Escrevo direto do interior de SP. Sou um passivo submisso, amo servir aos machos!
Quero te servir também!
Vou pedir um favor, já deixa seu like e eu te garanto uma boa gozada com esse conto!
Bora para o conto?
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Passei o sábado na caça pelo aplicativo, mas a galera é muito enrolada… Já era 1 da manhã e meu fogo não me dava trégua. Tomei um banho, fiz a chuca e fui me aventurar na madrugada. Meu cuzinho pulsava de saudade de ser preenchido. Saí pra caminhar sem rumo, com um shortinho branco colado que mostrava cada curva da minha bunda, uma regata que marcava meus peitinhos e uma deliciosa calcinha fio dental preta que destacava no short branco. Eu queria ser notado. Queria ser usado.
Fui andando em direção a uma praça perto do bairro que eu morava. Ela tinha uma quadra de esportes abandonada, que aos fins de semana virava ponto de encontro de uns caras que bebiam, fumavam e usavam drogas. Eu já tinha passado por ali outras vezes, sempre olhando de longe, sentindo a adrenalina de estar perto de machos perigosos. Mas essa noite eu resolvi chegar mais perto.
De longe já vi que tinham três caras. Passei a primeira vez mais distante, voltei e passei mais perto.
Vi que tinha um mais novo, magro, com uma camisa de time e bermuda tactel, uns 25 anos. Um segundo, mais velho, uns 40, sem camisa, barrigudo, careca, com uma corrente de ouro no pescoço e um olhar pesado. O terceiro era mais forte, aquele corpo de trabalhador, braços grossos, regata e bermuda jeans.
Eu parei perto da quadra, fingindo que tava olhando o celular, eles reduziram o tom da voz, sabia que eles já tinham me visto. Eu sabia que com aquela roupa, meu corpo de putinha chamava atenção.
Eu ouvi eles rindo, nessa hora fiquei receoso, mas o tesão era maior. Um deles disse algo do tipo "eu tenho coragem".
Primeiro eu ouvi um assobio. "Tá perdido?"
Levantei a cabeça, fingindo surpresa. "Eu? Não, tô só andando."
"—Andando de madrugada?" — o careca riu, dando uma tragada no cigarro. "Tá procurando o que? Chega aqui."
Me aproximei com o coração disparado. Minhas pernas tremiam, mas eu sabia o que queria. Era tudo ou nada.
— Tô procurando diversão.
— Você fuma? — um deles perguntou estendendo o cigarro.
— Não fumo!
— Bebe?
— Às vezes…
— Não fuma, não bebe e não fode? — disse o mais novo. Todos riram.
— Eu só disse que não fumava… beber, eu bebo de vez em quando. Foder eu fodo sempre que encontro um macho disponível. — eu falei, mas tremia esperando a reação deles.
O mais novo já deu aquela ajeitada na mala. Todos riram.
— Aí sim.
— E como vamos desenrolar? Vai dar um trato nos 3? — disse o outro.
— Com certeza. Eu nasci pra isso.
Não tínhamos muito tempo ali e não tínhamos um local seguro. O careca me pegou na cintura e me puxou mais para o meio deles. Meio que fizeram uma rodinha tentando me esconder ali. O mais novo já sacou a rola para fora, colocou a mão no meu ombro e já me empurrou para baixo.
Eu não perdi tempo, já soquei a rola meia bomba na boca. Fui até o talo. Era uma rola gostosa, daquelas que mesmo dura fica macia.
Ele gemeu.
— Que boca gostosa desse viadinho.
— Não vai apaixonar — o outro disse e eles riram.
Eu senti um deles empurrando minha cabeça pra engolir a rola toda.
— Engole o pau dele inteiro.
Eu dei uma engasgada. Todos riram.
O mais forte pediu pra eu tirar meu short. Eu nem pensava se alguém poderia ver algo. Sem tirar a rola da boca, eu abaixei meu short até o joelho e fiquei apenas de calcinha.
— Que rabão. Parece de mulher.
— A calcinha enfiadinha. — falou o careca.
Os dois começaram apertar minha bunda e brincar com meu cuzinho. Eu sabia que o tempo estava passando. Busquei a rola dos dois, e eles já foram tirando pra fora. Comecei bater uma pra eles. Neste momento eu estava no céu, mamando uma rola, uma rola em cada mão e ainda estavam brincando com meu cuzinho.
Troquei para a rola do careca. O mais novo chiou, mas eu já comecei bater uma pra ele. A rola do careca era mais grossinha. Um cheiro forte de macho. Quando puxei a pele da cabeça ela tava brilhando de tanta baba. Suguei a cabeça e senti ele estremecendo.
— Caraca! Chupa melhor que puta.
Ele enfiou fundo, segurando minha cabeça, fodendo minha boca com força. Eu engasgava, babava, e amava cada segundo.
Enquanto isso, o mais forte veio por trás. Ele cuspiu na mão, passou no pau — que era imenso, grosso — e enfiou, me abrindo sem dó.
"—Prepara ele", o careca disse, a respiração pesando. "Deixa ele bem aberto."
O mais forte enfiou o pau no meu cu, devagar no começo, sentindo cada centímetro. Eu gritei contra o pau que tava na minha boca. Era enorme, preenchia tudo. Ele começou a meter, forte, fundo. O mais novo veio junto ao careca e comecei revezar a mamada nas picas.
Eu era usada de todos os lados. A boca sendo fodida por 2 e o cu sendo preenchido por aquele pau imenso. Eu gemia, engasgava, babava — e amava cada segundo.
"—Caralho, que cu apertado", o mais forte rosnou. "Gostosa demais."
"—A boca da putinha também é", o careca disse, gozando na minha garganta. "Engole, sua puta. Tudo."
Engoli. Limpei o pau dele com a língua.
O mais forte acelerou o ritmo. Eu sentia cada veia, cada pulsação, aquele pau imenso me rasgando inteiro.
"—Vou gozar", ele rugiu. "Vou gozar dentro desse cu."
"Goza", eu pedia. "Enche meu cu de leite."
E ele gozou. Quente, grosso, mais leite do que eu já tinha sentido na vida, enchendo meu cuzinho guloso. Eu senti cada jato, cada pulsação.
Ele saiu rápido e o mais novo já foi para trás.
"—Agora é minha vez. A mamada é boa, mas eu só gozo metendo", ele disse, a voz um pouco trêmula.
O pau dele era médio, uma grossura boa, e ele metia com uma mistura de timidez e tesão que me deixou ainda mais molhado.
"—Fode ele, filhão." O careca disse
Na hora meu cuzinho mordeu o pau dele. Filho? Então o careca era pai daquele cara? Meu tesão foi a mil. Sempre quis pai e filho, mas jamais imaginei que seria assim.
Entreguei meu melhor. Comecei apertar o cu naquela rola. Ele gemeu.
"Me come gostoso."
Ele acelerou o ritmo, e eu senti que ele tava perto. Os outros dois assistiam, os paus moles, os olhos cheios de tesão.
"—Vou gozar", ele disse.
Ele gozou dentro. Quente, grosso, enchendo meu cu de leite. Eu senti cada gota. Gozei junto, sem tocar, meu pauzinho inútil balançando enquanto meu cu apertava o pau dele.
Ele tirou rápido e meu cu escorreu litros de porra. Eu senti o gozo escorrendo pela minha perna.
O mais forte segurou meu queixo e disse:
"—Você é uma putinha gostosa, sabia?"
"—Se você está dizendo."
Ele soltou meu queixo, mas não se afastou. Continuou me olhando, a mão ainda perto do meu rosto. Eu sentia o gozo escorrendo pela minha perna, a bunda latejando, o corpo todo tremendo.
O careca acendeu um cigarro, deu uma tragada e soltou a fumaça devagar.
"—Satisfeito, viadinho?"
"—Não! Quero... quero mais."
Eles riram. O mais novo, o filho, deu um passo à frente.
"—Mais o quê? Quer mais pau no cu?"
"—Quero", eu respondi, a voz falhando. "Quero tudo que vocês tiverem."
O careca entregou o cigarro para o mais forte e me virou de costas.
"—Abre as pernas", ele mandou. "Abre esse cu pra mim."
Abri. Ele cuspiu na mão, passou no pau, e entrou. Foi seco, bruto, fundo.
"—Caralho", eu gritei. "Tá rasgando..."
"—Cala a boca, puta", ele rosnou. "Você pediu mais. Agora aguenta."
Ele metia forte, a mão no meu pescoço, me sufocando. O filho veio na minha frente, o pau já duro de novo.
"—Abre a boca, viadinho. Quero ver você engolir."
Abri. Ele enfiou fundo, fodendo minha boca enquanto o careca me comia por trás. Eu era usada dos dois lados, sem trégua, sem piedade. Pai e filho!
O mais forte ficou assistindo, os olhos cheios de tesão. Eu esqueci que estava ali naquela quadra abandonada, correndo risco de ser visto por qualquer um que passasse ali. E, pelo visto, eles também esqueceram.
"—Mais", eu pedia. "Por favor, mais."
O careca gozou primeiro. Encheu meu rabo de leite, quente, grosso, escorrendo pelas pernas.
O mais novo começou a meter acelerado na minha garganta. Eu sentia o pau dele pulsando, grosso, veiudo.
"—Vou gozar", ele rugiu. "—Engole, sua puta. Tudo."
Engoli. Limpei o pau dele com a língua.
"—Boa garota."
"—Não era você que só gozava metendo?" — me atrevi.
Ele me deu um tapa no rosto, fraco, mas gostoso.
"—Não pode apaixonar, filho! Essa putinha só serve pra sexo." — o careca disse.
"—Sai fora" — ele disse rindo e guardando a rola.
O careca acendeu outro cigarro.
"—Sigilo! Se contar pra alguém a gente te quebra. Vai embora."
"—Isso aqui foi uma vez só", completou o mais forte.
Minhas pernas tremiam. O gozo escorria pela minha coxa, a calcinha molhada. Peguei meu short do chão e vesti sem me limpar.
Andei. Não olhei pra trás. Só fui andando, sentindo o gozo escorrendo, a bunda doendo, o corpo todo marcado. O cheiro deles na minha pele.
Cheguei em casa, tirei a roupa no banheiro, tomei um banho quente. Senti o gozo escorrendo pelo ralo. Deitei na cama e fiquei olhando pro teto.
Pai e filho. Eu tinha acabado de dar pra pai e filho.
Meu cuzinho pulsou de novo.
Fechei os olhos. A madrugada ainda tava escura.
Eu sabia que ia pensar nessa noite pra sempre. E que sempre que eu passasse por aquela quadra, ia olhar, ia lembrar, e ia sentir meu cuzinho piscar.
Algumas noites são assim: Únicas. Sujas. Inesquecíveis.
Espero que você tenha gozado!
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Beijos na cabeça da sua rola, meu macho!




