Acordei com a buceta latejando, aquele fogo baixo que sobe pela barriga e me deixa molhada e latejando. Abri os olhos, olhei pro teto e já soube: hoje eu ia me mostrar. Eu estava com tesão de verdade. Levantei, fui no banheiro e tirei a calcinha. Me olhei no espelho: peitos macios, cintura fina, e a buceta apertadinha já brilhando de tesão, os lábios inchados e a entrada molhada. Passei o dedo devagar, só pra sentir o quanto eu tava molhada. Depois escolhi a roupa com cuidado. Uma camiseta branca fina, sem sutiã, pra marcar os mamilos, e um short jeans bem curto, rasgado na frente, que quase não cobria nada. Sem calcinha, claro. A buceta ficou marcada no tecido, um volume úmido e óbvio. Sentei na cama, abri as pernas e tirei a primeira foto. Câmera baixa, focando o volume no short, a pontinha dos lábios quase saindo pela barra. Depois puxei o short pro lado, abri os lábios com os dedos e tirei outra, bem de perto, a buceta molhada, a entrada apertada e brilhante. Mandei pras mensagens de três caras que eu já sabia que seguiam um monte de garota de programa e página de putaria. Depois postei no story, só a silhueta do volume, com a legenda “acordei assim”. Saí de casa andando devagar, sentindo o short esfregar na pele e a buceta latejar a cada passo. O celular não parava. Um respondeu logo: “porra, que buceta gostosa. Manda mais sem a roupa”. Outro: “delícia, quero ver ela pingando”. O terceiro só mandou um áudio gemendo e falando que ia gozar só de olhar. Eu sorria sozinha na rua, me sentindo gostosona pra caralho, a boca da buceta latejando mais ainda. Pareei numa praça, sentei num banco e tirei mais uma: agora de quatro, o short puxado pra baixo, a buceta apertadinha e molhada aparecendo entre as coxas e o cuzinho apertado logo acima. Mandei pros três e pro story. As respostas vieram rápidas. “Vem pro meu ap, deixa eu chupar essa buceta até o talo.” “Quero te foder enquanto você me manda foto.” Eu respondia só com emojis sujos e mais fotos, sem pressa, só curtindo a sensação de ser desejada daquele jeito. Fiquei mais uma hora andando, mandando, recebendo, me tocando por cima da roupa quando ninguém olhava. Quando cheguei em casa de novo, o short já tava úmido na frente. Me joguei na cama, abri as pernas e gozei olhando as mensagens, os dedos molhados e a buceta latejando enquanto eu lia os caras pedindo mais. Fechei o celular, respirei fundo e sorri. Hoje eu me masturbei o dia inteiro. E amanhã eu vou fazer de novo.
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