Foto da bucetinha para o pai por engano - part 2 FINAL

Leia a parte um primeiro…


A bucetinha rosada apareceu inteira: lábios grandes e carnudos, interior brilhando de tesão.
— Tá… tá vendo? — perguntou ela, voz manhosa e envergonhada. — É isso que você queria?
Do outro lado, Roberto já tinha o pau na mão, respirando pesado.
— Caralho, Larissa… que delícia. Abre mais com os dedos. Quero ver esse interior rosadinho bem de perto.
Ela obedeceu. Os dedinhos magros se espalharam pelos lábios grossos e puxaram, abrindo a xana ainda mais. O clitóris inchado apareceu, e um fiozinho de lubrificação escorreu até a entrada do cuzinho.
— Assim…? — murmurou ela, quase sem voz.
— Assim. Perfeito. — A voz dele saiu rouca, baixa, suja. — Agora enfia um dedo. Devagar. Quero ver você se tocando pra mim.
Larissa hesitou só um segundo. Depois deslizou o indicador pelo meio da fenda molhada e empurrou pra dentro. Um gemidinho escapou da garganta dela. O dedo entrou fácil, o barulhinho molhado ecoando no microfone.
— Porra… — Roberto xingou baixinho. — Que apertadinha. Enfia mais fundo. E fala. Fala pra mim o que você tá sentindo.
— Tô… tô molhada pra caralho, pai… — a voz dela saiu embargada, misturando vergonha e tesão. — Minha buceta tá latejando… e eu não queria que fosse assim, mas tá.
— Continua. Mais um dedo.
Ela enfiou o segundo. Os dois dedos afundaram até a base, o polegar pressionando o clitóris. As coxas magras tremeram. Larissa arqueou as costas, a camiseta jogada de lado, os peitinhos pequenos e duros apontando pro teto.
Roberto masturbava o pau com força, a mão deslizando rápido, o barulho da pele contra a pele se misturando com os gemidos dela.
— Vira. Quero ver de quatro. Mostra essa xana e o cuzinho ao mesmo tempo.
Larissa engoliu em seco, mas obedeceu. Virou-se de quatro na cama, a bunda empinada pro celular. Com as duas mãos, abriu as nádegas e os lábios da buceta, expondo tudo: a entrada rosada e brilhante, o cuzinho apertado piscando logo acima.
— Assim, pai… tá vendo tudo agora?
— Tô vendo. E tá ainda mais gostosa ao vivo. — Ele respirou pesado. — Enfia os dedos de novo. E me olha. Olha pra câmera enquanto se fode com os dedos.
Ela enfiou os dois dedos de novo, gemendo mais alto. Os olhos marejados de tesão e vergonha fixaram a câmera preta.
— Pai… eu tô quase gozando… não aguento mais…
— Então goza. Goza pra mim. Quero ouvir você gozando chamando meu nome.
Larissa acelerou os dedos. O som molhado ficou mais alto, mais sujo. As pernas tremeram. Ela enterrou o rosto no travesseiro por um segundo, mas ergueu a cabeça de novo, obediente.
— Pai… pai… tô gozando… caralho…
O orgasmo veio forte. A bucetinha se contraiu em volta dos dedos, um jato fino de líquido escorreu pela mão dela e pingou no lençol. Larissa gemeu alto, a voz embargada, o corpo inteiro estremecendo.
Do outro lado, Roberto gozou quase ao mesmo tempo. Porra quente jorrou na mão e na barriga, o gemido rouco escapando enquanto ele olhava a filha ainda tremendo na tela.
Os dois ficaram em silêncio por alguns segundos, só o som da respiração pesada preenchendo a chamada.
Larissa tirou os dedos devagar, ainda ofegante, e se sentou na cama, cobrindo o corpo com a camiseta de qualquer jeito. O rosto dela estava vermelho, os olhos brilhantes.
— Pai… — a voz saiu baixa, quase um sussurro. — A gente… a gente não devia ter feito isso.
Larissa desligou a câmera sem avisar.
A tela ficou preta. O silêncio que veio depois foi pior que qualquer gemido. Ela ficou de quatro na cama por mais alguns segundos, a calcinha ainda puxada pro lado, os dedos molhados, a buceta latejando. Depois se deixou cair de lado, puxou o lençol por cima do corpo e ficou olhando pro teto.
O celular vibrou.
Pai: Filha?
Ela não respondeu. Digitou com as mãos ainda tremendo:
Larissa: Desliga. Apaga tudo. Isso não pode acontecer de novo. Nunca. Foi um erro. Eu me arrependo. Desculpa. Por favor, esquece. Esquece que viu qualquer coisa. Eu não sou isso pra você.
Enviou. Bloqueou a conversa. Depois bloqueou o número. Depois desligou o celular.
Do outro lado da cidade, Roberto ficou olhando a tela preta. O pau ainda semi-duro na mão, a porra esfriando na barriga. Leu a mensagem duas vezes. Três. A culpa veio devagar, como uma água fria subindo pela coluna. Ele salvou a foto numa pasta escondida, trancou o celular e ficou sentado no sofá com a TV ligada no mudo.
“Filha”, pensou. A palavra pesou. Ele tinha acabado de gozar olhando a buceta da própria filha. Tinha falado merda sobre a mulher. Tinha pedido mais. A vergonha veio junto com um resto de tesão teimoso que não queria ir embora.
Ele não mandou mais nada.
Os quatro dias seguintes foram um silêncio estranho e pesado.
Larissa não respondeu nenhuma mensagem. Nem as normais. Nem as de “bom dia”. Nem as de “precisa de alguma coisa na loja”. Sumiu. Trabalhou, atendeu cliente, sorriu, foi pra casa, trancou o quarto e ficou horas olhando pro teto. Às vezes a mão descia sozinha entre as pernas e ela se tocava pensando nele — e depois parava no meio, com nojo de si mesma, e ia tomar banho frio.
Roberto abria a foto todos os dias. Às vezes de manhã, no banheiro, antes de sair. Às vezes à noite, no sofá, quando a mulher já tinha dormido. Zoomava nos lábios grandes, no brilho, na legenda suja. “Tá com fome dessa xana, safado?” A voz da filha ecoava na cabeça dele. Ele batia uma olhando aquilo, gozava rápido, e depois ficava com o pau mole e a culpa subindo pela garganta.
Na quarta-feira, ele mostrou a foto pra alguém.
Foi num bar perto do trabalho. Um cara que ele conhecia há anos, o tipo que falava de mulher com a boca cheia de cerveja. Roberto abriu a galeria escondida, mostrou a tela sem zoom demais e falou, tentando soar casual:
— Recebi isso de uma mina na internet. Disse que era de uma conhecida. Olha o nível.
O cara deu um assobio baixo, inclinou a cabeça, deu zoom com o dedo sujo.
— Porra, que xota linda. Lábios grossos pra caralho. Parece daquelas que goza fácil. Olha o brilho… tá molhada na foto ainda. Essa aí é vadia de verdade. Se eu pegasse essa buceta abria ela no meio.
Roberto sentiu um calor estranho e sujo subir pelo peito. Aquele elogio era pra filha dele. A buceta que ele tinha visto ao vivo quatro dias atrás. Ele sorriu de canto, bebeu um gole e guardou o celular.
— É… bem safada mesmo.
Ficou com aquilo na cabeça o resto da noite. A filha sendo elogiada por um desconhecido. A filha sendo chamada de vadia. E ele gostando.

Na quinta-feira à noite, Larissa entrou numa call de vídeo com o grupo.
Eram seis caras. Câmeras ligadas, alguns já batendo punheta. Ela estava só de camiseta larga, sem calcinha, as pernas cruzadas na cama. Cobrou o preço alto de sempre. Quando o dinheiro caiu, ela acendeu a luz e falou, voz baixa:
— Hoje eu vou contar uma coisa. Não é foto. É história. E é pesada.
Ela contou. Sem nomes. Sem detalhes demais. Mas contou o suficiente.
— Mandei uma foto da buceta pro número errado. Foi pro meu pai. Ele viu. E em vez de apagar… ele pediu mais. Ligou no vídeo. Me fez abrir as pernas. Me fez enfiar os dedos. Me fez gozar na câmera. E eu gozei. Gozei chamando ele de pai.
O silêncio na call durou três segundos. Depois vieram os comentários sujos, os elogios, os “porra que delícia”, os “manda a foto que ele viu”. Alguém ofereceu o dobro se ela contasse mais. Outro pediu pra ela se tocar enquanto descrevia. Larissa obedeceu. Enfiou dois dedos, gemeu baixinho e contou de novo, mais devagar, mais sujo, enquanto eles gozavam. Quando a call acabou, ela apagou o histórico, trancou o celular e ficou deitada no escuro com a buceta latejando e a culpa apertando o peito.
“Eu vendi o meu pai”, pensou. “Vendi a merda que a gente fez.”
E mesmo assim, no fundo, uma parte dela ainda estava molhada.

No sábado foi o almoço de família.
Larissa chegou cedo. Beijou a mãe no rosto, cumprimentou o pai com um “oi” seco e foi ajudar na cozinha. Roberto a olhou de longe. A filha magrinha, de short jeans e camiseta justa, os peitinhos pequenos marcando o tecido. A mesma buceta que ele tinha visto aberta e gozando agora estava ali, andando pela casa, conversando com a mulher.
Ele não conseguiu parar de comparar.
A mãe tinha seios maiores, corpo mais cheio, cabelo tingido. A filha era fina, pele lisa, coxas magras, a bunda pequena e empinada no short. Toda vez que Larissa se inclinava pra pegar algo na geladeira, ele via o contorno da calcinha e a cabeça ia direto pra foto: os lábios grossos, o interior rosado, o jeito como ela tinha aberto tudo pra ele. Toda vez que a mulher passava a mão no ombro dele, ele pensava: “Ela não tem aquela xana. Ela não goza daquele jeito. Ela não manda foto pra desconhecido.”
O almoço foi longo. Conversa normal. Riso forçado. Larissa mal olhava pra ele. Quando olhava, era rápido, e depois desviava. Roberto sentia o pau mexer toda vez que a filha ria de alguma coisa da mãe.
À noite, as duas foram pro sofá assistir filme. Larissa deitou a cabeça no colo da mãe, coberta até o peito. A mulher acariciava o cabelo dela, distraída. Roberto ficou na poltrona, de longe, bebendo cerveja. Viu as duas juntas e a comparação voltou, mais suja ainda: a mãe com a filha, a filha com a buceta que ele já tinha visto, a filha que tinha gozado pra ele quatro dias atrás enquanto a mãe dormia no quarto ao lado, sem saber de nada.
A mãe cochilou no meio do filme. A cabeça dela tombou pro lado. O braço ficou mole em cima de Larissa.
Roberto se levantou devagar. Foi até o sofá. Sentou do outro lado, perto dos pés da filha. O silêncio da sala era só o som baixo da televisão.
Ele falou baixo, quase sem mexer a boca:
— Quatro dias.
Larissa não virou o rosto. Continuou olhando a tela.
— Eu sei.
— Você bloqueou. Sumiu. Eu também não mandei nada.
— Porque não pode. — A voz dela saiu baixa, tensa. — A gente foi longe demais. Eu fui longe demais. Você também.
Roberto olhou o perfil dela. O cabelo solto, o pescoço fino, a clavícula. Lembrava do gemido dela na call. Lembrava dos dedos enfiados. Lembrava do jeito como a buceta tinha se contraído quando ela gozou.
— Eu mostrei a foto pra alguém — ele disse, ainda mais baixo. — Disse que era de uma mina da internet. O cara elogiou. Falou que era uma xota de vadia. Que parecia gostosa pra caralho.
Larissa fechou os olhos por um segundo. A mão em cima da coberta apertou o tecido.
— Por que você tá me contando isso?
— Porque eu gostei de ouvir. Gostei de ouvir outro homem falando da buceta da minha filha. E isso é errado pra porra. Eu sei. Mas não sai da minha cabeça.
Ela ficou em silêncio. A mãe ressonou baixinho do lado. O filme continuava.
Larissa abriu os olhos, ainda sem olhar pra ele.
— Eu contei pro grupo — confessou, voz quase inaudível. — Cobrei. Contei o que a gente fez. Eles gozaram ouvindo. Eu também gozei enquanto contava.
Roberto sentiu o pau endurecer de verdade agora. A confissão dela era pior e melhor ao mesmo tempo.
— Você vendeu a gente.
— Vendi. — Ela engoliu em seco. — E ainda assim… quando eu fecho os olhos… ainda penso na sua voz mandando eu abrir mais.
Os dois ficaram quietos. A mãe mexeu um pouco, mas não acordou. Roberto estendeu a mão devagar e pousou os dedos no tornozelo dela, por cima da coberta. Só isso. Um toque leve. Sujo. Proibido.
Larissa saiu de casa sem olhar pra trás.
No elevador ainda sentia o peso dos dedos do pai no tornozelo. No caminho até o carro, a cabeça não parava. A conversa no sofá, a confissão dele, a dela, o silêncio da mãe dormindo do lado. Tudo misturado com a imagem da própria buceta aberta na tela, quatro dias atrás.
Chegou em casa, trancou o quarto, deitou de lado e ficou olhando a parede. O celular vibrava de vez em quando com notificações do grupo, mas ela não abria. Só pensava.
Quase meia-noite o aparelho apitou com uma mensagem nova. Número desconhecido. Ela abriu desconfiada.
Pai: Eu entendo você.
Pai: Eu também me arrependo. Mas tem uma coisa que eu não consigo tirar da cabeça.
Pai: Eu gostei de te exibir. Gostei de ouvir outro homem falando da sua buceta. Gostei de saber que você contou pro grupo e cobrou.
Pai: Me dá permissão pra mostrar aquela foto mais uma vez. Só uma. Pra um cara. Sem dizer quem você é. Depois eu apago o contato e nunca mais falo nisso.
Larissa leu três vezes. O coração acelerou. A buceta latejou sem permissão. Ela digitou, apagou, digitou de novo.
Larissa: Uma vez. Só uma. E você não fala meu nome. Nem nada.
Larissa: Depois disso a gente está quites. Não me manda mais nada. Não me procura. Não olha mais pra mim desse jeito.
A resposta veio rápido.
Pai: Combinado.
Ela trancou o celular, virou de bruços e enfiou o rosto no travesseiro. A mão desceu sozinha entre as pernas. Estava molhada. Mais uma vez.

Roberto ficou olhando a mensagem dela por um longo tempo. Depois abriu a pasta escondida, olhou a foto da filha mais uma vez — lábios grossos, interior rosado, legenda suja — e guardou o celular.
A mulher já tinha subido. Ele ficou na sala mais um pouco, bebeu o resto da cerveja e só depois foi pro quarto.
Ela estava deitada de lado, de costas pra ele, respirando fundo. Roberto se deitou, pegou o celular de novo, abriu a foto da filha e ficou olhando no escuro. O zoom, os detalhes, a legenda. O pau endureceu devagar. Ele passou o polegar pela tela, como se pudesse sentir a textura daquela xana.
O cansaço veio junto com o tesão. Os olhos pesaram. Ele cochilou com o celular ainda ligado, a tela acesa virada pra cima na cama.

A mulher acordou no meio da madrugada com sede.
Virou o corpo, estendeu a mão pro criado-mudo… e viu a luz do celular do marido. A tela ainda acesa. Sem pensar duas vezes, puxou o aparelho pra perto.
A imagem carregou.
Uma buceta. Bem aberta. Lábios grandes e carnudos puxados pros lados. Interior rosadinho, brilhando de tesão. Embaixo, a legenda em letra branca:
“Tá com fome dessa xana, safado?”
O ar sumiu do peito dela.
Quem era aquela? Uma putinha qualquer da internet? Uma amante? Alguém que o marido estava comendo escondido? O choque veio misturado com uma onda quente e feia de ciúme. A buceta da desconhecida era jovem, carnuda, molhada demais. Melhor que a dela, pensou com raiva. Mais rosada. Mais convidativa.
Ela ficou olhando a foto por longos segundos, o coração batendo forte. Depois virou o celular de bruços, como se pudesse apagar o que tinha visto, e se virou pro marido.
Roberto ainda dormia. A respiração pesada. O pau semi-duro sob o lençol.
A mulher não falou nada. Não perguntou. Não acusou. Em vez disso, deslizou a mão por baixo do tecido, encontrou o pau dele e apertou devagar. Ele resmungou no sono. Ela se esfregou contra a coxa dele, a calcinha já úmida de um ciúme sujo e de um tesão que não fazia sentido.
— Acorda — sussurrou colada no ouvido dele. — Acorda e me fode.
Roberto abriu os olhos confuso. Sentiu a mão dela no pau, o corpo quente colado no dele, o cheiro de mulher excitada. Ainda meio sonolento, puxou ela pra cima, tirou a calcinha com pressa e enfiou dois dedos na buceta dela. Estava encharcada.
— Porra… tá molhada pra caralho — murmurou, a voz rouca de sono e tesão.
— Cala a boca e chupa — ela respondeu, já subindo pro rosto dele.
Sentou na cara do marido sem cerimônia. Roberto agarrou as nádegas dela, abriu e começou a lamber com fome. A língua larga, grossa, suja. Chupou os lábios, enfiou a língua fundo, mordeu o clitóris. A mulher gemeu baixo, rebolando na cara dele, agarrando o cabelo.
— Isso… chupa essa xota… chupa direito, porra…
Ele a puxou pra baixo, virou ela de quatro na cama e enterrou o rosto de novo, agora por trás. Lambia a buceta e o cuzinho ao mesmo tempo, a saliva escorrendo. A mulher empurrava a bunda pra trás, gemendo mais alto.
— Me come. Logo. Quero teu pau.
Roberto se ajoelhou atrás dela, alinhou a cabeça grossa e enfiou de uma vez só. Fundo. Até as bolas baterem. A mulher soltou um gemido alto, a testa colada no colchão.
— Caralho… que xota molhada — ele rosnou, já metendo com força. — Tá se esfregando igual uma puta. Isso que você queria? Pau grosso te abrindo?
— Sim… porra… mete…
Ele agarrou o cabelo dela, puxou a cabeça pra trás e começou a socar de verdade. O som molhado da buceta engolindo o pau enchia o quarto. Pele batendo em pele. Ele xingava baixo, a voz grossa:
— Xota gulosa pra caralho… olha como engole… parece que tá com fome de porra. Vai me gozar dentro, sua vadia?
— Goza… goza dentro… — ela gemia, rebolando pra trás, encontrando cada estocada.
Roberto metia com raiva agora. Raiva da foto. Raiva da filha. Raiva de estar comendo a mulher pensando na buceta da outra. Em um momento, enquanto a empurrava pra frente e pra trás com força, ele puxou o celular que ainda estava na cama, desbloqueou rápido e tirou uma foto da mulher de quatro — a bunda empinada, o pau sumindo dentro dela, o rosto virado de lado com a boca aberta. Guardou na mesma pasta escondida. A mulher nem percebeu.
Ele largou o celular e voltou a socar. Mais fundo. Mais bruto. A mão desceu e deu um tapa forte na nádega dela.
— Rebola nessa porra. Quero ver você gozando no meu pau.
A mulher obedeceu. Rebolava, gemia, se esfregava. O orgasmo veio em ondas. A buceta apertou o pau dele com força, os gemidos viraram gritos abafados no travesseiro. Roberto gozou logo depois, enterrado até o fundo, jorrando dentro dela com um gemido rouco.
Os dois caíram na cama ofegantes. O silêncio voltou, pesado, cheio de respiração e cheiro de sexo.
Roberto pegou o celular ainda com o pau semi-duro. Abriu a conversa com a filha (o número que ela tinha desbloqueado só pra aquela mensagem) e enviou a foto que tinha acabado de tirar da mulher: a mãe de quatro, a bunda aberta, o pau dele ainda dentro, o rosto parcialmente visível.
A legenda foi só uma:
Pai: Agora estamos quites.
Do outro lado da cidade, o celular de Larissa vibrou na mesa de cabeceira. Ela pegou, ainda deitada no escuro, e abriu a imagem.
O sangue gelou e esquentou ao mesmo tempo.
Era a mãe. De quatro. Sendo comida. Pelo pai.
E a mensagem embaixo.
Larissa ficou olhando a tela por um longo tempo, a buceta latejando de novo, a mente um caos completo de nojo, tesão e algo ainda pior.
A mulher não dormiu direito depois daquela madrugada.
Ficou deitada de lado, sentindo o sêmen escorrer devagar entre as coxas, o cheiro de sexo ainda forte no quarto. A imagem da buceta desconhecida não saía da cabeça. Aqueles lábios grossos. Aquele brilho. A legenda suja. Alguém mais nova. Alguém que o marido tinha guardado no celular. Alguém que ele tinha gozado olhando.
“Eu não posso perder ele.”
O pensamento veio claro, frio, desesperado.
“Minha buceta tem que ser suficiente. Eu tenho que fazer esse homem me querer. Todo dia. Em qualquer hora. Se eu deixar espaço, ele vai procurar outra. E a família acaba.”
No dia seguinte ela acordou cedo, tomou banho, se depilou com cuidado e ficou só de camisola fina na cozinha. Quando Roberto desceu pro café, ela já estava apoiada na pia, sem calcinha. Ele mal tinha terminado de beber o primeiro gole quando ela puxou a mão dele pra baixo do tecido e enfiou os dedos dela mesma na própria buceta, molhando-os, e depois passou na boca dele.
— Come — falou baixo, olhando nos olhos. — Agora.
Roberto não perguntou nada. Virou ela de frente pra pia, puxou a camisola pra cima, cuspiu na mão, passou no pau e enfiou. Estava quase seca. Ela soltou um gemido alto, misturado de dor e determinação. Ele meteu com força mesmo assim, segurando o quadril dela, socando até o fundo. A pia tremeu. A xícara caiu e quebrou no chão. Ele não parou.
Depois daquilo, virou rotina.
Todo dia. Em qualquer oportunidade.
De manhã, no banheiro, enquanto ela escovava os dentes, ele entrava por trás, puxava a calcinha pro lado e enfiava sem avisar. Às vezes no seco. Ela mordia a escova e empurrava a bunda pra trás mesmo assim. À tarde, quando ele voltava do trabalho, ela já estava ajoelhada na entrada, abrindo a boca. À noite, no sofá, com a TV ligada, ele puxava ela pro colo, abria as pernas e metia fundo enquanto xingava baixo:
— Xota velha… mas ainda engole. Ainda aperta. Ainda goza igual puta quando eu fodo duro.
Ela gozava. Sempre. Mesmo doendo. Mesmo quando ele entrava seco e ela precisava cuspir na própria mão pra ajudar. Porque cada gozada era uma prova de que ele ainda a queria. Cada tapa na bunda, cada puxão de cabelo, cada “sua vadia” era uma vitória contra aquela foto que ela não conseguia esquecer.
Roberto gostava.
Gostava da loucura dela. Da urgência. Do jeito como ela se oferecia o tempo todo, como se a buceta dela fosse a única coisa que importasse. Mas enquanto metia, a cabeça traía. Comparava. A xana da mulher era mais frouxa, mais escura, os lábios menos carnudos. A da filha era rosada, apertada, brilhante, jovem. Quando gozava dentro da esposa, fechava os olhos e via a Larissa de quatro na câmera, os dedos abrindo tudo, a voz manhosa chamando ele de pai.
Uma noite, enquanto a fodia de quatro na cama, ele parou no meio, tirou o pau, pegou o celular e falou:
— Fica assim. Quero tirar uma foto.
Ela olhou por cima do ombro, o rosto vermelho, o cabelo grudado na testa.
— Tira — respondeu sem hesitar. — Quero que você guarde. Quero que você olhe pra mim quando bater uma.
Ele enquadrou. A bunda dela empinada, a buceta vermelha e aberta pelo pau, o sêmen antigo ainda escorrendo um pouco. Tirou três fotos. Guardou na mesma pasta da filha.
Depois voltou a meter. Mais duro. Mais fundo. Ela gozou gritando no travesseiro.

Três dias depois, Larissa mandou mensagem.
Larissa: Você tirou foto dela também.
Larissa: Aquela que você me mandou.
Larissa: O que você sentiu? Gostou de fotografar a sua esposa sendo comida?
Larissa: Você quer mostrar isso pra outras pessoas também? Tipo… a foto de você metendo nela?
Roberto leu no banheiro do trabalho. O pau endureceu na hora. A pergunta dela era direta, suja, perigosa. Ele demorou pra responder.
Pai: Gostei.
Pai: Gostei de ver ela se oferecendo. Gostei de saber que ela deixa.
Pai: E sim. Pensei em mostrar. Não sei pra quem. Mas pensei.
Larissa respondeu rápido:
Larissa: Então faz.
Larissa: Mostra.
Larissa: Eu quero saber se você consegue.

No sábado Larissa foi almoçar na casa dos pais.
A mãe estava diferente. Mais carinhosa com o marido, mais presente, a mão sempre tocando nele. Larissa notou. Fingiu que não. Ficou na sala vendo televisão enquanto os dois terminavam de arrumar a cozinha.
Roberto chegou por trás da mulher na pia. A filha estava a menos de dez metros, no sofá, de costas. Ele deslizou a mão por baixo da saia da esposa, encontrou a calcinha e puxou pro lado.
— Não — ela sussurrou, virando o rosto. — A Larissa tá na sala.
— Então fala baixo — ele respondeu, já abrindo o zíper. — Ou não fala.
— Roberto, para… ela pode ouvir…
Ele não parou. Cuspiu na mão, passou no pau e enfiou. Ela estava mais molhada do que de manhã, mas ainda apertada. O gemido dela saiu abafado contra o próprio braço. Ele segurou o quadril dela com força e começou a meter devagar, fundo, o som molhado quase inaudível.
— Cala a boca e aguenta — murmurou no ouvido dela. — Você que quis ser comida todo dia. Agora engole.
A mulher mordeu o lábio, as mãos apertando a beirada da pia. Os olhos marejados. Parte de vergonha, parte de tesão. Ele metia com insistência, sem pressa, sem piedade. Cada estocada era uma afirmação. A filha estava na sala. A esposa estava sendo fodida na cozinha. E ele gostava dos dois.
Do sofá, Larissa aumentou um pouco o volume da televisão. Não olhou pra trás. Mas ouviu. O baque baixo e rítmico. A respiração pesada da mãe. O gemido abafado que escapou quando ele enfiou até o fundo e ficou parado, pulsando dentro dela.
Roberto tirou o celular do bolso com uma mão só, ainda metendo, e tirou uma foto rápida da esposa curvada na pia, a saia erguida, o pau sumindo entre as nádegas. Guardou. Depois voltou a socar, agora mais rápido, mais fundo, até gozar dentro dela com um gemido rouco abafado no pescoço da mulher.
Quando se separaram, a mãe ficou alguns segundos apoiada na pia, as pernas trêmulas, o sêmen escorrendo pela coxa. Roberto fechou o zíper, lavou as mãos e saiu da cozinha como se nada tivesse acontecido.
Na sala, Larissa continuava olhando a televisão.
Mas a buceta dela estava encharcada.
Roberto se afundava na buceta da esposa como quem tenta afogar um pensamento.
Toda manhã, toda noite, qualquer intervalo. Entrava seco quando ela ainda não estava pronta. Puxava o cabelo. Dava tapa. Xingava baixo. Gozava fundo e ficava alguns segundos parado dentro dela, respirando pesado, tentando fazer a sensação apagar a outra. A outra que era rosada, jovem, proibida. A outra que tinha gozado na câmera chamando ele de pai.
Não apagava.
A mulher, por outro lado, se entregava com uma urgência quase desesperada. Quanto mais bruto ele era, mais ela abria as pernas. Quanto mais ele xingava, mais ela gozava. Era como se cada estocada fosse uma garantia de que a família ainda existia. De que ele ainda a escolhia. Mesmo quando os olhos dele se fechavam no meio do sexo e ela sabia, no fundo, que ele não estava pensando nela.
Larissa percebeu.
No almoço de sábado ela tinha ouvido. O baque abafado na cozinha. O gemido da mãe. O silêncio pesado depois. E algo dentro dela — aquela parte suja que mandava fotos pra desconhecidos e cobrava pra contar histórias — começou a coçar de curiosidade.
Não era só tesão. Era pior. Era querer saber até onde o pai ia. Querer ver se ele ainda pensava nela enquanto metia na mãe. Querer testar.
No domingo à noite ela mandou a primeira mensagem depois de dias.
Larissa: Você comeu ela na cozinha enquanto eu tava na sala.
Larissa: Eu ouvi.
Roberto demorou quase uma hora pra responder. Estava no sofá, a mulher já dormindo no quarto. O pau ainda sensível de ter gozado nela duas vezes naquele dia.
Pai: E daí?
Larissa: Daí que eu fiquei molhada ouvindo.
Larissa: E fiquei pensando se, enquanto você metia nela, você lembrava de mim.
Ele não respondeu na hora. Abriu a pasta escondida. Olhou a foto antiga da filha. Depois a da esposa na pia. Depois de novo a da filha. O pau endureceu devagar, traidor.
Pai: Eu tento não lembrar.
Pai: Por isso eu fodo ela todo dia. Pra tentar esquecer.
Larissa leu e sorriu sozinha no quarto, as pernas já abertas por cima do lençol. Tirou a camiseta. Posicionou o celular entre as coxas. Abriu bem os lábios grossos com os dedos, mostrou o interior rosado e brilhante, o clitóris inchado. Tirou a foto com a mesma legenda suja de sempre, só que agora consciente.
Mandou.
Larissa: Espalha essa pro seu amigo também.
Larissa: Mostra essa.
Larissa: Rs.
Roberto abriu a imagem e o ar sumiu do peito por um segundo.
Não tinha sido engano. Não tinha sido “pessoa errada”. Era de propósito. A filha mandando a buceta pro pai de novo, pedindo pra ele exibir. O “rs” no final era quase um desafio.
Ele ficou olhando a tela por um longo tempo. O pau latejando dentro da calça. A culpa subindo junto com o tesão. Depois se levantou, foi até o quarto, acordou a mulher puxando a calcinha dela pro lado e enfiou de uma vez, seco, fundo, segurando os quadris com força.
Ela soltou um gemido alto, meio adormecida ainda.
— Roberto… pera…
— Cala a boca — ele rosnou, já metendo com raiva. — Abre essa xota e engole.
Fodeu ela duro, rápido, quase sem carinho. Gozou dentro em poucos minutos, com a imagem da filha ainda queimando atrás dos olhos. Quando terminou, saiu de dentro, pegou o celular e ficou deitado de costas olhando a foto nova da Larissa enquanto a esposa respirava ofegante ao lado, o sêmen escorrendo pela coxa.
Ele não respondeu a mensagem da filha naquela noite.
Mas também não apagou a foto.
E no dia seguinte, quando a mulher ajoelhou na frente dele no banheiro e abriu a boca, ele agarrou o cabelo dela, enfiou o pau até a garganta e pensou, com um nojo sujo de si mesmo:
“Isso aqui eu posso. A outra eu não posso. Então eu vou foder essa até não sobrar espaço pra pensar na outra.”
Roberto gozou fundo na esposa pela segunda vez naquela noite.
Ela estava de quatro, a cara enterrada no travesseiro, gemendo baixo e rouco enquanto ele socava até o fim. Quando gozou, ficou parado dentro dela alguns segundos, sentindo o pau pulsar, o sêmen escorrendo ao redor da base. Depois saiu devagar. Um fio grosso e branco desceu pela coxa dela e manchou o lençol.
A mulher caiu de lado, ofegante, já quase dormindo. Nem se limpou. Roberto puxou o lençol por cima da cintura dela e ficou olhando o corpo usado: a buceta vermelha, aberta, brilhando de porra. A mesma buceta que ele vinha fodendo todo dia pra tentar matar a outra imagem na cabeça.
Não matava.
Ele pegou o celular, saiu do quarto de leve e foi pro sofá da sala. A casa estava quieta. Abriu a conversa com a Larissa. A foto nova ainda estava lá: os lábios grossos puxados, o interior rosado, o “rs” no final da mensagem.
Ele não respondeu com texto.
Apertou o botão de vídeo.
A chamada tocou três vezes. Quatro. No quinto toque ela atendeu.
A câmera abriu no rosto dela, cabelo bagunçado, luz baixa do abajur. Estava deitada na cama, só de camiseta larga. Os olhos ainda tinham aquele brilho de quem tinha se tocado pouco antes.
— Pai… — a voz saiu baixa, quase um sussurro. — Você ligou.
— Sua mãe tá dormindo — ele falou, a voz rouca. — Acabei de gozar nela. Tá com a porra escorrendo ainda.
Larissa engoliu em seco. A câmera tremeu um pouco na mão dela.
— E você tá me ligando agora porque…?
— Porque você mandou essa foto de propósito. Porque pediu pra eu espalhar. E porque eu quero ver se você realmente aguenta o que tá pedindo.
Ela ficou em silêncio por um segundo. Depois, sem falar nada, abaixou a câmera. A camiseta subiu. As pernas se abriram. A bucetinha apareceu de novo, ainda brilhando, os lábios um pouco inchados de tanto ela se tocar pensando nele.
— Tá vendo? — murmurou. — Continua molhada. Desde que eu mandei.
Roberto passou a mão no pau por cima da calça. Ainda sensível, mas já reagindo.
— Eu mostrei a foto antiga pro meu irmão — falou de repente. — Seu tio. Disse que era de uma mina da internet. Ele olhou, deu zoom, falou que era uma xota de puta de luxo. Que os lábios eram grossos demais pra ser de mulher normal. Que parecia daquelas que goza fácil e goza muito.
Larissa soltou um arzinho pelo nariz, quase um riso nervoso.
— E a da minha mãe? Você mostrou a dela também?
— Mostrei. Falei que era outra. Uma casada que eu tô comendo escondido. Ele olhou as duas lado a lado. Falou que a mais nova era mais gostosa. Que a outra já tava mais usada. Que se fosse ele, ficava só com a rosadinha.
O silêncio do outro lado foi pesado. Larissa não fechou as pernas. Pelo contrário: abriu um pouco mais e passou o dedo devagar no meio da fenda.
— E você? — perguntou ela, voz manhosa e perigosa. — Qual você prefere quando tá metendo na minha mãe? A dela… ou a minha?
Roberto fechou os olhos por um segundo. A imagem da esposa dormindo no quarto, a porra ainda escorrendo, se misturou com a buceta da filha na tela.
— Eu fodo a dela pra tentar esquecer a sua — admitiu, baixo. — Mas não funciona. Toda vez que eu enfio nela, eu lembro de você abrindo com os dedos na câmera. Lembro do jeito que você gozou. Lembro da sua voz chamando de pai.
Larissa mordeu o lábio. O dedo dela entrou devagar.
— Então para de tentar esquecer — sussurrou. — Se você vai continuar comendo ela… pelo menos me conta. Me conta enquanto eu me toco. Me conta o que você faz com ela. O que você fala. O quanto você xinga.
Roberto olhou pro corredor escuro que dava pro quarto. A mulher continuava quieta.
Depois voltou o olhar pra tela, pro dedo da filha entrando e saindo da buceta rosada, e falou com a voz mais suja que já tinha usado com ela:
— Hoje eu enfiei nela seco. Ela ainda tava dormindo. Acordei ela com o pau no meio da xota. Ela gemeu de dor e mesmo assim empinou a bunda. Eu fodi duro. Falei que a buceta dela tava frouxa. Que não apertava igual antes. Que eu precisava meter com força pra sentir alguma coisa. Ela gozou mesmo assim. Gozo sujo, de quem tá desesperada pra não perder o marido.
Larissa gemeu baixinho na tela. O dedo acelerou.
— Continua…
— Depois eu tirei foto dela de quatro, com a porra escorrendo. E agora tô aqui. Com o pau duro de novo. Olhando a buceta da minha filha enquanto a minha esposa dorme com a xota cheia de porra.
Larissa tirou o dedo, abriu mais os lábios com as duas mãos e mostrou tudo de perto. O interior contraía sozinho.
— Então olha — murmurou, quase sem voz. — Olha direito. E quando você for comer ela de novo… pensa nisso. Pensa que eu tô aqui, molhada, sabendo que você tá metendo nela e lembrando de mim.
Roberto passou a mão dentro da calça e segurou o pau com força.
— Abre mais.
Ela abriu.
— Agora enfia dois.
Ela enfiou.
Do quarto veio um barulho leve. A mulher se mexendo na cama. Roberto não desligou. Só baixou um pouco o volume e continuou olhando a filha se tocando na tela, enquanto a esposa dormia a poucos metros, a buceta ainda molhada de porra fresca.
A mulher acordou com a bexiga cheia e a sensação úmida entre as pernas.
Virou na cama, sentiu o sêmen frio escorrendo um pouco mais e se levantou devagar. O corredor estava escuro. A luz fraca da sala vazava por baixo da porta entreaberta. Ela foi andando descalça, ainda meio sonolenta, pronta pra ir ao banheiro… e parou.
A voz do marido.
Baixa. Rouca. Suja.
— Isso… abre mais. Quero ver esse interior rosadinho se contraindo. Enfia fundo. Dois dedos. Assim. Porra, que xota gostosa…
Ela se aproximou sem fazer barulho. Parou na soleira da porta da sala.
Roberto estava sentado no sofá, a calça aberta, a mão no pau. O celular apoiado no joelho. Na tela, clara e nítida, uma buceta jovem, lábios grossos bem abertos, dedos entrando e saindo, o interior brilhando. E a voz da filha, manhosa, ofegante, respondendo:
— Tá vendo, pai…? Tá vendo como ela aperta…?
A mulher sentiu o chão sumir por um segundo.
Era a Larissa.
A buceta da Larissa. Na tela do celular do marido. E ele elogiando. Mandando ela se tocar. Falando baixo e sujo como falava quando a comia.
Ela ficou parada ali, o coração batendo tão forte que doía. Viu o pau do marido duro na mão. Viu o jeito como ele olhava a tela. Viu a filha gemendo baixinho, os dedos sumindo dentro daquela xana rosada.
Por um instante ela pensou em gritar. Em entrar. Em destruir tudo.
Mas não fez nada.
Virou devagar, voltou pelo corredor, entrou no quarto e fechou a porta com cuidado. Ficou em pé no escuro, respirando pela boca, as pernas trêmulas. A imagem não saía da cabeça: a buceta da filha aberta, o marido elogiando, a voz da Larissa chamando ele de pai.
Ela se sentou na beirada da cama. Passou a mão entre as próprias pernas. Ainda estava molhada de porra. E, de um jeito doentio, também estava molhada de novo.
“Eu não posso perder ele.”
O pensamento voltou, mais desesperado.
Ela se recompôs. Arrumou o cabelo. Puxou a camisola pra baixo. Respirou fundo três vezes. Depois abriu a porta do quarto e gritou, a voz alta, clara, quase alegre, como se nada tivesse acontecido:
— Amor! Você tinha que ficar mais tempo aqui… tô te querendo de novo. Vem me comer!
Na sala, Roberto congelou.
Na tela, Larissa também.
A filha tinha ouvido. O gemido dela saiu abafado, alto demais, e o corpo inteiro tremeu. Os dedos pararam dentro da buceta. As coxas se fecharam com força. Ela gozou ali mesmo, calada, a boca aberta, os olhos marejados, enquanto a voz da mãe ainda ecoava pela casa.
Roberto olhou pra tela um segundo. Viu o orgasmo da filha. Viu o jeito como ela mordia o lábio pra não fazer barulho. Depois desligou a chamada sem falar nada.
Levantou. Ajustou o pau ainda duro dentro da calça e foi até o quarto.
A mulher estava de quatro na cama, a camisola erguida até a cintura, a bunda empinada, a buceta ainda suja da porra anterior. Olhou por cima do ombro com um sorriso forçado, quase desafiador.
— Achei que você tinha dormido na sala — falou, a voz tremendo um pouco. — Vem. Quero de novo.
Roberto não disse nada. Subiu na cama, ajoelhou atrás dela, alinhou o pau e enfiou de uma vez. Fundo. Até as bolas. Ela soltou um gemido alto, verdadeiro desta vez. Ele agarrou o cabelo dela com uma mão, a cintura com a outra, e começou a meter com força. Seco no começo, depois cada vez mais molhado.
— Isso… isso… fode essa xota — ela gemia, empurrando pra trás. — Mete fundo. Me enche de novo.
Ele fodeu bruto. O som da pele batendo encheu o quarto. A cada estocada ele via, atrás dos olhos, a buceta da filha na tela. Os dedos dela. O jeito como ela tinha gozado ouvindo a mãe chamar. A voz manhosa pedindo pra ele continuar contando.
Gozou rápido, com um gemido rouco, enterrado até o fim. A mulher gozou junto, apertando o pau dele, as pernas tremendo.
Quando ele saiu, mais porra escorreu. Ela caiu de lado, ofegante, e estendeu a mão pra ele como se quisesse carinho. Roberto deitou de costas, olhando o teto, o coração ainda acelerado.
No celular, a tela preta da chamada desligada.
Do outro lado da cidade, Larissa ainda estava de pernas abertas na cama, a buceta latejando, a respiração descompassada. Tinha gozado ouvindo a mãe chamar o pai pra foder. E a imagem disso não ia sair da cabeça dela tão cedo.
Roberto acordou antes do sol.
A mulher dormia de bruços, uma perna aberta, a camisola subida até a cintura. A buceta ainda estava suja da noite anterior, um pouco inchada, o sêmen seco nas coxas. Ele se moveu devagar, ajoelhou entre as pernas dela e enterrou o rosto ali sem avisar.
A língua quente e larga passou devagar no meio da fenda. Depois com mais força. Chupou os lábios, enfiou a língua fundo, mordeu de leve o clitóris. A mulher gemeu no sono, mexeu o quadril, ainda nem acordada de verdade. Ele segurou as nádegas dela com as duas mãos, abriu mais e chupou com vontade, misturando o gosto dela com o gosto da própria porra de ontem.
Ela acordou gemendo.
— Roberto… o que…
— Shhh — ele falou contra a buceta dela, a voz grossa, rouca de manhã. — Fica quieta e goza na minha boca.
Lamia com raiva e carinho ao mesmo tempo. Grosseiro e devagar. Enfiava a língua, chupava forte, dava tapa leve na bunda quando ela tentava se fechar. A mulher agarrou o travesseiro, empinou mais, já molhada de novo.
Quando ela estava perto, ele parou, subiu pelo corpo dela e falou olhando nos olhos, a boca ainda brilhando:
— Minha família é o que mais importa pra mim. Vocês duas. Você e a Larissa. Vocês são minha vida. Nunca esquece isso.
A voz saiu pesada, quase culpada. Como quem pede desculpa sem pedir. Como quem admite alguma coisa sem falar direito.
A mulher olhou pra ele em silêncio. O peito subia e descia rápido. Naquele segundo, algo se encaixou na cabeça dela. A foto no celular. A chamada de vídeo. A buceta da filha na tela. A voz dele elogiando. A forma como ele fodia ela todo dia com uma urgência desesperada.
Ela nunca ia perder ele pra Larissa.
Porque a Larissa já era dele.
De um jeito sujo, errado, proibido. Mas ainda era família. Ainda ficava dentro de casa. Não era uma estranha. Não era uma amante que ia roubar o marido e sumir. Era a filha. E se ele precisava daquilo… que fosse com ela. Pelo menos assim tudo continuava ali. Dentro do mesmo teto. Dentro do mesmo sangue.
Ela não falou nada.
Só abriu mais as pernas, puxou ele pela nuca e sussurrou:
— Então me fode. Agora.
Roberto enfiou de uma vez. Fundo. A mulher soltou um gemido alto, as unhas nas costas dele. Ele meteu com força, segurando a cabeça dela, xingando baixo entre os dentes. A cama bateu na parede. Ela gozou rápido, apertando o pau dele, e ele gozou logo depois, enterrado até o fim, com um gemido rouco no pescoço dela.
Quando saiu, a mulher ficou deitada olhando o teto, o sêmen escorrendo de novo. Aceitando em silêncio. Sem perguntar. Sem acusar.
Roberto se levantou, tomou banho rápido, se vestiu pro trabalho. Mas não foi pro trabalho.
Foi direto pro apartamento da filha.
Bateu na porta às sete e vinte da manhã.
Larissa abriu de camiseta larga, cabelo bagunçado, olhos ainda inchados de sono. Quando viu o pai ali, parado no corredor, a expressão dela mudou em um segundo: surpresa, medo, e por baixo de tudo uma excitação suja que subiu rápido demais.
— Pai…? O que você tá fazendo aqui?
Ele não respondeu com a boca. Entrou. Fechou a porta atrás de si. A chave girou. Larissa deu um passo pra trás, o coração batendo na garganta. Roberto olhou ela de cima a baixo: as pernas magras, a camiseta mal cobrindo a bunda, os peitinhos marcando o tecido.
— Eu acabei de comer sua mãe — falou baixo, a voz ainda rouca. — Acordei ela com a boca na xota. Fodi ela. Gozai dentro. E vim pra cá.
Larissa engoliu em seco. As costas bateram na parede do corredor. Ele se aproximou. O cheiro dele — sabonete, sexo, manhã — invadiu o espaço dela.
— Você não devia ter vindo — ela sussurrou, mas a voz tremeu. — A gente… a gente não pode.
— Eu sei — ele respondeu, já pegando a barra da camiseta dela. — Mas eu vim mesmo assim.
Puxou a camiseta pra cima. Larissa levantou os braços quase sem perceber. Ficou nua na frente do pai pela primeira vez de verdade. Os peitos pequenos, os bicos duros, a buceta lisinha e já brilhando. Roberto olhou como quem olha uma coisa que não devia. Depois agarrou a nuca dela e beijou com fome, a língua grossa, o gosto da esposa ainda na boca.
Larissa gemeu dentro do beijo. As mãos foram pro cinto dele, abriu com pressa, puxou o pau pra fora. Estava duro, quente, ainda com o cheiro da mãe. Ela desceu na hora, ajoelhou no corredor e engoliu. Roberto soltou um gemido baixo, agarrou o cabelo dela e fodeu a boca com vontade, sem piedade.
— Isso… chupa esse pau que ainda tem gosto da xota da sua mãe — rosnou. — Engole fundo, sua putinha.
Larissa engasgou, saliva escorrendo pelo queixo, mas não parou. Os olhos marejados olhavam pra cima. Ele puxou ela pelo cabelo, levantou, virou ela de frente pra parede e enfiou dois dedos na buceta de uma vez. Estava encharcada.
— Porra… molhada pra caralho. Tava pensando nisso desde ontem, né? Desde que ouviu sua mãe me chamando pra foder.
— Sim… — ela gemeu, empurrando a bunda pra trás. — Tava.
Ele tirou os dedos, cuspiu neles, passou no pau e enfiou.
O gemido que saiu da garganta da Larissa foi alto, quebrado, quase um choro. Roberto segurou o quadril dela com força e meteu fundo, até as bolas baterem. A buceta apertada engoliu tudo. Ele fodeu bruto desde o primeiro segundo. O som molhado encheu o apartamento. Pele batendo em pele. A respiração dele quente no ouvido dela.
— Xota de filha… apertadinha pra porra… — ele xingava entre as estocadas. — Melhor que a da sua mãe. Mais quente. Mais gulosa. Olha como engole o pau do pai.
Larissa só conseguia gemer, as mãos espalmadas na parede, as pernas tremendo. Ele metia sem dó, puxando o cabelo, dando tapa na bunda, falando merda suja o tempo todo. Quando sentiu ela apertar, acelerou.
— Goza. Goza no pau do pai. Quero sentir essa xota se contraindo.
Ela gozou gritando, as pernas falhando. Roberto segurou o peso dela e continuou metendo, usando o orgasmo dela pra foder ainda mais fundo. Gozou pouco depois, com um gemido rouco, enterrado até o fim, jorrando dentro da filha pela primeira vez.
Os dois ficaram parados ali, ofegantes, o pau ainda dentro, a porra já escorrendo pela coxa dela. Larissa tinha a testa colada na parede, os olhos fechados, a respiração descontrolada.
Roberto beijou a nuca dela, a voz baixa e suja:
— Agora é tarde pra voltar atrás.
Ela não respondeu.
Só empinou um pouco mais a bunda, sentindo ele ainda duro dentro dela, e sussurrou:
— Então fode de novo.
Roberto saiu devagar, o pau brilhando de porra e de molhado dela. Virou o corpo da filha, puxou ela pela cintura e se deitou no chão do corredor. Larissa entendeu na hora. Subiu em cima dele, ajoelhou sobre o rosto do pai e sentou.
A buceta quente e molhada cobriu a boca dele. Roberto soltou um gemido abafado e agarrou as nádegas dela com as duas mãos, abrindo tudo. A língua saiu grossa, lambendo de baixo pra cima, chupando os lábios inchados, enfiando fundo. Larissa soltou um gemido alto, as mãos no cabelo dele, e começou a se esfregar.
Rebolava devagar no começo, esfregando a xana inteira na cara do pai. O clitóris passando pela língua, pelos lábios, pelo nariz. Roberto chupava com fome, a barba raspando nas coxas dela, a língua entrando e saindo, os dedos apertando a bunda com força. De vez em quando ele puxava ela pra baixo com mais força, engasgando no meio da buceta, e Larissa gemia alto, sem se importar com o volume.
— Isso… lambe… chupa essa xota… — ela falava ofegante, rebolando mais rápido. — Mete a língua. Mais fundo. Porra, pai…
Roberto enfiou dois dedos de uma vez enquanto chupava o clitóris. Os dedos entraram fáceis, molhados, e ele fodia ela com a mão enquanto a língua trabalhava. Larissa jogou a cabeça pra trás, os peitinhos pequenos balançando, e gozou na cara dele com um grito quebrado. A buceta se contraiu nos dedos, um jato fino molhou a boca e o queixo do pai.
Ele não parou. Continuou lambendo enquanto ela tremia, engolindo tudo, sujo, molhado, a respiração pesada.
Quando as pernas dela amoleceram, Roberto a puxou pra baixo, virou ela de quatro no chão do corredor e ajoelhou atrás. O pau ainda duro, latejando. Ele apoiou a cabeça na entrada dela e entrou devagar. Centímetro por centímetro. Sentindo cada aperto. A buceta da filha engolindo o pau do pai com uma lentidão cruel.
— Caralho… — ele rosnou, a voz rouca. — Que xota apertada. Olha como engole. Devagar… assim… pra eu sentir tudo.
Larissa gemeu alto, a testa colada no chão, as mãos espalmadas. Quando ele chegou ao fundo, parou um segundo, só sentindo o aperto, as paredes dela pulsando ao redor do pau. Depois puxou quase até a ponta e enfiou de novo, ainda devagar, gostando do barulho molhado.
Só então ele perdeu a paciência.
Agarrou os peitos pequenos dela por trás, apertou os bicos entre os dedos e começou a meter de verdade. Fundo. Forte. O barulho da pele batendo encheu o apartamento. Larissa gritava a cada estocada, a voz alta, quebrada, sem nenhum controle.
— Isso… fode… fode essa xota… — ela gemia, empurrando a bunda pra trás. — Mais forte… porra…
— Xota de filha… gulosa pra caralho… — Roberto xingava entre os dentes, apertando os peitos, metendo sem dó. — Olha como rebola no pau do pai. Parece puta. Parece aquelas que você manda foto. Mas agora é pra mim. Essa buceta é minha agora.
Ele metia bruto, puxando ela pelos peitos, a mão escorregando de suor. Larissa gozou de novo, gritando, as pernas tremendo tanto que ele teve que segurar o peso dela. Roberto não parou. Continuou socando até gozar fundo, com um gemido rouco, enterrado até as bolas, jorrando dentro dela pela segunda vez naquela manhã.
Os dois caíram no chão do corredor, ofegantes, suados, o pau ainda dentro, a porra escorrendo. Larissa tinha o rosto vermelho, os olhos marejados, a boca entreaberta. Roberto beijou a nuca dela, a voz baixa e suja:
— Agora você tá cheia de porra do seu pai. Duas vezes.
Ela só conseguiu gemer em resposta.

Roberto chegou em casa quase uma hora atrasado.
A mulher estava na cozinha, de camisola, fazendo café. Quando viu ele entrar, sorriu. Aquele sorriso de quem tinha aceitado tudo em silêncio na madrugada.
— Demorou hoje — falou, se aproximando.
— Tive que passar na Larissa — ele respondeu, a voz natural demais. — Resolvi umas coisas com ela antes do trabalho.
A mulher parou na frente dele, passou os braços no pescoço e beijou a boca dele. Lenta. Carinhosa. Sem suspeitar do gosto que ainda podia ter ali.
— Obrigada — sussurrou contra os lábios dele. — Por cuidar tão bem dela. Por cuidar tão bem da gente. Da nossa família.
Roberto passou a mão na cintura dela, puxou contra o corpo e retribuiu o beijo. Por trás dos olhos, ainda via a filha sentada na cara dele, a buceta esfregando, os gemidos altos, a porra escorrendo pelas coxas magras.
— Sempre — respondeu só.
E a mulher sorriu, satisfeita, sem fazer nenhuma pergunta.
-
Duas semanas depois, num sábado à tarde, mãe e filha estavam juntas num shopping.
Provaram várias peças. A mãe saiu do provador com um conjunto preto de renda, o sutiã empurrando os seios e a calcinha fio-dental marcando a bunda. Parou na frente do espelho, virou de lado e falou, quase casual:
— Gostei dessa. Será que seu pai vai gostar?
Larissa, ainda de sutiã e calcinha no corpo, olhou pelo espelho. Sorriu de canto, um sorriso pequeno, carregado de tudo que as duas já sabiam e nunca iam dizer em voz alta.
— Vai gostar — respondeu só.
A mãe acenou, satisfeita, e pegou outra peça no cabide. Uma calcinha menor, mais ousada, de renda fina. Estendeu pra filha.
— Essa aqui fica boa em você. O tecido é macio. E marca direitinho.
Larissa pegou. Olhou. Não precisou perguntar pra quem a mãe estava imaginando aquela calcinha.
As duas terminaram de escolher em silêncio. Pagaram juntas. Saíram da loja lado a lado, as sacolas balançando, o sol da tarde batendo no rosto delas.
Em casa, Roberto ia receber as duas.
E, de algum jeito estranho e sujo, a família continuava inteira.


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Ficha do conto

Foto Perfil aneemastro
aneemastro

Nome do conto:
Foto da bucetinha para o pai por engano - part 2 FINAL

Codigo do conto:
268719

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
30/07/2026

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