DANDO PRO CASADO NA CAMA DELE

Oi… eu voltei pra contar pra você o que aconteceu e te fazer gozar.

Escrevo direto do interior de SP. Sou um passivo submisso, amo servir aos machos! Quero te servir também!

Vou pedir um favor, já deixa seu like e eu te garanto uma boa gozada com esse conto!

Bora para o conto?

Era uma noite de terça-feira e meu cuzinho tava pedindo pica. Eu já tava há uns dias sem dar, e isso não é normal pra mim. Abri o ifood amarelo, igual uma cadela no cio, rolando os perfis, escolhendo quem ia me fazer de puta naquela noite.

Aquele app é uma loucura - cada um com seus codinomes, uns sem foto, outros com foto de paisagem. É o jogo do sigilo, e eu adoro isso. O mistério de não saber quem vai te comer até a porta abrir.

Foi quando ele me chamou.

"Você é submisso mesmo? Tô procurando um puto pra hoje."

A foto era um quadrado preto. Perfil sem nome, sem idade, sem nada. Só aquela mensagem seca, direta, de quem sabe o que quer.

Meu cu pulsou na hora.

"Sim, senhor. Sou submisso. E tô com muita fome de pica."
"É casado?"
"Não, senhor."
"Que bom. Eu sou. Esposa viajando."

Minha bunda suculenta se mexeu sozinha no sofá. Casado, sigiloso, disponível - era a combinação perfeita pra uma puta como eu.

"Topa vir aqui? Mando localização."
"Topo, senhor. Só me diz onde que eu já tô indo."

Ele mandou. Um apartamento num bairro bom. Meu coração disparou. Corri pro banheiro, me lavei bem, passei um perfume, abri o cu com o dedo no chuveiro pra garantir que tava limpinho pra ele. Escolhi uma jockstrap que valorizasse minha bunda - eu queria que ele visse o que ia comer antes mesmo de me virar.

"Chego em meia hora", avisei, já colocando a roupa.
"Tá. E mais uma coisa..."
"Diga, senhor?"
"Não se atrasa. Não gosto de puta que se atrasa."

Essa frase me deixou com o pau duro. Ele já tava no personagem, já tava me tratando como a puta que eu sou. Adorei.

Cheguei no horário. O prédio era bonito, com porteiro e tudo. Subi, o coração na boca, a bunda suando de ansiedade. Bati na porta.

Ele abriu. Moreno, alto, corpo parrudo, camisa social desabotoada e a aliança dourada no dedo. Me olhou de cima a baixo com aquele sorriso de predador.

"Entra!” E fechou a porta.

Nem entrei e já dei de cara com um porta retrato dele e da esposa.
Num piscar de olhos e ele já tava em cima de mim, mão no meu pescoço, me jogando contra a parede.

"Vai ser rápido", ele disse, a voz grossa. "Minha mulher volta amanhã cedo. Mas vai ser bom."

Ele me arrastou pro quarto. A cama arrumada, lençóis brancos, aquele cheiro de amaciante. E na mesa de cabeceira, mais uma foto deles dois sorrindo.

Ele abriu a gaveta da cômoda e jogou uma calcinha na minha cara. Renda preta, pequena, cheirando a mulher.

"Veste", ele mandou.

Olhei pra ele, confuso.
"Você ouviu. Veste a calcinha da minha mulher. E vai ser ela que eu vou comer hoje."

Meu pau endureceu na hora. Eu não sabia se era nojo ou tesão - mas eu vesti. A calcinha apertou minha bunda, o tecido fino marcando cada curva. Ele me olhou e sorriu.

"Olha só. Minha mulher putinha. Que delícia."

Ele me jogou na cama, me virou de bruços. A mão dele apertou minha bunda por cima da calcinha, rasgando o tecido com um puxão.

"Tá vendo o que você fez? Vai ter que pagar essa calcinha."

"Eu pago, senhor. Eu pago."

Ele cuspiu no meu cu. O dedo entrou seco, sem aviso, e eu gritei.

"—cala a boca", ele rosnou. "Minha mulher não grita. Minha mulher aguenta."

Ele tirou o dedo e eu ouvi o zíper da calça abrir. O pau dele - grosso, veiudo, com a cabeça roxa de tesão - esfregou na minha bunda antes de entrar.

Quando entrou, eu vi estrelas. Era bruto, era seco, era tudo que eu precisava. Ele começou a meter forte, a mão no meu pescoço, me sufocando enquanto o pau rasgava meu cu.

"—gostosa, sua puta gostosa. Minha mulher nunca foi tão boa."

"Sim, senhor, sim..."

"—cala a boca. Só geme igual a puta que você é."

Ele metia sem dó, a cama rangendo, os lençóis se enrolando nas minhas pernas. Eu sentia cada centímetro, cada veia, cada pulsação. Minhas mãos apertavam o travesseiro, meu pau duro esfregando no lençol.

"—vou gozar nessa calcinha", ele rugiu. "Vou gozar na calcinha da minha mulher enquanto como você. Depois você vai me limpar."

E gozou. Quente, fundo, enchendo meu cu de leite enquanto a mão apertava meu pescoço. Eu gozei junto, sem tocar, só com a pressão do pau dele e a humilhação.

Ele saiu com um som molhado. Me virou de costas, o pau mole ainda babando. Ele apertou a cabeça do pau, espremendo a última gota de porra que ainda teimava em sair, pegou com os dedos e enfiou na minha boca.

"Chupa", ele mandou. "Tudo. Não deixa nada desperdiçado."

Eu chupei seus dedos com fome, lambendo cada resto daquele leite quente que tinha acabado de sair do meu cu. O gosto salgado, o cheiro de sexo - eu queria mais, sempre mais.

A calcinha tava rasgada na minha bunda, suja de gozo e suor. Ele pegou ela, amassou na minha cara.

"Abre a boca de novo."

Abri. Ele enfiou o pau mole na minha boca, e eu chupei, lambendo cada gota, cada resto de gozo que ainda escapava.

"—assim. Minha putinha particular."

Quando terminou, ele foi pro banheiro. Eu ouvi o chuveiro abrir. Fiquei ali, deitado na cama deles, a calcinha rasgada, o gozo escorrendo pelas minhas coxas. Ainda sentia o gosto dos dedos dele na minha boca.

Ele voltou de toalha, cabelo molhado, corpo cheiroso. Olhou pra mim e riu.

"Já foi. Levanta e vai embora."

"Mas, senhor..."

"Mas o quê? Minha mulher volta amanhã. Vaza."

Me arrastei pra fora, meu cu doendo, a calcinha ainda enfiada na minha bunda. Na rua, o vento seco bateu no meu rosto, e eu senti o gosto do gozo dele na minha boca.

Peguei o celular. Ele já tinha me bloqueado no app.

Mas eu sabia que voltaria. Eu voltaria sempre que ele mandasse.

Espero que você tenha gozado!

Deixa seu comentário e seu voto, é muito importante pra mim!

Beijos na cabeça da sua rola, meu macho!

Foto 1 do Conto erotico: DANDO PRO CASADO NA CAMA DELE

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Ficha do conto

Foto Perfil safadodointrp
safadodointrp

Nome do conto:
DANDO PRO CASADO NA CAMA DELE

Codigo do conto:
268714

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
30/07/2026

Quant.de Votos:
2

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5