Comendo a buceta da assistente - SÉRIE CURTINHOS

Ela contava as moedas na mão pela terceira vez. Vinte e sete reais e quarenta centavos. Era tudo o que restava depois de uma semana comendo só arroz e ovo. O aluguel estava atrasado há quase um mês. A luz já tinha avisado que cortaria. O gás estava no fim. Ela tinha perdido o emprego três meses antes e, desde então, cada dia era uma luta pra não desabar de vez.
Entrou no banco com a cabeça baixa, a roupa velha e o corpo magro demais. O caixa processou o pagamento do aluguel. Quando o comprovante saiu, o valor estava errado. O “tarifa especial” tinha comido quase tudo o que ela tinha juntado. Sobraram menos de dez reais. O dinheiro sumiu na tela. Ela ficou parada, olhando o papel, as mãos tremendo.
— Isso não é possível… eu juntei exatamente o valor…
A voz saiu baixa, quebrada. Os olhos encheram de água. O gerente, que estava por perto, percebeu. Homem de uns quarenta e poucos, terno bem cortado, cheiro de perfume caro. Aproximou-se com um sorriso paciente, quase paternal.
— Problemas, senhorita? Posso ajudar?
Ela tentou explicar, a voz falhando. Contou do emprego perdido, das contas, da fome, da energia prestes a ser cortada. Ele ouviu em silêncio, inclinando a cabeça, o olhar demorando um segundo a mais nos seios dela, na curva do pescoço, na boca trêmula.
— Entendo perfeitamente. Situações assim acontecem. Talvez eu possa fazer alguma coisa por você.
Ofereceu um café no escritório dele. Fechou a porta. Ouviu a história completa. Depois se inclinou sobre a mesa, a voz baixa, confiante.
— Preciso de uma assistente pessoal. Alguém discreta, que fique até mais tarde quando for necessário. O salário é bom. Melhor do que você imaginava. Posso adiantar a primeira semana ainda hoje.
Ela aceitou na hora. Não tinha escolha.
No dia seguinte ele entregou o “uniforme”: uma saia preta curta demais, que mal cobria a metade da coxa, e uma blusa branca justa que marcava os mamilos e o sutiã velho. Ela se sentiu exposta, mas não reclamou. Precisava do dinheiro.
Os dias passaram. Ele a mantinha até tarde, inventando tarefas. Ela organizava pastas, respondia e-mails, ia buscar café. Sempre a saia subindo quando se inclinava. Sempre o olhar dele colado nela.
Numa noite, perto das nove, o cabo do computador desconectou embaixo da mesa. Ela se ajoelhou, engatinhou um pouco, a saia subindo até quase a cintura. A calcinha fina e surrada ficou à mostra, a bunda empinada, a fenda marcada pelo tecido úmido do suor. Ela nem percebeu.
Ele parou atrás dela. Ficou olhando alguns segundos. Depois se abaixou e passou a mão aberta pela nádega direita, apertando com força.
Ela deu um pulo, quase batendo a cabeça na mesa.
— Senhor…!
Ele não tirou a mão. Apertou de novo, o polegar deslizando pela beirada da calcinha.
— Calma. Só estou apreciando o que tenho na minha frente.
A voz dele estava rouca. A outra mão desceu, passou entre as coxas dela, pressionando o tecido molhado da calcinha contra a buceta.
— Você está precisando de dinheiro de verdade, não está? Eu pago três vezes o que combinamos. Em dinheiro, hoje. Você só precisa me dar. Aqui. Agora.
Ela ficou paralisada, o coração batendo na garganta. A mão dele continuava ali, esfregando devagar, sentindo o calor e a umidade.
— Eu… eu não posso. Isso é… não. Por favor.
Empurrou a mão dele, se levantou tremendo, pegou a bolsa e saiu sem olhar pra trás. Na rua, as pernas bambas, a buceta ainda latejando do toque. Chegou em casa no escuro. A energia tinha sido cortada. A geladeira morta. O celular com 8% de bateria. O salário só viria no fim do mês. Ela sentou no chão frio e chorou até não ter mais lágrimas.
No dia seguinte voltou ao banco com os olhos inchados. Ele a chamou pro escritório assim que a viu. Fechou a porta com chave.
— Mudei a proposta — disse, sentando na beira da mesa. — Quatro vezes o valor. E eu pago a conta de luz hoje. Você só precisa parar de fingir que não quer.
Ela ficou em pé, a saia curta, as mãos apertadas uma na outra. O silêncio durou quase um minuto. Depois ela assentiu, mal conseguindo falar.
— Tá.
Ele sorriu. Levantou, deu a volta nela e a empurrou de frente pra mesa. Puxou a saia pra cima, abaixou a calcinha até os joelhos e passou dois dedos pela fenda já molhada.
— Olha só. Já está pronta.
Abriu a calça, tirou o pau grosso e pesado. Esfregou a cabeça molhada entre os lábios dela, sentindo a entrada apertada. Empurrou devagar, abrindo caminho. Ela soltou um gemido abafado, as unhas cravadas na madeira. Ele enterrou até o fundo de uma vez só, gemendo baixo.
— Apertada pra caralho…
Começou a foder com força, segurando a cintura dela, a mesa rangendo. Cada estocada fazia a saia balançar e o pau sumir inteiro dentro dela. Ela tentava ficar quieta, mas os gemidos escapavam. A buceta fazia barulho molhado a cada investida. Ele parou só pra cuspir na mão e passar o dedo no cu dela, pressionando sem entrar ainda.
— Vai aprender a gostar disso.
Voltou a meter, mais rápido, mais fundo. Quando sentiu ela tremer, apertou o clitóris com os dedos e ela gozou de repente, a buceta contraindo com força ao redor do pau dele. Ele riu, baixo, sujo.
— Sabia.
Não parou. Continuou fodendo até gozar dentro, fundo, enchendo ela. Puxou o pau devagar, viu a porra escorrer pela coxa dela e limpou com o dedo, enfiando de novo pra dentro.
Ela ficou de bruços na mesa, ofegante, a saia amassada na cintura, a calcinha no tornozelo. O corpo ainda tremia.
Ele se vestiu, abriu a gaveta e colocou um envelope grosso na frente dela.
— Sua primeira semana. Com bônus.
Ela pegou o dinheiro com a mão trêmula. Quando saiu do escritório, as pernas ainda bambas, a buceta latejando e escorrendo, percebeu que o gosto do pau dele ainda estava na boca da memória. E, pela primeira vez em meses, não estava com fome.
No dia seguinte ela voltou. E no outro. E no outro. O uniforme ficou ainda mais curto. As noites, ainda mais longas. E cada vez que ele a empurrava contra a mesa, a parede ou o sofá do escritório, ela abria as pernas um pouco mais rápido.
Numa quinta-feira, perto das oito da noite, o banco já estava quase vazio. Ela estava inclinada sobre a mesa dele, organizando pastas, a blusa justa marcando os seios e a saia subindo cada vez que se movia. Ele entrou sem fazer barulho, fechou a porta com chave e ficou olhando.
Aproximou-se por trás, passou a mão pela coxa dela e subiu devagar até apertar a bunda com força.
— Preciso me aliviar — murmurou perto do ouvido dela, a voz rouca e baixa. — Preciso te comer aqui porque em casa minha esposa não tá liberando, não tá me dando. Tô com muito tesão. Você é muito gostosa.
Ela tremeu, mas não se afastou. Ele já sabia que não ia. Puxou a saia pra cima, abaixou a calcinha até as coxas e enfiou dois dedos de uma vez, sentindo o quanto ela já estava molhada. Ela mordeu o lábio pra não gemer alto.
— Depois que você sai daqui — continuou ele, mexendo os dedos fundo, o polegar esfregando o clitóris —, tudo é meu. Essa buceta, essa bunda, esses peitos. Eu pago, eu uso.
Tirou os dedos, lambeu, abriu a calça e enfiou o pau grosso de uma só vez. Ela soltou um gemido abafado contra a mesa. Ele fodeu com raiva contida, segurando a cintura dela, as estocadas secas e profundas, o barulho molhado ecoando no escritório silencioso. Quando gozou, enterrou fundo e encheu ela de novo, gemendo baixo no pescoço dela.
Puxou o pau devagar, viu a porra escorrer e limpou com o dedo, enfiando de volta pra dentro.
— Fica assim um pouco.
Ela ficou, ofegante, a saia amassada, as pernas abertas. Ele abriu a gaveta, tirou uma caixinha pequena e colocou na mesa na frente dela.
— Presentinho. Abre.
Era um colar discreto, de prata, com um pingente pequeno. Nada demais. Só o suficiente pra ela lembrar, todos os dias, de quem pagava as contas agora.
— Usa amanhã — mandou ele, já se vestindo. — E vem de calcinha preta. Quero ver.
Ela pegou o colar com a mão ainda trêmula, a buceta latejando e escorrendo pela coxa. Não falou nada. Só assentiu.
Quando saiu do banco naquela noite, o ar frio bateu no rosto e o colar pesou leve no pescoço. O dinheiro estava na bolsa. A luz estava acesa em casa. A geladeira cheia. E entre as pernas, ainda quente e sujo, o lembrete constante de que, dali pra frente, depois que o expediente acabava, tudo era dele.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comendo a buceta da assistente - SÉRIE CURTINHOS

Codigo do conto:
268726

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
30/07/2026

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