Fui depravada com meu primo!

Eu estava sozinha em casa naquele dia quente pra porra. Tinha acabado de sair do banho, o corpo ainda molhado e cheirando a sabonete de coco. Com meus 23 anos, loirinha natural, pele clarinha e um corpão que todo mundo elogia, eu me achava mais gostosa do que bonita mesmo. Peitos médios, firmes, bunda grande e empinada, coxas grossas que chamavam atenção. Vesti uma blusinha fininha, quase transparente, sem sutiã, porque o calor estava insuportável. Meus mamilos marcavam o tecido de leve. Estava escolhendo uma calcinha branca e uma mini saia quando a campainha tocou várias vezes, desesperada.
- Affff, que merda... - resmunguei, correndo pra atender só com a saia curta e a blusinha. Nada por baixo ainda.
Abri a porta e era ele, meu primo. Alto, forte, daqueles que malham e tem um jeito safado no olhar. Ele já foi entrando, me chamando de Claudinha com aquela voz grossa.
- E aí, Claudinha? Tá sozinha? Vim buscar umas coisas que a tia pediu. - disse ele, já caminhando pra dentro.
Fui pro meu quarto rapidinho pra tentar me vestir melhor, mas a calcinha estava jogada em cima da cama. Peguei ela correndo quando ouvi os passos dele se aproximando. Escondi a peça debaixo do travesseiro e sentei na cadeira do computador, cruzando as pernas rápido. Ele entrou, sentou na cama como se fosse o dono do pedaço e começou a bater papo normal, sobre família, trabalho, bobagem.
A conversa fluía, mas eu senti um calor estranho. Olhei pra cara dele e notei que ele estava meio sem jeito. Olhava pro lado, disfarçava. Foi aí que eu dei por mim: tinha aberto as pernas demais enquanto mexia no mouse. Minha bucetinha carnuda, lisinha, estava toda exposta pra ele. Os lábios inchadinhos, rosados, brilhando um pouco do calor pós-banho. Senti meu rosto queimar.
- Nossa... será que ele viu? - pensei, cruzando as pernas imediatamente.
Voltamos a conversar, mas agora o clima estava carregado. Volta e meia ele dava uma olhada nas minhas coxas grossas, lisinhas, com aqueles pelinhos loiros quase invisíveis. Eu fingia que nada estava acontecendo, mas minha buceta pulsava de leve, traidora. Depois de um tempo ele foi embora. Na saída, nos abraçamos forte. Senti o pau dele duro, latejando contra minha barriga. Que volume, caralho. Ele disfarçou, mas eu sabia.
Fiquei pensando naquilo por dias. Meu primo tinha visto minha bucetinha e ficado de pica dura. Era errado, era proibido, mas me deixava molhadinha só de lembrar. Depois esqueci, ou pelo menos tentei. Ele não faria nada, nem contaria pra ninguém.
Três dias depois ele voltou. Minha mãe atendeu primeiro, depois ele veio na sala onde eu estava vendo TV. Não sei o que deu em mim. Talvez o tesão acumulado, talvez a safadeza que eu vinha segurando. Resolvi provocar.
- Tá um calor do caralho hoje, vou mudar de roupa rapidinho. Fica aí me esperando. - falei, com um sorrisinho.
Fui pro quarto, tirei a saia longa até o joelho e vesti um shortinho jeans absurdamente pequeno. Atolei a calcinha branca no rego da minha bunda grande, o tecido sumindo entre as nádegas carnudas. O shortinho mal cobria, metade da minha bunda ficava de fora, as coxas grossas toda à mostra. Voltei pra sala e sentei bem perto dele no sofá, quase colada.
Conversamos, mas eu não parava quieta. Toda hora me levantava pra pegar água, pra ajustar algo, empinando a bunda pra ele ver. Rebolava de leve, fazia o shortinho subir mais. Ele fingia não ligar, mas eu vi o volume crescendo na calça dele. Pau duro, marcando. Parei de provocar depois de um tempo, mas quando ele foi embora dei um abraço bem apertado, sentindo a pica latejando contra mim.
- Aff, se não fosse meu primo eu deixava ele me comer agora mesmo. - pensei, com a calcinha molhada.
Uma semana depois ele apareceu de novo. Fomos pro meu quarto, sentados no mesmo lugar. O papo rolava, mas eu estava doidinha. Queria deixar ele louco de novo. Fingi que estava distraída no computador, me virei de lado e abri as pernas um bocado. A calcinha branca atoladinha no meio, marcando minha bucetinha carnuda. Dava pra ver a parte de dentro das coxas grossas, macias. Depois me virava pra ele, fechava as pernas e voltava a abrir, provocando.
Ele respirava mais pesado. Não resistiu.
- Claudinha... tô ficando nervoso pra caralho. Tô doidinho aqui. - disse ele, com a voz rouca.
- Por quê? - perguntei, me fazendo de tonta, mas com um sorrisinho safado.
- Por nada, esquece.
Não aguentei. Abri as pernas totalmente, mostrando a calcinha branca enfiada na minha buceta, o volume dos lábios inchados. Passei as mãos devagar pelas coxas por dentro, sentindo a pele arrepiar.
- É por isso né? Tá olhando pra minha bucetinha de novo... - falei baixinho, safada.
Ele engoliu seco.
- Sim... caralho, Claudinha. Você é gostosa demais.
- Pode bater uma punheta me olhando então. Só isso. Tô doidinha e afim de ver você gozando pra mim. - respondi, já molhada.
Ele concordou na hora. Tirou o pau pra fora. Nossa, que pica grossa! Uns 20 centímetros, veias saltadas, cabeça rosada brilhando, grossa pra caralho. Eu fiquei olhando hipnotizada enquanto ele começava a bater devagar.
Levantei, tranquei a porta do quarto. Minha mãe tinha saído, mas nunca se sabe. Comecei a dançar pra ele, rebolando devagar, fazendo a bunda balançar. Tirei a blusinha, meus peitos médios pularam livres, mamilos duros. Ele ficou doido.
- Porra, Claudinha... que peitos lindos. Rebola mais, gostosa.
Tirei a saia devagar, dando voltinhas, mostrando a calcinha branca toda atolada no reguinho da bunda. O tecido marcava meu cu e minha buceta.
- Chega mais perto e tira minha calcinha. - pedi, me virando de costas.
Ele se aproximou, mãos tremendo de tesão. Puxou devagar, aproveitando pra passar os dedos nas minhas coxas grossas, subindo até apertar de leve minha bunda. Quando a calcinha saiu, ele encostou a pica dura no meu rego.
- Aiaiai... que delícia. - gemi baixinho.
- Ah não tem como resistir, Claudinha. Preciso passar a mão nesses peitos. São perfeitos, caralho. - disse ele, agarrando meus peitos por trás, apertando os mamilos.
Me encoxou forte, a pica latejando entre minhas nádegas. Eu virei, beijei ele com fome. Não foi beijo romântico, foi safado, língua pra dentro, saliva misturada, gemendo na boca dele.
- Mmmhh... quero chupar essa pica grossa. - sussurrei.
Sentei ele na cama, me ajoelhei e comecei. Lambi da base até a cabeça, chupei as bolas pesadas, dei mordidinhas leves no saco. Ele gemia rouco.
- Isso, Claudinha... chupa meu pau, vadia gostosa.
Engoli o máximo que consegui, babando, subindo e descendo, garganta apertando a cabecinha. Ele segurava meu cabelo loiro, empurrando de leve.
- Eu preciso foder você agora. Deixa eu meter nessa bucetinha apertada. - pediu ele, desesperado.
Me levantou, me jogou na cama de barriga pra baixo. Abriu minhas pernas grossas, subiu em cima de mim, o corpo quente e pesado. A pica roçando na entrada da minha buceta molhada.
- Vai, mete devagar primeiro... ai que grossa. - gemi.
Ele empurrou aos poucos. Senti cada centímetro abrindo minha bucetinha carnuda, esticando as paredes. Quando estava todo dentro, começou a meter com força, rápido, batendo fundo.
- Aaaahhh... fode, primo... mete mais forte! - gritei, desesperada.
Ele me agarrava pela cintura, socando fundo.
- Você é a mulher mais gostosa que eu conheço, Claudinha. Nunca vi uma bunda tão grande e empinada, coxas assim... e essa buceta apertada, molhada pra caralho. Vadia safada.
- Sim... sou sua puta hoje... aaaahhh... não para! - respondi, rebolando contra ele.
Metia com violência, o som de pele batendo ecoando no quarto. Meu grelinho inchado roçava no lençol a cada estocada. Ele puxava meu cabelo, mordia meu pescoço.
- Toma essa pica, gostosa. Sua buceta tá engolindo tudo.
Depois de uns 25 minutos nessa posição, eu comecei a gozar forte. O corpo tremendo, buceta apertando a pica dele.
- Aaaaiiiiii... tô gozandoooooooo... porraaa... não para! - gritei, gemendo alto, desesperada.
Ele não aguentou. Metendo mais fundo, gozou dentro, enchendo minha buceta de porra quente, grossa.
- Caralhooo... toma toda, Claudinha... aaaahhh! - gemeu ele.
Senti jatos quentes batendo no fundo, me fazendo gozar de novo, e mais uma vez. Três orgasmos seguidos, o corpo convulsionando, buceta piscando ao redor da pica dele. Delícia pura.
Mas ouvimos barulho na casa. Alguém chegando. Tivemos que parar rápido, nos vestir correndo, coração na boca. Ele me deu um beijo rápido na boca.
- Quero te comer de novo, Claudinha. Essa buceta é viciante. - sussurrou.
Eu ainda tremendo, porra escorrendo pelas coxas.
- Eu não sei... a gente tem que parar com isso. Mas foi tão bom... - respondi, confusa.
Fiquei pensando depois que ele foi. O tesão era enorme, o risco também. Mas toda vez que lembrava daquela pica grossa me arrombando, minha buceta molhava de novo. Será que vou conseguir resistir da próxima vez?

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fui depravada com meu primo!

Codigo do conto:
267316

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
16/07/2026

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