Ajudei a realizar a fantasia de meu membro amigo: comi a mulher dele!
A noite de sexta-feira estava quente, úmida, o tipo de ar que grudava na pele e fazia o corpo latejar de expectativa. Eu, moreno claro, 1,75m, 72kg, engenheiro de dia e tarado por sacanagem de noite, estacionava o carro a algumas quadras da casa do Marcos. Meu pau já dava sinal de vida só de lembrar da conversa que tivemos. Ele, meu amigo de longa data, tinha confessado entre várias cervejas que morria de tesão só de imaginar outro homem comendo a mulher dele, a Marta. E eu? Eu conhecia ela. Morena de sol, 1,70m, corpo escultural que fazia qualquer um babar: peitos firmes e cheios, cintura fina, bunda grande e empinada que balançava de um jeito hipnotizante, pernas longas e uma boca carnuda perfeita pra chupar pica. - Porra, cara, se ela topasse eu realizava essa fantasia hoje mesmo – eu tinha dito rindo, mas sério por dentro. Marcos bebeu mais um gole e sorriu torto. - Ela fica molhada quando eu falo disso, mas recusa. Diz que é loucura. Mas eu arranjei um jeito... Uma semana depois ele me ligou com o plano maluco: eu fingiria um assalto, encapuzado, rendendo os dois. Ele amarrado assistindo tudo. Eu comendo a Marta sob ameaça, mas devagarinho transformando em prazer. Meu pau endureceu só de ouvir. Aceitei na hora. Entrei pelo portão com ele, me escondi no canto escuro do muro, capuz preto cobrindo o rosto, revólver de brinquedo na mão. O coração batia forte. Ouvi vozes lá dentro. Marta tinha tomado banho, perfumada, vestida com um shortinho jeans curto que marcava a bunda e uma blusinha fina sem sutiã. Eles iam sair pro motel, mas o plano mudaria tudo. A porta se abriu. Marcos saiu primeiro, fingindo naturalidade. Eu pulei da sombra, arma em punho. - Parados aí, porra! Mãos na cabeça! – gritei rouco, voz alterada. Marta soltou um grito agudo, olhos arregalados de pavor. Marcos levantou as mãos rápido. - Calma, amor, faz o que ele manda... – ele murmurou. Eu os empurrei pra dentro, fechei a porta. Amarrei Marcos firme numa cadeira na sala, tirando a carteira dele e uns pertences pra fingir assalto de verdade. Depois me aproximei dela. Marta tremia, soluçando baixinho, braços cruzados sobre os peitos. - Tira a roupa devagar, vadia. Tudo. Agora – ordenei baixo, perto do ouvido dela. Ela chorava, mas obedeceu. Tirou a blusinha primeiro, revelando aqueles peitos maravilhosos, mamilos escuros já arrepiados de medo e algo mais. Depois o short e a calcinha. A bucetinha depilada apareceu, carnuda, com os lábios inchados. Ela tentava tampar com as mãos. - Para de chorar, caralho. Se você colaborar eu sou bonzinho. Não te machuco. Senão... – sussurrei no ouvido dela, roçando o corpo. Marta assentiu com a cabeça, respirando fundo, tentando se acalmar. As lágrimas pararam aos poucos. - Agora vem cá. Tira minha roupa bem devagar, gostosa. Ela se aproximou, mãos trêmulas, puxando minha camisa. Quando chegou na calça, abriu o zíper e meu pau saltou pra fora, duro como pedra, veias pulsando, cabeça brilhando de pré-gozo. Uns 18cm grossos, moreno claro como eu. Sem eu mandar nada, ela se ajoelhou. Olhei pro Marcos. Ele sorria discretamente, pau marcando na calça. - Isso... chupa essa pica, sua puta. Mostra pro teu marido como você sabe mamar gostoso – eu disse. Ela abriu a boca carnuda e engoliu a cabeça da minha pica devagar. A língua quente girou em volta, sugando. - Mmmph... – ela gemeu abafado, olhos ainda úmidos mas o corpo relaxando. Marta chupava com gosto agora, cabeça subindo e descendo, saliva escorrendo pelo meu pau até as bolas. Ela lambia as veias, chupava as bolas uma por uma, depois voltava pra glande, sugando forte como se quisesse me secar. - Porra, que boca gulosa... tá gostando de chupar uma pica estranha na frente do teu homem, hein? – provoquei. Ela não respondeu com palavras, só acelerou, gemendo - Mmm... ahh... – o som molhado ecoando na sala. Eu segurava o cabelo dela, fodendo sua boca devagar. Marcos respirava pesado, excitado pra caralho. Não aguentei. Gozei forte na boca dela, jatos grossos de porra quente enchendo a garganta. - Engole tudo, vadia. Não perde uma gota. Marta engoliu, tossindo um pouco, depois lambeu meu pau inteiro, limpando até a última gota, língua passando nas bolas. - Agora eu vou retribuir essa gozada maravilhosa – eu disse, levantando ela. - Não precisa... por favor... – ela murmurou, voz rouca. Eu a deitei no sofá grande, abrindo as pernas dela. Os peitos subiam e desciam rápido. Comecei mamando aqueles mamilos duros, chupando forte, mordiscando. Desci pela barriga lisa, beijando, lambendo até chegar na bucetinha. Já estava encharcada, sucos brilhando nos lábios inchados, o grelinho aparecendo pedindo atenção. - Olha só como tá molhada essa buceta... finge que não quer, mas o corpo não mente – eu ri baixo. Comecei chupando leve, língua passando devagar pelo grelinho. Marta apertou meu braço, quadril tremendo. - Ahh... não... – mas o gemido entregava. Intensifiquei, sugando o grelinho, enfiando a língua dentro da buceta quente e apertada, dois dedos fodendo devagar. Ela começou a rebolar no meu rosto. - Aiiiii... porra... que delícia... – escapou dela. Chupei com fome, sugando, lambendo rápido. Marta gozou forte, corpo arqueando, buceta pulsando na minha boca, sucos escorrendo. - Aaaahhh! Gozei... caralho... – ela gritou desesperada. Levantei ela, pus de quatro no sofá, bunda empinada pra mim. Fui pra frente dela. - Chupa de novo. Deixa ele bem duro pra te foder. Ela obedeceu, boquete guloso, saliva pingando. Meu pau endureceu rápido. Fui pra trás, posicionei a cabeça grossa na entrada da buceta molhada e enfiei devagarzinho, centímetro por centímetro. - Uuuuhhh... tá grande... – ela gemeu, apertando o sofá. Comecei o vai e vem, devagar no início, depois mais forte. Marta rebolava, encontrando minhas estocadas. - Isso... mete nessa buceta... aiiiiiii, mais fundo! – ela pediu, voz rouca. Eu metia forte, bolas batendo na bucetinha, mãos apertando aquela bunda deliciosa. Ela gozou de novo, gritando - Aaaaiii, gozando de novo! Porraaa! – corpo tremendo inteiro. Meti mais umas vezes e gozei dentro, enchendo a buceta de porra quente. Ela desabou, ofegante. Fomos pro banheiro juntos, lavando as partes. Meu pau ainda semi-duro. Voltamos pra sala. - Agora outro boquete, gostosa. Ela se ajoelhou de novo, chupando com mais fome, olhos nos meus. Meu pau ficou ferro de novo. Coloquei ela de quatro outra vez. - Agora vou comer esse cuzinho virgem. - Não... faz outra coisa, por favor... – ela pediu, mas a voz já tinha tesão. Eu não dei ouvidos. Lambi o cuzinho rosado, língua girando, enfiando a ponta. Ela gemeu surpresa. Depois um dedo, lubrificado de saliva, depois dois, abrindo devagar. - Ahh... tá estranho... mas gostoso... – ela admitiu, rebolando no meus dedos. Cuspi no meu pau e no cuzinho dela, posicionei e comecei a enfiar. Era apertado pra caralho. Ela gemia de dor misturada com prazer. - Uuuuhhh... dói... vai devagar... aaai! Centímetro a centímetro, até as bolas encostarem. Fiquei parado, deixando ela acostumar. Depois comecei a meter devagar. Marta começou a rebolar, gemendo mais alto. - Porra... tá enchendo meu cu... ai, mete mais... – ela pediu desesperada. Aumentei o ritmo, fodendo o cuzinho apertado com força. Ela gozou tremendo, cu piscando no meu pau. - Aaaaaahhhh! Gozei no cu! Que delíciaaa! – gritou, corpo convulsionando. Eu bombei mais um pouco e gozei fundo no intestino dela, jatos quentes. - Toma porra no cu, vadia... Pedi pra ela ir se lavar de novo. Enquanto estava no banheiro, me despedi rápido do Marcos com um aceno. Saí pela porta dos fundos. Ela voltou, desamarrou o marido. No dia seguinte Marcos me ligou. - Cara, foi fantástico. Obrigado. Nunca vi ela tão safada. Agora tô realizado pra caralho.
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