A viagem de ônibus que mudou tudo!

A viagem no ônibus lotado parecia um sonho proibido se tornando realidade. Eu, o cunhado tarado que sempre babava escondido pela irmã da minha mulher, estava ali, colado nela como se o destino tivesse armado tudo. Ela era alta, morena, pele macia e aquele bundão grande, empinado, que balançava de um jeito que deixava qualquer macho louco. A calça de malha fininha grudava nas curvas como uma segunda pele, marcando cada centímetro daquela bunda gostosa.
O ônibus sacolejava nos buracos da estrada, e cada solavanco fazia nossos corpos se apertarem mais. Meu pau já estava meio duro só de sentir o cheiro do perfume dela misturado com o calor da multidão. Fiquei atrás, protegendo ela como ela pediu, mas logo a pica começou a inchar dentro da calça de moletom. Não tinha como esconder.
- Desculpa... tá muito cheio aqui – murmurei baixinho no ouvido dela, a voz rouca de tesão.
Ela virou um pouquinho o rosto, os olhos brilhando com uma mistura de surpresa e algo mais safado.
- Fica tranquilo... estamos quase chegando... – respondeu ela, mas não se afastou nem um centímetro.
Meu cacete latejava, posicionado bem no meio daquele bundão macio. A cabeça da pica pressionava a rachinha da bunda dela através das roupas finas. Cada frenagem, cada curva, fazia eu esfregar devagar, involuntariamente no começo, depois de propósito. Ela sentia tudo. A dureza, o calor, o jeito que eu pulsava contra o cu dela.
O tesão foi crescendo tanto que eu não aguentei. Aproximei a boca do lóbulo da orelha dela e sussurrei:
- Vamos descer? Tem um motel aqui pertinho... vamos baixar nosso fogo... vamos?
Ela olhou de lado, com aquela carinha de safada que me deixou ainda mais louco. Balançou a cabeça positivamente, devagar, mordendo o lábio inferior.
Descemos no ponto seguinte, o coração batendo forte. Andamos rápido até o motel, sem dizer muita coisa, só olhares cheios de desejo. Assim que entramos no quarto, eu estava possesso de tesão. Abracei ela por trás, minhas mãos grandes apertando aquela cintura fina e descendo pro bundão.
- Caralho, você é um tesão de mulher... essa bunda me deixa doido faz tempo – falei, beijando o pescoço dela, lambendo a pele quente.
Ela gemeu baixinho, inclinando a cabeça pro lado pra me dar mais acesso.
- É? Então mostra o quanto... – respondeu ela, a voz já rouca.
Pedi que ela ficasse só de calcinha. Ela obedeceu, tirando a blusa e a calça devagar, rebolando pra mim como uma puta safada. A calcinha fio-dental mal cobria nada, sumindo entre aquelas nádegas carnudas. Meu pau estava latejando, marcando a calça.
- Rebola pra mim, vai... mostra esse bundão – ordenei.
Ela rebolou devagar, depois mais rápido, fazendo a bunda subir e descer. Eu caí de boca ali. Ajoelhei atrás dela, abri as bandas com as duas mãos e comecei a lamber tudo. A língua passeava pela pele macia, descendo pro cuzinho enrugadinho.
- Hummm... que delícia... lambe meu cu... – ela gemia, empinando mais.
Eu lambia com fome, chupando o cuzão dela, enfiando a ponta da língua dentro. O cuzinho piscava, apertando e soltando na minha boca. Não era virgem, dava pra sentir que o marido dela metia ali com frequência, mas isso só me deixava mais excitado.
- Porra, seu cu é gostoso pra caralho... piscando assim pra mim... – falei entre lambidas, babando tudo.
Tirei a calcinha dela lentamente, vendo o fio molhado de tesão. Sentei na beira da cama, o pau pra cima, duro como pedra, veias pulsando.
- Vem... senta no meu pau. Quero comer esse cu agora.
Ela veio com maestria, de costas pra mim, segurando meu cacete grosso e posicionando na entrada do cuzinho. Desceu devagar, gemendo alto.
- Aaaahhh... que grossa... vai entrando... hummmm...
Centímetro por centímetro, meu pau sumia naquele cu apertado e quente. A pressão era insana, as paredes do intestino dela massageando toda a extensão da pica.
- Isso... senta tudo... engole minha pica no seu cu... – eu grunhia, apertando os quadris dela.
Quando sentou até o fim, as bolas encostando na buceta molhada dela, ela começou a cavalgar. Devagar no começo, subindo e descendo, a bunda batendo nas minhas coxas com um som molhado e safado.
- Aiiiiii... aiiiiii... que delícia... sua pica tá me arrombando o cu... mais fundo... – ela gemia, desesperada.
Eu segurava as bandas, abrindo elas pra ver meu pau entrando e saindo, brilhando com a lubrificação natural. O cuzinho dela esticava bonito ao redor da grossura.
- Rebola no meu pau, sua safada... isso... mexe essa bundona... – eu mandava, dando tapas leves nas nádegas.
Ela acelerou, cavalgando como uma louca. Os gemidos ficaram mais altos, desesperados.
- Ahhh... ahhh... tô gozando... meu cu tá piscando na sua pica... aaaaiii...
O cuzinho dela apertava forte, ordenhando meu cacete. Eu não aguentei. Segurei firme nos quadris e meti pra cima, estocando fundo.
- Porra... vou gozar no seu cu... toma... toma tudo... – rosnei.
Gozei feito um louco, jatos grossos enchendo o intestino dela. Ela tremia, gemendo sem parar, o corpo todo suado.
- Hummm... enche meu cu de porra... que delícia... – ela sussurrava, ainda rebolando devagar, ordenhando até a última gota.
Ficamos ali, ofegantes. Meu pau ainda dentro dela, amolecendo aos poucos. Mas isso foi só o começo das nossas safadezas. Porque toda vez que a gente se encontra, é assim: direto no cu dela, sem frescura. Ela adora dar o rabo pra mim, e eu adoro arrombar essa bundona gostosa.
Depois dessa primeira vez, a gente se viu mais vezes. Sempre com a mesma intensidade. Uma tarde, por exemplo, ela me ligou dizendo que o marido tinha saído. Fui correndo. Assim que entrei na casa dela, ela já estava só de robe.
- Vem logo... tô com saudade dessa pica no meu cu – disse ela, puxando minha mão pro quarto.
Eu não perdi tempo. Joguei ela na cama de quatro, abri as pernas e cuspi direto no cuzinho. Lambi tudo de novo, enfiando a língua bem fundo enquanto ela rebolava na minha cara.
- Chupa meu cu... isso... prepara ele pra sua rola grossa... aaaahhh...
Meu pau já estava babando pré-gozo. Posicionei e meti de uma vez, até o talo. Ela gritou de prazer.
- Aaaaiii... que delícia... mete forte... arromba meu cu...
Eu metia com força, as bolas batendo na buceta encharcada dela. O quarto cheirava a sexo, suor e tesão puro. Ela empinava mais, pedindo mais.
- Mais rápido... fode meu cu... sou sua putinha... – gemia ela, a voz falhando.
Eu puxava o cabelo dela, dando estocadas profundas, sentindo o cuzinho apertar cada vez mais.
- Isso... aperta minha pica... sua vadia gostosa... vou encher esse cu de novo...
Gozei de novo, jatos quentes enchendo ela. Ela gozou junto, o corpo convulsionando, o cu piscando loucamente ao redor do meu pau.
E sempre era assim. Sem buceta, só aquele cu guloso, macio, que me recebia como se fosse feito pra minha pica. Ela sabia rebolar, cavalgar, ficar de quatro, de lado... todas as posições, gemendo feito uma desesperada.
- Me fode o cu... não para... quero sentir você gozando dentro... – era o que ela repetia toda vez.
Nossas encontros eram curtos, intensos, cheios de sacanagem. Eu elogiava o corpo dela o tempo todo:
- Essa bunda é perfeita... esse cu aperta tão gostoso... você é o tesão da minha vida...
E ela respondia:
- Então usa ele quando quiser... meu cu é seu...
A paixão proibida só aumentava. O risco de sermos pegos deixava tudo mais quente. Cada gemido abafado, cada tapa na bunda, cada vez que eu via meu pau desaparecer naquele buraco apertado e quente... era puro fogo.
No final das contas, aquela viagem de ônibus mudou tudo. Virou o início de uma série de fodas anais intensas, onde só importava o prazer cru, o cheiro de sexo, os gemidos desesperados e o bundão dela recebendo tudo que eu tinha pra dar.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A viagem de ônibus que mudou tudo!

Codigo do conto:
267303

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
16/07/2026

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