Letícia, mais conhecida como Lelê sentia o coração batendo forte no peito enquanto a família do marido se acomodava na sala depois do almoço. Aos 26 anos, com seu corpo branquinho de 1,68m, 55kg, cabelinhos curtos castanhos claros quase loiros, bundinha saliente e peitos médios que sempre chamavam olhares, ela sabia o poder que tinha. Mas nunca imaginou que aquele dia inocente viraria uma foda inesquecível bem debaixo do nariz de todo mundo. O vinho tinha deixado todo mundo mais solto. O marido, aquele coitado de 32 anos, tímido pra caralho, se esticou no chão com uma almofada, caindo no sono rapidinho. A mãe dele e a avó cochilavam nas poltronas. Só restava ela no sofá grande, ao lado do seu Pedro, o avô de 72 anos, alto, 1,90m de pura experiência safada. Sem pensar malícia nenhuma no começo, Lelê deitou a cabeça na coxa dele, fingindo que era só um carinho de neta. O short largão de tecido molinho e fininho roçava na pele, sem calcinha por causa do calor infernal. O tomara-que-caia mal cobria os mamilos já meio duros do ar-condicionado. Passaram uns minutos. O silêncio era quebrado só pela TV ligada no Faustão e pelas respirações pesadas. De repente, ela sentiu algo cutucando sua cabeça. Um volume duro, quente, crescendo devagar contra sua orelha. Lelê sorriu por dentro, fingiu que dormia, mas deu uma leve esfregada com o rosto, sentindo a rola do velho pulsar. - Hmmm... – ela pensou, o corpo já reagindo. O braço esquerdo dele desceu devagar, pousando na cintura dela. Dedos grossos começaram a fazer círculos na barriguinha, subindo e descendo, leves no começo, depois mais ousados. A pica dele inchava assustadoramente por baixo da bermuda, cutucando o rosto dela com mais força. Lelê abriu os olhinhos rapidinho, checou que todo mundo dormia mesmo. Aí resolveu brincar. Tirou a mão esquerda do meio das pernas, colocou debaixo do rosto e apertou a palma bem em cima daquele volume impressionante. Mesmo por cima da roupa, dava pra sentir que o velho não era brincadeira. Grossa, comprida, veiosa. Foi o sinal que faltava. A mão dele voou da cintura pro rabo dela, entrando por baixo do short largão. Quando os dedos grossos tocaram a bucetinha lisinha, sem um fio de cabelo e já molhada, a rola dele deu um salto, ficando ainda mais dura. - Caralho... – o velho murmurou baixinho, quase inaudível. Dois dedos grandes invadiram a buceta dela de uma vez. Lelê mordeu o lábio, pressionando as coxas pra abafar o prazer. Um dedo escorregou pro cu piscante, entrando devagar, girando dentro daquele cuzinho apertado. Ao mesmo tempo, a outra mão dele beliscava os mamilos por baixo do tomara-que-caia, torcendo eles com maestria. Ela estava louca. Totalmente entregue. Gozando ali, na sala, com a família toda dormindo perto. O orgasmo veio forte, em ondas, fazendo a buceta dela apertar os dedos do velho enquanto o cu piscava desesperado. - Aaaahhh... porra... – ela abafou contra a coxa dele, o corpo tremendo. Lelê se levantou devagar, pernas bambas, buceta melada escorrendo gozo pelo short. Fez sinal de silêncio pro velho, sussurrou: - Já volto... fica quietinho. Foi pro banheiro, lavando o rosto na pia pra tentar se acalmar. Mas não deu tempo. Sentiu uma encoxada forte por trás. A pica dura roçando na bundinha dela por cima do short. - Eu já sabia que ia te comer... conheço uma puta pelo cheiro!! – a voz rouca dele no cangote, babando no pescoço dela, mordiscando a orelha. Lelê quase desmaiou de tesão. As mãos trêmulas dele abaixaram o short num puxão. A rola grossa, cheia de veias, comprida pra caralho, cutucou a entrada da buceta molhada. - Enfia logo, seu velho safado... me fode – ela pediu baixinho, empinando a bundinha. A estocada veio forte. A pica dele abriu a bucetinha dela toda, fundo, batendo no fundo do útero. Lelê agarrou a pia, gemendo desesperada. - Aiiiii meu Deus... que pica grossa... me rasga, porra! Ele metia com força e experiência, segurando os quadris dela, lambendo as costas, o pescoço, enfiando a língua na orelha. Uma mão apertava os peitos, beliscando os bicos duros. A outra descia e esfregava o grelinho inchado dela enquanto a rola entrava e saía, fazendo barulho molhado de buceta encharcada. - Toma, sua putinha casada... toma essa rola de velho... tá gostando, né? Mais apertada que a da minha falecida... - Tô... tô gozando de novo... aaaahhh... fode meu cu também... – ela implorava, voz rouca de tesão. Ele não parava. Estocadas fundas, rápidas, depois lentas e girando, esfregando cada veia grossa nas paredes da buceta. Lelê gozou pela segunda vez, jorrando um pouco, pernas tremendo. O velho tirou a rola brilhando de mel, sentou no vaso e chamou: - Vem... senta aqui nessa pica. Ela se virou, olhou pra aquela vara monstruosa, grossa como pulso, cabeça roxa latejando. Posicionou a bucetinha por cima e desceu devagar, sentindo cada centímetro abrindo ela. - Uuuuuhhh... tá me enchendo toda... que rola do caralho... Quando sentou até o fundo, abraçou o pescoço dele e enfiou a língua na boca do velho, beijando safado, chupando a saliva dele. Começou o sobe e desce, devagar no começo, depois acelerando. O barulhinho de rola na buceta melada ecoava no banheiro pequeno: ploc ploc ploc. - Isso... cavalga no vô, sua vadia... aperta essa buceta gostosa... - Tô apertando... olha como tá molhada pra você... me enche de porra, velho... Ele segurava a bundinha saliente dela, abrindo as bandas, um dedo entrando no cu enquanto ela quicava. Lelê gemia no ouvido dele, mordendo o ombro pra não gritar. - Aaaahhh... vou gozar de novo... me fode mais forte! O terceiro e o quarto orgasmo vieram quase juntos. Ela tremia inteira, buceta contraindo forte na pica dele. O velho não aguentou mais. Segurou ela bem fundo e gozou, jatos grossos e quentes enchendo a bucetinha até transbordar. - Toma meu leite, putinha... caralho... que buceta gulosa... Ficaram abraçados uns minutos, ela sentindo a rola amolecendo dentro. Depois se levantou, limpou o excesso com a toalha, vestiu o short rapidinho. - Se limpa e espera uns 10 minutos pra sair, tá? – sussurrou, dando um beijinho na boca dele. Voltou pra sala como se nada tivesse acontecido. Lavou louça na cozinha, o corpo ainda latejando. Seu Pedro voltou pro sofá, fingindo cochilo. A sogra apareceu pra passar café, inocente. Mas aquilo foi só o começo. Nos dias seguintes, o caso pegou fogo. Seu Pedro ligava marcando encontros quando o marido saía. Uma vez ele chegou sozinho em casa dela, trancou a porta e já foi empurrando ela contra a parede. - Tira essa roupa logo, sua safada. Quero comer esse cu hoje. Lelê obedeceu, tirando tudo, ficando peladinha. Ele chupou os peitos dela com fome, mordeu os mamilos, desceu lambendo a barriga até enfiar a língua na buceta encharcada. - Hmmm... que bucetinha cheirosa... abre as pernas mais. Ela obedeceu, gemendo alto agora que estavam sozinhos. - Chupa meu grelinho, vô... isso... lambe meu cu também... Ele enfiava a língua fundo no cuzinho, dois dedos na buceta, depois inverteu. Lelê gozava sem parar, jorrando na boca dele. Depois ele deitou ela na cama, levantou as pernas dela nos ombros e enfiou aquela pica grossa de uma vez só. - Aaaaiii... tá me arrombando... mete tudo! Estocadas brutais, a cama batendo na parede. Ele cuspia na buceta dela pra lubrificar mais, metia, tirava e batia a rola na bundinha. - Quer no cu agora, né? Pede direito. - Por favor... fode meu cu, seu velho tarado... me arromba esse cuzinho apertado... Ele cuspiu no cu dela, pressionou a cabeça grossa e foi entrando devagar. Lelê gritava de prazer e dor misturados. - Uuuuhhh... tá rasgando... mais fundo... isso! Quando ele tava todo dentro, começou a meter com força. Uma mão esfregava o grelinho, a outra apertava os peitos. Ela gozou tanto que squirteou, molhando a barriga dele. - Porra... que putinha gulosa... vou encher esse cu de porra! Ele gozou fundo, leite quente jorrando no intestino dela. Ficaram ofegantes, suados. Depois disso, ele ainda convenceu ela a foder com o amigo dele, um velhinho de 77 anos chamado seu Zé. Os dois juntos foram insanos. Seu Pedro segurava ela enquanto seu Zé chupava a buceta, depois os dois metiam ao mesmo tempo, um na buceta e outro no cu, enchendo ela de porra dos dois lados. Lelê vivia agora nessa loucura secreta, gozando como nunca, traindo o marido tímido com os velhinhos safados que sabiam exatamente como fazer uma mulher gritar de prazer. - Mais... me fodem mais... sou a putinha de vocês dois... – ela gemia toda vez, desesperada por mais. E assim a vida dela virou um festival de sacanagem sem limites.
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