Jane estava deitada na cama grande da sala de TV, o corpo suado brilhando sob a luz fraca da lâmpada. Aos 26 anos naquela época, ela já tinha aquele corpo que fazia qualquer um virar a cabeça: 1,68 de altura, 70 quilos bem distribuídos, barriga quase tanquinho de tanto malhar, seios pequenos mas durinhos como pedras, quadril largo de 112 cm bem arrebitado e coxas grossas, torneadas, que tremiam quando ela rebolava. A pele morena clara reluzia, o cabelo ondulado caindo abaixo dos ombros. Ao lado dela, Renato, seu marido de 1,72, corpo forte e peludo, pau normal mas grosso o suficiente pra encher bem – 15 cm de pura delícia. Mas naquela noite na casa da irmã dela, Janaina, tudo mudou pra sempre. Janaina era mais baixa, bundinha redondinha e empinada, quadril mais estreito de uns 98 cm, seios grandes e pesados que balançavam a cada movimento. Linda pra caralho, da mesma idade do Renato. O cunhado dela estava de serviço militar, só voltaria dali a 15 dias. Os três tinham alugado filmes e um pornô bem explícito: duas mulheres se comendo gostoso enquanto um cara assistia e depois entrava na brincadeira. O dia tinha sido normal, risadas, comida, mas o clima estava carregado. Quando a noite chegou e a sobrinha de 18 anos já dormia no quarto, Renato começou a pegar Jane ali no sofá. Ele enfiou a mão por baixo da saia dela, dedos grossos abrindo a buceta molhada. - Porra, Jane, você tá encharcada... tá pensando na americana peituda de novo, né? Imagina ela aqui, chupando esses peitinhos durinhos enquanto eu te fodo. Jane gemeu baixo, rebolando no colo dele. O pau do marido já estava duro, latejando contra a coxa dela. Eles foderam forte na primeira rodada, ele metendo fundo, chupando a buceta dela com aquela fome que só ele tinha. Jane gozou jorrando na boca dele, gritando: - Aiiiii, caralho, Renato... chupa mais, mama meu grelinho, porra! Na segunda e terceira vez, a fantasia evoluiu. Renato confessou enquanto metia no cu dela, o pauzinho lubrificado entrando devagar e depois socando: - Eu sou louco pela Janaina, amor... aqueles peitões dela, aquela bundinha redonda. Queria te ver com ela, ou imaginar que você é ela enquanto te fodo. Posso? Quero te ver gozando na boca dela. Jane sentiu a buceta pulsar só de ouvir. Ela confessou tudo: a atração por mulher desde os 18 anos, as brincadeiras quentes com uma amiga na adolescência – beijos molhados, dedos na bucetinha, mas nunca passando disso. Renato ficou doido, encheu o cu dela de porra quente e prometeu que iam realizar. No dia seguinte, o clima ficou elétrico. Renato filmou Jane fazendo um boquete inesquecível nele no quarto. Ela ajoelhada, boca grandinha engolindo aqueles 15 cm até os pentelhos roçarem o nariz, saliva escorrendo, engasgando gostoso e olhando pra câmera: - Hummm, adoro essa pica, Renato... me dá tua porra, quero beber tudinho. À noite, na casa da Janaina, ele mostrou o vídeo. Janaina assistiu sem piscar, olhos vidrados na tela, mão discretamente passando por cima do shortinho. Jane ficou molhada pra caralho vendo a irmã excitada. Quando o vídeo acabou, Janaina estava ofegante. Renato, pau duro marcando a calça, sentou no meio das duas. - Janaina, a gente é doido pra filmar umas cenas safadas... mas precisa de alguém de confiança pra gravar. Você já trabalhou com vídeo em casamentos, né? Confiamos em você. - Não, Renato... isso é loucura – respondeu ela, mas a voz saiu rouca, cheia de tesão. Eles conversaram por quase uma hora. Janaina resistiu, mas a curiosidade venceu. Ela pediu pra ver o boquete de novo. Renato colocou o vídeo e, no meio, pegou a mão de Jane e colocou no pau dele. Jane sussurrou no ouvido: - Vamos pro quarto, quero chupar você de novo... Mas Renato sorriu safado, tirou o pau pra fora ali mesmo, desligou a TV e falou alto o suficiente pra Janaina ouvir: - Melhor você assistir isso ao vivo, cunhadinha. Sua irmã tá doida pra me chupar. Janaina sentou no braço do sofá, olhos arregalados. Jane caiu de boca, chupando feito louca, engolindo fundo, língua girando na cabeça, sugando os bagos peludos. Gemidos molhados enchiam a sala: gluck, gluck, slurp. - Hmmm... que delícia essa pica do teu cunhado – murmurava Jane entre uma chupada e outra. Janaina não aguentou e enfiou a mão dentro da calcinha, siriricando devagar, olhos fixos no pau desaparecendo na boca da irmã. Antes de gozar, Renato puxou Jane e chamou: - Janaina, vem cá. Senta aqui. Olha a boquinha da tua irmã cheinha... você já experimentou isso? - Não... nunca. Isso tem gosto bom? – perguntou ela, voz tremendo. Jane balançou a cabeça, sorrindo com os lábios melados. - Sim, mana. É quente, salgadinha, viciante. Renato continuou, pau latejando: - A gente sabe que você tá louca de desejo por sexo. Deixa tua irmã despejar esta porrinha na tua boca e depois eu e ela terminamos essa siririca com nossas bocas. Vamos te saciar toda. - Não somos parentes? – hesitou Janaina, mas os olhos diziam sim. - Somos muito ligados. Ninguém precisa saber. Você não fica aí com esse fogo todo queimando. Janaina abriu a boca. Jane se aproximou e Renato gozou forte, jatos grossos caindo na língua dela. Janaina engoliu, tossiu um pouco, mas lambeu os lábios. Jane caiu num beijo doido com a irmã, línguas se enrolando, trocando porra. Renato se juntou, beijando as duas, mãos apertando os peitões da cunhada. Jane desceu logo, puxando o short de Janaina. A buceta da irmã estava inchada, molhada, grelinho duro. Jane lambeu devagar no começo, depois chupou forte. - Nossa, mana... que buceta gostosa. Tão molhadinha pra mim. Renato mamava nos peitos grandes da Janaina, mordendo os bicos. Janaina gemia desesperada: - Aiiiiii, caralho... chupa minha buceta, Jane! Isso, assim... ahhh, fode com a língua! Eles se alternaram. Jane chupava a buceta da irmã enquanto Renato enfiava o pau na boca dela. Depois trocaram. Janaina gozou pela primeira vez na boca da irmã, jorrando, corpo tremendo: - Porra, tô gozandoooooo... não para, mana! Mama meu grelinho, ai meu Deus! Renato não aguentou mais. Colocou o pau nas caras das duas. Elas fizeram um boquete duplo, línguas se tocando na cabeça, chupando junto. Jane deixou ele só com Janaina um tempo, sabendo o desejo dele. Renato fodeu a cunhada no sofá por quase 30 minutos sem parar: primeiro de quatro, socando fundo na buceta apertada, depois de lado, apertando aqueles peitões. - Fode, Renato... mete essa pica gostosa na minha buceta! – gritava Janaina. - Porra, cunhadinha, tua buceta é tão quente... mais apertada que a da tua irmã. Jane assistia, dedando a própria buceta, gemendo junto. Depois os três se juntaram. Jane preparou o cuzinho da irmã com a língua e dedos, lambendo o buraco rosado enquanto Renato metia na buceta dela. - Relaxa o cu, mana... vai gostar – sussurrou Jane. Renato lubrificou e enfiou devagar no cu redondinho da Janaina. Ela gritou de prazer e dor misturados: - Aiiiiii, que delícia... fode o cuzinho da tua cunhadinha, Renato! Mais fundo, porra! Jane chupava os peitos dela, dedos no grelinho. Os gemidos eram desesperados: - Fode, cunhadinho... sei que você é tarado por mim! Fode pra minha irmãzinha ver teu pau entrando no meu cu... ahhh, tô gozando de novo! Eles transaram os três de todas as formas imagináveis durante aqueles dias. Jane e Janaina se comendo sozinhas, 69 gostoso, bucetas roçando, dedos no cu. Renato filmando tudo. Foderam na cama, no sofá, no banheiro. Jane lambendo o cu da irmã enquanto Renato metia na buceta dela. Janaina pedindo: - Chupa minha buceta, mana... mete a língua bem fundo! Hummm, assim... tô louca! E quando Renato metia nela: - Goza dentro, cunhadinho... enche o cu da tua cunhadinha de porra quente! Foram dois dias inteiros de sacanagem antes do cunhado voltar. Eles deixaram Janaina só assistindo nas últimas horas pra ela não ficar com cara de quem tinha sido bem comida. Deu certo – o cunhado chegou e disse que ela nunca tinha estado tão safada aquela noite. Jane nunca esqueceu a voz da irmã: - Fode, Renato... fode o cuzinho dela pra eu ver! Chupa minha buceta, mana, por favor... tô gozando na tua boca! Aquela voz gravada na cabeça dela até hoje, nove anos depois. A coisa continuou: às vezes só as irmãs, às vezes os três, às vezes Renato sozinho com Janaina, ganhando boquete ou uma foda rápida. Eles contam tudo na cama depois, excitando uns aos outros de novo. - Hoje eu comi a Janaina rapidinho no carro... ela engoliu tudo – dizia Renato. Jane já ficava molhada só de ouvir, puxando ele pra cama pra ouvir os detalhes enquanto rebolava no pau dele. A fantasia virou realidade e nunca mais parou. Uma família safada, cheia de segredos deliciosos e bucetas e cus sempre prontos pra mais.
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