O ENTREGADOR DE GÁS

Escrevo direto do interior de SP. Sou um passivo submisso, amo servir aos machos! Quero te servir também!

Vou pedir um favor, já deixa seu like e eu te garanto uma boa gozada com esse conto!

Bora para o conto?

Era sábado, final de tarde, e eu tava na cozinha fazendo um bolo. A massa já tava pronta, a forma untada, mas na hora de ligar o fogão — pfff, o gás acabou. Que ódio! Mas fazer o quê? Peguei o celular e pedi a entrega. O app disse que ia levar uns 40 minutos.

Perfeito. Dava tempo de tomar um banho.

Corri pro banheiro, abri o chuveiro e me lavei gostoso. Escuto o interfone tocar, corro pra atender e era o entregador, chegou bem antes do esperado.
Foi tudo tão rápido que não me toquei que estava apenas de tolha, juro que desta vez não foi intencional.

Tenho o hábito de me enrolar na toalha cobrindo os peitinhos, sabe? Gosto de fazer assim, porque fica igual um vestidinho. Me sinto uma gostosa, uma putinha. Eu amor!

Abro a porta do apartamento e me deparo com um homem, moreno, uns 50 anos, camisa da empresa de botijão suada, barba por fazer, a aliança brilhando. Barriguinha de cerveja, mas com aquele ar de quem trabalha pesado.

"Boa tarde", ele disse, a voz grossa. "Onde eu coloco?"

Eu tava ali, enrolado na toalha, o corpo ainda úmido, a toalha meio curta e cada movimento meu, as popinhas da minha bunda apareciam.

Ele percebeu. Vi o olhar dele mudar.

Entrou, carregando o botijão no ombro. Apontei o caminho da cozinha, e ele passou por mim. O cheiro dele — suor, trabalho, macho — me atingiu igual um soco. Meu cu pulsou.

Ele colocou o botijão, ajeitou a mangueira, testou o fogão. Virou. me encarou e falou:

"Vai pagar no débito ou no crédito?"
Eu estava hipnotizado.
“Débito ou crédito?”

Meu rosto ficou quente. "Desculpa, eu..."

Ele sorriu e disse: “Tranquilo”
Me virei pra pegar a carteira que estava em cima da mesa. Enquanto pegava o cartão, senti ele se aproximando.

Eu sabia que inclinado do jeito que eu estava, as popinhas da bunda deveriam estar aparecendo.
Ficamos ambos em silêncio. Eu sentia que ele estava me comendo com os olhos.

Ele chegou mais perto, sentia o calor do corpo dele aproximando. Até que senti mão dele apertando minha bunda por cima da toalha. Forte.

"—sua puta", ele disse, a voz rouca. "Tava me esperando assim, né?"

"Me desculpa mesmo, é que eu estava tomando banho..."

"—cale a boca."

Ele levantou a toalha expondo toda minha bunda. Ouvi o zíper descer, a calça caindo.

"—vai ser rápido", ele rosnou.

Ele cuspiu na mão, passou no pau, e enfiou. No seco. De uma vez. Sem aviso.

Foi fundo, rasgando, e eu gritei.

"—cale a boca, sua puta", ele rugiu, a mão no meu pescoço, me sufocando contra a mesa. "Cala a boca e aguenta."

Ele meteu com raiva, com fome. Cada estocada era um soco, cada movimento me arrancava um gemido abafado. No ar aquele cheiro de gás e suor.

"—gostosa", ele rosnava. "Bunda gostosa. Tava me esperando, né? Querendo levar pica."

"Sim... sim..."

"—cala a boca. Só geme."

Eu senti o pau dele ficar mais grosso e mais duro. O pau pulsou, ele gozou rápido, mas foi violento. Quente, grosso, enchendo meu cu de leite enquanto apertava meu pescoço e me sufocava. Eu gozei junto, sem me tocar. O famoso gozo pelo cu.

Mas ele não parou.

Eu sentia pau dele duro dentro de mim e ainda pulsando. Ele começou gemer de novo, mas agora de um jeito diferente. Comecei sentir algo estranho dentro de mim, sim, ele estava mijando no meu cu. Dentro de mim.

— Não... por favor, não...

— Cala a boca, sua puta. Você vai levar tudo.

O mijo quente encheu meu cu, escorreu pelas minhas coxas, molhou o chão. Eu senti cada gota, o calor se espalhando, a humilhação gostosa de ser tratado igual lixo.

Ele tirou o pau com um som molhado, e o mijo e a porra escorreram juntos pela minha perna, formando uma poça no chão.

"—olha", ele disse, a voz calma agora, fria. "Olha o que você fez."

Eu olhei pro chão, a poça de mijo e porra, meu corpo tremendo.

"—agora limpa", ele mandou.

"Eu vou pegar um pano..."

Ele arrancou a toalha, amassou e jogou no chão. Me forçou ajoelhar no chão.

"—Limpa." Comecei a limpar aquela poça quente e fedida com a toalha.

"—chupa", ele mandou.

"O quê?"

"—chupa a toalha. Quero ver você provar."

Eu olhei pra ele. Ele olhou de volta, os olhos duros. Eu levei a toalha à boca e chupei, sentindo o gosto salgado, azedo, de mijo e porra.

"—boa puta", ele disse, guardando o pau. "Agora vai. Termina de limpar."

Ele se ajeitou, subiu a calça, guardou a máquina de cartão e a nota. Eu fiquei ali, de joelhos, a toalha na mão, o gozo escorrendo pela perna.

"—e se precisar de gás de novo", ele disse, já na porta, "chama. Hoje é por minha conta. Na próxima vez, já fica pelado de quatro me esperando."

Ele saiu. A porta bateu.

Fiquei ali, de joelhos, o cheiro de mijo e porra no ar, o chão ainda molhado.

O bolo não saiu naquele dia. Mas eu soube que ia pedir gás de novo. Mesmo se o botijão estivesse cheio.

E da próxima vez, eu ia estar pelado de quatro esperando.

Espero que você tenha gozado!

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Beijos na cabeça da sua rola, meu macho!

Foto 1 do Conto erotico: O ENTREGADOR DE GÁS

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O ENTREGADOR DE GÁS

Codigo do conto:
269110

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
04/08/2026

Quant.de Votos:
3

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