O que vou contar para vocês aconteceu neste domingo, quando fui almoçar com algumas amigas no centro da cidade.
Chegando lá, acabei bebendo chopp. Como já sabia que ia beber, na hora de voltar para casa precisei pedir um Uber. No caminho, vim bem alterado, risonho e conversando bastante com o motorista. Ele era muito simpático, super masculino, e em alguns momentos demonstrou que curtia a vibe. Aproveitei a conversa para comentar sobre a dificuldade que eu sentia para conseguir Uber para onde eu estava morando, já que era uma região onde os motoristas dificilmente aceitavam corridas.
Foi aí que ele disse:
— Bora, anota meu número aí. Quando tu precisar, é só me acionar.
E assim eu fiz. Anotei o contato, mandei um "oi" para ele salvar o meu número e saber quem eu era, e fomos conversando sobre várias coisas durante o percurso, super conectados.
Quando cheguei em casa, desci do carro e, logo depois, recebi uma mensagem dele no WhatsApp:
— Cuidado, hein? Cu de bebo não tem dono!
Comecei a rir e respondi:
— Ué, e por que teria dono?
Ele deu risada e mandou:
— Pra frente, hein!
Nisso, elogiei o rapaz, dizendo que ele era muito educado, simpático e gente fina demais. Ele então perguntou:
— O que tu faria se eu fosse aí na tua casa?
— Não sei... O que tu curte? O que tu queres? — perguntei de volta.
Ele respondeu dizendo que gostava de uma sacanagem rápida, porque a mulher dele o monitorava pelo celular, já que o aplicativo de corridas era conectado lá em casa. E o melhor: ele apareceu aqui na frente da minha casa uns 10 minutos depois da última mensagem!
Quando ele chegou, mandou mensagem avisando:
— Porra, cara, não dá para descer agora não, tem gente aí na frente.
— Ah, não se preocupa, não — respondi. — São os venezuelanos, vizinhos meus, mas eu nem falo com eles.
Ele estacionou, desceu do carro e veio me seguindo para entrarmos no apartamento. Chegando lá, já foi logo tirando a roupa e ficando completamente despido. Dei aquela conferida no pacote, já que nunca tinha pedido foto antes. Ele era baixinho, devia ter uns 1,60 m, moreno, forte, bem masculino, com uma rola de uns 18 cm, fina mas muito gostosa.
Fomos para o quarto e ele foi bem direto:
— Olhem, vou ser bem sincero contigo: eu gosto de pegação, não curto beijar. Quero ir direto ao ponto.
Dito e feito: já me puxou para mamar o cacete dele. Comecei a chupar e ele ficou duro na hora, fazendo garganta profunda comigo ali de joelho. Depois, ele pediu:
— Deita na cama e me mama mais um pouco.
Logo em seguida, avisou:
— Cara, vou gozar. Deixa logo eu te comer!
Perguntei onde estava a camisinha. Fui pegar, entreguei a ele, lubrifiquei meu rabo e fiquei de quatro. Ele foi encaixando até entrar tudo. Pedi um pouco de calma porque estava bem dolorido — afinal, fazia tempo que eu não ficava na posição passiva —, mas logo relaxei e comecei a curtir a foda.
Ele socou gostoso, me meteu com vontade, mudou de posição e bateu fundo. O pau ficou super duro.
— Vou gozar! Vou gozar! — avisou, e acabou gozando rápido.
Foi uma foda bem intensa, durou menos de 10 minutos. Foi tudo muito rápido por causa do nervosismo e do fato de ele estar trabalhando — tanto que tinha deixado o celular dele dentro do carro. Depois disso, não trocamos mais nenhuma palavra sobre o assunto, mas a lembrança ficou!