Trio elétrico 7



Oi, sou a Maju, tenho 48 anos e sou casada com o Lino. Temos um casal de filhos já adultos e que não moram mais com a gente. Sou branquinha de cabelos pretos e tenho 1,60m e mais ou menos 62 kg atualmente. Sou bem exibicionista e adoro usar roupas provocantes e acessórios. No ambiente profissional sou exemplar, sem deixar nenhuma margem de dúvida. Ninguém sabe de minhas fantasias e só uma de minhas amigas sabe alguns podrinhos meus, mas apenas os mais discretos. Assim como eu sei os dela, que verdade seja dita, são mais podres que os meus. Por exemplo, nem tive coragem de comentar com ela que estou postando esses contos aqui. rs
Continuando a minha história, depois da conversa "caliente" que tinha tido na sexta com o nosso convidado Nelson antes do meu marido chegar e da trepada fenomenal com o Lino durante a madrugada, no sábado encarei o Nelson de boa e ele também não teve nenhuma reação diferente, até porque meu marido estava por perto o tempo todo. À noite foi normal e tranquilinha mas no domingo minha filha veio almoçar com a gente junto com o marido. Eu sempre gostei de usar roupas mais ou menos curtas em casa e não é diferente quando estou com pessoas de minha confiança em casa, ainda mais pessoas da família. Minha filha nunca se incomodou, apesar de ela ser menos piriguete que eu e o seu marido é bem gentil, gente fina mesmo, e de vez em quando dá umas olhadinhas na sogrinha aqui que eu já percebi. Não é flerte nem assédio nem nada disso, apenas umas olhadas disfarçadas que toda mulher sabe e percebe quando acontece. Ele e meu marido se dão bem, mas quando ele e minha filha chegaram no domingo e ficaram sabendo que a gente tinha um hóspede em casa, nitidamente o menino ficou meio de mal humor, se bem que disfarçando, mas que eu percebi. Fiquei pensando, será que ele ficou com ciúme da sogrinha ou então ele viu algum olhar mais esperto do Nelson?
Depois do almoço os homens se reuniram na sala, inclusive o Nelson, para assistir futebol enquanto nós mulheres fomos arrumar a louça, passar um pano na cozinha e colocar a conversa em dia. Já era de noite quando o casalzinho foi embora e ficamos só eu, o Lino e o Nelson em casa novamente. Antes do meu marido dar banho no Nelson eu fui primeiro. Na hora de sair, "esqueci" minha calcinha rosa bebê minúscula pendurada no banheiro.
Depois do banho dado no amigo e de ter tomado o seu, o Lino entrou de repente no quarto. Eu estava distraída, guardando umas peças na gaveta, mas ouvi o barulho da porta e em seguida ele colou atrás de mim falando:
_ Você é muito safada, sabia?
_ Ai, você me assustou, o que foi?
Ele puxou do bolso do moletom a minha minúscula calcinha.
_ Ah, nossa, acho que esqueci no banheiro, né?
_ Esqueceu, sua safada? Você nunca esquece e justamente hoje você esqueceu? Tá querendo me provocar, é?
_ E você, está se sentindo provocado, tá?
_ Ma do céu, não faz isso comigo senão eu piro. Quando entrei no banheiro com ele vi essa tirinha de pano pendurada, fiquei todo sem graça. E adivinha a primeira coisa que ele bateu o olho? Adivinha!
_ Ah, acho que que nem foi tanto assim, é uma calcinha como outra qualquer, normalzinha.
_ Normalzinha? Como assim normalzinha? Que normalzinha que nada. O filho da puta viu e já ficou todo ouriçado, o viado. Acho que ficou de pau duro na hora.
_ E você, também ficou de pau duro na hora?
_ Ai, Ma, faz isso comigo não.
Eu estava em pé, de frente pra ele e olhei dentro dos seus olhos, que brilhavam, tenho certeza que era um misto de tesão e medo. Estiquei a mão e alisei seu pau por cima da bermuda, ele estava tinindo. Então apertei um pouco, esfreguei novamente e puxei ele levemente. Lino deu um passo pra frente e colou seu rosto no meu. Daí eu falei:
_ E como você fez para disfarçar esse pau duro diante do amigo, hein?
_ Eu, eu acho que não ficou tão evidente assim.
_ Mas agora ele está super duro aqui na minha mão, seu safado.
Então aproximei minha boca da dele e nos beijamos de forma bem intensa. Assim que descolamos os lábios, eu fui até perto do seu ouvido e falei bem baixinho:
_ Por que seu pau está tão duro na minha mão? Tá querendo comer sua esposinha e seu amigo ouvir?
_ Puta que pariu, Ma, assim não vale, você está judiando de mim.
_ Voc~e tá enrolando demais. Vem, me beija, vai!
E então começamos um beijo forte, demorado, intenso e muito babado, um beijo com muita pegada, tesão, instinto e vontade. Eu chupava sua língua e ele se contorcia como se estivesse tomando choque. E já foi passando a mão em mim de um jeito descontrolado e me tocando e me apertando com força, como se tivesse uns vinte dedos e umas quatro mãos. Eu deixei ele me explorar ao máximo, até porque até hoje o Lino tem muita pegada principalmente quando tem alguma pimentinha em nossos desejos. E eu também fui apertando ele, mexendo nos ponto fraco do meu marido, sabendo aonde ele ia reagir melhor e aos poucos fui tirando a sua roupa. Quando ele começou a tirar a minha, travei ele, parei de beijar e falei:
_ Abre a porta.
Ele abriu os olhos no susto e me encarou.
_ O que?
_ Abre a porta, só um pouquinho. Você não gosta de perigo?
_ Sua doida safada, sua cadela, sua maluca.
_ Vai logo, amor, só um pouquinho, como se você tivesse deixado sem querer.
Ele me largou e foi até lá e abriu a porta com cuidado, deixando meio abertinha. Depois voltou e eu ja´estava sobre a cama, então ele começou a me beijar de novo, comecei a gemer mais alto. Eu tava só com um shortinho, calcinha e uma blusinha sem sutiã. Ele me deixou nuazinha num minuto e depois ficou me beijando os seios, a barriga, a bocetinha. Abri bem as pernas e fiquei bem exposta, e ele me chupando. Dei uma olhadinha disfarçada na porta mas não vi nada. Então continuei a gemer alto.
_Vai amor, chupa sua putinha, chupa, seu safado. você gosta, né?
_ Anham.
_ Então chupa, isso, mordisca o grelinho, isso, vai. Maissssss!!! Agora lambe. Isso, põe os dedos, vai. Puta que pariu, que gostoso. Vai, lubrifica sua putinha.
Olhei de novo pra porta. Nada. O Lino continuou me chupando e lambendo, já tinha enfiado três dedos na minha bocetinha que estava toda melecada. Ele parecia possuído e eu pensando se chamava ele para subir em mim ou deixava ele ali. Até que teve uma hora que ele deve ter cansado a boca e veio se esfregando em mim e deslizou sua pica pra dentro de minha xaninha molhada enquanto me beijava com sede. Nessa hora gemi alto. Ele começou a bombar e eu a incentivar:
_ Vai, puto, vai, não para. Vaaaaaaiiiiiii!!! Vai!!! Mais!!!
_ Tá gostando, gostosa?
_ Tôooooooooo!!! Vai, continua.
Eu queria ver a porta mas na posição em que eu estava não dava pra ver. Então continuei a incentivar o meu macho:
_ Vai, porra, vai, bomba em mim, isso, não para. Vai mais!!!
_Puta que pariu, amor, eu acho, acho que vou gozar!
_ Já?
_ Já.
_ Então vai, meu tesudo. Vai. Não para. Vai!!! Vaaaaaaaaiiiiiiiiii!!!
Eu gozei horrores, quase desfalecendo nos braços do Lino, enquanto ele também se acabava em mim. Quando recuperei um pouco da lucidez,disfarcei e dei uma olha na direção da porta que não tinha ninguém. Mas a sensação que eu estava sentindo era muito boa.
Foto 1 do Conto erotico: Trio elétrico 7


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Ficha do conto

Foto Perfil mmariah
mmariah

Nome do conto:
Trio elétrico 7

Codigo do conto:
268039

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
23/07/2026

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