Era um dia quente de férias na casa da avó. As duas irmãs, Ana e Letícia, tinham acabado de completar 18 anos. Elas eram novinhas no corpo, mas já cheias de curvas que chamavam atenção. Ana, a mais velha por poucos minutos, tinha um tesão que não cabia dentro dela. Letícia era a caçula, com bundinha farta, pernas grossas e uma carinha inocente que escondia o quanto a bucetinha dela podia ficar molhada quando o clima esquentava. Elas estavam deitadas no mesmo sofá enorme da sala, assistindo TV à tarde. O calor fazia as camisolas finas grudarem na pele suada. Ana se virou de lado, sem querer roçando a virilha na bundinha macia da irmã. Aquele contato foi como um choque elétrico. A xana de Ana latejou na hora, inchando, ficando molhada e quente. - Porra... que delícia essa bundinha – pensou ela, mordendo o lábio. Mesmo com a casa cheia de gente, Ana não resistiu e começou a sarrar discretamente. Movia o quadril bem devagar, sentindo a carne macia da bunda de Letícia contra sua buceta. O grelinho dela esfregava no tecido fino da calcinha, inchando de tesão. Ela imaginava tudo: chegar em casa, jogar a irmã na cama, chupar aquela xaninha novinha até ela implorar. - Deixa só a gente voltar pra casa, sua safada. Vou te comer todinha – murmurava baixinho pra si mesma. Letícia parecia não perceber, ou fingia bem. Ficava quietinha, assistindo o programa, mas o corpo dela reagia. A respiração ficava mais pesada. Ana passou a mão na coxa dela, subindo devagar, sentindo a pele quente e macia. O tesão era incontrolável. Ela contava os dias pras férias acabarem. Finalmente as férias terminaram. De volta pra casa, na manhã seguinte, a mãe delas precisou sair pro centro da cidade. - Vocês ficam aqui sozinhas, tá? Não demoro – disse a mãe, pegando a bolsa. Letícia tentou ir junto, mas a mãe não deixou. Assim que o carro sumiu na rua, Ana trancou a porta e foi pra janela confirmar. O coração dela batia forte, a buceta já pingando de tesão acumulado. Virou pra irmã, que ainda estava de camisola curta, as pernas grossas à mostra. - Deita na cama – ordenou Ana, a voz rouca de desejo. - Pra quê deitar? – perguntou Letícia, franzindo a testa. - Deita que você vai saber, porra. Letícia chiou um pouco, mas obedeceu e se deitou na cama grande do quarto delas. Ana sentou do lado, a camisola dela subindo, mostrando a calcinha molhada. Começou a passar a mão na perna grossa da irmã, subindo devagar, empurrando o tecido da camisola pra cima. Os dedos roçavam a pele macia, chegando perto da virilha. - O que você tá fazendo, Ana? – perguntou Letícia, a voz tremendo um pouco. - Calma, a gente vai brincar um pouquinho. Você vai gostar pra caralho. - Eu não quero, para! Ana não parou. Continuou subindo a mão, sentindo o calor da bucetinha da irmã através da calcinha. Contemplava aquele corpo jovem, as coxas grossas, a barriguinha lisinha, os peitinhos marcando na camisola. Tinha esperado tanto por isso desde a casa da avó. Letícia reclamou mais um pouco, mas aos poucos foi ficando quieta. Ana abaixou a calcinha dela devagar, revelando a xaninha lisinha, sem pelos, rosadinha e já um pouco úmida. - Nossa, que buceta linda... novinha, cheirosa pra porra – sussurrou Ana, os olhos brilhando. Sem esperar, colou a boca ali. Passou a língua devagar pelo grelinho inchado, sentindo o sabor doce e quente. Chupou com vontade, enfiando a língua entre os lábios carnudos, lambendo tudo. Letícia levou um susto, o corpo tremendo. - Ahhh... Ana... que isso... – gemeu ela, mas não empurrou a cabeça da irmã. Ana chupava com fome, sugando o clitóris, enfiando a língua fundo na entradinha apertada. A buceta de Letícia molhava cada vez mais, escorrendo na boca dela. Ana estava louca, a própria xana piscando, latejando, doida pra gozar. - Agora vem, faz em mim também – pediu Ana, levantando o rosto molhado. - Não! Eu não quero, tenho nojo! – respondeu Letícia, virando o rosto. - Ah, você gostou quando eu fiz em você, né sua safada? Agora eu quero também. Anda, chupa minha buceta! - Não vou fazer! Ana estava possuída pelo tesão. Puxou a irmã pelo pulso com força e a colocou de cara entre as pernas dela. Levantou a própria camisola, expondo a xana inchada, molhada, os lábios vermelhos e o grelinho duro. - Chupa, Letícia. Lambe tudo. Letícia hesitou, mas o cheiro forte de buceta excitada encheu o nariz dela. Deu uma lambidinha tímida, depois outra. Ana segurou a cabeça dela e pressionou contra a buceta. - Isso... assim... chupa minha xana, irmãzinha. Que delícia... ahhh... Letícia começou a lamber com mais vontade, a língua passando no grelinho, sugando os sucos. Ana rebolava no rosto dela, gemendo alto. - Porra, que boca gostosa... me chupa todinha! O tesão estava no auge. Ana virou a irmã de novo, ficou por cima dela em posição de tesoura. Levantou a camisola e colou xana com xana, as bucetas molhadas se esfregando. - Que isso, Ana? Para agora! – gritou Letícia, tentando empurrar. - Não paro porra nenhuma. Abre as pernas pra mim. - Para, para agora, chega!!! - Calma, a gente só vai brincar mais um pouquinho. Abre as pernas, sua vadia! Ana forçou com os joelhos, abrindo as coxas grossas da irmã à força. As bucetas se colaram, quentes, molhadas, os grelinhos se esfregando direto. - Ahhh como eu queria isso desde a casa da avó... que tesão do caralho... hoje você vai ser minha, Letícia. Vou te foder com minha buceta. Começou a roçar forte, movimentos de vai e vem, as bucetas fazendo barulho molhado de tanto tesão. Letícia esperneava embaixo, desesperada. - Para, sai de cima de mim! Seu peso tá me machucando... ahhh! - Calma, já vai acabar. Aguenta só mais um pouquinho, sua putinha. - Se você não sair, eu vou gritar! - Grita, pode gritar. Ninguém vai ouvir mesmo. A casa é só nossa. Ana acelerava os movimentos, as bucetas escorregando uma na outra, os clitóris se batendo. Gemidos desesperados saíam da boca das duas. Letícia gemia misturando medo e prazer. - Ahhh... Ana... para... por favor... ahhh que delícia... não... para! - Não paro. Sente minha xana molhada na sua. Tá gostando né, safada? O tesão subia cada vez mais. Ana segurava os peitos da irmã por cima da camisola, apertando os bicos duros. Roçava mais rápido, o suor misturando com os sucos das bucetas. Letícia choramingava, o corpo tremendo. - Eu vou contar tudo pra mãe! - Pode contar depois. Deixa eu gozar primeiro... tá quase... ahhh porra! Ana gozou forte, o orgasmo explodindo. O corpo inteiro tremia, a buceta jorrando suco quente na xana da irmã. Foi o gozo mais intenso da vida dela, ondas de prazer fazendo ela gemer alto, desesperada. - Aaaahhh... gozei... gozei muitoooo... na sua bucetinha... que delíciaaa! Deitou ao lado de Letícia, as duas ofegantes, assistindo TV em silêncio. Letícia estava quietinha, o corpo ainda tremendo, a buceta brilhando de tanto suco misturado. - Não conta pra mãe nem pra ninguém o que fizemos aqui, tá bom? – disse Ana, acariciando a coxa dela. Pra surpresa dela, Letícia acenou com a cabeça, concordando. - Depois eu vou querer mais. Vou fazer isso de novo com você. Você deixa? Letícia balançou a cabeça de novo, dizendo sim baixinho. O tesão entre elas tinha acabado de começar. Após essa foda intensa e deliciosa, Ana não conseguia parar de olhar pra irmã. O corpo dela brilhava de suor, as pernas ainda abertas, a bucetinha vermelha e inchada depois da roçada. O cheiro de sexo enchia o quarto. Ela passou a mão na própria xana, sentindo o gozo escorrendo, e depois levou pros lábios da irmã. - Prova o meu gozo misturado com o seu. Chupa meus dedos, vadia. Letícia abriu a boca, chupando os dedos molhados, o gosto salgado e doce fazendo ela gemer baixinho. - Hmm... tá gostoso... – murmurou ela, corando. Ana sorriu, o tesão voltando rápido. Virou a irmã de bruços, levantou a camisola e expôs aquela bundinha farta, redonda, perfeita. Deu um tapa forte, fazendo a carne balançar. - Que cu lindo... olha só essa bundinha. Eu vou lamber tudo. Abaixou o rosto e passou a língua no cu de Letícia, circulando o furinho apertado, sentindo o gosto proibido. Letícia arqueou as costas, gemendo mais alto. - Ahhh Ana... que isso... no meu cu... ahhh para... não... continua... Ana lambia com fome, enfiando a ponta da língua no cuzinho virgem, enquanto os dedos brincavam na buceta molhada. Enfiou dois dedos fundo, sentindo as paredes quentes apertando. - Sua buceta tá piscando, sua safada. Tá gostando de ter a irmã te comendo, né? - Sim... ahhh... tá bom... mais fundo... Ana acelerou os dedos, fodendo a bucetinha com força, o som molhado ecoando. Com a outra mão, esfregava o grelinho inchado. Letícia se contorcia, gemendo desesperada. - Aaaahhh... Ana... vou gozar... não para... por favor... aaaahhh! Letícia gozou pela primeira vez, o corpo convulsionando, a buceta esguichando um pouco nos dedos da irmã. Ana lambeu tudo, deliciada. - Boa garota. Agora é minha vez de novo. Ela se posicionou de quatro, empinando a bundinha pra Letícia. - Chupa meu cu e minha buceta agora. Quero sentir sua língua em tudo. Letícia, ainda ofegante do gozo, obedeceu. Lambeu a buceta da irmã de baixo pra cima, depois subiu pro cu, circulando o furinho. Ana rebolava na cara dela. - Isso... lambe meu cu, sua putinha... enfia a língua... ahhh que delícia... O tesão subia de novo. Ana virou, puxou a irmã e colou as bucetas mais uma vez, mas agora sentadas, se esfregando face a face. Os peitos se tocavam, os bicos duros roçando. - Olha pra mim enquanto eu fodo sua xana com a minha – ordenou Ana. Os movimentos eram rápidos, as bucetas escorregando, sucos pingando na cama. Gemidos enchiam o quarto. - Ahhh... Ana... tá tão bom... sua buceta tá quente... me fode... - Isso, geme pra mim. Você é minha agora. Vou te comer todo dia quando a mãe sair. Elas gozaram juntas dessa vez, os corpos tremendo, abraçadas, xana com xana. O gozo era longo, intenso, cheio de espasmos. Depois disso, ficaram deitadas, acariciando uma a outra. Ana beijava o pescoço da irmã, mordia os peitos, chupava os bicos. - Quero mais. Quero enfiar os dedos no seu cu enquanto como sua buceta. Letícia, já rendida ao prazer, abriu as pernas de novo. - Faz o que quiser... eu tô gostando... Ana enfiou um dedo no cuzinho apertado, devagar, enquanto chupava o grelinho. Letícia gemia alto, desesperada. - Aaaahhh... no cu... tá estranho... mas gostoso... mais... Ana fodia os dois buracos, língua no clitóris, dedos entrando e saindo. Letícia gozou de novo, forte, gritando o nome da irmã. O dia inteiro foi assim. Elas brincaram de todas as formas: Ana sentando na cara da irmã, fazendo ela beber todo o gozo; roçando as bucetas em tesoura invertida; lambendo os peitos, as coxas, os pés. Detalhes suados, cheiros fortes, gemidos roucos. - Sua buceta é minha, Letícia. Esse grelinho inchado é pra eu chupar sempre. - Sim... chupa minha xana... me faz gozar de novo... ahhh porra... Elas perderam a conta de quantos orgasmos tiveram. Quando a mãe ligou avisando que estava voltando, elas correram pra tomar banho juntas, ainda se tocando por baixo da água. - Isso vai continuar – sussurrou Ana no ouvido da irmã enquanto ensaboava a bundinha dela. - Eu quero... toda vez que der – respondeu Letícia, beijando a boca da irmã. A partir daquele dia, a casa virou palco de sacanagens secretas. As duas irmãs de 18 anos se entregavam ao tesão proibido sempre que podiam. Ana dominava, Letícia aprendia a gostar de ser dominada. Bucetas molhadas, cus lambidos, dedos e línguas em todos os buracos. Gemidos desesperados, corpos suados colados, prazer sem limites. E o remorso que Ana sentia no começo? Sumiu completamente. Só restava o tesão puro, intenso, viciante pela irmãzinha que agora era sua putinha particular. Na semana seguinte, Ana planejou tudo. Quando a mãe saía, elas trancavam o quarto. Letícia já esperava ansiosa, a camisola levantada, pernas abertas. - Vem, Ana... quero sua boca na minha buceta de novo. Ana se jogava, chupando com fome, enfiando a língua fundo, sugando o suco que escorria. Depois virava a irmã de quatro, lambia o cu enquanto dedava a xana. - Olha esse cuzinho apertado... um dia vou enfiar uma coisa maior aqui. Letícia gemia, empinando mais a bundinha. - Enfia o que quiser... eu sou sua... Elas experimentavam posições novas: Ana deitada, Letícia cavalgando a buceta dela, rebolando forte, os grelinhos se esfregando rápido. O barulho molhado era alto, os gemidos ecoavam. - Aaaahhh... tá batendo no meu ponto... vou gozar... aaaahhh! Gozo após gozo, corpos exaustos mas insaciáveis. Ana descrevia tudo chulo enquanto faziam. - Sente minha buceta molhada esfregando na sua, sua vadia. Sua xaninha tá pingando pra mim. - Sim... me fode com sua xana... me faz sua putinha... As cenas se repetiam com variações: uma lambendo a outra enquanto assistiam TV, dedos dentro durante o banho, oral escondido no sofá. Sempre com intensidade, suor, gemidos desesperados como "aaaahhh porra não para", "tá tão bom no meu cu", "chupa meu grelinho mais forte". O tesão entre as irmãs crescia. Elas trocavam olhares cúmplices na frente da mãe, sabendo que à noite iam se devorar de novo. Ana ensinava Letícia a ser mais safada, a pedir por sacanagem. - Diz que quer minha língua no seu cu. - Quero sua língua no meu cu, Ana... lambe tudo... E Ana obedecia, lambendo devagar, enfiando fundo, fazendo a irmã tremer e gozar. Esse foi o começo de uma relação intensa, cheia de desejo carnal, detalhes sujos e prazer sem fim. Duas irmãs de 18 anos descobrindo o quanto uma buceta na outra podia ser viciante.
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