?
- Você ainda não viu nada, norinha.
- Nossa! Imagino...
O diálogo estava puro veneno e tesão. Dava pra ver o pau dele marcando forte na bermuda. Depois do almoço, recolhi as vasilhas e comecei a lavar a louça. Seu Odilon chegou por trás, me abraçou colado, e senti aquela rola grossa roçando bem na minha bundinha. O hálito quente dele na minha nuca me fez arrepiar inteira.
- Você não é mulher pra um homem só, norinha. Meu filho não vai dar conta pra sempre. Quando precisar, o sogrinho tá aqui, tesudinha.
- Para, seu Odilon. Sou fiel ao seu filho. Não faria nada que o deixasse infeliz. O senhor tá confundindo as coisas.
Fiz cu-doce, mas por dentro era uma puta louca pra dar. Fechei os olhos, inclinei a cabeça pro lado, deixando ele falar sacanagem no meu ouvido. Ele não só falava, beijava e lambia meu pescoço, mordiscando devagar. As mãos grandes subiram pros meus peitos, apertando por cima da regata.
- Não, seu Odilon... meu marido não merece isso. Ele é seu filho. O senhor deve respeitar a nora...
- Respeitar porra nenhuma, sua vadia. Sei que tá louca pra foder meu caralho. Tá fazendo doce, né? Gosto de putinha assim. Faz mais, vai. Vou te arregaçar todinha, safada. Você é uma cachorra no cio e vai chifrar o marido com o pai dele, não vai?
A voz dele era grossa, experiente, dominando. Eu me derretia. Sem querer, comecei a rebolar a bunda devagar contra a rola dura dele. Ele massageava meus peitinhos, beliscando os bicos que já estavam duros feito pedra.
De repente me virou de frente, encostou minha bunda na pia e me olhou nos olhos:
- Vou foder muito gostoso essa buceta, norinha cadela. Vai ser minha puta sempre que eu quiser, não vai?
Não tinha mais como negar. Meu corpo inteiro pedia rola.
- Sim, seu safado. Sou sua puta. Arregaça minha buceta, velho gostoso. Come sua nora com força, seu Odilon. Me deixa satisfeita. Seu filho não dá conta mesmo. Não sou mulher de um homem só. Gosto de rola grossa. Mete a sua na minha buceta. Rasga ela pra seu filho ver que é homem de verdade. Mete em mim, cachorrão.
Ele puxou minha regata pra cima e jogou no chão. Depois desceu o shortinho e a calcinha molhada de uma vez, atirando longe. Sentou-me na beira da pia, abriu minhas pernas e mergulhou a boca na minha xana. A língua dele era quente, experiente. Passava rápido de baixo pra cima, do cuzinho pro grelinho, chupando forte, enfiando fundo na minha buceta melada.
- Ahhh... caralho, seu Odilon... que língua gostosa... chupa minha buceta... assim...
Eu segurava a cabeça dele, empurrando contra mim. Ele sugava meu grelinho inchado, lambia o cu, enfiava dois dedos grossos na minha vagina enquanto a boca não parava. Tive o primeiro orgasmo forte, tremendo inteira.
- Vou gozar... ahhh... tá me matando... gozando na sua boca, sogro safado... aaaaahhhhh!
Gozei jorrando, melando a cara dele. Ele não parou. Continuou chupando até eu quase gozar de novo, aí parou, se levantou e me olhou com a boca brilhando da minha porra.
- Tá gostando, putinha do sogro? Gosta da língua do coroa, safada?
Eu mal conseguia falar, só olhava pra ele ofegante. Ele baixou a bermuda e a cueca. O pau dele era grosso, veioso, cabeça grande e roxa, já babando pré-gozo. Dirigiu pra entrada da minha buceta e empurrou de uma vez só.
- Uhhhh... que pica grossa... me rasgando...
O cacete dele deslizou fundo, abrindo minhas paredes. Ele começou o vai-e-vem forte, segurando minha cintura. Cada estocada batia fundo, fazendo minhas tetas balançarem. Eu gemia desesperada.
- Mete... mete fundo, velho filho da puta... empurra essa rola toda... ahhh... vaaaaai... vaaaaai... vou gozar de novo... meteeee... agoooooraaaa...
Gozei apertando o pau dele, esguichando em volta. Ele não parou. Tirou, me virou de costas, inclinou meu corpo sobre a pia e meteu de novo, agora batendo a barriga na minha bunda. O barulho de pele contra pele enchia a cozinha.
- Toma, vadia... toma o caralho do sogro... vai chifrar meu filho direitinho... sua buceta é minha agora...
- Sim... sou sua cachorra... fode minha buceta... rasga... mais forte... ahhhhh... tô gozando de novo... aaaaaiiiii...
Ele metia sem dó, segurando meus cabelos. Eu rebolava pra trás, pedindo mais. Depois de me fazer gozar mais uma vez, ele me carregou pro sofá da sala. Me deitou de lado, levantou uma perna minha e enfiou de novo, fundo. O pau entrava e saía brilhando da minha porra.
- Olha como sua bucetinha engole meu pau, norinha... tá toda melada... puta safada...
- Me fode... me usa... quero sua porra... goza dentro... enche minha buceta...
Ele acelerou, gemendo rouco. Senti ele latejar e gozar forte, jorrando quente bem no fundo. Fiquei tremendo, gozando junto com ele. Ficamos ali um tempo, ofegantes, o pau ainda dentro de mim, pulsando.
Mas não acabou. Ele me deu uns minutos e já estava duro de novo. Me fez ficar de quatro no chão da sala, bundinha empinada. Lambuzou o dedo no meu cuzinho e começou a massagear.
- Agora vou comer esse cu também, cadela. Vai aguentar?
- Come... come meu cu, sogro... nunca dei pro seu filho ainda... seja o primeiro...
Ele cuspiu no cu, colocou a cabeça do pau e foi empurrando devagar. Doeu gostoso no começo, depois virou um prazer louco. Ele meteu fundo, segurando meus quadris.
- Que cu apertado... tá engolindo minha pica... geme pra mim, puta...
- Ahhhh... tá me rasgando... fode meu cu... mete tudo... sou sua putinha de cu... ahhh... vai... vai...
Os gemidos eram desesperados. Eu empurrava a bunda pra trás, pedindo mais. Ele metia forte, batendo as bolas no meu grelinho. Gozei de novo, apertando o cu em volta do pau dele. Ele puxou, virou meu rosto e gozou na minha boca, enchendo de porra grossa. Engoli tudo, lambendo os beiços.
Passamos a tarde toda assim. Ele me comeu na cama, no banheiro, no chão. Me fez chupar o pau dele devagar, lambendo as bolas, enfiando fundo na garganta até babar inteira. Falei sacanagem o tempo todo:
- Chupa minha pica, norinha... engole até o fundo... isso, vadia...
- Delícia... quero mais... me fode de novo...
Quando Norberto estava quase chegando, ajeitamos tudo correndo. Seu Odilon me deu um beijo safado na boca e sussurrou:
- Isso é só o começo, tesudinha. Sempre que quiser rola de verdade, o sogrinho tá pronto.
Nos dias seguintes ele voltou várias vezes. Me comeu no carro, no motel, até no nosso quarto enquanto Norberto estava no trabalho. Uma vez quase fomos pegos. Ele me fodeu no cu rapidinho na cozinha enquanto meu marido tomava banho. Eu mordia o braço pra não gemer alto.
- Shhh... cala a boca, puta... tá levando rola do pai do marido...
- Mete... goza no meu cu... rápido...
Gozei tremendo, sentindo a porra quente enchendo meu cuzinho.
Em dois anos e meio de casada já tive vários machos. Inclusive um coroa conhecido da net que você deve imaginar quem é. Mas o seu Odilon continua sendo o melhor. Aquele pau experiente, a sacanagem sem limite, me transformou na puta que sempre quis ser por dentro. Norberto nunca soube... ou talvez suspeite e goste. Quem sabe um dia eu conto pra ele e realizo aquela fantasia que ele plantou na lua-de-mel.
Por enquanto, toda vez que seu Odilon aparece, minha buceta molha na hora. E eu sei que vou ser arregaçada gostoso de novo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Um sogro perfeito!

Codigo do conto:
267301

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
16/07/2026

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