Renata tinha 45 anos e um corpo que ainda fazia homem virar a cabeça na rua. Seios grandes e firmes, mamilos rosados e grandes que marcavam qualquer blusa fina, pele morena com marquinhas de biquíni minúsculo, quadril de 102 cm que balançava como tanajura quando ela andava. Coxas grossas, bundinha empinada de tanto malhar. Ela era fogosa, casada com Ademar, 54 anos, piloto que viajava o tempo todo. O casamento era bom, ele a tratava como princesa, mas a solidão e o fogo na buceta dela às vezes venciam. O enteado dela, Ricardo, tinha acabado de fazer 18 anos. Gordinho, 1,70m, uns 90 kg, cheio de espinhas, aparelho nos dentes. Nunca gostou da madrasta, culpava ela pela separação dos pais anos atrás. Mas Ricardo não tirava os olhos dela. Sempre que Renata tomava sol na piscina de fio dental, ele ficava no quarto de cima olhando, a pica dura dentro da calça. Aquele dia de sexta-feira o sol estava quente pra porra. Ademar viajando, Ricardo supostamente na escola integral. Renata pegou o menor biquíni fio dental que tinha. A bundinha ficava quase toda de fora, o fio socado no cuzinho apertado, o sutiã mal cobrindo os mamilos grandes. Deitou na espreguiçadeira, o corpo brilhando de óleo, empinando a bunda sem querer. O rapaz da piscina, um moreno forte de 25 anos, chegou pra limpar. Viu aquela visão e parou. Renata percebeu o olhar dele na sua bunda. - Ei, vem passar bronzeador nas minhas costas? O sol tá forte e não quero queimar. Ele sorriu, pegou o óleo e começou a passar. Mãos quentes deslizando na pele morena, descendo pela coluna. Renata sentiu ele ficar excitado, a respiração pesada. Virou o rosto e viu o volume grande na calça dele. - Agora passa na minha bunda também... vai, não tem vergonha não. As mãos dele tremiam enquanto massageavam aquela bundona. O fio dental estava socado fundo no cu, quase invisível. Ela empinava mais, rebolando devagar. A xaninha dela já pingava. - Por que sua pica tá tão dura assim? É por causa de mim, safado? - É sim, dona Renata. Sempre que te vejo de biquíni fico com vontade de passar a mão. Minha pica tá com 23 cm dura pra caralho agora. Renata sentiu a buceta piscar forte. 23 cm? Maior que a do marido. - Posso ver? Quero ver se é tudo isso mesmo. - Só se você chupar. - Chupo se for mesmo esse tamanho todo. E deixo você esporrar onde quiser. Ele abriu a calça e tirou aquela pica monstruosa. Grossa, veia pulsando, cabeça rosada grande brilhando de pré-gozo. Renata arregalou os olhos, a boca salivando. - Porra... que cacete enorme... maior que o do meu marido. Pegou com as duas mãos, ainda tremendo, e enfiou na boca. Chupou com fome, língua passando por toda a extensão, lambendo as bolas pesadas, punhetando enquanto sugava a cabeça. O rapaz gemia alto. - Aaaahhh... dona Renata... nunca me chuparam assim... que boca gulosa... engole mais fundo... Ela babava, engasgando com o tamanho, saliva escorrendo. Ele segurou a cabeça dela e começou a foder a boca como se fosse buceta, socando forte. - Isso... toma minha pica na garganta... sua vadia gostosa... Renata gemia com a boca cheia, a bucetinha molhando o biquíni. Ele não aguentou e explodiu. Litros de porra quente jorrando na boca dela. Parte engoliu, o resto escorreu pelos lábios, pingando nos seios grandes. - Engole tudo, putinha... aaaahhh que gozo... Ele se arrumou, elogiou que ela era uma verdadeira puta e foi embora. Renata, ainda com porra nos peitos, foi pro banho. Passando pelo corredor, viu a porta do quarto de Ricardo entreaberta, luz apagada. Estranho. Ele devia estar na escola. Entrou e deu de cara com ele. Ricardo estava com o celular na mão, sorrindo safado. - Aprendi muito mais ficando em casa hoje, madrasta. Olha o que gravei. Ele mostrou o vídeo: ela chupando o pau do rapaz da piscina, engolindo porra, tudo filmado da janela de cima. Renata ficou branca. - Seu verme! Apaga isso agora! - Fiz cópias. Se não quiser que meu pai veja, vai ter que fazer o que eu mandar. Ela estava desesperada, só de biquíni minúsculo, corpo ainda suado e com cheiro de sexo. - O que você quer, Ricardo? Dinheiro? Qualquer coisa menos isso... Ele olhou o corpo dela de cima a baixo, os seios quase saltando, a bundona, as coxas grossas. - Quero você. Quero foder a mulher do meu pai. Quero comer essa buceta que todo mundo babava. Renata sentiu um misto de raiva, medo e, no fundo, um tesão proibido. Fazia tempo que não sentia uma pica nova. - Você é louco... sou sua madrasta... - E eu tenho 18 anos e tô com a pica dura desde que te vejo tomando sol. Tira esse biquíni agora ou mando o vídeo pro meu pai. Com as mãos tremendo, Renata desamarrou o sutiã. Os seios grandes pularam livres, mamilos duros. Depois tirou o fio dental, revelando a bucetinha depilada, inchada, ainda molhada do boquete anterior. Ricardo tirou a roupa. Era gordinho, mas a pica dele era surpreendentemente grossa e dura, uns 18 cm latejando. - Deita na minha cama e abre as pernas. Quero ver essa buceta de perto. - Por favor, Ricardo... não faz isso... - Cala a boca e obedece, vadia. Ela deitou, abriu as coxas grossas. Ricardo se ajoelhou, cheirou a xaninha morna. - Que buceta cheirosa... toda molhada ainda. Você gostou de chupar aquele pau, né? Passou a língua desajeitado mas cheio de fome no grelinho. Renata gemeu apesar de si. - Ahhh... não... para... Mas ele não parou. Chupou o clitóris, enfiou a língua na entradinha apertada, lambendo os sucos. As mãos apertavam as coxas grossas dela. - Delícia... sua xana tá pingando pra mim... madrasta puta. Renata segurava a cabeça dele, o corpo traindo. - Aaaahhh... Ricardo... que boca... lambe mais meu grelinho... porra... Ele subiu, colocou a pica grossa entre os seios dela e mandou apertar. - Quero foder esses peitos grandes primeiro. Renata apertou os seios em volta do pau dele, ele meteu entre eles, a cabeça roçando os mamilos. Gemendo alto. - Que peitos gostosos... toma... fode meus peitos... Depois desceu e esfregou a cabeça da pica na bucetinha molhada. - Agora vou te comer. Vou foder a buceta da mulher do meu pai. Empurrou devagar, a grossura abrindo os lábios carnudos. Renata arqueou as costas. - Aaaahhh... devagar... sua pica é grossa pra caralho... tá me abrindo toda... Ele meteu fundo, socando até as bolas. Começou a foder forte, a barriga gordinha batendo na barriga dela, os seios balançando. - Toma minha pica, vadia... sente como é mais grossa que a do meu pai... aaaahhh que buceta apertada... - Aaaahhh Ricardo... me fode... mais forte... porra... tá batendo fundo... aaaahhh! Os gemidos desesperados enchiam o quarto. Ele segurava os quadris dela, metendo como animal, a cama rangendo. Renata rebolava contra ele, o tesão vencendo o remorso. - Isso... fode sua madrasta... me usa... aaaahhh vou gozar... não para! Ela gozou forte, a buceta apertando a pica dele, esguichando suco. Ricardo não parou, virou ela de quatro, empinou aquela bundona e meteu de novo. - Olha esse cu... que delícia. Um dia vou comer esse cuzinho também. Bateu a pica na bunda, depois enfiou na buceta de novo, socando fundo. As mãos apertavam a carne macia, dando tapas que deixavam marca vermelha. - Aaaahhh... sua puta... que bundona... toma pica... toma tudo... Renata gemia desesperada, rosto no travesseiro, bundinha empinada recebendo as estocadas. - Me fode... me come... sou sua vadia agora... aaaahhh mais fundo... rasga minha xana! Ele meteu até não aguentar e gozou dentro, enchendo a buceta de porra quente, jatos fortes. - Aaaahhh... toma meu leite... enche essa buceta... porraaa! Ficaram ofegantes na cama. Renata, suada, com porra escorrendo da xana, olhou pra ele. - Satisfeito? Agora apaga o vídeo. Ricardo riu. - Isso foi só o começo. Vou te comer sempre que quiser. Amanhã de novo, e você vai chupar meu pau primeiro. Nos dias seguintes o tesão só cresceu. Sempre que Ademar viajava, Ricardo chamava Renata pro quarto. Ela resistia no começo, mas acabava se entregando. Numa tarde, ele mandou ela ficar só de salto alto e nada mais. Fez ela ficar de joelhos chupando aquela pica grossa. - Chupa, madrasta. Engole até o fundo como fez com o da piscina. Renata babava, garganta dilatada, lágrimas nos olhos de tanto esforço. - Glurp... glurp... aaaahhh que pica grande... me fode a boca... Ele gozou na cara dela, porra cobrindo os seios e os lábios. Depois deitou ela na beira da cama, levantou as pernas grossas e comeu a buceta com força, o grelinho inchado sendo esfregado. - Olha como sua xana tá vermelha de tanto apanhar... gosta de ser comida pelo enteado, né? - Gosto... aaaahhh... me fode... sou sua puta... lambe meu grelinho enquanto mete... porraaa! Ele lambia e metia ao mesmo tempo, fazendo ela gozar várias vezes. Depois virou pra 69, ele em cima, socando na boca enquanto chupava a bucetinha. A intensidade era louca. Gemidos ecoavam pela casa vazia. - Aaaahhh Ricardo... sua língua no meu cu... enfia... aaaahhh! Ele lambia o cuzinho, dedava a buceta, depois metia a pica de novo em posições diferentes: ela cavalgando, rebolando aquela bundona, seios pulando; ele de pé carregando ela, socando pra cima. - Sente minha pica batendo no fundo da sua xana... toma tudo... vadia gostosa... - Me enche de porra de novo... quero gozar junto... aaaahhh porraaa! Eles gozavam juntos, corpos suados colados, porra escorrendo pelas coxas grossas dela. Renata começou a se vestir mais provocante em casa só pra ele. Fio dental por baixo do vestido, sem sutiã. Quando ele chegava da escola, ela já estava molhada esperando. - Vem aqui, Ricardo. Sua madrasta tá com a buceta doendo de tesão. Ele a pegava no sofá, comia ali mesmo, tapas na bunda, puxando o cabelo. - Isso... rebola nessa pica... sua tanajura safada... O remorso inicial dela foi embora. O tesão proibido era forte demais. Ela amava o marido, mas o pau grosso do enteado e a sensação de ser dominada a deixavam louca. Num fim de semana Ademar viajou por mais tempo. Ricardo chamou ela pro quarto dele o dia inteiro. Fizeram de tudo: anal pela primeira vez, ele lambendo o cu até relaxar, depois enfiando devagar a pica grossa. - Aaaahhh... devagar... meu cu tá virgem pra você... tá rasgando... aaaahhh que delícia... - Relaxa o cuzinho... toma minha pica no cu... que apertado... porraaa! Depois de acostumar, ele fodia o cu com força, enquanto dedava a buceta. Renata gozava como nunca, gemendo desesperada. - Fode gostoso o cu da sua madrasta, vaaai... sou sua puta... enche meu cu de porra... aaaahhh! Gozo após gozo, a casa cheirando a sexo, lençóis molhados, corpos exaustos mas sempre querendo mais. Renata aprendeu a amar aquela situação. O enteado gordinho que ela desprezava agora era o dono da buceta dela. Sempre que ele queria, ela abria as pernas, chupava, rebolava, gemia. - Vem, Ricardo... come sua madrasta de novo... minha xana tá molhada só de pensar na sua pica. E ele metia, forte, intenso, enchendo todos os buracos dela com porra quente. A vida continuou assim, cheia de sacanagem secreta, tesão proibido e prazer sem limites. Renata nunca mais dormiu mal de preocupação. Dormia cansada, feliz e cheia de porra do enteado.
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