Oi, sou a Maju, e acho que vocês que estão acompanhando a minha saga aqui nesse contos eróticos acho que sabe que já sou tarada por natureza mas tô ficando mais ainda com esse convidado hospedado em minha casa e meu marido parece que brincando com fogo, incentivando de um jeito mal disfarçado essa ninfomaníaca aqui. Pra quem chegou agora acho que tem que começar lá pelo início para se inteirar de tudo mas tenho 48 anos e sou casada com o Lino, que tem 53. Sou branca, tenho os cabelos meio longos e cacheados, com 1,59m e uns 62 kg. Sou aquilo que chamam de exibicionista mas bem discreta no ambiente social. Gosto de roupas justas e de decotes. Nossa história continua desde aquele momento em que eu e meu marido trepamos e gozamos com a porta do quarto só encostada, pra ver se o Nelson ouvia a gente ou até desse uma olhadinha. Mas acho que ele aparentemente não foi ver a gente, mas com certeza deve ter ouvido, pois eu caprichei nos gemidos. kkkk Depois disso fomos pro banho e dormimos como dois pombinhos, pois amanhã era dia de trabalhar. Na manhã seguinte, Lino se levantou meio atrasado e eu acordei junto, e fui fazer um café enquanto ele se arrumava. Eu só pus um hoby preto sem nada por baixo e fui cuidar da cozinha. Depois que ele tomou café, se despediu de mim com um beijo e foi trabalhar. Eu acompanhei ele até a porta e depois voltei pra dentro, indo me deitar mais um pouquinho. Mas um demoninho ficou me atentando e eu vi que naõ ia conseguir descansar mais. Então saí de novo para a cozinha com o mesmo hoby mas agora pelo menos coloquei uma calcinha preta, se bem que bem pequenininha, minha pepequinha tava coçando, se é que vocês me entendem. Kkkkkk Então fui arrumando as coisas, caprichando nas batidas das portas de armario até que o Nelson apareceu. _ Oi, Maju, bom dia. _ Oi, bom dia, Nelson, eu já estava pensando em levar o café pra vc mas não sabia se você já tava acordado. _ Ah, já acordei sim. Já faz até algum tempinho. _ Acordou cedo hoje. E eu acho que você não deveria estar andando. _ Preciso me movimentar aos poucos. Essa semana já tenho retorno médico e espero que ele dê alta. E preciso "dar alta" pra vocês também. _ Já falei e o Lino também falou, quanto a isso você não precisa se preocupar. _ Mas a gente tem que tomar chá de simancol, né? _ Senta aí, homem, sossega seu facho. O que você quer, o café com leite de sempre? _ Sim, isso. _ E o que você quer comer? De repente resolvi brincar com fogo e dei uma encarada nele, que ficou meio sem graça, que disfarçou mas não muito: _ O que você tem pra oferecer, madame? _ Seu safadinho, tô perguntando de comida normal. _ E eu só perguntei, porque a casa é sua e não sei qual o menu hoje. _ É, nem tenta disfarçar, viu? Eu entendi seus trocadilhos. _ Tá bom tá bom tá bom, eu confesso. Mas se eu pudesse, eu já caía de boca numa carne de verdade mesmo, sabe aquelas bem suculentas? _ Sei. Vocês, homens, não perdem tempo pros trocadilhos, né? Mas eu tô falando sério, o que você quer comer agora? Ele me deu uma olhada e fez um silêncio que me arrepiou, depois sorriu de um jeito enigmático. eu me afobei: _ Vai, homem, eu não tô de brincadeira não e nem tenho toda a manhã. Daqui a pouco tenho que tomar banho pra ir trabalhar. _ Ô mulher que gosta de tomar banho. _ Ahh, pronto, era só o que faltava. Tá controlando os meus banhos agora? _ Não, não é isso, é que você tomou banho de madrugada, agora já vai tomar outro. _ A gente tem que se cuidar, né? Pra não ficar fedidinha. Aliás, nem era tão de madrugada que eu tomei banho ontem. E a gente toma banho porque precisa, né? _ Imagino. Pintou um silêncio entre a gente novamente. Eu estava muito insegura, com muitas dúvidas, ao mesmo tempo que o corpo parecia que ia dar um salto. Mas ao mesmo tempo estava querendo, o corpo pedia, a cabeça mandava, e o único fio que me segurava era que não tinha certeza de nada, não sabia qual poderia ser a reação do meu marido. Se ele ao menos estivesse aqui nesse momento, poderia tomar alguma decisão, sentir sua reação mas agora... Puta que pariu, viu!!! No último minuto, um fio de lucidez parece que me acudiu e eu falei: _ Vai, senta aí pra tomar logo esse café. Ele se ajeitou pra sentar. Mas eu estava lá, queimando de vontade. Virei de costas pra ele e acendi o fogo novamente e perguntei: _ Vou fazer um ovo mexido pra você, tá bom? _ Tá bom. Virei de repente e adivinha? Os olhos do filho da puta estavam grudados na minha bunda. Fiz de conta que nem percebi. Abri a geladeira e peguei um ovo, também peguei um potinho no armário, caprichando na abaixada, mas sempre disfarçando. Quando terminei tudo e servi ele, consegui notar que estava com o pau duro, apesar da sua tentativa de disfarçar. Isso mexeu comigo, uma pica dura me deixa de um jeito que fico quase incontrolável. O problema é que o meninão ali tava disponível mas doente e daqui a pouco eu teria que sair para trabalhar. Ao mesmo tempo, estava numa baita confusão mental, já que não sabia se era certo avançar o sinal sem ter certeza de como seria a reação do meu marido. Mesmo assim, na hora de encher a xícara de café, caprichei na abaixada, para ele ter uma visão bem exposta do contorno dos meus seios. Depois que servi ele, me virei e falei, como quem não quer nada: _ Bem, agora que você tá bem servido, vou começar a me preparar para ir trabalhar, tá bom? _ Mas não é nem 10 da manhã ainda. _ Eu sei, mas sou uma dona de casa, e tenho muito o que fazer. _ Se eu pudesse te ajudar em alguma coisa. _ Não se preocupe, um dia a fatura vai chegar e você que pagar esse serviço completo de hospedagem. _ Pagarei sim. Com prazer. _ Agora sim, falou como um homem de verdade fala, quase um cavalheiro. _ Posso pagar até adiantado. _ Menino, não brinca com fogo. Você está em recuperação e... Nesse momento ele pegou minha mão, segurou sem saber direito o que fazer, pois também estava inseguro, como eu. Então eu perguntei: _ Que foi? Ele vacilou um pouco mas continuou segurando minha mão e puxou devagarinho até encostar em seu shorts. _ Olha como estou. Eu senti aquela carne quente nas costas da mão, pulsando dura, deslizei um pouco e a seguir afastei: _ Eu entendo você, mas eu sou sua amiga, sou mulher do seu amigo. Ele me olhou de um jeito que parecia sair faísca e soltou minha mão. _ Então, por favor, deixa eu ir embora, pois eu não aguento mais. Você é muito linda e gostosa, você geme de um jeito absurdo quando está trepando com ele, e eu acho que tô me confundindo todo, pois estou enlouquecendo, Má. Nesse momento eu baixei a mão e segurei sua pica novamente, primeiro suavemente e depois com um pouco de força. _ Você tá forçando a barra, pois sabe que não pode ir embora agora. E eu vou cuidar de você. Só não apresse as coisas, as coisas precisam se ajeitar, mocinho... Fiquei alisando a pica dele. Estava quase montada de frente e ele tinha uma paisagem das minhas tetas tão pertinho do seu rosto que eu conseguia sentir a sua respiração. Eu tinha começada a punhetar ele por cima do tecido, bem devagar, agora não dava mais para parar, então me ajeitei um pouco mais e esfreguei com força. Nelson se ajeitou melhor também e eu conseguia sentir o calor da sua respiração no meu peito. _ Ah, mocinho, olha o que você está fazendo comigo, com a gente. _ Hummmmm. Eu não sabia bem o que fazer, então fui me ajeitando entre suas pernas e fui ficando de joelhos, quase debaixo da mesa. Ele entendeu o meu movimento, afastou a cadeira para trás e abriu mais as pernas. _ Seu safado. Falei porque não sabia mais o que falar. Puxei a cueca boxer dele e o pau ficou bem na minha frente. Era comprido e grosso, cheio de veias e bem reto. Dei um beijinho e uma lambidinha. Ele teve uma descarga de 220, achei até que já fosse gozar. Enchi minha boca de saliva e comecei a chupar com vontade. O Nelson se contorcia sentado na cadeira. _ Cuidado, mocinho, senão você vai estourar essa operação aí. _ Puta que pariu, sua boca é muito gostosa. _ Mas se acalma, você não pode passar nervoso demais. E voltei a chupar. Ele baixou a mão, queria enfiar a mão dentro do hoby para segurar a minha teta. Dei um jeitinho pra ele poder pelo menos tocar no bico, que estava duro e pedindo um carinho naquele momento. Depois de mais um tempo, não aguentei e falei: _ Vamos sair daqui porque tô com medo de machucar isso daí. O meu hoby já estava solto, expondo minhas tetas e minha xerequinha mas de repente bateu uma vergonha e fechei ele de novo. Peguei o Nelson pela mão e fui levando ele para o quarto. Então ele me perguntou: _ Não pode ser na sua cama? _ Não espertinho, você está querendo demais. Entramos no quarto dele e eu o ajudei a se deitar. O pau tinha dado uma amolecida mas assim que entrei no meio das pernas dele, o bichão já ficou de pé de novo e agora tava tinindo. Comecei a chupar de novo e o Nelson ficou segurando minha cabeça, controlando os meus movimentos. Teve uma hora que ele forçou um pouco, até me sufocar. Qual eu consegui respirar, falei pra ele: _ Filho da puta, gosta de garganta profunda, né? Da próxima vez eu mordo essa porra. Ele segurou minha cabeça de novo, mas eu escapei e falei: _ Assim não, não gosto disso. _ Tá bom, desculpa. Então eu mesmo fiz a deep que ele queria, mas no tempo que eu suportei. Quando tirei da boca, olhava nos olhos dele, que estavam brilhando. Comecei a lamber e a punhetar ao mesmo tempo, depois enfiei só a cabeça na boca e fui acelerando os movimentos, do mesmo jeito que meu marido gosta. Não deu outra, logo ele estava tentando se soltar e gritou: _ Eu vou, eu vou gozar. _ Hum. Glup. _ Eu vou gozar, eu vou eu vou... E eu continuei batendo pra ele, esfregando a cabecinha da pica dele bem na pontinha da lingua, até senti a hora que ele se contorceu de vez, então tirei da boca e deixei esguichar na minha cara, no meu colo, nos meus peitos. Quando ele parou de se contorcer, então passei a língua devagarzinho na ponta e no freio da pica dele, que vibrou. Ele demorou um pouco ainda para se acalmar, enquanto eu continuei brincando com sua pica, que foi aos poucos dando uma amolecida. Quando ele sossegou de vez, subi na cama e fiquei ao lado dele, e falei rindo: _ Olha só o que você me fez, mocinho. _Puta que pariu. _ Você tá com dor. _Mesmo que tivesse... Insinuei pra ver se ele vinha me beijar mas ele se segurou. Pensei em dar uma forçadinha mas achei melhor não. Se fosse o Lino, já teria grudado a língua dele na minha. Dei um pulo da cama e avisei que ia me arrumar para ir trabalhar.
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