Eu acordo com o pau duro pra caralho. De novo. A casa tá quieta. Só o barulho do vento no telhado furado e a respiração dela no quarto ao lado. Eu fico um tempo deitado olhando pro teto, apertando o pau por cima da cueca. Já faz quase uma semana que eu meto nela todo dia e mesmo assim acordo assim. Querendo mais. Levanto devagar. O chão é frio. Empurro a porta do quarto dela sem fazer barulho. A fechadura continua quebrada desde aquele dia. Ela tá de lado, de costas pra mim, coberta só até a cintura. A blusa subiu durante a noite e eu vejo a curva daquela bunda gorda, a calcinha preta enfiada no meio. O cabelo preto espalhado no travesseiro. Minha mãe. Meu pau lateja. Eu chego perto da cama e fico olhando um tempo. Dá pra ver o formato da boceta por baixo do tecido fino. Eu ajoelho na beira e puxo a coberta devagar. Ela mexe um pouco, solta um som baixo, mas não acorda. Puxo a calcinha dela pro lado com o dedo. A boceta tá fechada, meio inchada ainda de ontem. Eu abro os lábios com os dedos e cospo em cima. O cuspe escorre devagar. Passo a cabeça do pau ali, esfregando sem enfiar ainda. O calor dela me deixa tonto. — Porra, mãe… — eu falo baixo, só pra mim. Empurro a cabeça pra dentro. Ela tá um pouco seca no começo, mas eu forcei ontem várias vezes e o corpo dela já conhece. Entro devagar, centímetro por centímetro, sentindo a boceta abrir e engolir. Quando tá pela metade ela mexe as pernas e solta um gemido dormindo. Eu paro. Segurando a respiração. Ela não acorda. Continuo. Enfio até o fim, até minhas bolas encostarem na bunda dela. Fico parado um segundo, enterrado fundo, sentindo o pulso da boceta dela apertando meu pau. Meu coração tá batendo forte demais. Eu começo a meter devagar. Movimento curto, pra não fazer a cama ranger muito. A cada estocada eu olho o rosto dela. A boca entreaberta. A sobrancelha franzida. Ela ainda tá dormindo. Eu meto mais fundo. — Isso… toma… — murmuro. A boceta dela começa a molhar de verdade. O barulho fica mais úmido. Eu pego a cintura larga dela com uma mão e puxo pra trás enquanto meto, fazendo a bunda bater devagar no meu corpo. O peito dela vaza pra fora da blusa. Eu agarro um e aperto. O mamilo tá duro. Eu aperto mais. Ela acorda no meio de uma estocada fundo. O corpo inteiro dela engasga. Os olhos abrem de uma vez só. Ela tenta se mexer, mas eu já tô por cima, segurando os pulsos dela contra o colchão. — Lucas… o que… para… A voz dela sai rouca de sono. Eu não paro. Meto mais rápido agora que ela tá acordada. Quero que ela sinta. Quero que ela veja. — Calada. Continua deitada. Ela se debate fraco, vira o rosto pro lado. Eu vejo uma lágrima escorrendo. Mas a boceta dela tá escorrendo também, apertando meu pau toda vez que eu enterro fundo. Eu solto um dos pulsos dela só pra segurar a coxa e abrir mais. Meto com vontade. O barulho da porra de ontem ainda dentro dela misturada com a molhada de agora enche o quarto. — Você deixa, mãe. Sempre deixa no final. Ela balança a cabeça, mas não grita mais. Só chora baixo enquanto eu fodo ela. Eu sinto o gozo subindo rápido. Não quero acabar ainda. Puxo o pau quase inteiro pra fora e enfio de uma vez, fundo, e fico pulsando lá dentro sem gozar. Ela treme. — Fala que é minha — eu peço, a boca colada no ouvido dela. Ela não fala. Eu meto de novo, mais duro. — Fala. — …é sua — ela solta num fio de voz, quase engasgada. Eu gozo na hora. Forte. Enchendo ela de novo. Fico por cima, ofegante, o pau ainda dentro, sentindo cada contração da boceta dela engolindo o que eu jorro. Meu gozo vaza pelo lado e escorre na coxa grossa dela. Quando eu saio, um fio branco liga o meu pau à boceta da minha mãe. Eu olho pra isso e sinto vontade de meter de novo imediatamente. Ela continua deitada, de costas, o lençol sujo, a respiração irregular. Não me olha. Eu passo o dedo no gozo que escorre dela e limpo na própria boca. — Amanhã eu te acordo de novo — falo baixo. — Pode tentar trancar a porta se quiser. Não vai adiantar. Ela não responde. Eu saio do quarto com o pau ainda meio duro, o gosto dela na língua, e a certeza de que essa porra só tá começando de verdade.
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