Vi minha filha dando pra dois caras, após isso quis comer também!
A vida às vezes te joga numa situação que muda tudo. Eu tinha 36 anos, corpo definido de quem malha pesado e caminha todo dia. As mulheres na rua ainda viravam o rosto pra olhar. Minha esposa, aos 35, era um tesão vivo: corpo firme, peitos empinados, bunda redonda que fazia inveja pra qualquer garota de 18. Juntos criamos a Daniela, nossa filha única. Aos 18 anos ela virou uma mulher de tirar o fôlego. Alta, pele morena suave, cabelos longos, peitos enormes que balançavam quando ela andava, cintura fina e uma bunda grande, empinada, que parecia feita pra sentar no colo de alguém. Tudo mudou num dia quente de piscina. Eu estava relaxando quando vi ela de bruços no sol, usando um biquíni minúsculo. O fiozinho sumia entre as nádegas grossas, marcando cada curva. Os peitos quase escapavam dos triângulos pequenos. Meu coração acelerou. Meu pau começou a inchar dentro da bermuda só de olhar aquela bunda impinadinha brilhando de óleo. - Papai, vamos brincar dentro da piscina? – ela chamou, virando o rosto com um sorriso inocente que não combinava mais com o corpo de mulher. Eu fiquei paralisado. Meu pau latejava, esticando o tecido. Não tinha como negar, sempre brincamos assim. Entrei na água gelada, mas nada aliviava o tesão. Daniela veio nadando, abraçou meu pescoço, deu beijos no rosto. - Te adoro, papai. Você é o melhor pai do mundo – sussurrou, corpo colado no meu. A bunda dela roçava direto na minha pica dura. Cada movimento, cada abraço, o fio do biquíni passava por cima da minha rola. Eu quase gozei ali mesmo. - Calma, filha... – murmurei, voz rouca, saindo da piscina antes que ela sentisse tudo. Aquela semana eu só pensava nisso. Imaginava fudendo minha própria filha, chupando aqueles peitos enormes, enfiando a pica na bucetinha dela, sentindo o cu apertado. Como fazer? Minha esposa viajava a trabalho de repente e só voltaria no dia seguinte. Fiquei sozinho com Daniela em casa. Cheguei mais cedo, deixei o carro no posto e entrei pelos fundos. Ouvi gemidos vindo do quarto dela. Subi as escadas devagar, coração na boca. Empurrei a porta só um pouco e o choque me acertou: Daniela, minha filhinha de 18 anos, estava de quatro na cama, nua, sendo comida por dois rapazes. Um cara alto enfiava a pica grossa de 22cm na boca dela. Fazia movimentos de vai e vem como se fodesse uma buceta. - Aiiii putinha, que boca gostosa! – ele rosnava. – Que delícia fuder essa garganta. Vou gozar aqui dentro, toda minha porra! Ele deu um tapa forte no rosto dela. Daniela gemeu abafada, mas os olhos brilhavam de tesão. O outro, mais gordinho, estava com a cara enfiada na buceta dela, língua fundo, dedo no cuzinho. Ela tirava a mão dele do cu, mas rebolava na boca do cara. - Come sua putinha! – ela pediu, voz molhada. – Mete duas rola em mim. Enfia todo seu pau na minha buceta gostosa! O gordinho se posicionou e meteu tudo de uma vez. O som molhado ecoou. - Que boceta boa, hein putinha! Toda molhadinha. Rebola no meu pau, vai! Pede minha porra quentinha. - Goza... eu quero sua porra quentinha toda em mim! – ela implorou, rebolando desesperada. Eu assistia escondido, pau duro pra caralho. Horrorizado, mas excitado demais pra parar. O cara da frente disse que ia comer o cuzinho. Daniela negou. - Não... não quero... – choramingou. - Você vai dar sim, sua vadia! Vai dar essa bunda pra mim agora. Primeiro chupa meu pau. Ela tentou fugir, lágrimas nos olhos. Ele segurou a cabeça dela e enfiou a pica na boca, fodendo forte enquanto o outro socava a buceta. - Uuuuhhh... aaaahhh! – ela gemia misturando dor e prazer. O cara tirou da boca e forçou no cuzinho. Empurrou devagar, depois forte. Daniela gritava. - Aaaaiiii! Dói! Para... por favor! Ele urrou de prazer. - Puta que cuzinho gostoso! Aíiiii, vou regaçar ele todo! Metia forte, enquanto o outro continuava na buceta. Duas picas abrindo minha filha. Ela se contorcia, chorava, mas aos poucos começou a rebolar. - Mais forte... mete mais forte nas duas... sou sua égua... bucetão bom pra vocês... – pediu, voz rouca. Eles gozaram juntos, enchendo buceta e boca de porra grossa. Saíram rindo, beijaram a bunda dela. - Puta profissional, hein? – disseram antes de ir embora. Eu esperei no outro quarto. Quando ela saiu do banho enrolada na toalha e deitou na cama, entrei. Tirei a toalha bruscamente. Daniela pulou assustada. - Papai! O que você está fazendo? Segurei os peitos dela, apertando os mamilos duros. - Eu vi tudo, minha filhinha safada. Vi você dando pra aqueles dois como uma putinha. Agora vai fazer com o papai, senão conto pra sua mãe tudo. Vai obedecer em tudo! Ela ficou pálida, mas o corpo ainda quente da foda anterior. Assentiu devagar. Caí de boca naquela buceta inchada, ainda com cheiro de porra alheia. Chupei o grelinho inchado, língua fundo, sugando os lábios melados. - Aaaahhh... papai... que delícia... – gemeu surpresa. Lambia devagar, depois forte, dois dedos no cu dela. Daniela gozou pela primeira vez na minha boca, sucos escorrendo. - Aaaaaiiii! Gozei, papai! Continuei, chupando mais forte até ela gozar segunda vez, pernas tremendo. - Papai... por favor... – implorou. - Fala o que você quer, putinha. Relutante, voz baixa: - Por favor me come... enfia esse pau enorme na minha buceta... mete... mete papai! Posicionei a cabeça grossa e meti tudo numa estocada. A buceta dela apertava minha pica. - Uuuuhhh... tá tão fundo... – ela gemeu. De quatro, segurei aquela bunda maravilhosa e meti forte, bolas batendo. - Você é minha filhinha putinha? – perguntei, dando tapas. - Sou sim papai... sou sua filhinha putinha! – respondeu rebolando. Metia sem parar, sentindo a buceta quente pulsar. Empinei mais a bunda dela e acelerei. - Papai é o melhor... o melhor com quem já transei... – ela dizia entre gemidos. Senti a porra subindo. Puxei, mandei ela abrir a boca. Enfiei e gozei jatos grossos. - Engole tudo, vadia! Ela engoliu obediente, tossindo um pouco, lambendo até limpar. Dez minutos depois meu pau ressuscitou. Virei ela de bruços, forcei o cuzinho. - Não papai... dói... por favor não... – gritou, tentando fugir. Imobilizei ela, cuspi no cu e forcei a entrada. Centímetro por centímetro. - Aaaaaaiiii! Tá rasgando... papai para! – chorava alto. Meti tudo, sentindo o cu apertado. Dei tapas fortes na bunda. - Filhinha, rebola no pau do papai, sua puta! Ela negava, chorando. Dei um tapa mais forte. Ela obedeceu, rebolando gostoso. - Assim... aaaahhh... tá enchendo meu cu... Acelerei, metendo fundo. Ela gemia de dor e prazer. De repente desmaiou de tanto tesão e esforço. Eu continuei, alucinado, fodendo o cuzinho quente até gozar lá dentro. Sangue misturado na pica, mas era a primeira vez dela de verdade. Não parei. Enquanto desmaiada, chupei cada pedaço: mamilos, barriga, buceta, cu. Quando acordou, fiz ela me chupar de novo, depois transei a noite toda. Buceta, boca, cu. Em todas as posições. Ela gemia desesperada. - Papai... mais... me fode mais... sou sua putinha pra sempre... Até hoje, quando a esposa viaja ou sai, Daniela vira minha filhinha putinha particular. Ela pede pra eu comer ela forte, engole minha porra, dá o cu sem reclamar depois da primeira vez. Minha esposa nunca imaginou o que rola entre pai e filha nessa casa.
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