Trio elétrico 9



Oi pessoal, tudo bem? Peço desculpas pela demora mas tive dois probleminhas em família que me fizeram atrasar a escrita dos contos. Espero a partir de agora ater menos atrasos na entrega dos textos. Espero que tenham gostado de tudo o que escrevi até agora, lembrando a vocês que a história é real e apenas alguns detalhes foram trocados, como os nomes e algumas poucas cenas. Agora, voltando à história, depois da brincadeira picante com nosso hóspede, trabalhei o restante do dia sem pensar muito na besteira que tinha feito. Conversei duas vezes no WhatsApp com o meu marido mas fiquei na minha, não comentei nada com ele da "arte" que tinha aprontado pela manhã. Quando voltei pra casa, o Nelson tava todo feliz, bem soltinho mas cortei as asinhas dele pra ele não se confundir. Quando o Lino chegou do serviço, eu estava ocupada conversando com minha filha pelo telefone. Depois ainda conversei com minha mãe e só então criei coragem de encarar o Lino, na hora da janta.
O Nelson já estava andando um pouco pela casa, conseguiu tomar banho sozinho e depois jantou com a gente na mesa da sala. Eu queria ter conversado antes com meu marido mas acabou que não teve jeito e, apesar do nosso convidado ter se comportado bem, fui eu quem não segurou o rojão e acabei deixando meu marido perceber que tinha caroço no angu.
Depois da janta eles ficaram conversando um pouco na sala e eu na cozinha, dando uma geral nas coisas. Mais tarde, quando o Lino veio pro quarto, eu entrei em seguida e ele já foi me perguntando se tava tudo bem. Eu falei que sim. Ele falou que eu tava diferente e eu perguntei "diferente como?".
_ Sei lá, você tá esquisita. Aconteceu alguma coisa na escola hoje?
_ Não, não aconteceu nada. Tá tudo bem, juro.
_ Então tá, tudo bem. Eu só achei que, sei lá.
Ele veio pro meu lado e quis me abraçar, eu até deixei mas em seguida dei uma afastadinha de leve. Ele insistiu pois sempre foi muito carinhoso e passou a mão em meu cabelos, me pegou pelo queixo, deu um selinho em mim e então me abraçou. Senti o corpo dele contra o meu e isso me acendeu. Nos beijamos com mais intensidade e senti o pau dele endurecendo na minha virilha e depois, num impulso resolvi abrir o jogo:
_ Na verdade aconteceu sim, e acho que você vai me matar.
_ Ah, é? E o que aconteceu?
Ele tentou puxar a minha cabeça para olhar nos meus olhos, mas forcei e continuei com ela apoiada no ombro dele. Estava com muita vergonha mas não dava mais pra voltar atrás:
_ Aconteceu.
_ Aconteceu? Aconteceu o que?
_ Aconteceu.
Ele se afastou e me segurou pelos ombros. Me encarou de um jeito forte e meio estranho, quase me sacudindo:
_ Caralho, Ma, aconteceu o que?
_ Aconteceu, oras.
Ele paralisou. Na hora percebi que a decepção bateu forte nele. Tentei encarar mas não consegui, abaixei a cabeça. Ele então perguntou:
_ Aconteceu o que tô pensando?
_ Eu não sei o que vc tá pensando.
_ Claro que você sabe. Aconteceu como?
_ Ah, desculpe, desculpe, meu amor. Eu falei que esse lance de deixar um homem aqui dentro não ia dar certo. E você quis brincar com fogo.
_ Quis brincar com fogo uma ova! Eu só quis ajudar um amigo. Caralho! Como assim, o que foi que houve aqui? Porra, o cara tá operado não faz nem duas semanas. Vamos, o que aconteceu?
_ Fala baixo, por favor.
_ Caralho, Ma. O que aconteceu, porra? Vai, desembucha...
_ Fala baixo, por favor, que eu juro que vou contar direitinho pra você.
Então fui contando tudo, e ele sem reagir, mas senti o seu pau endurecendo enquanto eu ia falando com detalhes. Ele tentando disfarçar, tentando se afastar e eu me agarrando a ele, falei que quando Nelson segurou minha mão, foi puxando devagarzinho e com muito jeito até encostar em seu shorts, e eu senti o pau dele vibrando, então fiquei deslizando minha mão, sentindo a pica dura do Nelson, mas que teve uma hora que resolvi lutar contra e falei pro Nelson que eu era mulher do melhor amigo dele, mas ele me olhou de um jeito que parecia estar desesperado, agoniado mesmo, e disse que eu tinha razão e que ele iria embora, pois não queria trair a nossa confiança. Mas ao mesmo tempo ele foi me me contando que o tesão que estava sentindo era porque ficava ouvindo a gente fazer amor, prestando atenção na gente, que ouvia os meus gemidos e que sou muito gostosa e bonita, que é por isso que estava se confundindo todo.
Então contei pro Lino que na verdade eu não queria, mas nessa hora acabei me confundindo também e vi que a pica do Nelson estava tinindo, dura que nem uma pedra, e que eu era muito safada, pois fiquei com tesão por isso e ao mesmo tempo com dó do Nelson, mas que eu estava errada, pois era uma perdida, com um tesão descontrolado, e que ele não falava mais nada. só meu ouvir. Então dei uma paradinha na história e fiquei abraçadinha nele, e então ele se mexeu e falou:
_ E aí?
_ Aí o que, amor?
_ Continua.
_ Ah, você tem certeza de que quer que eu conte? Você vai ficar com raiva de mim, pois eu sei que traí sua confiança. Eu te amo, amor, mas deixei as coisas acontecerem de um jeito que eu achava que sabia controlar, aliás, na hora até pensei que seria muito bom se você estivesse comigo, me vendo, me olhando, me ouvindo...
_ Conta logo, Ma, caralho, o que foi que aconteceu?
_ Ah, amor, eu tentei resistir mas, sei lá, era quase impossível.
_ Conta logo, porra.
_ A rola do Nelson estava muito dura, e eu tentei resistir, até falei pro Nelson que ele, quer dizer "a gente", podia até estar se confundindo mas que ele não podia ir embora agora, que precisava se cuidar, que era uma questão de ser forte, de resistir. E ele ficou ali, pensando sem jeito, eu também. Até que teve uma hora que vi que ele estava distraído prestando atenção em meus peitos, só porque estavam pertinho do rosto dele e eu até conseguia sentir a sua respiração. E então eu expliquei assim, que tinha ficado com dó dele, pois o pau estava tinindo de tão duro, mas que já que eu estava segurando, só por isso, por dó. E ele ficou olhando pra mim com uma cara de tesão, amor. E eu fiquei com dó de soltar e deixar ele naquela vontade.
_ Mas pode confessar, você também tava com vontade, tava curtindo, né sua puta?
Eu percebi que ele já falou mais baixo e que seu pau tava tinindo, então me encostei mais nele e expliquei direitinho, contei tintim por tintim:
_ Ah, amor, sabe, você entende, né, tava rolando um negocinho ali e a pica dura dele tava latejando. E você sabe, eu não resisto a uma pica durinha, então comecei a punhetar ele, por cima do tecido mesmo, primeiro bem devagarzinho, e então ele começou a se contorcer. Eu não sabia direito o que fazer na hora, mas o instinto foi ajudando, o Nelson foi se ajeitando na cadeira e eu fiquei entre as pernas dele e baixei de joelhos, quase debaixo da mesa. O safado percebeu que eu tava perdendo a compostura, sabia?
_ Porque?
_ Ele se ajeitou na cadeira e até afastou a cadeira para trás e abriu mais as pernas. Então eu chamei ele de safado. Vi pela bermuda o pau dele estufando a cueca. Ah, amor, aí não aguentei e peguei nele e cometi um pecadinho, sabe? Puxei a cueca dele e o pau ficou bem na minha frente.
_ E aí?
_ Ah, amor, tenho até vergonha de falar, você sabe, aquele negoção ali na minha frente, pulsando na minha mão, então...
_ Então o que?
_ Então dei uns beijinhos e depois uma lambidinha. Só de fazer isso ele já ficou de um jeito que achei que já ia gozar. Então dei um tempo pra ele segurar a onda e só depois comecei a chupar de novo, devagarzinho. Ele então falou que minha boca era gostosa e eu falei pra ele tomar cuidado pra não estourar os pontos da cirurgia. E voltei a chupar. Ele primeiro segurou minha cabeça, depois baixou a mão, enfiando a mão dentro do hoby para segurar meu peitinho.
_ Hoby? Você tava de hoby?
_ Tava, amor, porque, não podia?
_Puta que pariu, puta que pariu. Por isso ele endoidou. você com ele só de hoby?
_ É o hoby que eu tava quando você saiu. Ele nem é escandaloso. O problema é que não vi que ele tinha aberto um pouco... Mas como já tinha feito a besteira de chupar aquela pica grossa, então facilitei um pouco pra ele, que ficou tocando no meu bico, que tava bem durinho. Até que teve uma hora que não aguentei e chamei ele pro quarto. Acredita que ele queria fazer na nossa cama? Mas eu não deixei. Falei pra ele que não. Quase falei assim: "na cama, só se o Lino tiver junto". Né, amor? Não tô certa?
_ Continua.
_ Então entramos no quarto dele e comecei a chupar o pau dele de novo. Fui mordiscando as bolas, punhentando devagar e enfiando a cabeça na boca, acelerando bem devagarzinho, daquele jeito que você gosta e ele não aguentou, logo avisou que ia gozar. Continuei brincando com o brinquedinho, esfregando e apertando e ele só gritando que ia gozar. Continuei batendo, com a cabecinha na pontinha da lingua, até que percebi que ele ia gozar mesmo, então tirei da boca e figuei só nas lambidinhas. Ah, amor, acredita que eu percebi direitinho a hora dele gozar? E a tora dele esguichou com vontade na minha cara, lavou meu rosto, sabia? Me lambuzou toda, os meus peitos também. Quando ele acabou, dei uma passadinha de língua bem devagarzinho bem no freio e na cabecinha dele. Nossa, ele estava tão na fissura que ainda demorou um pouco pra se acalmar. Quando ele sossegou de vez, subi na cama e fiquei do lado dele, e falei assim:
_ Olha só o que você me fez, mocinho, me deixou toda gozada na cara.
O filho da puta do Nelson nem falou nada, parecia que estava em outro mundo.
Só depois que terminei de contar pro Lino essa aventura, tive coragem de encarar ele, mas agora ele estava intimidado, que disfarçou e virou a cara. Eu continuava a sentir a pica dura dele me espetando na barriga e fiquei com medo daquele climão de tesão passar, então falei no ouvido dele:
_ Vc me desculpa? Eu juro que isso não vai mais acontecer.
Ele respirou fundo mas continuou quieto. Eu me esfreguei um pouco mais nele, apertei mais o abraço e ele retribuiu.
_ Eu sei que sua mulher parece uma vadiazinha mas você sabe que eu não sou, né? Você sabe que só quero fazer as coisas com você junto, né?
_ sua, sua puta.
_ Sim, eu sei que sou puta, mas sou só sua. Só sua puta
_ É?
_ Claro...
E começamos a nos beijar com força. Ele parecia ter uns 8 braços, de tanto que me abraçava e me apertava. Deixei ele tocar em mim à vontade, percebi que estava com um tesão incontrolável e que
se deixasse, já ia pros finalmentes. Mas travei ele, deixei ele pegar nos meus peitos e apertar, beijar, lamber e babar. Enquanto isso, enfiei a mão dentro de sua calça e apalpei a sua pica que estava latejando de tão dura. Depois da gente se beijar bastante, ele me virou de costas e mordeu minha nuca. Foi como se eu tivesse tomado um choque. Fiquei rebolando pra ele:
_Vai me castigar? Vai castigar sua mulher que fez coisa errada, vai?
_ Ah, sua puta, sua vagabunda.
_ Xinga, meu amor, xinga que eu tô merecendo.
_ Tá mesmo!
Me ajoelhei e comecei um boquete bem gostoso. As veias estavam todas saltadas e ela parecia que ia explodir. Ele pegou em minha cabeça e começou a controlar meus movimentos. Procurei incentivar ele:
_ Vai, me puxa pelos cabelos, vai. Castiga sua mulherzinha que fez coisa errada. Castiga eu!
Ele se empolgou e até me fez engasgar. depois disso fiquei em pé e comecei a beijar ele, e então fui empurrando para a cama. Nesse momento lembrei da porta. Olhei e estava encostada. Comecei a gemer mais alto. pois tinha certeza de que o Nelson estava ouvindo a gente. O Lino estava alucinado e começou a tirar a minha roupa com pressa, quase rasgando:
_ Vai, gostosão, vai me rasgar toda, vai?
_ Vou, sua puta...
_ Então vem, vem logo comer a sua putinha.
Meu marido não aguentou e veio pra cima de mim, que estava deitada de costas na cama. Nesse momento ele ameaçou colocar a sua rola na minha xerequinha mas eu segurei e fiquei brincando com ela na portinha. Ele queria porque queria entrar em mim e eu desviando, incentivando mas desviando.
_Vai, sua puta, abre essas pernas, vai.
Eu, com a cara mais safada do mundo, dei um sorrisinho pra ele e falei:
_Abre um pouco a porta, primeiro.
Ele arregalou os olhos e me olhou, acho que sem acreditar no que eu tava falando.
_ Não, você não pode tá falando sério.
_ É claro que tô, aliás, tô mandando. Vai!
Ele ainda demorou um pouco, acho que pensando, se assumia a cornidão de vez. Eu sentia o pau dele duríssimo como poucas vezes tinha visto em toda a minha vida. Até que respirou fundo, se debruçou sobre mim, me deu um beijo, me chamou de "louca", foi até a porta e abriu um pouco. Depois veio rapidinho. A pica toda lustrosa parecia que queria dar uma gozada no teto, ele deitou do meu lado e começou a me beijar. Eu falei "obrigado" bem no ouvido dele, e comecei a beijar ele do jeito mais escandaloso que podia. A gente ficou se esfregando um pouco e a todo momento eu disfarçava e olhava pra porta, e também vi que ele disfarçava e olhava também. Ele queria me virar de todo jeito pra subir em cima de mim, mas eu segurava a onda, pois estava com uma ideia e queria falar, mas ainda estava em dúvida. Até que criei coragem, esperei um momento certo e falei:
_ Vamos chamar ele aqui?
Nesse momento o Lino deu uma travada mas em seguida mudou a cara, me prendeu os braços, subiu em cima de mim e enfiou seu pau com força:
_ Tá louca, é?
Eu já tinha entornado o caldo várias vezes naquele dia, então decidi assumir o controle de vez da situação:
_Tô. tô louca sim. Louca e bem tarada.
Aí quem endoidou foi ele e começou a bombar em mim com bastante força, como se estivesse numa maratona ou com raiva de mim. O pau dele tinha inchado de um jeito que me preenchia toda. Ou seria minha boceta que tava inchada como nunca? Só sei que ele enfiava com força, sem dó de mim, parece que querendo me machucar. Achei que fosse xingar mais um pouquinho mas ele ficou calado e eu fiquei sem saber o que falar pra ele, para incentivar. Quando ele percebeu que ia gozar, parou um pouco e começou a me chupar os peitos. Eu passava a mão na cabeça dele, ao mesmo tempo que sentia minhas tetas pesadas. Estava louca pra gozar. Mas deixei ele acalmar um pouco e não gozar logo. Ele me chupou bastante as tetas, depois desceu e chupou minha xaninha, que estava melada, até me fazer gozar. Depois disso ele subiu de novo e já ia deslizar pra dentro de mim, quando segurei o queixo dele e dei uma travada no pau dele, duro que nem madeira na entrada da minha grutinha.
_ Não via fazer os caprichos de sua mulher?
Ele me olhou, estava com tesão nas alturas mas sem querer abrir mão da sua defesa de macho, achando que era alfa. Ele ameaçou falar alguma coisa mas no fim me beijou e eu deixei, mas na hora que ele tomou fôlego de nov, falei:
_ Eu quero! eu quero, ouviu?
_ Anham.
_ Então vai lá, agora.
Ele parou.
_ Ah, Ma, por favor...
_ Que foi, você quer mas não tem coragem, é isso?
Ele ficou em silêncio mais um pouco, mas acavou admintindo:
_ É.
_ Você quer que eu vá lá, é isso?
Ele ficou com o corpo parado por um momento, e tive a impressão que pela primeira vez a pica dela deu uma amolecida de leve. Então resolvi salvar a noite, antes que estragasse de novo:
_ Tá bom, meu amor. Vem! Mete na sua mulher safada, que tá doidinha pra tomar chá de pica. Vem sem dó... Isso. Vem! Gosta da sua mulher tesudinha assim?
_ Gosto.
_ Gosta da sua mulher querendo dar pra outro?
_ Puta que o pariu, Ma, você é foda.
_ Você naõ falou. Gosta da sua mulher dando pra outro ou não?
_ Huuum.
_ Então vou dar, tá bom? Bem gostoso. Você quer que seja na sua frente ou só quer saber depois?
_ Puta que o pariu, sua safada. Puta que o pariu, sua vaca.
_ Isso, amor, xinga mesmo a sua mulher safada. Xinga ela, que ela tá fazendo por merecer. Xinga a sua puta, vai!.
_ Ai, Má, acho que eu vou, eu vou, vu gozaaaaarrrr.
_ Goza, meu amor, goza na sua puta safada, goza, meu corninho.
Lino não se aguentou e jorrou um rio dentro de mim, gemendo alto e de um jeito descontrolado. Depois disso acabou caindo de lado na cama. Foi nessa hora que vi uma sombra se afastando da porta semiaberta.

Foto: Euzinha de bobeira na praia há uns anos atrás

Foto 1 do Conto erotico: Trio elétrico 9


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Ficha do conto

Foto Perfil mmariah
mmariah

Nome do conto:
Trio elétrico 9

Codigo do conto:
270401

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
21/08/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
1