Minha irmã dopada!



A casa estava silenciosa aquela noite. Meus pais tinham viajado para a casa da tia no interior e só voltariam no dia seguinte. Eu, o irmão mais velho, ficava ali, com o coração acelerado, sabendo que era a chance que esperava há anos. Minha irmã, a Letícia, tinha 27 anos agora, mas desde os 18, quando o corpo dela começou a explodir em curvas, eu não conseguia tirar os olhos. Branquinha, pele macia, peitões pesados que balançavam quando ela andava, cintura fina e uma bunda redonda que fazia qualquer shortinho parecer uma provocação. Ela adorava aqueles shortinhos coladinhos, tão apertados que dava pra ver o formato perfeito da bucetinha dela, um cpu de fusca inchado, lábios carnudos marcando o tecido fino.
Desde que ela completou 18 anos, eu virava voyeur. Ficava no corredor, olho no buraco da fechadura, vendo ela sair do banho. Vi os peitinhos nascendo, os bicos rosados endurecendo no ar, os cabelinhos finos aparecendo na xoxotinha até ela decidir raspar tudo. Nunca desconfiou. Eu batia punheta pensando naquilo todo dia. Agora, com ela adulta, morando ainda na mesma casa, o tesão só aumentava. Ela chegava da rua cansada, tomava banho e colocava aqueles shorts folgados pra dormir. Sentava de pernas abertas no sofá, sem se importar, e eu via a buceta raspadinha quase toda de fora, o grelinho saltado, rosado, pedindo pra ser chupado.
Naquela noite, por volta das dez e meia, ela chegou transtornada. Chorava alto, o rosto inchado de tanto soluçar. Tentei conversar, mas ela só balançava a cabeça.
- Deixa eu em paz... não quero falar agora.
Foi pro banheiro, tomou um banho demorado. Quando voltou, enrolada só na toalha branca, sentou no sofá de qualquer jeito. As pernas se abriram um pouco e eu vi tudo: a bucetona inchada, os lábios grossos separados, o grelo grande e protuberante brilhando úmido. Meu pau endureceu na hora, latejando dentro da cueca.
Puxei assunto devagar. Ela desabafou entre lágrimas: tinha pegado o namorado comendo a melhor amiga dela no apartamento dele. Chorou mais, descontrolada. Ofereci água com açúcar, mas ela pediu o calmante que guardava no quarto.
- Me traz três... é a única forma de eu dormir hoje.
Entreguei. Ela engoliu os três de uma vez. Conversamos mais uns trinta minutos, a voz dela ficando mole, os olhos pesando. Logo ela apagou no sofá, respirando fundo, o corpo relaxado pelo efeito forte dos remédios.
Meu coração batia como tambor. "Hoje eu vou realizar o sonho, porra." Me aproximei devagar, sem fazer barulho. Ajeitei ela de barriga pra cima, abrindo bem as pernas grossas e macias. A toalha se soltou fácil. Quase gozei só de ver: aqueles peitões enormes, firmes, bicos grandes e rosados, duros mesmo no sono. Me ajoelhei, aproximei o rosto e comecei a mamar. Chupei um bico com fome, sugando forte, mordiscando leve com os dentes enquanto a língua rodava.
- Hmm... - ela soltou um gemidinho baixo, quase inconsciente.
Mamava um, depois o outro, apertando os peitos com as mãos, sentindo o peso delicioso. Desci beijando a barriga lisinha, até chegar na delícia. O cheiro da buceta raspadinha me invadiu, doce, quente, viciante. Abri mais as pernas dela, expondo tudo. Que bucetona grande, inchada, o grelo saltado pra fora como um botão pedindo atenção. Comecei a chupar o grelinho com carinho, a língua batendo rápido, depois sugando forte.
- Ahh... que delícia... - murmurei pra mim mesmo, lambendo o mel que escorria.
Ela ressonava, mas o corpo reagia. Enfiei a língua na fenda, lambendo fundo, sentindo o gosto salgado-doce da buceta molhada. Coloquei um dedo, depois dois, fodendo devagar enquanto mamava o grelo sem parar. A bucetinha apertava meus dedos, quente e encharcada.
- Uhh... hmm... - gemidos baixos escapavam dela, desesperados mesmo no sono profundo.
Toquei uma siririca gostosa, os dedos entrando e saindo com barulho molhado. Lambi os dedos, viciado no sabor da irmã. Desci mais, passei a língua no cuzinho marronzinho, bem costuradinho e apertado. Lubrifiquei com saliva e enfiei um dedo, depois dois, abrindo aquele buraco enquanto voltava a chupar o grelo.
- Porra, que cu gostoso... - sussurrei, sentindo ela se contrair levemente.
Meu pau estava babando, fora da cueca, veias pulsando. Esfreguei a cabeça grossa na cara dela, lambuzando os lábios carnudos com a lubrificação. Enfiei um pouco na boca mole, sentindo a língua quente sem reação.
Não aguentava mais. Posicionei a pica na entrada da buceta e fui enfiando devagar. Ela se mexeu um pouco.
- Hnnn... - um gemido mais alto saiu.
Parei com a vara toda enterrada naquela gruta apertadinha, mesmo com a vida sexual intensa dela. Depois comecei a bombar forte, estocadas profundas, minhas bolas batendo na bunda. A buceta fazia barulhos molhados, apertando minha pica como se não quisesse soltar.
- Ahhh... caralho... que buceta boa... - gemi, aumentando o ritmo.
Ela gemia no sono, desesperada:
- Uhh... ahh... mais... hmm...
Fodi com força, mamando os peitões ao mesmo tempo. Gozei bem fundo, jatos grossos enchendo a xoxota. Tirei o pau melado, porra escorrendo dos lábios inchados.
Virei ela no sofá, coloquei almofadas embaixo da barriga pra deixar de quatro. Que visão: a bucetona ainda aberta, gozo pingando, e o cuzinho piscando. Enfiei a língua no cu, lambendo e lubrificando. Dedos entravam fácil agora. Posicionei a pica e fui enfiando devagar no buraco apertado.
- Ahhh... tá apertado... - ela soltou um gemido rouco quando metade entrou.
Esperei, depois enterrei tudo. Comecei a foder o cu com estocadas lentas, depois mais fortes. Quinze minutos martelando aquele rabo gostoso, o cu dela apertando minha pica como uma mão quente.
- Porra... vou gozar no seu cu... - rosnei.
Aumentei a velocidade, estocadas violentas. Ela gemia alto agora, o corpo tremendo mesmo dopada:
- Uhhhh... ahhh... que delícia... fode...
Gozei fundo no intestino, enchendo de porra quente. Deixei amolecer dentro, depois tirei. A porra escorreu pelo cu e pela buceta. Limpei tudo com cuidado, dei mais uma chupada na bucetona inchada, lambendo o grelo sensível, e uma dedada profunda.
Ajeitei ela no sofá, enrolei a toalha, coloquei o lençol e uma almofada confortável. Fui pro meu quarto e dormi como nunca, feliz da vida.
No dia seguinte ela acordou quase meio-dia. Conversamos normal, como se nada tivesse acontecido. Ela não desconfiou de porra nenhuma. Foi pra praia e eu fiquei em casa, pau duro de novo só de lembrar do gosto da buceta e do cu da minha irmã.
Mas aquela noite marcou o começo. O tesão não parou ali. Eu queria mais, e sabia que teria outras chances. A imagem dela gemendo no sono, a bucetona melada, o cu piscando depois de levar porra... ficaria gravada pra sempre.
Voltando um pouco no tempo, pra enriquecer a obsessão. Desde os 18 anos dela, quando os peitões começaram a crescer de verdade, eu não perdia oportunidade. Lembro de uma noite em que ela tomou banho e sentou no sofá com o short folgado. As pernas abertas casualmente, a bucetinha raspadinha aparecendo inteira, lábios grossos, grelo grande saltado. Fiquei horas batendo punheta no quarto depois, imaginando chupar aquilo.
Naquela noite dopada, cada segundo foi eterno. Quando chupei o grelo, eu não só lambia: sugava com força, mordia de leve, fazia a língua vibrar rápido. O mel escorria pela minha barba, eu lambia tudo, enfiava a cara inteira na buceta, inalando o cheiro forte de mulher excitada mesmo no sono. Dedos entravam fundo, curvados tocando o ponto G, fazendo ela contrair e soltar gemidos longos e desesperados:
- Ahhhhh... uhhhh... tá bom demais...
O corpo dela se mexia devagar, quadril levantando sutilmente contra minha boca, como se pedisse mais mesmo inconsciente. Quando fodi a buceta, eu ia fundo, girava a pica dentro, batia a cabeça grossa no fundo do útero. A apertadinha dela me massageava, sucos misturados com minha pré-gozo escorrendo pelas coxas branquinhas.
Depois, no cu, foi ainda mais intenso. Lubrifiquei com bastante saliva, cuspi direto no buraco e enfiei dois dedos abrindo bem. Quando a pica entrou, o anel apertado resistiu no começo, depois engoliu tudo. Estocadas lentas viraram marteladas, minhas mãos apertando a bunda dela, abrindo as nádegas pra ver a pica desaparecendo no cuzinho marrom.
- Caralho, que cu guloso... toma toda a pica do irmão... - eu murmurava enquanto fodia.
Gemidos dela ficavam mais altos, roucos, desesperados:
- Hnnnnn... ahhh... fundo... uhhhh...
Eu gozei duas vezes no cu, enchendo até transbordar. Depois voltei pra buceta, fodi mais um pouco, misturando porra e mel. Chupei os peitões de novo, mordendo os bicos até ficarem vermelhos. Limpei tudo com a língua, lambendo a porra que escorria, sentindo o gosto misturado da irmã.
A obsessão vinha de anos. Lembrava de vigiar ela aos 18, vendo os primeiros pelos sumirem quando raspava. Via o grelo crescer, a buceta ficar mais carnuda. Agora, aos 27, ela era uma puta gostosa, corpo definido de academia, peitões que balançavam livres em casa. E eu tinha comido tudo, sem ela saber.
Na manhã seguinte, quando ela acordou, bocejando, ainda com a toalha meio solta, eu sorri por dentro. O cheiro dela ainda estava nas minhas mãos. Ela não sentiu nada, só comentou que dormiu pesado.
- Nossa, aqueles calmantes são fortes mesmo. Nem me lembro de ter deitado direito.
- É, você precisava descansar - respondi, disfarçando o pau semi-duro.
Ela foi pra praia de biquíni minúsculo, a bucetinha marcando o tecido, e eu fiquei revivendo cada estocada, cada gemido, cada lambida. Sabia que não seria a última vez. O tesão por aquela bucetona e aquele cu era infinito.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha irmã dopada!

Codigo do conto:
267412

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
17/07/2026

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