Após flagrar minha mãe e minha irmã caindo na pica, não aguentei e comi minha irmã!

Meu nome é Marcio, tenho 24 anos, e essa merda toda que aconteceu há uns quatro meses ainda me deixa com o pau latejando de raiva misturada com tesão doentio. Eu vi o filho da puta do Waltinho, esse moleque arrogante de 18 anos, arregaçar o cu da minha mãe e depois o da minha irmãzinha Marcinha, que também tem 18 agora. O desgraçado é filho da nova esposa do meu tio Carlos, irmão da minha mãe Cleuma. Ele é escroto pra porra, ninguém dos primos aguenta o filho da puta, mas as primas... ah, as primas babam por ele. Todo mundo sabe que ele já comeu a Leticia, minha prima de 18 anos, bem no dia do aniversário dela, enfiando aquela pica grossa nela até ela gritar feito uma cadela no cio. Foi escândalo na família inteira.
Eu nunca tinha ligado muito, até aquele dia fatídico. Eu e a Marcinha estávamos voltando pra casa juntos quando ouvimos os gemidos vindo de dentro. Eram gemidos da minha mãe, altos pra caralho, ecoando pela sala.
- Aaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh! Ohhhhhhhhhhhh! Isssssssooooooo! Aiiiiiiii! Aaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiii! Aiiiiiiiiiiiiiiii! Hmmmmmmmmmmm! Ai que pica gostosa! Me fode, caralho!
Meu coração quase explodiu no peito. A filha da puta da minha mãe, viúva de 43 anos, corpão de violão, seios médios firmes e aquela bunda cheia, redonda, torneada, estava levando piroca na buceta dentro da nossa casa! A Marcinha me olhou, os olhos arregalados, mordendo o lábio inferior com força. A safada apertava as coxas uma contra a outra, esfregando devagar. Eu via que a bucetinha dela já estava molhando só de ouvir.
A cama batia contra a parede com força, bam-bam-bam, e os gemidos da minha mãe ficavam mais altos, mais desesperados.
- Me bate, moleque! Me bate com força, porra! Aaaaaaaaaiii! Aaaaaaaaaaaiiii! Issooooo! Me bate, seu filho da puta!
Dava pra ouvir os tapas estalando na cara dela. Ploc! Ploc! A pele avermelhando. Eu e a Marcinha ficamos paralisados no corredor, mas a curiosidade e o tesão falaram mais alto. Ela me puxou pelo braço e saímos pelos fundos, esgueirando pelo jardim até a janela do quarto da minha mãe. O que a gente ia fazer? Nada, porra. A Marcinha sussurrou que se a família soubesse, ia ser uma desonra maior ainda, porque o Waltinho ia espalhar que comeu a tia.
A cena pela fresta da janela me deixou de pau duro na hora. Minha mãe de quatro na cama, bunda empinada alta, toda vermelha de tapas, marcas de mão espalhadas na carne macia. Os seios balançando pra frente e pra trás como pêndulos, mamilos duros. O cabelo castanho solto, sendo puxado como rédea pelo Waltinho, que montava nela feito um garanhão. A pica dele, grossa, veiosa, uns 20 centímetros de carne dura, entrava e saía da bucetinha raspadinha da minha mãe com força bruta. A xana dela estava aberta, lábios inchados, vermelhos, melados de porra e creme, o grelinho inchado pulsando.
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh! Iooooooo! Ooohhhhhhhh! Aaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiii! Come, porra! Come sua égua! Me arrebenta com essa pica toda! Aaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiii!
O Waltinho ria, socando fundo, as bolas batendo no clitóris dela. Dava pra ver a buceta da minha mãe se esticando toda, engolindo a geba inteira até o talo, o útero sendo socado. Ela rebolava o rabo, empinando mais, pedindo mais.
- Aaaaaaiiiiiiiii! Aaaaaaaaaaaaiiii Waltinhooooooo! Isso moleque! Come sua tia! Come sua égua, caralho! Me arregaça, filho da puta! Me arregaça essa bucetona! Aaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiii! Isssssssssooooooooo! Aaaaaaaaaaaiiiiiiii! Que pica gostosa! Que piroca, meu Deus! Que piroca enorme! Você é meu macho, porra!
Ele metia mais forte, tapas estalando na bunda dela – plaaaaf! plaaaaf! – deixando a carne tremendo. O suor escorria pelos corpos. Minha mãe gemia feito uma puta barata, o cu piscando enquanto a pica rasgava a buceta. A Marcinha ao meu lado respirava pesado, a mão dela apertando meu braço, depois descendo pro meu pau por cima da calça, alisando devagar. Eu estava duro pra caralho, latejando.
O Waltinho acelerou, grunhindo como animal.
- Toma sua piranha! Toma toda essa porra!
Ele gozou jorrando dentro da buceta da minha mãe, enchendo o útero dela. Ela gritou, gozando junto, o corpo convulsionando. Depois ele puxou a pica melada, grossa, brilhando de gozo e mel, e forçou a boca da minha mãe no pau.
- Chupa, vadia! Limpa tudo!
Ela engolia avidamente, lambendo as bolas, chupando a cabeça roxa, garganta fundo. Enquanto isso, ele metia dois dedos na bucetinha dela, depois no cu, abrindo o anelzinho rosado.
A Marcinha deu um gemidinho baixinho e se encostou mais em mim, esfregando o corpo. Quando o pau do Waltinho endureceu de novo, minha mãe se posicionou de quatro, abriu as nádegas com as mãos, mostrando o cu piscando.
- Vem moleque... vem comer seu prêmio por inteiro. Enfia essa pica no meu cuzao...
Eu não acreditei. O coração martelando. O Waltinho cuspiu na rola e foi enfiando devagar no cu da minha mãe. Centímetro por centímetro, o anel se abrindo, esticando.
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh! Aaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhh! Issssssssssssssoooooooooooo! Ummmmmmmmmm! Hmmmmmmmmmmmmm! Aaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiii! Que bom que você tá aqui, porra! Me fode o cu!
Ele começou a bombar forte, o pau desaparecendo inteiro no cu dela, as bolas batendo na buceta molhada. Minha mãe gritava, o corpo todo tremendo, suor pingando.
- Aaaaaaiiiiiiiii! Mais fundo! Rasga o meu cu, Waltinho! Aaaaaaaaaiiiii!
Ele tirou de repente e gozou jorrando por todo o corpo dela – no rosto, nos seios, na bunda. Ela ria, lambendo o que conseguia, puta no cio.
Eu e a Marcinha saímos de fininho. Depois da esquina vimos o Waltinho indo embora. Em casa, a Marcinha disse que a gente não podia falar nada, pra não destruir a mãe como fizeram com a Leticia. Mas eu estava puto, traído, humilhado. E excitado pra caralho.
As coisas pioraram. Minha mãe saía toda tarde, voltava de madrugada. Eu vasculhei as coisas dela e achei comprovantes de motel. Chorei de raiva, mas a Marcinha ainda defendia o filho da puta. Duas semanas depois, minha mãe viajou pra casa da tia Karen. Só eu e a Marcinha em casa.
Voltei mais cedo da faculdade um dia e ouvi os gemidos vindo do quarto dela.
- Aaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh! Ajhhhhhhhhhhhhhhh! Aiiiiiiiiiii Waltinhooooooooooooooo! Aiiiiiiiiiii! Meu puto! Me cooooooooome! Ai! Come igual você faz com minha mãe! Aaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiii!
Pela porta encostada, vi a Marcinha, 18 anos, corpo jovem, seios médios empinados, bumbum redondinho e cheio, de quatro na cama, levando a pica do Waltinho na bucetona. Ele metia violento, o corpo dela balançando, a bunda tremendo a cada estocada.
- Aaaaaaaiiiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiiiiii! Agora eu sei porque minha mãe dá o cu pra você! Aaaaaaaaahhhhhhh! Que pica gostosa! Que pica grossa, caralho! Aaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiii! Aaaaaaaaaiiiiii!
A vadia rebolava, empinando o rabo, a buceta engolindo a pica inteira, creme escorrendo pelas coxas. O Waltinho ria.
- Você é uma puta igualzinha à sua mãe, Marcinha! Toma essa geba no fundão!
Ela gozou gritando, cara afundada no travesseiro, corpo sacudindo. Depois virou, engoliu o pau dele, chupando a porra que jorrava, lambendo a cabeça, as bolas, garganta fundo. Quando ele endureceu, deitou em cima dela e enfiou no cu da minha irmã.
- Aaaaaaiiiii! Tá ardendo! Mas enfia, porra! Fode o meu cu!
Ele cavalgou devagar no começo, depois forte, 20 minutos socando o cu apertado dela até gozar dentro, enchendo o intestino de porra quente.
Eu esperei ele sair, entrei. A Marcinha estava no banho. Entrei no banheiro, tirei ela dali à força.
- Eu vi tudo, sua vadia! Vi o Waltinho comendo sua buceta e seu cu!
Ela gelou, nua na minha frente, buceta vermelha, inchada de chupões e pirocadas, marcas no corpo.
- E daí? Vai fazer o quê? A mamãe também transa com ele. Ela não vai me proibir!
Aquilo me transformou em um animal. Estapeei a cara dela, empurrei pro quarto, joguei na cama. Ela gritava, tentava se defender, mas eu montei, abri as pernas à força, tirei o pau duro pra fora e cravei fundo na bucetinha dela.
- Aaaaiiiii! Irmão... não...
Mas ela mordeu o lábio e gemeu de prazer quando eu comecei a meter com raiva. A buceta dela estava molhada, cheia do gozo do Waltinho ainda.
- Você ainda tá com a porra dele dentro, sua vaca? Fala, cachorra!
- Não... ele gozou só no cu... Aaaaaahhhhh!
Eu metia forte, estocadas brutais, as bolas batendo. Dei mais tapas na cara e nos seios.
- Vira o cu agora!
Ela protestou, mas bati mais e ela obedeceu, abrindo as nádegas. Meu pau entrou fácil no cu dela, já arrombado pelo outro. Cavalguei aquela égua com força, puxando o cabelo.
- Há quanto tempo, ordinária? Fala!
- Uma semana... Aaaaaahhhhhhhhhhhh! Aaaaaaaaaaaaiiiiiiii! Ele me come quando você tá na faculdade! Aaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiii!
Eu explodi, gozando fundo no cu dela. Depois mandei chupar. A Marcinha, ainda ofegante, lambeu minha pica suja de porra minha e dele, chupando com vontade, entrando no clima, garganta fundo, babando.
Monteí de novo, comi a buceta até ela gozar gritando.
- Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh! Aaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Irmãozinho! Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiii! Me bate! Me bate de novo! Me bate, porra!
Eu enchi ela de tapas enquanto ela gozava, depois gozei na barriga dela. Ficamos abraçados, suados, beijando. Ela pediu desculpas, disse que gostou. Naquela noite eu currei a Marcinha várias vezes – buceta, cu, boca. A vadia gozou feito louca, pedindo mais força, mais tapa, mais pica.
No dia seguinte, resolvi o problema. Peguei um taco de beisebol, esperei o Waltinho na saída do treino. Quando ele ficou sozinho, meti porrada pra valer. Bati até a camisa ficar ensopada de sangue. Deixei ele no chão, arrebentado.
- Fica longe da minha mãe e da minha irmã, filho da puta, ou da próxima vez eu te mato.
Ele sumiu de circulação. Minha mãe parou com as safadezas, nunca mais tocou no assunto. E eu? Continuo comendo a Marcinha direto. A égua adora ser montada com vigor, buceta e cu sempre prontos pro meu pau. Pode não ser a solução perfeita, mas minha família tá protegida daquele escroto.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Após flagrar minha mãe e minha irmã caindo na pica, não aguentei e comi minha irmã!

Codigo do conto:
267315

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
16/07/2026

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