O conto do Garçom da Madrugada fez tanto sucesso que não dava pra deixar vocês na mão. Vou contar o que aconteceu!
Escrevo direto do interior de SP. Sou um passivo submisso, amo servir aos machos! Quero te servir também!
Vou pedir um favor, já deixa seu like e eu te garanto uma boa gozada com esse conto!
Bora para a continuação?
Depois que ele gozou mamando meus peitinhos, a gente saiu andando de mãos dadas pela madrugada vazia. A lua tava cheia, o cheiro de asfalto molhado ainda no ar, e eu me sentia a putinha mais sortuda do mundo sendo conduzida por aquele macho.
"É sério, vai me levar onde?", perguntei, a voz meio falhando de tesão.
Ele parou, virou pra mim e disse, com aquele sorriso safado que me derreteu:
"Pra minha casa. Não é nada demais, é uma pensão simples, mas é meu canto."
Meu coração deu um pulo. Ele ia me levar pra casa dele. Pro lugar onde ele dorme, onde ele vive. Isso era mais íntimo do que qualquer motel.
"Você mora numa pensão?", perguntei, curioso.
"Sim. Nada chique, mas é barato e perto do trabalho. Pensão masculina, mas os caras nessa hora tão tudo dormindo. No meu quarto tenho meu banheirinho, mas não tem nada de luxo. Tô avisando."
Ele disse isso apertando minha mão, e eu senti um calor que não era só tesão. Era alguma coisa mais gostosa.
Chegamos. A pensão era uma casa antiga, dessas de porta alta, com um corredor comprido e um cheiro de café e sabão. Ele abriu a porta do quarto com cuidado pra não fazer barulho.
O quarto era simples — uma cama de solteiro arrumada, uma mesa de cabeceira com um abajur, um cabideiro com algumas camisas sociais, uma janela que dava pra um quintal. O banheiro era pequeno, tudo muito limpo e arrumado. Era o quarto de um homem trabalhador, simples, humilde.
"—é pouco", ele disse, quase sem graça. "Mas é meu."
"—é perfeito", respondi, e era verdade.
Ele fechou a porta devagar, tirou a camisa social e ficou só de calça. O peito definido, a pele morena, o suor do trabalho ainda brilhando. Ele me olhou de um jeito diferente agora — mais calmo, mais profundo.
"—sabe que eu não faço isso sempre, né?", ele disse, sentando na beirada da cama. "Não sou de sair pegando gente na rua. Mas você..." — ele balançou a cabeça — "você me pegou de jeito."
"Sério?", perguntei, sentando do lado dele.
"—sério. Esses peitinhos, seu jeito de putinha sem vergonha..." — ele riu — "eu não sei o que deu em mim."
"Deu tesão", eu disse, rindo também. "Tesão em mim."
"—tesão", ele concordou. "Mas também foi outra coisa. Você é... gostosa. E tem um brilho no olho que eu não sei explicar."
Eu senti meu rosto esquentar. Aquele macho bruto, que tinha me comido com os olhos na rua, que tinha gozado na minha mão igual um animal, agora tava ali, quase romântico, me olhando igual eu fosse uma mulher especial.
Ele segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou. Não foi aquele beijo selvagem, foi um beijo lento, gostoso, cheio de desejo e de alguma coisa mais. A língua dele encontrou a minha, devagar, e eu senti cada segundo.
"—deita", ele sussurrou. "Deita comigo."
Eu deitei na cama de solteiro, e ele veio por cima de mim, me olhando, passando a mão nos meus peitinhos, na minha barriga. Ele foi levantando a minha blusa, foi abaixando a cabeça, parou um segundo e disse, igual da primeira vez:
"—posso?"
"Pode", respondi, a voz já falhando.
Ele caiu de boca nos meus peitinhos de novo, e foi ainda melhor do que na rua. Aqui, no silêncio do quarto, eu podia gemer sem medo. Ele chupava, mordia, lambia, como se fosse a última vez. Eu arfava, gemia, minha mão no cabelo curto dele.
"—gostosa", ele murmurava entre uma chupada e outra. "Peitinhos de putinha gostosa."
Eu senti o pau dele duro, pressionando minha perna. Desci a mão, abri a calça, e ele escapou — grosso, veiudo, babando pré-gozo. Comecei a masturbar ele devagar, e ele gemia contra meus peitos, sugando mais forte.
"—tira a roupa toda", ele mandou, a voz rouca. "Tira tudo."
Tirei. Fiquei nu, os peitinhos à mostra, a bunda na cama de solteiro, o pauzinho duro. Ele se levantou, tirou a calça, e ficou nu também. Que corpo de macho — pernas grossas, braços fortes, o pau duro apontando pra mim.
"—vou te fazer mulher", ele disse, e sorriu. "Igual eu prometi."
Ele deitou do meu lado, me puxou pra perto, e começou a me beijar de novo, agora mais devagar, mais intenso. A mão dele desceu, apertou minha bunda com força, e eu gemi na boca dele.
"—tá pronta?", ele perguntou.
"Para você, sempre."
"—vira", ele mandou. "De bruços."
Obedeci. Me virei de bruços, o rosto no travesseiro, a bunda empinada. Ele passou a mão nas minhas costas, no meu bumbum, abrindo minhas pernas. Eu senti o ar fresco no meu cu, e depois a língua dele.
"—Aaaah", eu gemi.
"—Quero te preparar direito”
Ele lambeu meu cu, devagar, gostoso, a língua quente entrando e saindo. Eu gemia no travesseiro, as mãos segurando o lençol. Ele cuspiu, lambeu de novo, enfiou um dedo, depois dois.
"—gostosa", ele murmurava. "Cu de putinha gulosa."
"—por favor", eu pedia. "Por favor, me come."
"—pede", ele mandou. "Pede igual puta."
"Por favor... me come... enfia essa pica gostosa no meu cu... me faz mulher igual você prometeu..."
"—assim que eu gosto."
Ele se ajeitou, colocou a cabeça do pau na minha entrada, deitou por cima de mim e entrou. Devagar. Com cuidado, com vontade, sentindo cada centímetro. O corpo quente dele em cima do meu. Sua boca sussurrando no meu ouvido.
"—caralho", ele gemeu. "Que cu apertado."
Ele começou a meter devagar, a mão na minha cintura. Cada estocada era sentida, cada movimento era uma entrega.
"—gosta?", ele perguntava. "Gosta de ser fodida assim?"
"Sim... sim..."
Ele aumentava a velocidade, aumentava a força. Eu sentia ele cada vez mais duro.
Ele era firme da metida, mas carinhoso ao mesmo tempo. Me enchendo de beijos. Gemendo no meu ouvido. Sempre perguntando se eu estava gostando.
Ele disse que estava quase gozando e se poderia gozar dentro de mim.
“E se eu engravidar?”
“Eu assumo” e afundou ainda mais seu pau dentro de mim. Eu disse que ia gozar.
"—então goza. Goza no meu pau."
E eu gozei. Gozei sem tocar, o famoso gozo pelo cu, enquanto ele continuava me fodendo, mais forte agora, mais rápido.
"—caralho, vou gozar", ele rugiu. "Vou gozar dentro."
E gozou. Quente, grosso, enchendo meu cu de leite. Eu senti cada gota, cada pulsação.
Ele ficou dentro de mim, recuperando o fôlego. Depois saiu devagar, se deitou do meu lado, e me puxou pra perto. Nus, suados, o cheiro de sexo no ar.
"—tá feliz?", ele perguntou, a voz baixa.
"—tô", respondi, encostando a cabeça no peito dele.
"—eu também", ele disse. "Tava precisando disso."
Ficamos em silêncio, ele passando a mão no meu cabelo, eu ouvindo o coração dele. A cama de solteiro era pequena, mas era perfeita.
"—Dorme aqui comigo?", ele perguntou. "Amanhã eu te acordo, tomo café, e você vai."
"Durmo", respondi.
Ele apagou a luz do abajur. Ficamos abraçados, eu sentindo o gozo escorrer, a pele colada na pele, o cheiro dele no meu nariz.
"—você é uma putinha gostosa, sabia?", ele disse, quase dormindo.
"—sei", respondi, rindo.
"—e eu vou te fazer mulher de novo amanhã."
"—pode tentar", eu disse, rindo.
E dormimos. Eu, uma putinha da madrugada, e ele, um garçom que me tratou igual fêmea. No quarto simples, na cama de solteiro, com o abajur aceso.
No dia seguinte, ele me acordou com um beijo no pescoço e um café pronto.
Espero que você tenha gozado!
Deixa seu comentário e seu voto, é muito importante pra mim!
Beijos na cabeça da sua rola, meu macho!


