Depois da praia, dei uma surra de pica na minha mãe!

O sol da tarde ainda queimava na pele quando eu e minha mãe voltamos da praia. Tínhamos passado o dia inteiro lá, como sempre, sacaneando os caras que babavam em cima dela. Minha mãe é uma loira gostosa pra porra: seios pequenos mas firmes, bunda saliente e empinada que balançava a cada passo, olhos claros que hipnotizavam qualquer um. Aos 42 anos, o corpo dela ainda era uma tentação ambulante. Eu, com meus 18 anos, fingia ser o namorado ciumento, abraçando ela pela cintura, dando selinhos na boca só pra espantar os otários. Era nosso joguinho de sempre.
Chegamos no prédio suados, com areia grudada na pele. A vizinha do térreo avisou que ia ter manutenção na água do prédio e que podia acabar a qualquer momento. Entramos em casa, tiramos as roupas de praia ali mesmo na sala e ficamos pelados, como de costume. Moramos só nós dois desde que meu pai morreu quando eu era pequeno. Sempre fomos super liberais. Banho juntos, ver um ao outro pelado... era normal pra gente. Nunca tinha rolado nada sexual. Até aquele dia.
Minha mãe foi pro banheiro primeiro. Eu ouvi ela mexendo nas coisas e entrei logo depois, pelado também. Ela estava sentada no vaso sanitário, pernas bem abertas, olhando pra baixo com uma cara de preocupação. A buceta dela era lisinha, sem nenhum pelo, rosada e convidativa. Fiquei parado na porta, olhando aquela cena sem conseguir desviar o olhar.
- Filho, vem cá rapidinho... tô sentindo um incômodo aqui entre a buceta e o cu. Tá coçando pra caralho e eu não consigo ver direito. Dá uma olhada pra mim?
Eu hesitei um segundo, mas fui. Me ajoelhei na frente dela, bem entre aquelas coxas macias. O cheiro dela subiu forte pro meu nariz – um cheiro de mulher quente, misturado com sal do mar e algo mais íntimo, doce e viciante. Abri um pouco mais as pernas dela com as mãos tremendo de leve.
- Não tô vendo nada, mãe... deve ser coisa da sua cabeça.
- Como não tem nada? Olha direito, caralho! Toca aí, passa o dedo pra ver se sente alguma coisa.
Eu passei o dedo devagar entre os lábios grossos da buceta dela, sentindo a pele quente e macia. Desci um pouco mais, roçando de leve no cuzinho rosado. Ela estremeceu. Meu pau, que até então estava tranquilo, começou a inchar rápido, ficando duro como pedra. Quando eu fui me levantar, ela viu.
- Puta que pariu, filho... que isso? Seu pau tá enorme! Tá duro pra caralho... nunca vi ele assim. Sempre te vi pelado, mas... porra, tá lindo demais.
Eu fiquei sem graça, o rosto queimando, mas o tesão já tava tomando conta.
- Desculpa, mãe... não sei o que deu. Acho que foi tocar em você.
Ela sorriu, um sorriso safado que eu nunca tinha visto.
- Vem cá, chega mais perto. Deixa eu ver melhor essa pica grande que meu filho tem.
Eu me aproximei, o pau latejando na frente do rosto dela. Ela continuou sentada no vaso, pernas abertas. Pegou meu pau com a mão quente, envolvendo ele todo. Começou a apertar de leve, sentindo o peso, o calor.
- Nossa, como você cresceu... essa pica tá grossa, veia saltada, cabeça rosada brilhando. Posso brincar um pouquinho? Só pra sentir melhor.
- Pode, mãe... mas não sei se vou me controlar. Tô com um tesão enorme da porra.
Ela começou a masturbar devagar, vai e vem gostoso, apertando na base e subindo até a cabeça. O pré-gozo já escorria. De repente, ela deu um beijo molhado na ponta, depois passou a língua toda ao redor, lambendo como se fosse um sorvete.
- Hummm... tem um gosto bom, filho. Quente, salgadinho...
Eu gemi baixo, segurando na cabeça dela. Ela abriu a boca e engoliu metade da minha pica, chupando com vontade, a língua rodando na cabecinha. O barulho molhado enchia o banheiro.
Enquanto isso, ela pegou minha mão e colocou de volta na buceta dela.
- Toca na buceta da mamãe... vê se descobre o que tá me incomodando. Enfia o dedo aí.
Eu obedeci. Os lábios dela estavam inchados, molhados pra caralho. Enfiei um dedo devagar naquela buceta quente, apertada, sentindo as paredes pulsarem. Ela gemeu alto na minha pica, vibrando.
- Aaaahhh... isso, filho... enfia mais fundo. Tá molhada demais, né? Tua mãe tá toda melada por causa de você.
Enfiei dois dedos, depois três, fodendo a buceta dela no ritmo que ela chupava meu pau. Ela gemia desesperada, saliva escorrendo pelos cantos da boca.
- Mmmphhh... que pica deliciosa... fode a bucetinha da mamãe com esses dedos, vai...
Eu tava no céu. Nunca imaginei que ia ser tão bom. O cheiro, o calor, o jeito que ela rebolava no vaso.
- Mãe... eu vou gozar se você continuar assim...
Ela tirou o pau da boca com um estalo molhado, olhos brilhando de tesão.
- Então goza dentro de mim, filho. Abre essa buceta toda e enfia essa pica grossa. Tô morrendo de vontade também. Olha como tá aberta...
Ela se levantou um pouco, virou de costas pro vaso, apoiou as mãos na pia e empinou aquela bunda saliente. A buceta brilhava, mel escorrendo pelas coxas, o cuzinho piscando.
- Vem, enfia tudo na buceta da mamãe. Quero sentir cada centímetro.
Eu posicionei a cabeça da pica na entrada e empurrei devagar. Era apertado, quente, molhado pra caralho. Entrei centímetro por centímetro até meus pelos encostarem na bunda dela.
- Aaaaiiii... que delícia! Encheu toda a buceta da mamãe... mexe devagar, filho... não para.
Comecei a meter, vai e vem lento no começo, sentindo cada dobra da buceta dela apertando minha pica. Ela gemia alto, desesperada.
- Isso... fode a mamãe... enfia essa pica grande no fundinho da buceta... aaaahhh... mais fundo!
Aumentei o ritmo, batendo forte, as bolas estalando na buceta molhada. O banheiro ecoava com os sons de sexo: ploc ploc ploc, gemidos, respiração ofegante.
- Porra, mãe... tua buceta tá sugando minha pica... tá tão quente...
Ela rebolava contra mim, empinando mais.
- Goza dentro, filho... jorra essa porra quente bem no fundo da buceta da mamãe... eu quero sentir tudo... aaaahhh... tô gozando também!
Eu segurei firme na cintura dela e meti com tudo. Senti o orgasmo subir.
- Abre mais a buceta, mãe! Seu filho tá gozando... porraaa!
Gozei forte, jatos grossos enchendo ela toda. Ela tremia, gozando junto, a buceta apertando minha pica como um punho.
- Issooo... enche a mamãe... que porra quente... aaaaiii... gozei tanto!
Ficamos parados um tempo, meu pau amolecendo dentro dela, porra escorrendo pela coxa dela e pingando no chão. Tirei devagar, dei um beijo na boca dela, língua com língua, cheio de tesão ainda.
- Te amo, mãe.
- Eu também te amo, filho. Isso foi... foda demais.
Tomamos banho juntos depois, mãos explorando, mas sem pressa. A água quase acabou no meio, mas a gente riu. Desde aquele dia, viramos amantes de verdade. Sempre que bate o tesão, a gente transa como animais – na cozinha, na sala, no quarto dela. Ela adora quando eu chamo de "buceta da mamãe", eu adoro quando ela pede pra eu foder o cu dela também. É intenso, safado, proibido e perfeito.
Naquele mesmo dia depois do banho, a gente se secou mas o tesão não tinha passado. Sentamos no sofá da sala, ainda pelados. Ela se jogou no meu colo, buceta roçando na minha pica que já tava meia bomba de novo.
- Olha o que você fez, filho... a buceta da mamãe tá toda melada de porra. Sente aqui.
Ela pegou minha mão e colocou nos lábios inchados. Eu enfiei dois dedos, tirando um pouco da porra que escorria.
- Humm... que delícia. Quero mais. Senta no meu pau agora, mãe. Monta nele.
Ela se posicionou, segurou minha pica dura e desceu devagar, engolindo tudo de uma vez.
- Aaaahhh... que grossa... tá batendo no fundo da buceta... vou cavalgar gostoso pra você.
Ela começou a subir e descer, bunda batendo nas minhas coxas. Os seios pequenos balançavam na frente do meu rosto. Eu chupei um mamilo, mordendo de leve.
- Isso, mama os peitinhos da mamãe enquanto fode ela... aaaaiii... mais rápido!
Eu segurei na bunda dela, ajudando a quicar, metendo de baixo pra cima. O suor escorria, o cheiro de sexo tomava a sala toda.
- Porra, mãe... tua buceta tá piscando no meu pau... vou gozar de novo.
- Goza, filho... enche mais uma vez... quero tá vazando porra o dia todo!
Gozei de novo, ela gozando junto, gritando meu nome. Depois, viramos pra posição 69 no chão. Eu lambia a buceta dela, sugando a mistura de porras, ela chupando meu pau com fome, enfiando dedo no meu cu.
- Lambe o grelinho da mamãe... isso... chupa essa buceta toda... mmmphhh... que pica gostosa!
Os gemidos dela eram desesperados, o corpo tremendo. A gente gozou mais uma vez, boca cheia.
Passamos horas assim, explorando tudo. Ela me ensinou a foder o cuzinho dela devagar, lubrificado com a porra da buceta.
- Enfia no cu da mamãe agora... vai devagar... aaaahhh... tá abrindo meu cu gostoso... fode ele!
Meti tudo, ela rebolando, pedindo mais forte. Foi a foda mais intensa da minha vida.
Desde então, nossa rotina mudou. Transamos quase todo dia, sempre com a mesma paixão de mãe e filho, mas com tesão animal. Ela adora quando eu falo safadezas no ouvido dela:
- Buceta da mamãe é minha... vou encher de porra todo dia.
E ela responde:
- Sim, filho... fode a mamãe quando quiser... essa buceta e esse cu são seus.
É nosso segredo, quente e viciante.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Depois da praia, dei uma surra de pica na minha mãe!

Codigo do conto:
267309

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
16/07/2026

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