Sexo forçado com um mendigo!

Sempre tive uma vida sexual boa, mas as minhas fantasias viviam em outro patamar. Queria ser usada como uma puta de rua, tratada com violência gostosa, submetida a coisas nojentas que a maioria chama de selvageria. Queria tapas fortes, xingamentos baixos, gemer alto até perder a voz, sentir dor misturada com prazer que faz a buceta latejar. Todo dia eu passava por aquele viaduto movimentado em São Paulo, o coração acelerado de medo e tesão misturados. Mendigos, gente da favela perto, olhares que pareciam me despir. Fazia dois anos isso, e toda quinta eu imaginava o pior... ou o melhor.
Naquela quinta específica, o ar estava quente, úmido, cheirando a asfalto molhado e fumaça de escapamento. Eu andava rápido, saia justa marcando a bunda, blusa fina deixando os bicos dos peitos aparecerem de leve. De repente, senti alguém atrás de mim. Um braço forte agarrou minha cintura e algo duro, parecido com uma arma, encostou nas minhas costas.
- Fica quietinha, vadia. Vem comigo e não faz barulho senão eu furo você aqui mesmo.
A voz era rouca, baixa, cheia de ameaça. Meu corpo inteiro tremeu, mas a buceta já começou a ficar molhada. Ele me empurrou pelas sombras do viaduto, contornando uma pilastra enorme de concreto sujo. Pra minha surpresa, tinha um buraco escondido, uma porta improvisada que ninguém imaginaria. Fui jogada pra dentro. O lugar era apertado, mas iluminado por um gato de luz improvisado. Cheirava a mofo, urina velha, cigarro e suor masculino acumulado.
Ele revirou minha bolsa rápido, pegou o dinheiro, o celular, o que quis. Depois torceu meus braços pra trás e amarrou forte com uma corda áspera que machucava os pulsos.
- Por favor... pega o dinheiro, leva tudo, me deixa ir embora... – eu choramingava, lágrimas escorrendo, mas as pernas já bambas de excitação.
Ele me virou de frente. Era sujo, alto, meio gordo, pardo, dentes podres aparecendo num sorriso sádico. Os olhos brilhavam de desejo animal.
- Hoje você vai ser minha puta, madame. A vadia que eu vejo passar todo dia vai aprender o que é levar rola de verdade.
Com uma faca afiada, ele rasgou minha blusa de cima a baixo, o tecido cedendo fácil. O sutiã também foi pro chão em pedaços. Meus peitos grandes pularam livres, mamilos já duros de medo e tesão. Ele meteu as mãos grossas neles, apertando forte.
- Puta safada deliciosa... olha esses peitões.
Segurou os mamilos entre os dedos e torceu com força. A dor subiu quente pelo corpo.
- Aaahhh não... aaaahhh! – gemi, o corpo se contorcendo.
Ele ficou olhando minha cara de dor, torcendo mais, girando os biquinhos vermelhos. Minhas pernas tremiam. Depois ajoelhou, juntou os dois peitos e enfiou os mamilos na boca quente, chupando vorazmente. A língua áspera lambia, sugava. Juntou os bicos de novo e mordeu forte.
Senti um calor insano na buceta. Um caldo grosso escorreu pela coxa. Nunca imaginei que ia gozar só com peitos, mas ali...
- Putona deliciosa... geme pra mim, vadia.
Ele não parava de mamar, chupar, morder. As palavras dele me deixavam louca.
- Aaahhh to gozando... aaaahhh! – gritei, o orgasmo explodindo só com a boca dele nos meus peitos. Meu corpo convulsionou, buceta pulsando, molhando a calcinha inteira.
Meus peitos ficaram vermelhos, cheios de chupões roxos e marcas de dentes. Ele tirou a roupa. A rola dele era monstruosa: uns 20 cm de comprimento, mas a grossura... nossa, parecia um braço. A cabeça inchada, roxa, brilhando de pré-gozo. Cheirava forte a suor, mijo velho, homem sujo.
Me empurrou pro colchão imundo no chão. Pensei que ia meter logo, mas não.
- Puta vai pagar um boquete primeiro. E se morder essa rola eu te arrebento.
Levei um tapa forte no rosto. O ardor foi direto pra buceta.
- Bate, filho da puta! – soltei, sem pensar.
Outro tapa, mais forte, virando minha cara pro lado. Ele ficou de quatro por cima do meu rosto, a rola pesada batendo na minha bochecha.
Abocanhei aquela pica enorme. O cheiro era forte, azedo, mas me deixou ainda mais molhada. Ele controlava tudo na posição, enfiando fundo na garganta.
- Chupa vagabunda, chupa minha rola grossa. Isso... engole até o talo.
Eu sufocava, baba escorrendo, olhos lacrimejando, mas chupava como uma kenga desesperada. Ele aliviava quando eu quase desmaiava, depois metia de novo.
- Agora chupa minhas bolas, vaca suja. Lambe esse saco peludo.
Gemia alto, rouco, e eu gemia também com a boca cheia. Mesmo com mãos atadas, mamava aquela pica feito louca. Quanto mais ele gemia, mais eu chupava, lambendo as veias grossas, sugando a cabeça inchada.
- Vou lamber essa buceta agora, puta.
Saiu de cima e levantou minha saia. A calcinha estava ensopada, transparente.
- Puta que pariu, tá toda molhada. Vagabunda... tá com tesão, vadia? Olha essa xana pingando pra rola de mendigo.
Met eu a língua quente na minha buceta, lambendo o grelinho inchado enquanto enfiava um dedo grosso no meu cu. Sou louca por cu, perdi o controle total. Comecei a rebolar na cara dele, gemendo alto.
- Aaahhh... isso... lambe minha buceta... enche meu cu...
Dois dedos no rabo, depois três. Ele gemia palavrões contra minha carne molhada. Enfiou a mão inteira na buceta, punho fechado, abrindo caminho.
- Aaahhh aaaahhh isso! Vou enfiar meu braço na tua racha, puta.
O prazer era maior que a dor. Aquela mão grossa entrando fundo na minha xana, esticando tudo. Não aguentei e fiz xixi, jorrando na cara dele.
- Isso vaca... mija pra mim, mija enquanto eu te soco.
Com a mão toda enfiada, começou vai e vem forte nos dois buracos. Buceta e cu sendo destruídos.
- Aaah vou gozar de novo... aaahhh! – uivei.
- Goza putona, goza no meu braço!
Gozei uivando, o corpo todo tremendo, esguichando.
Ele tirou a mão, rola latejando. Dei tapas na cara pedindo mais.
- Bate... bate mais em mim!
- Não diz o que eu tenho que fazer, puta! – e me deu uma sequência de tapas fortes, rosto ardendo, mas buceta latejando mais.
Então penetrou. A cabeça grossa abriu minha buceta devagar, depois meteu tudo.
- Aaaahhh que rola grossa... me fode!
Gemíamos feito gatos no cio. Ele colocou meus pés nos ombros, me dobrou no frango assado perfeito. Metia forte, fundo, as bolas batendo na minha bunda.
- Toma pica, vadia. Essa buceta gulosa tá me engolindo.
Não me beijava, só tapas na cara ritmados com as estocadas. Falava sem parar.
- Puta safada... xana molhada pra caralho.
Gozei de novo, mas ele não parou, bombando sem dó. Tirou da buceta e enfiou no cu de uma vez.
- Aaahhh delícia... fode meu cu... aaaahhh!
Aquela grossura abrindo meu rabo era o paraíso. Alternava: tirava do cu, metia na buceta, voltava pro cu. Tapas na cara, peitos sendo apertados.
Desamarrou minhas mãos. Fiquei no mesmo frango assado, agora rebolando junto, arranhando as costas dele.
- Tu é muito puta... geme mais alto.
Abocanhou meus mamilos de novo, mordendo forte.
- Aaahhh morde meus biquinhos... assim... to gozando... aaahhh!
Gozei uivando. Ele acelerou no meu cu.
- Ahh vou gozar no seu rabo, puta. Vou encher seu cu de porra quente!
Senti o jato grosso enchendo meu intestino. Delícia. Porra escorrendo quando ele tirou.
Tapas na cara de novo.
- Limpa minha pica, vadia.
Enfiou na minha boca. Lambi loucamente, chupando o resto de porra e meus sucos. A rola não amoleceu. Endureceu de novo na minha garganta.
- Isso vaca... aaaaaaahhh!
- Bota no meu cu de novo?
Ele ficou de pé, mandou abrir a boca e mijou direto. Encheu minha boca de mijo quente, salgado. Engoli com tesão, parte escorrendo nos peitos.
Depois mijou na minha xana. Eu esfregava tudo no corpo, me lambuzando.
Me colocou de quatro. Numa estocada só, enfiou no cu de novo.
- Aaaahhh! Me fode, soca essa rola grossa no meu rabo!
Rebolava pra trás, ele metendo tapas fortes na bunda, deixando marcas vermelhas. Alternava buracos, me chamando de todos os nomes: puta, vadia, vaca, cachorra, burra de rola.
Eu gritava, gemia desesperada, gozando sem parar. O lugar ecoava nossos gemidos e o barulho molhado de carne contra carne. Ele me virou, me fodeu de lado, de frente, sempre falando sacanagem, batendo, mordendo.
- Olha como essa buceta tá destruída, inchada de tanto levar pica. Seu cu tá piscando pedindo mais porra.
Em certo momento, me fez sentar na rola, cavalgando enquanto ele torcia meus mamilos e dava tapas nos peitos. Gozei jorrando, molhando o colchão sujo.
Depois me deitou de costas, pernas abertas no máximo, e meteu punho na buceta de novo enquanto chupava meu grelinho.
- Aaahhh... mais fundo... me rasga!
O orgasmo veio como uma onda violenta. Ele tirou o punho e meteu a rola no cu outra vez, socando até o talo.
- Toma porra no rabo de novo, puta!
Gozei junto com ele, sentindo o segundo jato quente enchendo meu cu.
Ficamos ofegantes, corpos suados, lambuzados de mijo, porra, sucos. Mas ele não tinha terminado. Me fez chupar de novo, lento, caprichado, lambendo cada centímetro, enfiando a língua no cu dele também.
- Lambe meu cu sujo, vadia. Isso... enfia a língua.
Eu obedecia, tesão renovado. Ele me fodeu mais uma vez, de pé contra a parede, minhas pernas enroladas na cintura dele. Estocadas brutais, tapas, xingamentos.
- Você é minha puta agora. Toda vez que passar aqui, vai lembrar dessa rola destruindo seus buracos.
Gozei pela última vez, gritando rouca, corpo mole. Ele gozou na minha cara, pintando de porra branca.
Caí no colchão, destruída, feliz, molhada. O corpo doía gostoso, buceta e cu latejando, cheios da marca dele.
Saí dali horas depois, pernas tremendo, roupas rasgadas improvisadas. Voltei pra casa pensando só em masturbar. E toda quinta, agora, eu passo pelo viaduto com a buceta molhada, torcendo pra ele me pegar de novo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sexo forçado com um mendigo!

Codigo do conto:
267538

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
18/07/2026

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