Que delícia estar de volta!!
Eu havia perdido o acesso dessa conta, estava até postando meus contos em outra, mas não podia deixá-los na mão! Voltei pra ficar!
Faz um tempo que não me descrevo, por isso vou me apresentar novamente.
Eu já sou assíduo do site, sou do interior de SP. Gordinho, branquinho, rabudo e com peitinhos suculentos. Sou um passivo submisso, amo servir aos machos!
Bora para o conto?
Já tinham passado 6 meses e meu cuzinho estava latejando de saudade. Eu passava na frente da república todo dia igual uma cadela no cio.
Nossos horários não batiam. Ele sumiu.
No começo, eu achei que era jogo. Que ele tava me testando, vendo se eu ia atrás. Passei uma semana inteira com a calcinha fio dental rosa —a mesma que ele gozou- esperando que ele aparecesse e me chamasse de puta. Nada.
Um dia a noite, eu tava andando na frente da república igual um zumbi, olhando para as janelas vazias, quando um dos outros moleques saiu. Moreno, alto, com cara de poucos amigos.
"Ô, gordinho", ele chamou. "Tá procurando o Vini?"
Meu coração parou. "Tô."
"Ele voltou pra casa dos pais. Trancou o semestre."
Eu fiquei paralisado. "Quando?"
"Uns meses atrás."
Ele tinha ido embora e nem me avisou. Não que ele devesse—eu era só uma puta que ele comeu. Mas doeu. Doeu pra caralho.
"Ele... ele vai voltar?", perguntei, a voz falhando.
O moreno deu de ombros. "Sei lá. Mas ele deixou um recado pra você."
Minha respiração prendeu. "Recado?"
"Falou que se você aparecesse, era pra eu te dizer que você pode ficar com a chave de baixo do vaso. Que ele não vai mais precisar."
O moreno entrou e fechou a porta.
Fiquei ali, parado, processando. Uma chave. Ele deixou a chave da república. Pra mim.
Eu não sei quanto tempo fiquei ali, mas quando me toquei, já estava andando. Não em direção à minha casa. Em direção à padaria.
Comprei café. Sentei na calçada. E tentei entender tudo aquilo.
Passou mais um mês.
Uma caminhonete parou na frente da república. Meu coração quase saiu pela boca. A porta abriu, e ele desceu.
Vinícius.
Cabelo mais curto, barba feita, corpo ainda mais trincado. Tava de bermuda jeans e camisa social—nunca tinha visto ele tão arrumado. Ele olhou para a república, depois para a rua. E me viu.
Ele não sorriu. Não fez sinal. Só virou as costas e entrou.
Levantei. Atravessei a rua igual um louco, meu coração batendo tão forte que eu conseguia ouvir. Entrei no quintal—o portão tava aberto. A porta da frente também.
Quando entrei, ele tava sentado no sofá surrado, os cotovelos nos joelhos, olhando pra mim com uma cara que eu não sabia ler.
"Fechou a porta?", perguntou.
Fechei.
"Trancou?"
Tranquei.
Ele se levantou. Caminhou até mim devagar, cada passo ecoando no silêncio da sala. Quando chegou perto, parou. Olhou pra mim de cima a baixo.
"Tá mais magro", ele disse, a voz baixa. "Tá de dieta ou tá sofrendo de saudades?”
Engoli em seco. "Dieta."
A mão dele encontrou minha barriga, apertando a gordura que ainda restava. "Tá mais mole também."
Senti meu corpo tremer. "Você foi embora."
"E daí?"
"Você não avisou."
Ele riu, um som seco. "Avisar o quê, viado? Que eu ia embora? Você não é minha mulher."
A frase doeu mais do que qualquer tapa.
"Mas... mas você deixou a chave", eu sussurrei. "Disse que eu podia entrar."
"Deixei." Ele deu de ombros. "Pra você parar de ficar rodeando a casa igual uma cadela abandonada. Não queria que os moleques ficassem falando."
Fiquei em silêncio. Não tinha mais o que dizer.
Ele me observou por um longo momento. Depois, seus dedos encontraram meu queixo, levantando minha cabeça.
"Mas você veio", ele disse. "Mesmo depois de tudo. Veio."
"Sim."
"Por quê?"
Porque eu sou sua puta. Porque não consigo pensar em outra coisa. Porque seu pau me destruiu e eu quero mais.
"Porque... porque você disse que eu era sua."
O olhar dele mudou. Por um segundo, vi algo que não esperava—surpresa, talvez. Depois, a máscara de gelo voltou.
Ele segurou meu braço, me conduzindo até o sofá. Me empurrou, me fazendo sentar. Ficou em pé na minha frente, desabotoando a calça.
"Então", ele disse, o pau já duro, escapando da cueca. "Você quer ser minha? Mesmo depois desse tempo todo?"
"Sim."
Ele cuspiu na própria mão, passou no pau. Depois segurou meu cabelo e enfiou na minha boca sem aviso.
"Então chupa", rosnou. "E me mostra que você não esqueceu como se faz."
Eu chupei com fome, com desespero. Minhas mãos seguravam suas coxas duras, minha língua lambia cada veia, cada centímetro daquela rola que eu sonhei por trinta dias. Ele gemeu baixo, puxando meu cabelo.
"—puta gostosa. Ainda sabe me chupar."
Ele tirou, me virou de bruços no sofá. Rasgou meu short. Cuspiu no meu cu.
"Vai doer", ele avisou. "Você vai sentir cada centímetro."
Quando entrou, eu gritei. Não era como antes—era mais bruto, mais seco. Ele não esperou eu me acostumar, começou a meter com força, me fodendo como se estivesse descontando alguma coisa.
"—sua puta. Ficou esperando igual cadela, né? Querendo meu pau."
"Sim, sim, sim..."
"Cala a boca e aguenta."
Ele me fodeu sem parar, sem dó. Eu soluçava, meu pintinho duro batendo no sofá, o cheiro de suor e sexo enchendo a sala. Ele não parou até gozar—quente, fundo, enchendo meu cu de leite.
Depois, ele saiu. Foi até a cozinha, pegou uma cerveja. Voltou e sentou no sofá, abrindo a lata.
"Vem", ele mandou.
Eu me arrastei até ele. Me sentei no chão, entre suas pernas, sem coragem de encarar.
"Você quer ser minha puta", ele disse, não era pergunta. "Puta de verdade. Não só alguém que eu como quando tô com tesão."
Levantei os olhos. "Quero."
"Então vai ser diferente. Eu vou te foder quando quiser, onde quiser, como quiser. Você vai ser minha propriedade. Minha puta particular."
"E se... e se eu um dia não quiser?"
Ele riu. "Você não vai querer. Você é viciado em mim, gordinha. E eu sei disso."
Ele tinha razão.
"Então... então sim", sussurrei. "Sim."
Ele terminou a cerveja, jogou a lata no chão. Pegou meu cabelo e me puxou para cima, me colocando de joelhos na sua frente.
"Agora chupa de novo", ele ordenou. "Quero ver você engolir tudo."
Eu mamei sugando intensamente. Ele me enlouquecia, eu perdia a razão com aquele pau na boca, pulsando.
Ele gemeu alto, o pau pulsava, achei que iria gozar naquela hora. Estava enganado.
Ele segurou minha cabeça e disse:
“Não deixa cair uma gota fora da boca senão você apanha”
E começou a mijar.
O mijo quente, salgado, descia pela minha garganta e eu tentava engolir tudo.
Era um misto de nojo e tesão. No fundo eu sabia que ele estava me presenteando com o líquido de ouro dele.
Meus olhos lacrimejavam, mas eu não podia parar—não podia deixar uma gota escapar. A mão do Vini apertava meus cabelos, guiando minha cabeça, controlando cada gole.
"Bebe tudinho, viado", ele rosnou, a voz grossa. "Quero ver você engolir igual a puta que você é."
Engoli. Cada gole era um sacrifício, uma humilhação. E eu amava cada segundo.
Quando terminou, ele sacudiu o pau na minha cara, a última gota escorrendo pelo meu queixo. Soltou meu cabelo e eu caí para trás, ofegante, o gosto do mijo ainda na minha boca.
"Lambe", ele mandou, apontando para o chão onde algumas gotas tinham caído.
Sem pensar, eu me abaixei, minha língua encontrando o piso frio, lambendo até não sobrar nada. Ele observava, um sorriso cruel nos lábios.
"Boa puta. Sabe obedecer."
"Levanta", ordenou.
Levantei, minhas pernas tremendo. O gosto de mijo ainda encharcava minha boca.
"Vem aqui", ele chamou, batendo na própria coxa.
Aproximei. Ele me puxou, me fazendo sentar no colo dele. Seu pau pressionava minha bunda, mas ele não fez menção de me comer de novo. Em vez disso, seus dedos encontraram minha barriga, apertando a gordura mole, brincando com meus peitos.
"Você pensou em mim", ele disse, não era pergunta. "Todos esses meses."
"Sim", minha voz era um fio. "Toda noite."
"Se masturbou pensando em mim?"
"Sim."
"Gozou pensando na minha rola?"
"Sim."
Ele riu, um som baixo. Sua mão continuava apertando as tetinhas sensíveis. Eu gemi, meu corpo se arqueando.
"Quantas vezes?"
"Toda noite. Às vezes de manhã também."
"Sua putinha." Ele beliscou meu mamilo, forte. Eu gritei. "Passou meses com esse cuzinho vazio, né? Sentindo falta de ser preenchido."
"Sim, por favor..."
"Por favor, o quê?"
"Por favor, me come de novo."
Ele riu, mas não me moveu. Em vez disso, suas mãos seguraram minha cintura, me levantando, me virando para ficar de frente para ele. Eu estava sentado no colo dele, meu pau mole encostando na barriga dele, os olhos dele nos meus.
"Primeiro", ele disse, "você vai me contar tudo. O que você fez, o que sentiu, o que sonhou. E se eu achar que você está mentindo, você vai apanhar."
Engoli em seco.
"Fala", ele mandou. "Começa."
E eu contei.
Contei como acordava todo dia e colocava aquela calcinha rosa—a mesma que ele tinha gozado—só para sentir o cheiro dele. Contei como passava na frente da república três vezes por dia, olhando para as janelas vazias. Contei como me masturbava no banho pensando no peso dele sobre mim, na voz dele mandando, na rola dele enterrada no meu cu.
Ele ouviu tudo em silêncio, os olhos fixos em mim, as mãos apertando meus peitinhos, eu me sentia uma fêmea. Quando terminei, ele não falou nada por um longo momento.
"Você é uma puta"
Ele me empurrou para fora do colo. Seu pau estava duro, babando pré-gozo.
“Fica de quatro e abre o rabo. Vou te comer de novo”
"Cala a boca e aguenta."
Ele me fodeu sem dó. Sua mão apertou meu pescoço, me sufocando enquanto ele rugia.
"Esse cu é meu, ouviu? Só meu."
"Seu", eu gemia, a voz falhando. "Só seu."
Quando gozou, foi com um rugido—jorros quentes enchendo meu cu, escorrendo pelas minhas coxas.
Ele ficou dentro de mim por um longo momento, o pau pulsando. Depois saiu com um som molhado, e eu senti o gozo escorrendo.
"—levanta."
Tentei, minhas pernas bambas. Ele me virou, me empurrou contra a parede. Seu pau mole, ainda babando, esfregou no meu rosto.
"Abre."
Abri a boca. Ele enfiou, mesmo mole, e eu chupei, lambendo o resto do gozo e do mijo que ainda tinham sobrado.
"—assim. Sua função é essa. Limpar o que eu sujo."
Ele me soltou, eu caí de joelhos de novo. Ele foi até a cozinha, pegou outra cerveja e bebeu como se nada tivesse acontecido.
"Pode ir", ele disse, sem olhar para trás. "Já deu por hoje. Você já deu o que eu queria. Agora vaza."
"Mas a chave... você disse..."
"A chave? Me devolva."
A frase doeu.
"Entendi", sussurrei.
"Vaza. E fecha o portão."
Me arrastei, minhas pernas tremendo, o gozo dele escorrendo pelas minhas coxas. Passei pela rua com a cabeça baixa.
Na esquina, parei. Olhei para trás, para a república. Ele tinha ido tomar banho—eu ouvia o barulho do chuveiro.
Eu era só uma puta que ele comia quando tava com tesão. E mesmo assim, eu queria mais.
Continuei andando, cada passo doendo, o gosto de mijo ainda na minha boca.
E no dia seguinte, eu estaria lá de novo. Eu voltaria sempre que ele mandasse.
Espero que você tenha gozado!
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