A manhã estava fresca, daqueles dias em que o sol mal consegue aquecer o ar. Eu dirigia tranquilo, com o presente da minha amiga no banco do carona, quando decidi passar na casa da Bia, minha afilhada de casamento. Ela tinha 24 anos agora, uma mulher alta, gordinha no ponto certo, com curvas exuberantes que chamavam atenção. Bundona redonda, peitos firmes do tamanho de peras maduras, coxas grossas e uma barriguinha macia que dava vontade de apertar. Como estava sem emprego, passava os dias em casa, e eram umas 11 da manhã. Bati na porta e me identifiquei. - Entra, padrinho! Tô deitada aqui... – ela gritou lá de dentro, a voz sonolenta. Entrei e a vi deitada no sofá da sala, meio descoberta. O lençol tinha escorregado, revelando aquele corpo delicioso. Perguntei se queria que eu cobrisse. - Sim, por favor... – respondeu baixinho. Peguei a coberta, mas ao levantar o lençol, meu olhar caiu direto nela. Só de calcinha fio dental. Aquela bundona toda à mostra, a calcinha fina enterrada no rego profundo do rabão dela. A pele arrepiada brilhava levemente. - Padrinho... tô arrepiada... – murmurou ela, virando o rosto corado. - Tô percebendo. Tá com frio? – perguntei, a voz já rouca. - Estranhamente não... Tô arrepiada por saber que você tá me olhando pelada... Que será isso? – os olhos dela brilhavam com uma mistura de vergonha e curiosidade. Sem pensar, o instinto falou mais alto: - Isso é tesão... E tá com tesão de se mostrar pra mim, né, sua safada? Joguei a coberta pro lado e comecei a cobrir aquelas pernas grossas de beijos quentes. Subi devagar pelas coxas macias, sentindo a pele tremer sob meus lábios. Cheguei naquele rabão enorme, redondo, perfeito. Ela soltou um gemido baixo, assustada mas já se entregando. - Aaahhhhh... que gostoso... Mas você é meu padrinho... Hummmm... faz sua afilhada contente... Ela já tava entregue, o corpo relaxando enquanto eu passava a língua no cuzinho rosado. Com as mãos, ajudei a abrir mais aquela bundona, e coloquei um travesseiro embaixo da barriguinha dela, deixando o rabinho bem levantado e exposto. Bia abriu as pernas sem vergonha, empinando mais. Afundei minha cara naquele bundão quente, cheirando a mulher excitada. Minha língua invadiu o buraquinho apertado, girando, lambendo fundo. - Aiiiiiii, padrinho... que delícia... lambe meu cu... – gemia ela, remexendo o quadril. Arranquei a calcinha fio dental com os dentes e passei a chupar aquele grelinho inchado. A buceta gordinha dela já pingava, melada, quente. Enfiei a língua bem fundo na xota dela, sentindo o sabor doce e salgado do tesão. Bia se contorcia, apertando minha cabeça entre as coxas grossas. - Aaaiiii... tô gozando... gozando na boca do meu padrinho... aaaahhhhh! O gozo dela veio forte, jorrando na minha língua. Um gostinho delicioso, quente, que eu engoli avidamente. Ela tremia inteira, incrédula. - Não acredito... você tá comendo sua afilhada com a língua... Rapidamente tirei meu pau pra fora. Já duro como pedra, latejando, a cabeça vermelha brilhando. Bia caiu de boca, chupando com fome. A boquinha quente engolia fundo, lambendo as bolas, sugando a glande. - Hummm... que pica grossa, padrinho... tá tão dura pra mim... Enquanto ela mamava gostoso, eu chupei aqueles peitos deliciosos. Cada um cabia inteiro na minha boca. Sugava forte, mordiscando os bicos duros, como se quisesse tirar leite dela. Bia gemia com a boca cheia de pau. - Mete na minha buceta agora... por favor... Posicionei a cabeça da pica na entrada da bucetinha gordinha e ardente e meti devagar, sentindo as paredes quentes me apertarem. Ela era apertada, molhada, perfeita. Começamos devagar, depois o ritmo aumentou. - Vaiiiii... e vemmmm... vaiiiii... e vemmmm... – ela repetia, mexendo o quadril no compasso, rebolando deliciosamente. Aquela gordinha sabia foder. Tinha fogo no corpo. Metia com vontade, os peitos balançando, a barriguinha tremendo a cada estocada. - Aaahhh... mais fundo... come sua afilhada... – pedia ela, desesperada. O vai e vem ficou alucinante. Vaaaaaiiiii e veeeeeemmm... vaaaaaiiiii e veeeeeemmm... repetidas vezes, o som molhado da pica entrando e saindo daquela xota encharcada enchendo a sala. Ela gritou alto: - Vou gozar... vou gozar no pau do meu padrinho... vem, mete fundo na sua afilhada... come minha buceta... me deixa sentir seu gozo em mim... sua afilhada depravada quer seu pau todo dentro dela... veeeeeemmmm tô gozaaaaaannnnddddoooooo... gostooooooooso... tô gozando muito... Senti a buceta dela apertar forte, ordenhando minha pica. Gozei junto, encharcando tudo de porra quente. O leite escorria pelo rego, misturado com os sucos dela. Ela não parou. Pagou um novo boquete, sugando cada gota de porra que restava no meu pau, limpando tudo com a língua gulosa. Me deixou duro de novo rapidinho. - Agora você vai gozar de quatro, sua safada. Ainda em transe, Bia virou sem reclamar, empinando aquela bundona enorme pra mim. Salivei nos dedos e enfiei um no rabinho virgem. - Aaaiii... devagar... – gemeu ela. - Rabinho é modéstia sua... é um puta de um rabão e eu adoro. Vou ser gentil. Enfiei dois dedos, depois três. Ela reclamou no começo, mas logo começou a rebolar, descendo e subindo, fodendo meus dedos enquanto minha pica entrava fundo na buceta. - Aaahhh... aaaiiiiii que delícia... sou sua... sou toda sua... faz de mim o que quiser... tô gozando muito... mas me come... me fode... me abre toda... Tirei o pau melado da buceta e pressionei contra o cuzão. Ela aguentou firme, respirando pesado. Deixei ela acostumar com a grossura, depois comecei a meter devagar. - Rebola pro padrinho... vai ficar melhor. Bia rebolou gostoso, empinando mais. Enterrei tudo. O rabão dela me apertava deliciosamente quente e apertado. Começamos o vai e vem de novo: vaaaaaiiiii e veeeeeemmm... vaaaaaiiiii e veeeeeemmm... Ela se jogava pra trás com força, querendo mais fundo. - Padrinho, você tá me fudendo toda... tá me arregaçando... tô toda arrombada... mas é bom sentir seu pau me rasgando... acho que vou gozar... acho que vou gozar pelo rabo... nossa... que gostoooooooso... tô gozzzaaaaannnnddddoooooo pelo rabo... tô fudida e sem pregas... mas tô feliz... e gozzzaaannnddddoooooo muito... me fode com força... Metia com tudo, a cabeceira da cama batendo na parede. Ela se apoiava nas mãos, jogando o corpo contra mim. Gozei forte dentro daquele cu, jorrando sem parar. Bia se contorcia, gozando junto, o corpo todo tremendo. Tomamos banho juntos, ensaboando um ao outro com carinho. Ela pagou vários boquetes no chuveiro, eu chupei aquela bucetona de novo até ela gozar na minha boca mais uma vez. Sequei ela no quarto, mas caí de boca novamente na vagina molhada, lambendo até outro orgasmo forte. - Tô levando um presente pra uma amiga, mas como você foi uma boa afilhada... e bota boa nisso... vou te dar ele. Ela sorriu maliciosa, prevendo sacanagem. - Se é você que vai dar... dá tudo pra mim... mas dá bem no fundo... Virei ela de bruços, lubrifiquei um consolo grosso com gel e enfiei devagar no rabão ainda sensível. Bia gemeu alto. - O que é isso, padrinho? - Fica quieta... vira de frente devagar. Quando virou, viu meu pau duro de novo. Enfiei na buceta enquanto o consolo vibrava no cu. Liguei no máximo. Bia pirou. - Aiiiiii meu Deus... tô sendo fudida com dois paus... um no cu e outro na buceta... aaahhhhh... vou gozar de novo... Gozou loucamente. Falei que agora ela podia dizer que tinha tomado no cu de verdade. Ela remexeu mais, gozando o resto que tinha. Tirei minha pica, mas enfiei outro consolo na bucetona, liguei e mandei ela ficar de quatro. - Chupa, pra se sentir uma puta de verdade tem que ter um pau no cu, outro na buceta e outro na boca. Pode chupar até eu gozar na sua boquinha... sua puta... puta gostosa... Ela chupou com vontade, os dois consolos vibrando dentro dela. Gozei forte na boca dela. Como boa puta, sugou cada gota. - Agora põe a calcinha e fica deitada assim, com os dois consolos dentro. Ela obedeceu. Desliguei os vibradores mas deixei eles enfiados. Cobri ela, toda melada, lambuzada de porra e gozo. Bia dormiu exausta, fudida e feliz. Antes de sair, sussurrei: - Se você for uma boa menina, isso tudo pode se repetir. E repetiu. Muitas vezes. Cada encontro mais intenso, mais safado. Bia emagreceu um pouco, ficou ainda mais gostosa, mas continuou grandona o suficiente pra eu apertar e agarrar aquela carne macia. A afilhada dorminhoca virou minha puta particular, sempre pronta pra abrir as pernas, o cu e a boca pro padrinho.
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